Tuparetama: Joel Gomes critica Dêva, Sávio e promete “bomba” contra político local
Por Anchieta Santos
Afirmando que perdeu o prazo para inscrever sua chapa com 38 componentes, Joel Gomes, vereador de Tuparetama, justificou sua ausência na disputa pela Presidência da UVP-União dos vereadores de Pernambuco. Joel disse que alguns parlamentares pressionaram vereadores para não votarem nele.
O ex-Presidente da Câmara de Tuparetama ocupa hoje o cargo de Diretor Financeiro da UVP e vai permanecer com mesmo cargo para o próximo biênio. Ele disse ter aceitado depois que Biu Farias concordou com algumas propostas, entre elas pôr um fim as inúmeras reeleições e a implantação do Portal da Transparência.
Sobre a atuação da nova mesa diretora da Câmara de Tuparetama, presidida por Thiago Lima, Joel disse que deu um prazo de 90 dias para comentar, mas já adiantou não concordar com a mudança das sessões das noites das quintas feiras para as manhas das segundas, em pleno dia de feira livre.
Gomes falou estar satisfeito com a atuação do deputado Rogerio Leão pela indicação de recapeamento da estrada dos Grossos.
Mas, perguntado se o governo Dêva Pessoa com as últimas inaugurações e a promessa de várias ações para o futuro, teria engrenado, o parlamentar foi crítico. “Só se engrenou pra ele”.
Sobre o ex-prefeito Sávio Torres ter dito que tem documentação para reverter o recente resultado de reprovação pelo TCE das contas de 2007, Joel ironizou. “Se tinha por que não apresentou logo?”
O vereador lembrou que Sávio só tem aprovadas as contas de 2010 e reprovadas as de 2007, 2008 (da polêmica do Banco Matone), 2011 e 2012. “Se houve um governo de desmandos, de desordens em Tuparetama foi o de Sávio Torres”.
Para encerrar, Joel prometeu que ainda esteve mês voltará ao Programa para detonar uma bomba contra um político do seu município.





Os investimentos dos fundos de pensão nos negócios do grupo J&F, dono do frigorífico JBS, envolveram o pagamento de propina para executivos dos fundos e para o Partido dos Trabalhadores, afirma o empresário Joesley Batista em seu depoimento ao Ministério Público Federal. Esses investimentos, que servem para financiar as empresas, são investigados pela Operação Greenfield.


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