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Vantagem de Flávio no 1º turno leva PL a retomar articulação por anistia a Jair Bolsonaro

Por Michael Andrade

O desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno levou aliados a intensificar as articulações por uma anistia que possa beneficiar Jair Bolsonaro ainda em 2026. O movimento combina negociações no Congresso com a tentativa da defesa do ex-presidente de reverter sua condenação no STF.

Dirigentes do PL passaram a refazer as contas no Congresso depois das eleições de domingo (4). A legenda elegeu 121 deputados federais e, a partir de 2027, deverá contar com 28 senadores, ampliando sua capacidade de articulação nas duas Casas.

As conversas ganharam espaço também com a adesão de partidos e lideranças à campanha de Flávio no segundo turno. Republicanos, Podemos, União Brasil, PP e Novo estão entre as siglas com as quais o candidato e seus aliados mantiveram reuniões nos últimos dias.

O objetivo de integrantes do grupo político de Jair Bolsonaro é viabilizar uma medida que permita ao ex-presidente deixar a prisão ainda neste ano. Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado e atualmente cumpre pena em prisão domiciliar humanitária.

Flávio tem afirmado durante a campanha que pretende participar de uma eventual posse ao lado do pai. Em agenda em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, chegou a dizer que Jair Bolsonaro colocaria nele a faixa presidencial caso vença o segundo turno.

Antes do primeiro turno, aliados avaliavam como reduzidas as possibilidades de aprovação de uma anistia que alcançasse o ex-presidente, tanto pela dificuldade de reunir votos no Congresso quanto pelos questionamentos jurídicos que a medida poderia enfrentar no Supremo.

O novo cenário eleitoral levou o PL a retomar a discussão. Ainda não há, entretanto, um acordo entre os partidos sobre qual texto seria apresentado nem sobre a extensão de uma eventual anistia.

Parte dos aliados defende que a medida alcance não apenas Jair Bolsonaro, mas os demais condenados pelos atos relacionados à tentativa de ruptura institucional. Há também preocupação de que uma nova lei seja questionada no STF.

Neste ano, o Congresso promulgou a chamada Lei da Dosimetria, que alterou regras de cálculo e progressão de penas relacionadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito. A aplicação da norma às execuções penais sob responsabilidade do Supremo, entretanto, foi suspensa até que o plenário da Corte analise ações que questionam sua constitucionalidade.

Entre dirigentes do PL, a avaliação é de que a Lei da Dosimetria, mesmo que venha a produzir efeitos, não resolve integralmente a situação do ex-presidente.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), defende que, em caso de vitória de Flávio no segundo turno, o Congresso tente votar uma proposta de anistia ainda em 2026, antes da posse presidencial.

Paralelamente, o coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), vem mantendo interlocução com integrantes do Supremo. Segundo a reportagem de O Globo, ele conversou com ministros como Edson Fachin, Gilmar Mendes e Nunes Marques em meio à tentativa de reduzir as tensões institucionais.

Outra frente é conduzida pela defesa de Jair Bolsonaro. Os advogados apresentaram ao STF pedido de revisão criminal para tentar anular a condenação e também solicitaram que o ex-presidente possa aguardar o julgamento em liberdade.

A revisão criminal não funciona como uma nova etapa ordinária de recursos e depende do preenchimento de requisitos específicos previstos em lei. Não há, até o momento, decisão que reverta a condenação do ex-presidente.

A articulação ocorre enquanto Flávio disputa o segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado para 25 de outubro.

Fonte: O Globo
Foto: Domingos Peixoto

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Outras Notícias

Em reviravolta, TCE acata pedido e julga regulares contas de 2008 de Carlos Evandro

Entretanto, decisão não altera votação da Câmara que as julgou irregulares com base em parecer prévio. Entenda porque: O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro, hoje no PSB, conseguiu finalmente uma vitória jurídica, depois de vários revezes no TCE e com contas rejeitadas também pela Câmara de Vereadores. O TCE reformou a decisão e passou […]

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Entretanto, decisão não altera votação da Câmara que as julgou irregulares com base em parecer prévio. Entenda porque:

O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro, hoje no PSB, conseguiu finalmente uma vitória jurídica, depois de vários revezes no TCE e com contas rejeitadas também pela Câmara de Vereadores. O TCE reformou a decisão e passou a definir como regulares com ressalvas as contas de 2008.

A decisão, porém, não muda a rejeição já votada pela Câmara, com  base no parecer prévio. Mas pode derrubar a multa quase milionária de mais de R$ 829 mil. O relator foi o Conselheiro Luiz Arcoverde Filho. Entenda:

Ele ingressou com Pedido de Rescisão da decisão Acórdão T.C. nº 546/13 fruto do  Processo TCE-PE nº 0950029-7, após a 1ª Câmara do Tribunal ter julgado irregulares suas contas como ordenador de despesas no exercício de 2008, imputando-lhe débito no valor de R$ 829.928,51, bem como emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Serra Talhada a rejeição de suas contas como prefeito.

A condenação se deu por a ausência de documentos na prestação de contas, descumprimento do limite mínimo de aplicação de 25% na educação, compromissos assumidos sem lastro financeiro no Fundeb, descumprimento dos 15% na saúde, descumprimento dos princípios da responsabilidade fiscal, prestadores de serviços de natureza permanente recebendo por empenho sem qualquer contrato, descumprimento do artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, ausência de comprovação de despesas de publicidade no valor de R$ 157.328,51; a ausência de comprovação de despesas com a contratação de shows artísticos no valor de R$ 672.600,00.

O pedido de rescisão, protocolado por Carlos Evandro tentou novamente modificar a decisão.  O Pleno do Tribunal já havia dado provimento, em parte, ao recurso de Carlos para afastar tão somente a irregularidade atinente à ausência de recolhimento das contribuições previdenciárias. Todos os demais pontos do Acórdão TC nº 114/12 e do respectivo Parecer Prévio, publicados em 16 de fevereiro de 2012, haviam sido mantidos.

Agora, com base na nova decisão, o TCE Alega o requerente, em resumo, o cabimento do pedido de rescisão; que o percentual em educação está errado; que, no percentual de saúde, não foram contabilizados os restos a pagar não processados; que junta todo o material de publicidade; que a Prefeitura não tem obrigação de fiscalizar a sede de empresas contratadas para shows; que junta comprovação da realização dos shows; que as contratações temporárias foram feitas para observar os direitos sociais, por necessidade excepcional de interesse público; que as despesas contraídas, nos dois últimos quadrimestres, eram para pagar folha de pessoal; que ficou apenas R$ 6.434,83 em restos a pagar no FUNDEB; que só faltaram dois itens, de um total de 86, na prestação de contas; que não houve prejuízo ao erário, apenas falta de documentação; que há precedentes favoráveis, juntando vasta documentação.

O relator deu conhecimento do Pedido de Rescisão deve ser analisado quanto às contas de governo e quanto às contas de gestão. Quanto às contas de governo, embora tenha opinião pessoal divergente, o Pedido de Rescisão não deve ser conhecido, em razão da impossibilidade jurídica do pedido. Com efeito, este Tribunal publicou no Diário Oficial Eletrônico de 24 de julho de 2015 a Súmula TCE nº 19, nos seguintes termos: “Por interpretação conforme a constituição federal do art. 83 da lei orgânica, não pode ser revisto em pedido de rescisão o parecer prévio de contas de prefeito já julgadas pela câmara de vereadores.” Ou seja, tecnicamente as contas continuam rejeitadas, pois passaram por apreciação da Câmara em sessão realizada em 27 de fevereiro de 2014, acompanhando o parecer prévio deste Tribunal.

Quanto às contas de gestão, o Pedido de Rescisão foi reconhecido. “Após a análise, as falhas e irregularidades que motivaram as deliberações objeto do Pedido de Rescisão não se revelam suficientes para motivar a rejeição das contas. Seria o caso de aplicação de multa”, diz o relator.

Ele também disse não caber aplicação por dois motivos: porque caracterizaria reformatio in pejus. Esse termo que quer dizer “Reforma para pior” indica que não é admissível que, ao julgar o recurso, o Tribunal piore a condenação do recorrente, sem ter ocorrido recurso da parte contrária. Depois, “porque o prazo limite estabelecido no § 6º do artigo 73 foi ultrapassado, ainda que considerássemos a suspensão decorrente do recurso ordinário julgado em 10/04/2013”, diz.

Assim, o relator votou e foi seguido pelos pares  pelo não conhecimento do Pedido de Rescisão quanto ao Parecer Prévio, por impossibilidade jurídica do pedido(mantendo a rejeição das contas) e pelo conhecimento quanto às contas de gestão, atendidos os pressupostos de admissibilidade e, no mérito, voto pela sua procedência parcial para julgar regulares, com ressalvas, as contas do requerente, ordenador de despesas da Prefeitura Municipal de Serra Talhada, referente ao exercício de 2008”, conclui.

Os conselheiros Teresa Duere, Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, João Carneiro Campos, Adriano Cisneiros e Carlos Barbosa Pimentel votaram de acordo com o relator.

Continua inelegível : Após desaprovar as contas dos exercícios de 2008 – revertida agora –  e 2012, o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE) havia reprovado as contas referentes ao exercício de 2006 de Carlos. Por esta última, ainda há determinação de devolução de R$ 703.172,72 e não cabe mais recurso.

Leia decisão na íntegra, clicando abaixo:

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Álvaro Porto sofre acidente com cavalo em Canhotinho

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto, sofreu um pequeno acidente neste domingo (8) em Canhotinho (Agreste). Foi durante a 22ª edição da Missa do Vaqueiro. Ao descer de um cavalo, o parlamentar teve o pé preso no estribo, se desequilibrou e caiu. Porto foi socorrido e levado ao Recife, onde […]

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto, sofreu um pequeno acidente neste domingo (8) em Canhotinho (Agreste).

Foi durante a 22ª edição da Missa do Vaqueiro. Ao descer de um cavalo, o parlamentar teve o pé preso no estribo, se desequilibrou e caiu.

Porto foi socorrido e levado ao Recife, onde está internado no Hospital Memorial São José por precaução.

O estado de saúde do deputado é considerado estável, e ele passa por exames médicos.

Apesar do incidente, a programação da Missa do Vaqueiro seguiu normalmente, reunindo mais de 4 mil cavaleiros em um dos maiores eventos religiosos e culturais do Agreste.

Ex-vereador critica trabalho da Câmara de Tabira em 2014

Com a experiência de quem já foi vereador entre 2001 e 2004, o Presidente do PTC de Tabira, Antônio Humberto Amorim da Silva, o Betom, questionou o vereador Sebastião  Ribeiro e os seus colegas que votam a favor de contas rejeitadas pelo TCE (Dinca) e contra contas aprovadas pelo Tribunal (Josete). Foi em entrevista ao comunicador […]

betonCom a experiência de quem já foi vereador entre 2001 e 2004, o Presidente do PTC de Tabira, Antônio Humberto Amorim da Silva, o Betom, questionou o vereador Sebastião  Ribeiro e os seus colegas que votam a favor de contas rejeitadas pelo TCE (Dinca) e contra contas aprovadas pelo Tribunal (Josete). Foi em entrevista ao comunicador Anchieta Santos no programa Cidade Alerta.

Betom chegou a chamar de conversa fiada a história de que vereador estuda contas antes de votar. No  máximo ler o relatório do Tribunal de Contas. Betom até lembrou que em 2002 mesmo adversário do ex-prefeito Dinca Brandino, votou pela aprovação das contas de 1996.

O Presidente do PTC questionou o trabalho da Câmara em 2014, onde segundo ele faltaram debates construtivos e sobrou briga, confusão e bagunça. O ex-vereador deixou claro que dificilmente voltará a tentar um mandato.

Betom disse que mesmo não tendo votado no prefeito Sebastião Dias, de quem hoje é aliado, alertou que precisa melhorar muito e até agora deixou a desejar.

Sobre a criação do Conselho Político, disse ter sido convidado para uma reunião em janeiro. “Mas não sei ainda do que se trata”, garante.

DF e 13 Estados definem governador amanhã; em seis, há empate técnico

Além da escolha do novo presidente da República, os eleitores de 13 Estados brasileiros e do Distrito Federal vão escolher neste domingo os seus novos governadores. Outros 13 Estados fizeram essa escolha no primeiro turno. Além do Distrito Federal, Acre,Amazonas, Amapá, Goiás, Pará,Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia,Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, […]

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Além da escolha do novo presidente da República, os eleitores de 13 Estados brasileiros e do Distrito Federal vão escolher neste domingo os seus novos governadores. Outros 13 Estados fizeram essa escolha no primeiro turno.

Além do Distrito Federal, Acre,Amazonas, Amapá, Goiás, Pará,Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia,Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará e Mato Grosso do Sul vão às urnas para a escolha dos governadores.
Em seis deles, há empate técnico de acordo com as últimas pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha. As eleições em que menos Estados decidiram no primeiro turno seus governadores ocorreram em 1994. Naquele ano, apenas nove governadores foram eleitos na primeira votação. Em comparação, nas eleições de 2010, esse número foi recorde, com 18 Estados decidindo em primeiro turno. As eleições deste ano se igualam ao número de 2002, com 13 eleitos.
Parte dessa falta de candidatos “favoritos” no primeiro turno foi causada pela insatisfação da população. Muitos deles, apesar de bem posicionados nas disputas estaduais, tinham também índice de rejeição superior a 40% nas pesquisas de intenção de voto.
As votações devem ser mais apertadas no Acre, em que Tião Viana (PT) aparece com 53% dos votos válidos e Márcio Bittar (PSDB) com 47%, em Rondônia, ondeConfúcio Moura (PMDB) tem 51% contra 49% de Expedito Junior (PSDB), na Paraíba, em que Ricardo Coutinho (PSB) tem 53% contra 47% de Cassio Cunha Lima (PSDB) e no Amazonas, em que José Melo (Pros) tem 53% contra 47% deEduardo Braga (PMDB). Nos quatro casos, as pesquisas mais recentes são as do Ibope, de 17 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Ainda em situação de empate técnico estão Helder Barbalho (PMDB) com 52% contra 48% de Simão Jatene (PSDB), na disputa pelo governo do Pará (Ibope de 18 de outubro), assim como  Reinaldo Azambuja (PSDB),  com 51%, contra 49% de Delcídio do Amaral (PT) no Mato Grosso do Sul (Ibope de 20 de outubro).
Em situação menos apertada estão  Suely Campos (PP) com 56% contra 44% deChico Rodrigues (PSB), em Roraima (Ibope de 17/10), Camilo Santana (PT) tem 57% contra 43% de Eunício Oliveira no Ceará (Datafolha de 23 de outubro), e  Robinson Faria (PSD) com 54% contra 46% de Henrique Eduardo Alves (PMDB) no Rio Grande do Norte (Ibope de 15 de outubro).
No Centro-Oeste, Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 57% contra 43% de Jofran Frejat (PR) no Distrito Federal (Datafolha de 23 de outubro). Em Goiás, a vantagem é de Marconi Perillo (PSDB), com 60%, contra 40% de Iris Rezende (PMDB), de acordo com pesquisa Ibope de 21 de outubro.
No Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem 55% contra 45% de Marcelo Crivella (PRB), segundo pesquisa Ibope de 23 de outubro. No Rio Grande do Sul, a vantagem é de José Ivo Sartori (PMDB), com 59%.  Tarso Genro (PT) tem 41% (Ibope, de 24 de outubro).
Armando diz que Congresso contribuirá para retomar crescimento 

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou, nesta quarta-feira (23), em debate no 28º Congresso Aço Brasil, em Brasília, que vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional podem contribuir para aumentar a produtividade e a eficiência da economia brasileira, essencial, na sua visão, à retomada do crescimento quando a recessão for superada. Segundo Armando, […]

Foto: Ana Luisa Souza/Divulgação

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou, nesta quarta-feira (23), em debate no 28º Congresso Aço Brasil, em Brasília, que vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional podem contribuir para aumentar a produtividade e a eficiência da economia brasileira, essencial, na sua visão, à retomada do crescimento quando a recessão for superada.

Segundo Armando, a produtividade da economia brasileira, que cresceu apenas 0,68% anuais, em média, entre 1990 e 2010, é um problema sistêmico. Como tal, ainda de acordo com o senador, só pode ser combatido aumentando-se a eficiência de forma disseminada, tanto na área tributária como no crédito, na infraestrutura, na educação e na inovação tecnológica.

No debate do encontro da indústria siderúrgica sobre as limitações à competitividade no Brasil, Armando Monteiro citou algumas iniciativas em tramitação no Congresso que podem contribuir para ampliar a produtividade. O senador mencionou, entre outras, a reformulação do PIS-Cofins e do Cadastro Positivo e a instituição da duplicata eletrônica.

Armando declarou acreditar que deverão dar resultados na melhoria da competitividade as discussões do grupo de trabalho que preside, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), sobre reformas microeconômicas, que passam por medidas de desburocratização e facilitação dos investimentos privados.