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Vinda de Câmara deve acender debate por espaço de lideranças sertanejas no Governo. Alguns ainda estão no time dos “sem função”

Por Nill Júnior
Governador vai ganhar todo tipo de agrado de algumas lideranças sertanejas.  Pra não esquecer de nenhuma...
Governador vai ganhar todo tipo de agrado de algumas lideranças sertanejas. Pra não esquecer de nenhuma…

Alguns nomes da política do eixo Pajeú-Moxotó estarão acompanhando a visita de Paulo Câmara à região com missão institucional definida Neste time, nomes como o Secretário de Transportes Sebastião Oliveira – que tinha obrigação de vir e até cancelou agenda pessoal – e Anchieta Patriota, agora em missão na Casa Civil.

Também estarão em missão como anfitriões José Patriota, Presidente da Amupe e que teve participação na definição da agenda com o Palácio, Ângelo Ferreira, Deputado estadual que tem base em Sertânia, além de uma penca de prefeitos e vereadores da região, buscando um minutinho de prosa com o novo Governador.

Mas a vinda será marcada também pelo bloco de lideranças socialistas que ainda não fede nem cheira no governo. Aqueles que ainda não sabem que missão vão desempenhar ou até mesmo se serão lembrados para desempenhar alguma.

Ora, se não ouviu Fernando Bezerra e João Lyra na montagem de sua equipe, não é difícil presumir que tem muita gente cercada de indefinição sobre o papel neste governo. Parte dos cargos de segundo escalão e praticamente todos do terceiro ainda são uma incógnita.

No Pajeú, Gerências Regionais de vários órgãos ainda não tem definição dos nomes que irão ocupa-las. Se para a estrutura do governo te mais peso gerencial, para lideranças sertanejas tem peso político importante. Já vimos muitas delas se degladiarem pela indicação deste ou daquele órgão.

Assim, não vai ser raro ver Câmara cercado de lideranças o afagando, puxando assunto, camisa, pelo cabelo… Tentando chamar a atenção do governador bem ao estilo “o senhor lembra de mim?”

Outras Notícias

Senadores mostram solidariedade a Kajuru após ação de Gilmar Mendes

Um ofício do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes pedindo “providências” em relação a declarações do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) teve repercussão negativa no Plenário do Senado nesta terça-feira (19). Vários senadores se solidarizaram com Kajuru, que voltou a criticar o ministro do Supremo e classificou o ofício como um “atestado de idoneidade”. O caso […]

Um ofício do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes pedindo “providências” em relação a declarações do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) teve repercussão negativa no Plenário do Senado nesta terça-feira (19).

Vários senadores se solidarizaram com Kajuru, que voltou a criticar o ministro do Supremo e classificou o ofício como um “atestado de idoneidade”. O caso foi citado em pronunciamentos que cobraram a instalação da CPI dos Tribunais Superiores.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendeu equilíbrio e respeito entre os Poderes da República, mas manifestou solidariedade a Kajuru. O presidente da Casa destacou o art. 53 da Constituição, segundo o qual “os deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”.

Em agradecimento às palavras de apoio do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que, apesar de não endossar os termos usados por Kajuru, defendeu suas prerrogativas, o parlamentar reiterou que a Constituição defende o direito de expressão dos parlamentares. Kajuru também citou a ocasião em que, durante julgamento do Supremo, Gilmar chamou um procurador de “gângster”:

“Ele [Gilmar] tem esse direito e eu não tenho direito de usar um adjetivo contra ele?”, indagou. Kajuru desafiou os institutos de pesquisa a apurar o que o povo brasileiro pensa de Gilmar Mendes: segundo ele, 100% da população acompanhariam sua opinião negativa sobre Gilmar.

Ser processado dessa forma por um homem da mínima estatura moral de Gilmar Mendes é um atestado de idoneidade”, disse. Em ofício ao presidente do STF, Dias Toffoli, Gilmar Mendes solicitou “providências que entender cabíveis” diante de declarações de Kajuru, repercutidas nas redes sociais.

“Caixa-preta”

Dizendo que Brasil precisa de segurança jurídica, a senadora Selma Arruda (PSL-MT) pediu abertura da “caixa-preta” do Poder Judiciário. Ela ressalvou que a CPI dos Tribunais Superiores não seria contra instituições, mas contra elementos que extrapolam de sua competência legal. Selma entende que a maioria dos magistrados tem vergonha do que se tornou o STF. “Há pessoas que merecem nosso respeito, mas outras precisam ser freadas em sua conduta inadequada.”

Jorge Kajuru ainda recebeu a solidariedade dos senadores Reguffe (sem partido-DF), Arolde de Oliveira (PSD-RJ), Lasier Martins (Pode-RS), Eduardo Girão (Pode-CE), Vanderlan Cardoso (PP-GO), Esperidião Amin (PP-SC) e Soraya Thronicke (PSL-MS). Nem todos, porém, apoiaram a criação da CPI dos Tribunais Superiores: Esperidião Amin, Arolde de Oliveira e Vanderlan, por exemplo, não a endossaram.

O senador Alessandro Vieira (PPS-SE), que apresentou o requerimento para a criação da CPI, também manifestou apoio a Kajuru. E Lasier Martins pediu à Mesa do Senado que dê andamento aos pedidos de impeachment de ministros do Supremo, em especial o apresentado pelo jurista Modesto Carvalhosa contra o próprio Gilmar Mendes. (R7)

Usina de Asfalto gera economia, diz prefeitura de Tabira

Os primeiros trabalhos realizados com a Usina de Asfalto em Tabira já mostram matematicamente que o investimento valeu a pena. Além de ser um benefício permanente, a Usina de Asfalto gerou aos cofres públicos uma economia superior a R$ 100 mil. Para asfaltar 3.439m² a Prefeitura de Tabira gastou o equivalente a R$ 139.330,00. Segundo […]

Os primeiros trabalhos realizados com a Usina de Asfalto em Tabira já mostram matematicamente que o investimento valeu a pena.

Além de ser um benefício permanente, a Usina de Asfalto gerou aos cofres públicos uma economia superior a R$ 100 mil.

Para asfaltar 3.439m² a Prefeitura de Tabira gastou o equivalente a R$ 139.330,00. Segundo levantamento feito junto ao SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices), para fazer esse mesmo trecho através de uma empresa, a gestão iria gastar R$ 273.330,00.

Nesse sentido, a secretaria de Obras comemora uma economia no valor de R$ 139.330,00. “Fizemos um bom investimento e com essa economia mais ruas serão asfaltadas”, comemorou Sebastião Dias.

Zé Queiroz discorda de critérios para rejeição de conta. “Vamos embargar a decisão”

Caro Nill Júnior, Em resposta à notícia repercutida nesta quinta-feira, dia 04 de julho, quanto a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), sobre as contas da gestão em 2013 a frente da Prefeitura de Caruaru, o ex-prefeito e atual Deputado Estadual do PDT, declara que prefeito algum pode ser avaliado apenas por questões pontuais. […]

Caro Nill Júnior,

Em resposta à notícia repercutida nesta quinta-feira, dia 04 de julho, quanto a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), sobre as contas da gestão em 2013 a frente da Prefeitura de Caruaru, o ex-prefeito e atual Deputado Estadual do PDT, declara que prefeito algum pode ser avaliado apenas por questões pontuais.

“Por exemplo, o prefeito que aplica 24% na saúde, quando o limite constitucional é 15%, favorece ao povo tanto quanto os 24% aplicados na educação. Não entendo como essas contas possam ser rejeitadas”, enfatiza.

Há muitos anos, seja dentro ou fora da esfera federal, discute-se a alteração da Lei de Responsabilidade Fiscal para revogação desses dispositivos de 15% e 25% e outros limites. O parlamentar não entende como suas contas puderam ser rejeitadas pelo fato da aplicação 24%, com uma diferença de apenas 1%. “Vamos embargar a decisão”, conclui.

Pesquisa Opinião bota mais lenha na fogueira da sucessão em Serra Talhada

A gestão da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), é aprovada por 55,7% da população e reprovada por 35,8%, segundo pesquisa do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB) para o Blog do Magno. Entre os entrevistados, 8,5% disseram não saber responder. Em relação ao primeiro levantamento de avaliação, em julho de 2021, com seis […]

A gestão da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), é aprovada por 55,7% da população e reprovada por 35,8%, segundo pesquisa do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB) para o Blog do Magno.

Entre os entrevistados, 8,5% disseram não saber responder. Em relação ao primeiro levantamento de avaliação, em julho de 2021, com seis meses no poder, a petista despencou 15 pontos, caindo de 70% para 55%.

Na soma dos entrevistados que disseram que Márcia faz um governo bom ou ótimo, a avaliação positiva cai mais ainda em comparação ao aprova e desaprova. Ela aparece com 27% de bom e 13,8% de ótimo, enquanto 26% a consideram ruim ou péssima, sendo 16% péssima e 10,3% ruim, enquanto 31,1% consideram regular. A pesquisa foi a campo entre os dias 28, 29 e 30 de abril, sendo aplicados 400 questionários.

O levantamento do Opinião também traz um quadro da sucessão municipal em Serra Talhada no ano que vem. Se vier a ser candidato, o ex-prefeito e atual deputado Luciano Duque (SD) ganharia a eleição, hoje, para a prefeita. No confronto direto com Márcia, Duque venceria com 42,7% dos votos contra 31% da petista. Neste cenário, 20% anulariam o voto e 6,3% não souberam ou se recusaram a responder.

Na espontânea, quando o entrevistado é obrigado a escolher o candidato sem a cartela com os nomes de todos eles, a prefeita lidera com 20,3%, seguida de Luciano Duque, com 7,5% e Sebastião Oliveira, com 1,5%. São lembrados ainda Carlos Evandro, com 0,8%, e Ronaldo de Déjà, com 0,5%. Neste cenário, os indecisos sobem para 63,6% e brancos e nulos somam 5,8%.

No cenário global, quando são incluídos os nomes mais especulados no momento como pré-candidatos, Márcia aparece empatada com Duque. Se as eleições fossem hoje, Duque teria 28% dos votos e a petista 27,2%. Em seguida aparecem, também empatados numericamente, Ronaldo de Deja e Sebastião Oliveira, com 13%. Na lanterna, Charles de Tiringa pontua apenas 1%. Dos entrevistados, 13,8% disseram que votariam em branco ou nulo e 4% se apresentaram como indecisos.

Quanto à rejeição, o campeão é Charles de Tiringa. Entre os entrevistados, 33,6% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido por Márcia Conrado, com 16%, Sebastião Oliveira, com 8,8%, Duquinho, com 5,8%, Marcus Godoy, com 4%, Luciano Duque, com 3,5%, e Ronaldo de Deja, com apenas 2,3%. Ainda entre os entrevistados, 10,5% disseram que não rejeitam nenhum dos nomes e 15,5% afirmaram que rejeitam todos.

O Instituto testou ainda outros cenários de confrontos diretos. Se a eleição viesse a ser disputada apenas pela prefeita tendo como adversário Marcus Godoy, ela venceria fácil. Teria 51% dos votos contra 10,5%. Já se o adversário fosse o ex-deputado Sebastião Oliveira, a prefeita também venceria, mas o resultado seria mais apertado. Ela teria 40.2% dos votos contra 32,8%.

No embate com Charles de Tiringa, a prefeita teria 55,4% dos votos contra 8,5%. Já se o adversário viesse a ser Ronaldo de Deja, Márcia venceria com 44,7% dos votos contra 25,5%. Por fim, no confronto da prefeita com Duquinho, ela venceria com 51,6% dos votos contra 16,3%.

Luciano Duque tem suas maiores taxas de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária entre 35 a 44 anos (46,7%), entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano (44,7%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários mínimos (43,8%). Por sexo, a maioria do seu eleitorado está entre as mulheres – 47,9%, enquanto os homens representam 36,6%.

Já Márcia Conrado aparece com maiores potenciais de indicação de voto entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (39,3%), entre os eleitores com grau de instrução superior (31,8%) e entre os eleitores com renda familiar acima entre dois e cinco salários (31,8%). Por sexo, 37,1% dos seus eleitores são homens e 25,8% são mulheres.

Avaliação de gestão: estratificando os números da avaliação do Governo Márcia Conrado, seus maiores percentuais de aprovação aparecem entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (60,7%), entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano (57,1%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (56,9%). Por sexo, 60,1% dos eleitores satisfeitos com sua gestão são homens e 52% são mulheres.

Por bairros, os percentuais de aprovação são os seguintes: AABB (58,3%), Bom Jesus (58,3%), Cachoeira (52,6%), Centro (66,7%), Ipsep (60,9%), José Rufino Alves (60%), José Tomé de Souza Ramos (50%), Malhadinha (41,7%), Mutirão (58,3%), Nossa Senhora da Conceição (58,3%), Nossa Senhora de Fátima (44,4%), São Cristóvão (44,4%), São Sebastião (64,3%), Tancredo Neves (58,3%), Várzea (54,2%) e Vila Bela (63,6%).

Já na zona rural, os números são os seguintes: Caiçarinha da Penha (43,7%), Distrito de Bernardo Vieira (80%), Distrito de Santa Rita (75%), Distrito de Taupiranga (26,6%), Logradouro (25%), Luanda (62,5%) e Varzinha (61,5%).

O intervalo de confiança da pesquisa, realizada entre os dias 28, 29 e 30 de abril, com 400 entrevistados, é estimado em 90,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares.

“Não é só o Covid, o problema é estrutural também”, relata médico afogadense que atua no Recife

Matheus Quidute chamou a atenção para outras lesões causadas pelo tempo dos pacientes na UTI. Por André Luis Nesta quinta-feira (23), o jovem médico afogadense Matheus Quidute, que assim como tantos outros profissionais, está na linha de frente no enfrentamento ao Covid-19, no Recife, falou ao programa A Tarde é Sua. Matheus, que é residente […]

Matheus Quidute chamou a atenção para outras lesões causadas pelo tempo dos pacientes na UTI.

Por André Luis

Nesta quinta-feira (23), o jovem médico afogadense Matheus Quidute, que assim como tantos outros profissionais, está na linha de frente no enfrentamento ao Covid-19, no Recife, falou ao programa A Tarde é Sua.

Matheus, que é residente de clínica médica no Imip e também está atuando no Hospital de campanha da Barros Lima, na Upa Torrões e no Santa Joana, relatou como tem sido tratar pessoas com acometidas pelo novo coronavírus.

Ele relatou o desgaste que tem sido o atendimento aos pacientes, principalmente pelos problemas estruturais. “Paciente precisando de ventilação invasiva – que a intubação que a gente chama, pelos critérios de gravidade e infelizmente a gente não pode oferecer isso porque não tem estrutura, não tem ventilador. É uma situação bem grave, bem alarmante, triste, desgastante pra nós. Você saber o que fazer e não poder oferecer aquilo ao paciente… dá um aperto, uma angústia, uma tristeza na gente muita grande”, desabafou.

Matheus disse que pelo fato de atuar tanto na triagem, como na enfermaria e na UTI, tem acompanhado a evolução dos pacientes desde os mais leves aos mais graves. “É uma evolução muito rápida, o paciente está bem, daqui a pouco ele é intubado, tem uma parada cardiorrespiratória em questões de horas”, disse.

“Então você recebe o paciente na UTI, sem comorbidade nenhuma, que nunca fez hemodiálise e em poucas horas, o vírus já tem causado lesão pulmonar, lesão renal e lesão cardíaca. Os pacientes são complexos desse ponto, porque não é só a questão do pulmão, tem também a questão renal e falta hemodiálise, não tem máquina de diálise pra todo mundo”, relatou Matheus.

O residente clínico chamou a atenção para a importância do isolamento social e disse que as pessoas deviam ser responsabilizadas pelos seus atos. “Cada vez que você sai, cada vez que você se expõe, está colando em risco outras pessoas e eu acho que deveria assumir a culpa, por você está propagando algo que para alguns é uma besteira, uma virose e não passa disso, tem muita gente que se recupera ileso, sem sintomas graves. Mas tem aquela pessoa que tem uma comorbidade a mais… pra essas pessoas, é muito difícil e na hora que entra no ventilador pra sair é muito complicado” destacou.

Segundo informou o médico, a média de internação de um paciente com Covid-19 em uma UTI, é de duas a três semanas, e explicou as complicações disso.

“O paciente passa a ter risco de lesão renal, passa a dialisar, passa a ter uma instabilidade hemodinâmica, ou seja, o coração dele começa a se comprometer já não bombeia da forma correta, ai passa a necessitar de drogas que mantém o fluxo do sangue para os tecidos e passa a ter risco de outras infecções. O paciente que entra com Covid-19, por exemplo, desenvolve uma pneumonia bacteriana, ele desenvolve uma pneumonia associada a ventilação mecânica por ele estar exposto, o ventilador passa a respirar por ele e, nessa altura a gente tem que manejar esse equipamento, acopla, desacopla e nisso infelizmente acaba tendo infecções. Infecção também de cateter, estes são os riscos de ficar tanto tempo na UTi, quando ficam, porque muitos morrem antes disso por conta dessas complicações citadas. Não é só o Covid, o problema é estrutural também, por isso é preocupante”, relatou Matheus.

Para Matheus uma das grandes preocupações é a subnotificação “os números saem das Prefeituras de várias cidades, estes, são os investigados, mas não é o número real, porque existe a subnotificação. Não é todo mundo que está sendo testado, não é todo mundo que está sendo acompanhado. É impossível você internar e testar toda a população sintomática, porque muita gente tem sintomas, mas são leves onde a recomendação é ficar em casa, então essas pessoas não entram nos números”, destacou.

Matheus ainda informou ao chegar no Imip nesta quinta-feira, foi surpreendido com um guindaste colocando um contêiner refrigerado na área do estacionamento da unidade, mas não soube informar se o necrotério da unidade está lotado. Disse que pelo número de mortes que acontece diariamente a situação já está caótica.

“Fique em casa, porque não está fácil. Não vai ser fácil e se não for por você, fique por seu pai, por sua mãe, pelos seus amigos, mas que respeite esse momento pra ver se a gente sai logo dessa” pontuou Matheus.