Valeixo fala por 6 horas e confirma versão de Moro sobre demissão da PF
Por André Luis
Por Vinicius Konchinski/Colaboração para o UOL
O ex-diretor-geral da PF (Polícia Federal) Maurício Valeixo confirmou hoje, em depoimento à própria PF, a versão do ex-ministro Sergio Moro sobre sua demissão. Valeixo falou por cerca de seis horas a investigadores. Reforçou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) queria alguém mais próximo a ele na direção da PF e que não pediu para deixar a chefia da corporação.
Valeixo depôs hoje como testemunha no inquérito aberto pela PGR (Procuradoria-Geral da República) para apurar a suposta interferência de Bolsonaro no trabalho da PF.
O ex-diretor da PF chegou à superintendência do órgão em Curitiba às 9h50. Começou a falar pouco depois das 10h e concluiu seu depoimento depois das 16h.
O inquérito no qual Valeixo foi ouvido foi aberto no final de abril, depois que Moro pediu demissão do Ministério da Justiça.
A saída de Sérgio Moro do governo, aliás, teve relação direta com Valeixo. O ex-ministro pediu demissão depois que Bolsonaro tirou Valeixo da chefia da PF.
Moro disse que não concordou com a exoneração de Valeixo. Viu ali uma tentativa de Bolsonaro intervir na PF, colocando uma pessoa mais próxima a ele na direção da corporação.
Valeixo foi questionado sobre sua demissão. Disse que não pediu para sair da direção da PF, mas admitiu que estava cansado.
O ex-diretor da PF também disse que Bolsonaro queria alguém com mais “afinidade” na chefia da corporação. Afirmou também que o presidente não tinha nada pessoal contra ele.
Moro revelou em pronunciamento feito na sua demissão que Bolsonaro o pressionou para que a chefia da PF mudasse.
A PGR, então, solicitou ao STF (Supremo Tribunal Federal) a abertura de um inquérito para apurar possíveis crimes relacionados às revelações de Moro.
Abertura da investigação foi autorizada pela Corte. O caso está sob a relatoria do ministro Celso de Mello.
O inquérito investiga se houve tentativa de obstrução da Justiça por parte do presidente Bolsonaro ou se Moro caluniou o presidente. Outros supostos crimes também são investigados.
Moro já prestou depoimento à PF por conta do inquérito. Ele foi ouvido na superintendência do órgão em Curitiba, a mesma na qual depôs Valeixo, no último dia 2. Falou por cerca de oito horas enquanto ativistas pró e contra o governo Bolsonaro se manifestavam do lado de fora do prédio.
Moro citou Valeixo e membros do governo Bolsonaro em seu depoimento. Por isso, o ex-diretor-geral da PF foi chamado a depor em Curitiba.
Também hoje depõem em Brasília, no mesmo inquérito, o diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, e o delegado da PF Ricardo Saadi, ex-superintendente do Rio de Janeiro.
A eleição do menos odiado A eleição de 2018 tem até agora os maiores índices de rejeição de um primeiro e segundo colocados e também a menor taxa de intenção de voto dos líderes de uma corrida presidencial desde 2002, segundo a série histórica do Ibope. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, é rejeitado por […]
A eleição de 2018 tem até agora os maiores índices de rejeição de um primeiro e segundo colocados e também a menor taxa de intenção de voto dos líderes de uma corrida presidencial desde 2002, segundo a série histórica do Ibope. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, é rejeitado por 46% dos eleitores, enquanto Fernando Haddad (PT) tem 30% de reprovação.
A maior rejeição de um líder era de Dilma Roussef (PT), em 2014, com 31%. Em segundo lugar, nesta disputa, estava Aécio Neves (PSDB), com 19%. Naquele ano Dilma liderava a pesquisa com 38% contra 29% de Marina Silva (PSB).
Quando analisados os números de intenções de voto na série histórica, é possível verificar que nunca, até então, os dois candidatos mais bem colocados tiveram também um percentual tão baixo para um presidenciável. Hoje, Bolsonaro tem 28% contra 22% de Haddad. Quem está na frente costuma ficar na casa dos 40%.
Em 2002, Lula liderava a pesquisa com 41% contra 18% de José Serra (PSDB). O tucano tinha a maior rejeição (29%) seguido de Lula (26%). Na eleição seguinte, em 2006, Lula novamente liderava com 47% contra 36% de Alckmin, com rejeição de 30% para o petista. A segunda mais rejeitada nesta eleição foi Heloisa Helena (PSOL), com 25%.
Em 2010, Dilma liderava com 50% das intenções de voto e tinha 21% de rejeição contra 28% de Serra e rejeição maior para o tucano: 27%.
Em 1994, segundo números do Datafolha, Brizola (PDT) chegou a ter uma rejeição de 42%, e apenas 5% das intenções de voto. Fernando Henrique (47%) e Lula (23%) lideravam com folga.
Outro dado que se pode compreender desta série histórica é que essa eleição registra a maior taxa de indecisos, votos em branco e nulos : 18%, enquanto nas eleições anteriores costuma ficar em torno de 10%.
Resumo da ópera: a disputa não vai ser balizada no voto por alguém, mas incrivelmente desde a redemocratização, vai prevalecer o voto contra alguém. Os eleitores que podem determinar a vitória de Haddad vão votar contra Bolsonaro, com o argumento “contra o fascismo, contra o militarismo, contra o preconceito contra minorias”, o que tem se ouvido por aí. E muitos do que votam em Bolsonaro vão fazê-lo não pelo candidato, mas “contra o petismo, contra a volta da quadrilha que desmoralizou o país, contra Lula que está preso, contra o comunismo…”
Esse quadro de fato só poderia ser quebrado com o ingresso ao páreo dos dois nomes que tem questionado esses dois projetos, Alckimin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), mas até agora, salvo um fato novo, não apresentam musculatura para romper essa polarização odienta, que pode alimentar ainda mais divisão no país…
Assim, vai ser a lei de quem odia mais, zerando a possibilidade de um país pacificado dia 28 de outubro. Quadro único na história do chamado “país da tolerância”, com as devidas vênias…
O chato do zap zap
Gente boa fora do ambiente virtual, nem os pares políticos estão aguentando o socialista Júnior de Mocinha no WhattsApp com sua militância explícita pró Paulo Câmara. Com tom geralmente irônico e jocoso nas postagens, o vice carnaibano empanturra o universo virtual com mensagens em todos os grupos que integra. Nem o Grupo Fé e Política, da Diocese, ligado ao debate mais profundo do real papel da política, é poupado. Menos, Juninho!
Com o capitão
Toninho Valadares, que já tem idade suficiente pra não ser chamado “filho de Totonho”, mesmo o sendo com orgulho, é do time que integra a linha de frente pró Bolsonaro no Estado. Já estava no PSL de Luciano Bivar antes do Capitão entrar na sigla para a disputa e incorporou defesa e discurso. Cada um com seu cada um…
Geraldo Júlio cita Zeinha
O prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), fez referência a uma declaração de Zeinha Torres, de Iguaracy, na peça de campanha em que conversa com o governador Paulo Câmara. “Zeinha disse que Doutor Arraes levou energia na casa das pessoas e Paulo Câmara tirou a obrigação da lata dágua na cabeça”.
Fora Nim!
O Promotor de Carnaíba Ariano Tércio agora recomendou à prefeitura de Carnaíba que o município se desfaça dos plantios de Nim Indiano por árvores nativas do bioma Caatinga. Diz que biólogos alertam que “além de reduzir a biodiversidade, as plantas exóticas invasoras competem com as plantas nativas, podendo causar alterações de estrutura e composição das comunidade vegetais nativas e até mesmo a sua extinção”.
Desrespeito
Confundir liberdade de expressão com extremismo e agressões gratuitas virou moda na internet e redes sociais. Por combater a política defendida por Jair Bolsonaro, a jornalista Juliana Lima foi chamada de “imunda” em um grupo de WhattsApp. É o que esse debate está trazendo como consequência inclusive na região. Ela promete identificar de quem partiu, com razão. Há limites pra tudo.
Se um pôde..
Tá na hora dos prefeitos de Médio e Alto Pajeú buscarem saber como Serra Talhada caminhou para ter um projeto de tratamento de resíduos sólidos que está próximo de funcionar e atenderá cidades do entorno, enquanto por aqui continuam levando chamada e cobrança do MP. Tratar com o prefeito Luciano Duque.
Já está na dança
Dizer que José Patriota (Afogados) não apoia Alessandro Palmeira para 2020 é tentar dar drible em bom zagueiro. Até a posição do vice no último debate na Rádio Pajeú foi escolhida para os dois saírem juntinhos e misturados, sem falar nas falas elogiosas do gestor. Não quis polemizar com Totonho, que já discute critérios para que seja ele o candidato, mas já dança a “Valsa Alessandrense”, ensaiada nos salões da Prefeitura…
Perguntar…
Continua a pergunta de um milhão de dólares em Pernambuco: tem ou não segundo turno? A levar em conta o Ibope dessa semana, Paulo está pertinho da vitória no primeiro turno com 50% dos votos válidos. Já o Datafolha diz que o candidato à reeleição tem 48,7%, enquanto os demais tem 51,3%, o que leva a peleja pro segundo turno. Haja coração…
Político, não!!
Contam que na violenta ação criminosa contra Dr Pedro Alves mais quatro pessoas que estavam na festa da Caatingueira, alguém quis avisar aos bandidos que ele era político e vice de Iguaraci. “Diga que sou médico, político não”, teria retrucado Alves, com receio de sujar a barra com os homens armados…
Candidatos folclóricos a Estadual
“Dr Gatão”
Antonio do Bar, Arnaldo do Buteco, Bigode do Queijo, Calvolia, Cristina Praticamente, Dinho do Galo, Dr Gatão, Ednaí o seu agente de saúde, Fofão, Galeguinho das Encomendas , Idvan o homem do Pão, Júnior de Pereba, Marcos Leal o irmão legal, Maycon do Brega, Meu Jovem, Patrícia Viúva, Reginaldo Praticamente, Tânia mãe de João, Teacher Black, Tieta do Agreste, Valdir Palhaço, Zaqueu o Maratonista e Zé do Cachimbo.
Frase da semana:
“Não aceito resultado diferente da minha eleição”. De Jair Bolsonaro (PSL), dizendo que se o PT ganhar, “será fraude”…
Nunca foi por Maduro, sempre foi por petróleo e poder Primeira certeza: Nicolás Maduro Moros, 63 anos, natural de Caracas, Distrito Capital, Venezuela, é, com todas as letras, um ditador de esquerda, como Putin, mas com uma diferença: foi responsável por um caos ético, econômico e estrutural na Venezuela. Fraudou a própria reeleição, amparado por militares […]
Nunca foi por Maduro, sempre foi por petróleo e poder
Primeira certeza: Nicolás Maduro Moros, 63 anos, natural de Caracas, Distrito Capital, Venezuela, é, com todas as letras, um ditador de esquerda, como Putin, mas com uma diferença: foi responsável por um caos ético, econômico e estrutural na Venezuela.
Fraudou a própria reeleição, amparado por militares e por um judiciário corrompido.
Acreditem, houve um tempo em que a Venezuela era o vizinho rico da América do Sul e símbolo da prosperidade. As políticas econômicas de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, no entanto, implodiram o cenário. A perda de riqueza da população venezuelana nas últimas décadas é comparada apenas às nações em guerra.
Em menos de uma década, a riqueza média do venezuelano encolheu quase 90%. Tudo isso na conta de um regime que, ao contrário de Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, não permitia alternância de poder. Fato, assim como, dada a fragilidade dos organismos internacionais, não havia perspectiva de mudança de rota. A população venezuelana virou refém do regime totalitário bolivariano.
Mas nem isso faz de Donald Trump um herói, por mais que setores oposicionistas o celebrem. O motivo é óbvio: a narrativa criada por Trump para capturar Maduro é uma grande cortina de fumaça. A Venezuela de longe não era uma ameaça em virtude do tráfico. Os barquinhos destruídos por bombardeios americanos não representavam perigo.
No mais, não havia legitimidade ou legalidade para ação de um país sobre outro dessa forma, nem pelas leis americanas, que exigem autorização do Congresso, nem pelos tratados internacionais.
O real motivo foi abertamente externado pelo próprio Trump. A Venezuela tem as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, com estimativas que giram em torno de 300 bilhões de barris, colocando-a à frente da Arábia Saudita e do Canadá, embora a maior parte seja de petróleo extrapesado, exigindo tecnologia para extração e refino. Esse volume representa cerca de 17% a 18% das reservas globais.
A intenção foi confirmada objetiva e escancaradamemte pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que assumiu, em entrevista à imprensa na tarde deste sábado, que a presença estadunidense no país “tem tudo a ver com o petróleo”.
“Acho que nós teremos muita riqueza saindo daquele solo. Essa riqueza vai ajudar os venezuelanos ali e fora da Venezuela e vai para os Estados Unidos na forma de reembolso pelos danos causados ao nosso país”, disse Trump, após dizer que os EUA vão administrar o país até que haja uma “transição democrática”.
Agora, há muitas perguntas: como será essa nova ordem de poder? Quem vai assumir o poder? Como será a supervisão americana? Qual impacto no restante da América do Sul? Qual a reação interna, social e política, nos Estados Unidos? E, principalmente, quais impactos para o povo venezuelano, já machucado pelas consequências do regime de Maduro?
De tantas questões, uma já foi respondida: Trump, o autoproclamado imperador do mundo, segue sem freio com sua interferência desenfreada nos destinos das nações, como não se via a décadas, sempre sob a ótica dos seus interesses econômicos e pessoais de dominação. Nunca foi pela paz…
Nada mudou
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, disse à Coluna que a exoneração dos cargos de confiança desta semana são “praxe administrativa”. E completou: “todo mundo volta este mês de janeiro”.
Respiro
Depois de uma semana difícil e de críticas após a última pesquisa Múltipla, além da percepção de que tem que dar um choque de gestão, o prefeito Sandrinho Palmeira teve repercussão positiva do anúncio da banda Detonautas para o Encontro de Motociclistas.
Conselho
Palmeira agora deve aproveitar a leve brisa após a tempestade para retomar o monitoramento da gestão, criar grupos de trabalho para destravar os pontos crônicos como Pátio da Feira, parque solar, trânsito e lixo, e, se quiser mostrar resposta à percepção quase geral, iniciar uma dança das cadeiras no governo.
DNA
Padre Adilson Simões, que foi a notícia da semana por defender bandeiras e personagens do bolsonarismo, é irmão da ex-prefeita Giza Simões, já falecida. Também de Gláuria Simões, que já disputou eleições em Alagoinha e Pesqueira e só teve 2.464 votos para Estadual pelo Solidariedade. O sobrinho, Danilo, foi candidato competitivo a prefeito de Afogados da Ingazeira, tendo 40% dos votos. Publicamente, nem Gláuria nem Danilo disseram concordar com o padre e conselheiro.
Exceção
As únicas falas recentes que apresentaram praticamente o mesmo conteúdo tem relação com o sentimento de Padre Adilson e Danilo de que a polarização entre Lulismo e Bolsonarismo já deu. “Rezo já no fim de minha vida para que o nosso querido Brasil sem estar polarizado nem só gritando Jair Bolsonaro nem Lula”, disse o Padre na Independente FM. Danilo disse praticamente a mesma coisa na Rádio Pajeú. Sandrinho usou a fala para dizer que tinha posição. “Sou Lula”.
Prenúncio
Em Serra Talhada, o ano já começou com o clima de antecipação de campanha entre aliados de Márcia Conrado, que apoia o marido Breno Araújo para Estadual, e o Deputado Luciano Duque, que tenta a reeleição. Quem se sair melhor pega a senha antecipada para o processo seguinte, em 2028. A diferença é que, até lá, Duque e Márcia terão que buscar outros nomes para apoiar.
Adiamento
João Campos estaria hoje na Pedra para bater o martelo do apoio recebido do prefeito Júnior Vaz. Entretanto, o clima de luto com a morte do sogro de Pedro Campos, Carlos Augusto Carneiro, em um acidente de moto, alterou os planos. Vai ficar para outra data.
Teve mais
Na entrevista que deu a Dárcio Rabelo, Padre Adilson Simões criticou o modelo do Bolsa Família, que deixa o país “sem força de trabalho”, afirmou que o Supremo não tem autoridade para fazer leis. Ainda criticou Lula, que segundo ele não trata o Hamas como grupo terrorista, quando perguntado sobre o genocídio na Palestina, que afirmou reconhecer. Entretanto, a informação é equivocada. Lula tratou os atentados do Hamas como “terroristas”, na Assembleia da ONU em novembro do ano passado. “Os atos terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sobre qualquer ângulo, mas nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza”, disse.
Escapou
Ao trocar Zezé Di Camargo por Seu Desejo, após a polêmica envolvendo o artista que detonou o SBT por ter recebido Lula e ganharia dinheiro federal pro show, o prefeito Fredson Brito evitou nova polêmica. No Marabá, a acusação é de que Zezé teria recorrido a playback, com a transmissão do show tendo que ser cortada pela prefeitura. Hoje sobem ao palco Garota Mimada, Warley Brito, Vitor Vaqueiro, Yara Tchê & Alessandro e Seu Desejo.
Presentes x ausentes
Secretários que foram dar “força moral a Sandrinho no Debate das Dez de 31/12: Odílio Lopes, Flaviana Rosa, e Artur Amorim. A alegação é de que muitos estavam viajando, mas teve quem estivesse na cidade e não apareceu. Dos vereadores, Vicentinho, Douglas Eletricista, Lucineide do Sindicato, Raimundo Lima, Mário Martins, César Tenório, Simone da Feira, Cicero Miguel, Renaldo Lima e Gal Mariano.
Indagator indagou
Pesquisa realizada pelo Instituto Indagator revela que 75,9% dos moradores aprovam o governo do Cacique Marcos em Pesqueira. A Coluna estava se lambendo pra criticar o Instituto, mas ele é de Caruaru, liderado por Oscar Mariano, tendo feito vários levantamentos da eleição de 2024 pra cá. Ainda assim, dá pra chamar o VAR e pedir uma contraprova dessa aprovação. A Marcos ainda falta provar licitude na acusação de fraudes em licitações no “Escândalo da Hillux”.
Férias, pra quê te quero
Depois de ano cheio e duas transições, na Rádio Pajeú e ASSERPE, entro de férias e retorno às atividades plenas mês que vem. Na Pajeú, a Manhã Total será tocada por Juliana Lima e Júnior Cavalcanti. Tem ainda o novo programa A Tarde é Sua, com Alyson Nascimento, estreando dia 12. Já no blog, André Luiz coordena as atividades e assinará essa Coluna. Só volto a ter trabalho e dar trabalho mês que vem. Quando fevereiro chegar, saudade já não mata a gente.
Frase da semana:
“Ele já deveria ter sido punido e afastado da igreja”.
Do Padre Adilson Simões, ao Podcast Independente, com Dárcio Rabelo, sobre a atuação do Padre Júlio Lancelotti. Simões afirmou que ele realiza suas ações “defendendo ideologias”.
O deputado Rodrigo Novaes debateu, na última terça-feira (6), o tema sobre a segurança pública em Pernambuco no plenário Eduardo Campos na Assembleia Legislativa. O parlamentar registrou todo esforço que tem sido feito pelo Governo do Estado e pontuou a responsabilidade do Governo Federal na questão da entrada de drogas a armamento no território nacional. […]
O deputado Rodrigo Novaes debateu, na última terça-feira (6), o tema sobre a segurança pública em Pernambuco no plenário Eduardo Campos na Assembleia Legislativa. O parlamentar registrou todo esforço que tem sido feito pelo Governo do Estado e pontuou a responsabilidade do Governo Federal na questão da entrada de drogas a armamento no território nacional. “Temos a polícia federal e rodoviária federal sem efetivo para defender nossas fronteiras e nossas estradas. Também não contamos com a ajuda das Forças Armadas nesta tarefa”, destacou Novaes.
Para o vice-líder do governo Paulo Câmara na Alepe, não há um plano de segurança nacional. “Todo o país está passando por dificuldades no combate à criminalidade. Ou enfrentamos de frente sem politizar ou eleitoralizar o tema, tratando das nuances sociais, ou não conseguiremos enfrentar esse momento”, ressaltou o deputado.
Ele lembrou que no início da semana foram chamados pelo governo Paulo Câmara 1200 homens e mulheres que irão integrar a polícia civil. “Isso permitirá que todos os municípios contem com delegado e agentes”, acrescentou. Além disso, o parlamentar disse que no mês de março serão enviados às ruas mais 1200 homens da polícia militar.
“Sabemos que isso não é o bastante, mas muito se tem feito. É necessário que o Governo Federal faça a sua parte também. Vamos continuar cobrando, não só ao executivo, mas também ao poder judiciário, esforços para que tenhamos mais segurança no nosso Estado”, finalizou.
Dois trens de passageiros colidiram na manhã desta terça-feira (9) no sul do estado da Baviera, na Alemanha, deixando nove pessoas mortas. Segundo a agência Reuters, mais de 100 pessoas ficaram feridas – algumas em estado grave. Duas pessoas desaparecidas, informou o ministro de Transportes. O feridos graves foram levados em helicóptero a um hospital. Os […]
Dois trens de passageiros colidiram na manhã desta terça-feira (9) no sul do estado da Baviera, na Alemanha, deixando nove pessoas mortas. Segundo a agência Reuters, mais de 100 pessoas ficaram feridas – algumas em estado grave. Duas pessoas desaparecidas, informou o ministro de Transportes.
O feridos graves foram levados em helicóptero a um hospital. Os feridos leves foram transportados em ambulâncias. A causa do acidente ainda está sendo investigada.
De acordo com a imprensa local, a colisão ocorreu por volta de 7h, na linha entre Holzkirchen e Rosenheim, a 41 km ao sudeste de Munique. Uma das composições descarrilou. O acidente ocorreu nas proximidades da cidade de Bad Aibling, uma estação de águas localizada 60 km ao sul de Munique.
Equipes de resgate estão no local. O acidente interrompeu os serviços de trens na região.
O Ministro de Transportes alemão, Alexander Dobrindt, disse em coletiva de imprensa que cada trem estava a uma velocidade de 100 km/h. “Temos que assumir que um condutor não pôde ver o outro antes do acidente”, disse.
Segundo ele, duas caixas pretas foram recuperadas e uma terceira está na parte danificada de um dos trens, mas também deve ser recuperada. Por isso, ainda não é possível tirar conclusões sobre a causa do acidente.
“As imagens que vocês veem são muito emotivas, porque não podemos imaginar que tais acidentes ocorram aqui. Por isso estamos com muito interesse em esclarecer exatamente o que houve, se foi um problema técnico ou uma falha humano”, afirmou o ministro.
Estado de Minas O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, enviou para a Justiça Federal de São Paulo um inquérito que investiga o secretário especial da Casa Civil para o Senado, Paulo Bauer, que atua como auxiliar do ministro Onyx Lorenzoni no Palácio do Planalto. A investigação foi aberta a partir da colaboração premiada […]
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, enviou para a Justiça Federal de São Paulo um inquérito que investiga o secretário especial da Casa Civil para o Senado, Paulo Bauer, que atua como auxiliar do ministro Onyx Lorenzoni no Palácio do Planalto.
A investigação foi aberta a partir da colaboração premiada do ex-diretor institucional da companhia Hypermarcas Nelson José de Mello, que disse que, entre 2013 e 2015, o grupo celebrou “negócios jurídicos” sem a comprovação de serviços efetivamente prestados como forma de viabilizar repasses ao então congressista Paulo Bauer.
Em sua decisão, Fachin destacou que relatório policial das investigações aponta “os resultados das diligências desenvolvidas quanto à hipótese de contratações fictícias das sociedades empresariais”, citando planilhas, notas fiscais, extratos bancários, anotações em agendas, recolhidas nas medidas de busca e apreensão correlatas, que “apontam para elaboração de contratos fictícios com a finalidade de gerar criminosamente recursos financeiros”.
Fachin ressaltou, no entanto, que os supostos pagamentos que teriam beneficiado Bauer ocorreram no período em que ele exercia a função de senador da República, cargo que não ocupa mais. Dessa forma, caso não se enquadra mais no entendimento do foro privilegiado.
Procurado pela reportagem, Bauer disse que não poderia se manifestar neste momento.
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