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Vereador é assassinado a facadas no Maranhão por causa de R$ 2

Por André Luis

Jorge Cunha (PROS) foi assassinado a facadas na madrugada desta terça-feira (2) no município de Apicum-Açu.

Do G1

O vereador do município de Apicum-Açu Jorge Cunha (PROS) foi assassinado a facadas na madrugada desta terça-feira (2) por causa de R$ 2. Ele estava participando de uma festa no povoado Turilana, no mesmo município, quando foi esfaqueado após negar dinheiro para o suspeito de cometer o crime.

De acordo com o sargento Ubiranilton da Polícia Militar, o suspeito de cometer o crime identificado como ‘Pelebreu’, de 25 anos, teria pedido a quantia de R$ 2 ao vereador que disse que não tinha. O vereador seguiu para o seu veículo quando foi abordado novamente pelo suspeito. Após negar novamente ele foi atingido por duas facadas, sendo uma no peito e outra na costela.

Após o crime, o suspeito fugiu e ficou escondido no cais do porto do povoado Turilana onde foi preso pela Polícia Militar. O vereador Jorge Cunha, de 47 anos, não resistiu e acabou falecendo. Por meio de uma rede social, o prefeito de Apicum-Açu e irmão da vítima, Cláudio Cunha, repudiou a Polícia Civil que liberou a festa sem o conhecimento do município.

“Por conta disso o município perde o controle completo, porque em qualquer lugar do país é preciso ter o mínimo de segurança. Isso é um verdadeiro absurdo a forma de como a pessoa foi morta, traiçoeiramente e isso pode acontecer com qualquer frequentador de festa”, disse.

Outras Notícias

Sertânia: treze casos de Covid-19

A Secretaria de Saúde de Sertânia informa que, nesta segunda-feira (18), um paciente foi confirmado com a Covid-19. O diagnóstico se deu através do teste rápido realizado fora do município. Um caso foi descartado, após teste rápido realizado no Hospital Municipal Maria Alice Gomes Lafayette. O boletim traz, ainda, mais dois casos em investigação  e […]

A Secretaria de Saúde de Sertânia informa que, nesta segunda-feira (18), um paciente foi confirmado com a Covid-19.

O diagnóstico se deu através do teste rápido realizado fora do município.

Um caso foi descartado, após teste rápido realizado no Hospital Municipal Maria Alice Gomes Lafayette.

O boletim traz, ainda, mais dois casos em investigação  e um paciente recuperado  que recebeu alta clínica após avaliação médica.

Agora são treze casos confirmados com dois óbitos.   Nove casos estão sob investigação com 36 descartados e oito recuperados.

Suspeita de interferência de Bolsonaro eleva pressão por CPI do MEC no Senado

Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação. […]

Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário

Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação.

A ideia é ter força suficiente para pressionar o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a não segurar a instalação do colegiado, como fez com a CPI da Covid no ano passado, que só foi instalada por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).

O entendimento é que as suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações ajudaram a aumentar essa pressão sobre o chefe do Senado.

Os oposicionistas também tentam evitar que haja defecções de nomes que já assinaram a lista, como o do senador Alexandre Giordano (MDB-SP), um dos últimos a defender a criação da comissão investigativa.

Ao mesmo tempo, a bancada do governo tenta desidratar as intenções dos opositores sugerindo a instalação de CPI que investigue suspeitas relacionadas aos governos do PT.

A possibilidade de instalação de uma CPI do MEC ganhou força após a prisão, na última quarta-feira (22), do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, suspeito de beneficiar um balcão de negócios de pastores que gerenciava liberação de verbas da pasta.

Até o momento, 28 senadores já assinaram o requerimento para que haja a CPI. O mínimo necessário é 27. A ideia é que o pedido seja protocolado nesta terça-feira (28).

Pacheco tem indicado que vê com ressalvas a instalação de uma comissão sobre o tema. Ele afirmou considerar que a proximidade do período eleitoral “prejudica o escopo de uma CPI”.

Além disso, afirmou que a prisão de Ribeiro foi um “fato relevante”, mas não “determinante” para a abertura da comissão.

Essas falas, porém, foram feitas antes da divulgação de uma escuta em que o ex-ministro afirma à filha ter recebido um telefonema do presidente Jair Bolsonaro no qual o chefe do Executivo teria indicado que haveria busca e apreensão por parte da PF.

No ano passado, Pacheco segurou por mais de dois meses a instalação da CPI da Covid e leu o requerimento apenas após decisão do STF.

Desta vez, ele não deve se posicionar oficialmente a respeito do tema da CPI do MEC até a medida estar protocolada.

Confira aqui a íntegra da reportagem de Matheus Teixeira e José Marques na Folha de S. Paulo.

Dupla assalta banco em Itapetim

NE10 Interior Dois homens armados assaltaram uma agência do banco Sicoob nessa segunda-feira (6) em Itapetim, no Sertão de Pernambuco. Os suspeitos chegaram em um carro e um deles chegou a quebrar a porta giratória com vários chutes, após ficar preso no espaço, de acordo com a Polícia Militar. O homem anunciou o assalto e […]

Euflávio Nunes

NE10 Interior

Dois homens armados assaltaram uma agência do banco Sicoob nessa segunda-feira (6) em Itapetim, no Sertão de Pernambuco.

Os suspeitos chegaram em um carro e um deles chegou a quebrar a porta giratória com vários chutes, após ficar preso no espaço, de acordo com a Polícia Militar.

O homem anunciou o assalto e pediu para que os clientes que estavam na agência deitassem no chão. Todo o dinheiro do caixa foi roubado; a quantia não foi informada. O suspeito fugiu no carro junto com o outro homem, que o aguardava. A polícia informou ainda que o vigilante do banco correu para os fundos da agência ao perceber a ação.

Euflávio Nunes

O veículo que teria sido utilizado no crime foi encontrado em chamas em uma estrada que dá acesso ao município de Ampara, na Paraíba. A Polícia Militar chegou a fazer buscas na área, mas não conseguiu localizar os suspeitos. O caso será investigado pela delegacia local.

São José do Egito se despede de João Bozó

Blog do Marcello Patriota Morreu neste sábado (26), de falência múltipla dos órgãos, em Serra Talhada, João Olegário de Sousa, o João Bozó. Nascido em Sumé (PB), filho de Crisanto Olegário de Sousa e Blandina Maciel de Sousa, radicou-se em São José do Egito ainda jovem. Funcionário público estadual aposentado, era certamente um dos cidadãos […]

Blog do Marcello Patriota

Morreu neste sábado (26), de falência múltipla dos órgãos, em Serra Talhada, João Olegário de Sousa, o João Bozó. Nascido em Sumé (PB), filho de Crisanto Olegário de Sousa e Blandina Maciel de Sousa, radicou-se em São José do Egito ainda jovem.

Funcionário público estadual aposentado, era certamente um dos cidadãos egipcienses mais conhecidos e de uma alegria contagiante. Sua gargalhada era uma de suas características nas rodas de conversas com seus amigos.

Há alguns anos sofreu um AVC que debilitou sua saúde. Durante muitos anos empreendeu na Rua da Baixa o bar O Carreteiro. João Bozó sempre participou da vida política de São José do Egito e costumeiramente se envolvia nas campanhas. Teve 14 irmãos, entre eles os poetas Bio Crisanto e Macilon Olegário de Sousa, ambos falecidos.

Deixa como viúva a senhora Neide. Pai de três filhos: Rosineide, Carlos Roberto e Rebeka. Deixou também alguns netos. 

João Bozó era uma figura ímpar, de um humor contagiante e tinha a resposta na ponta da língua e muitas vezes na resposta vinha uma verdade profunda. Era envolvente e persuasivo. Gente do bem, sempre tinha algo de bom e positivo pra dizer, 

Bozó deixa saudades na Rua da Baixa, seu espaço que sempre frequentava, quando ainda tinha  saúde.

Plenário da Câmara aprova projeto que regulamenta a vaquejada

O plenário da Câmara dos Deputados concluiu na noite dessa terça-feira (20) a votação do projeto de lei que regulamenta as práticas da vaquejada, do rodeio e do laço no Brasil (PL 8240/17), após rejeição de três destaques do PT ao texto. A proposta vai à sanção presidencial. O projeto é resultado da Emenda Constitucional […]

O plenário da Câmara dos Deputados concluiu na noite dessa terça-feira (20) a votação do projeto de lei que regulamenta as práticas da vaquejada, do rodeio e do laço no Brasil (PL 8240/17), após rejeição de três destaques do PT ao texto. A proposta vai à sanção presidencial.

O projeto é resultado da Emenda Constitucional 96 que, entre outros pontos, reconhece a vaquejada como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro. A emenda determinou a regulamentação da prática por uma lei específica, que assegure o bem-estar dos animais envolvidos.

De acordo com o texto aprovado, ficam reconhecidos o rodeio, a vaquejada e o laço como expressões esportivas e culturais pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro de natureza imaterial.

A proposta aprovada define as modalidades que passam a ser reconhecidas como esportivas, equestres e tradicionais. Na lista estão, entre outras, o adestramento, o concurso completo de equitação, o enduro, o hipismo rural, as provas de laço e velocidade, a cavalgada, a cavalhada, o concurso de marcha, a corrida, as provas de rodeio e o polo equestre.

Em relação ao bem-estar dos animais, deve-se, em relação à vaquejada, assegurar água e alimentação suficiente sempre à disposição, assim como um local apropriado para o descanso. Também será necessário prevenir ferimentos e doenças por meio de instalações, ferramentas e utensílios adequados, além da prestação de assistência veterinária.

Posse de arma em propriedade rural: o plenário da Câmara também aprovou na noite de ontem, por 331 votos a 55, requerimento de urgência para o projeto de Lei 3715/19 do Senado, que autoriza a posse de arma no limite de toda a propriedade rural. Atualmente, a posse é limitada à casa e não à propriedade. O projeto está na pauta da sessão do plenário desta quarta-feira (21).