Ucrânia amanhece com novos ataques e aumento da tensão na região de Kiev
Police officers stand guard at a damaged residential building at Koshytsa Street, a suburb of the Ukrainian capital Kyiv, where a military shell allegedly hit, on February 25, 2022. - Invading Russian forces pressed deep into Ukraine as deadly battles reached the outskirts of Kyiv, with explosions heard in the capital early Friday that the besieged government described as "horrific rocket strikes". The blasts in Kyiv set off a second day of violence after Russian President Vladimir Putin defied Western warnings to unleash a full-scale ground invasion and air assault that quickly claimed dozens of lives and displaced at least 100,000 people. (Photo by GENYA SAVILOV / AFP)
Foto: Genya Savilov / AFP
UOL – Com DW e EFE
O oitavo dia da invasão da Rússia à Ucrânia começou com uma nova onda de ataques, atingindo áreas civis pelo país. Na região de Kiev, a capital ucraniana, há relatos de destruição.
Para hoje, há a expectativa de uma nova rodada de negociações a respeito do conflito. A Ucrânia descarta uma rendição e exige um cessar-fogo, assim como a retirada das forças invasoras de seu território. A Rússia exige o reconhecimento da Crimeia como território russo, assim como a “desmilitarização do Estado ucraniano”.
A ONU (Organização das Nações Unidas) já estima em 1 milhão o número de pessoas que fugiram da Ucrânia em razão dos ataques no país. A Rússia reconhece ter perdido cerca de 500 soldados no conflito; a Ucrânia diz ter perdido mais de 2.800.
Tensão em Kiev
Na manhã desta quinta (3), sirenes foram acionadas em Kiev, capital da Ucrânia, alertando para que os moradores buscassem abrigo devido à possibilidade de ataques aéreos.
Foram ouvidas fortes explosões durante a noite, de acordo com mensagens nas redes sociais. Dezenas de famílias permanecem refugiadas na estação de metrô de Dorohozhychi.
As autoridades da cidade divulgaram mensagem hoje pedindo para os cidadãos não irem à cidade sem uma necessidade urgente.
Reposta
A Defesa Aérea ucraniana derrubou um avião russo sobre Irpin, cidade na região de Kiev, disse o comandante-em-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Valeriy Zaluzhny.
“Acabamos de derrubar uma aeronave SU-30 russa sobre Irpin. A tripulação do sistema de defesa aérea reagiu bem!”, escreveu Zaluzhny em mensagem nas redes sociais nesta quinta-feira.
Rastro de destruição
Novas imagens de satélite mostram a extensão de destruição deixada por ataques militares russos na região ao norte da capital. Nelas, é possível observar casas em chamas em vilarejo na região de Chernihiv, cidade localizada a cerca de 80 quilômetros de Kiev.
A ponte que passa sobre o rio Stryzhen, em Chernihiv, está destruída, já os edifícios residenciais e uma fábrica nas proximidades sofreram diversos danos após a invasão das tropas russas. Um comboio militar também foi visto em uma estrada próxima.
Sukachi, uma pequena cidade a 70 quilômetros a noroeste de Kiev, uma grande cratera é vista no meio de uma estrada, com casas danificadas ao redor.
Hoje, o serviço de emergências da Ucrânia informou que um depósito de petróleo foi atingido por um bombardeio em Chernihiv, gerando uma grande coluna de fumaça.
Outros ataques
Outro ponto importante do conflito é Khariv, a segunda maior cidade do país, com 1,4 milhão de habitantes, cenário de intensos bombardeios e combates na quarta-feira (2), quando tropas aerotransportadas russas desembarcaram na localidade.
A OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) denunciou a morte de uma funcionária na cidade, afirmando que “mísseis, projéteis e foguetes atingem edifícios residenciais e centros urbanos, matando e ferindo civis inocentes”.
Líderes religiosos citados pela agência Interfax afirmaram que uma igreja ortodoxa em Kharkiv foi atingida, mas sem provocar vítimas. Autoridades locais também denunciaram ataques aéreos na cidade próxima de Izium que mataram oito pessoas, incluindo duas crianças. Também no leste da Ucrânia, Lysychansk foi outra cidade atingida por bombardeios.
O jornal ucraniano The Kyiv Independent reportou que um prédio da faculdade militar da Universidade Estadual de Sumy, na cidade de Sumy, no nordeste da Ucrânia, foi bombardeado por forças russas, citando como fonte o chefe da Administração Militar Regional de Sumy, Dmytro Zhyvytsky.
O ministro da Defesa da Ucrânia, Oleksiy Reznikov, diz que o exército russo começou a cometer crimes contra a humanidade. “Eles estão bombardeando hospitais, matando mulheres e crianças. Isso não é mais um exército —são covardes e terroristas comuns. Há muito mais testes pela frente. Haverá sangue, lágrimas, dor. Mas agora, mais do que nunca, temos todos os motivos para confiar em nós mesmos. E naqueles que estão por perto. Com certeza, venceremos.”
Nova rodada de negociações
A Ucrânia e a Rússia devem iniciar nesta quinta-feira uma nova rodada de negociações de paz.
Na quarta-feira (2), o principal negociador da Rússia, Vladimir Medinsky, disse que a delegação russa estava esperando no sudoeste de Belarus e que representantes ucranianos estavam a caminho. Medinsky também informou à emissora Rossyia 24 que soldados russos criaram um “corredor de segurança” para as delegações ucranianas.
Da reunião, é esperado um acordo de cessar-fogo. Os dois lados se encontraram para uma primeira rodada de negociações na segunda-feira (28), mas a reunião não teve resultados tangíveis.
Para o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, as dificuldades que as forças comandadas pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, tem encontrado estariam fazendo com que os soldados russos perdessem a motivação. “Somos um povo que quebrou os planos do inimigo em uma semana.”
Refugiados
O alto comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, disse que mais de 1 milhão de pessoas fugiram da Ucrânia desde que começou a invasão russa.
“Em apenas sete dias, testemunhamos o êxodo de um milhão de refugiados da Ucrânia para países vizinhos”, escreveu no Twitter.
A cifra de 1 milhão equivale ao deslocamento de mais de 2% da população da Ucrânia, que tem aproximadamente 44 milhões de habitantes.
O ACNUR (Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) prevê que até 4 milhões de pessoas possam sair do país. Se isso se confirmar, a Ucrânia poderá experimentar “a maior crise de refugiados deste século”, disse o porta-voz do ACNUR, Shabia Mantoo.




Neste sábado (21), o candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira e líder da oposição, Danilo Simões (PSD), junto com seu vice, Edson Henrique (PP), reuniu apoiadores em uma carreata que percorreu as ruas da cidade e culminou no Comício Acelera 55, no bairro São Francisco.
O juiz substituto da Vara Única de Tabira, Dr. Jorge Wiliam Fredi, concedeu liminar para determinar que a Prefeitura procedesse com a autorização de emplacamento do automóvel Ônix Plus LT, ano/modelo 2022, em um prazo de 72 horas.

Que tristeza, 2023…
Considerando só números do Opinião em Serra Talhada, da pesquisa realizada em maio com a divulgada ontem, os números se mantiveram estáveis. Em maio, Luciano Duque tinha 42%. Agora, foi a 44,1%. Márcia tinha 31%. Foi a 33,3%. Cresceram praticamente a mesma coisa.
Fatos são os fatos: a chegada de Danilo Simões no embate em Afogados da Ingazeira subiu o sarrafo da disputa e tende a melhorar a gestão Sandrinho Palmeira. Mesmo que ainda favorito, o atual gestor precisa otimizar a gestão, inclusive chamando à baila quem não entrega o que prometeu no governo. Endurecer, sem perder a ternura para uns. Para outros, só serve o “endurecer” mesmo. Isso porque o futuro, caso não se enfrente essa realidade, pode reservar surpresas.
O ex-prefeito Dinca Brandino justificou em sua live porque Nicinha Melo não apareceu bem na pesquisa: “se for o bem eu vou tá lembrado. Se for o mal, aí é que eu vô tá lembrado”, iniciou. Disse ainda que misericórdia criticou ela porque está com eminésia. Que a prefeita não vai falar na rádio porque a Cidade FM “não executou nenhuma obra em Tabira” e ainda diz que a gestão Nicinha é “desastrosa e não aparece”. E que “quem não paga servidor é o Banco do Brasil”. Também que ouviu todos os números da pesquisa, menos de Nicinha. “Eu acho isso endiotice. Até porque dotô Anchieta disse que 2023 foi um ano desafiadô de desafio“.
Pesquisa do Instituto Expressão divulgada neste sábado (30) coloca o advogado Flávio Marques (PT) à frente na corrida pela Prefeitura de Tabira no ano que vem. Ele tem 49,33% das intenções de voto, seguido pela atual prefeita, Nicinha de Dinca (MDB), com 25,67%. A terceira posição tem um empate técnico entre o vereador Djalma das almofadas (PT), com 4,67%, o vice-prefeito Marco Crente (UB), com 4%, e os vereadores Socorro Véras (PT), com 2,33% e Kleber Paulino (PSB), com 1%.
Se a debandada do palanque de Wellington Maciel seguir o atual ritmo, chega no ano que vem só com o vereador Luciano Pacheco. Há quem analise que não está descartado que ele libere a base para apoiar Madalena Britto e anuncie ficar fora da disputa. Assim, pagaria parte da dívida que aliados da ex-prefeita dizem que ele deixou aberta.
“Hoje, como no tempo de Herodes, as conspirações do mal, que se opõem à luz divina, movem-se à sombra da hipocrisia e do escondimento”.














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