Trump se encontra com Kin Jong-un na Coréia do Norte
Por Nill Júnior
G1
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, se encontraram neste domingo (30) na Zona Desmilitarizada entre as Coreias do Norte e do Sul. Após um simbólico aperto de mãos, Trump cruzou a fronteira e se tornou o primeiro presidente dos Estados Unidos a pisar em solo norte-coreano.
O encontro marcou a terceira vez que os dois líderes se reúnem. Na última reunião, no Vietnã, em fevereiro, Trump e Kim deixaram a cúpula um dia antes do previsto, sem resultados. A intenção era discutir relações bilaterais e convencer a Coreia do Norte a desistir de seu programa nuclear, mas as tratativas não foram adiante.
Neste domingo (30), quando os dois presidentes se cumprimentaram na fronteira entre os dois países, expressaram esperanças de paz, segundo a Reuters.
“Fico feliz em vê-lo de novo. Jamais esperava vê-lo neste lugar”, disse Kim. “Trata-se de um momento histórico que pretende pôr fim ao conflito na península”, afirmou o líder norte-coreano a jornalistas.
Pernambuco recebeu, na noite desta terça-feira (09.03), mais 110.800 doses de vacina contra a Covid-19, do laboratório Sinovac/Butantan. A nova remessa saiu do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 16h50, em voo da companhia aérea Latam, e foi desembarcada no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre às 19h40. Com essas doses, será iniciada […]
Pernambuco recebeu, na noite desta terça-feira (09.03), mais 110.800 doses de vacina contra a Covid-19, do laboratório Sinovac/Butantan.
A nova remessa saiu do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 16h50, em voo da companhia aérea Latam, e foi desembarcada no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre às 19h40.
Com essas doses, será iniciada em todo o Estado a vacinação do público com idade entre 75 e 79 anos, além de finalizar a imunização dos idosos de 80 a 84 anos e dar prosseguimento à vacinação dos trabalhadores de saúde.
O Programa Estadual de Imunização encaminhará as remessas, na manhã desta quarta-feira (10.03), a todas as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), encarregadas de repassá-las aos seus respectivos municípios.
“Com o novo lote, seguimos firmes na nossa meta de garantir vacinas para os grupos prioritários, na primeira e segunda doses”, comemorou o governador Paulo Câmara.
Com mais esse lote, já são 854.360 imunizantes recebidos pelo Estado. A nova remessa será distribuída com a primeira e a segunda doses (intervalo de 14 a 28 dias entre elas), como vem ocorrendo em todas as entregas da Sinovac/Butantan.
Apenas desse fabricante, já são 688.360 vacinas entregues a Pernambuco. Da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz foram 166 mil apenas para a primeira dose. O Ministério da Saúde informou que encaminhará a segunda, que deve ser feita três meses após a primeira, em tempo oportuno.
O secretário estadual de Saúde, André Longo, afirmou que entre janeiro e fevereiro já houve uma queda nas internações dos idosos a partir dos 85 anos, que puderam ser atendidos em sua totalidade com a vacina da AstraZeneca.
A divisão das doses entre os municípios é feita de forma proporcional, levando em consideração a população dos grupos prioritários de cada um. Todos recebem também mais 5% para adequar possíveis perdas.
Dias após enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para reduzir a jornada dos trabalhadores e acabar com escala de seis dias de expediente para um de descanso (6×1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender essas mudanças. As falas se deram neste sábado (18), durante o Fórum Democracia Sempre, em Barcelona, na […]
Dias após enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para reduzir a jornada dos trabalhadores e acabar com escala de seis dias de expediente para um de descanso (6×1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender essas mudanças. As falas se deram neste sábado (18), durante o Fórum Democracia Sempre, em Barcelona, na Espanha.
Lula argumentou que, no formato atual, os trabalhadores não têm direito a se beneficiar do aumento da efetividade das empresas. “No Brasil, temos discutido o fim da jornada 6×1, porque me parece que os ganhos tecnológicos e a sofisticação da produção só valem para o rico. Para o pobre, vale nada. Ele não ganha porque a produtividade da empresa aumentou”, observou.
Diante de outros líderes latino-americanos e também europeus, Lula sustentou ser necessário garantir progresso social para que a democracia não caia em descrédito entre a população. “Ela tem perdido credibilidade porque, muitas vezes, não deu resposta aos anseios da sociedade”, ponderou.
Nesta semana, o governo federal enviou ao Congresso Nacional a proposta de mudança na lei, para acabar com a escala 6×1. A matéria prevê a redução do limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com garantia de dois dias de descanso remunerado aos trabalhadores, sem redução salarial.
Estadão O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (18), que conversou com o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (Progressistas-PR), e com o presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), para abrir na segunda-feira (20) uma CPI para investigar a Petrobras, estatal de controle do Governo Federal. “Conversei ontem com o líder […]
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (18), que conversou com o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (Progressistas-PR), e com o presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), para abrir na segunda-feira (20) uma CPI para investigar a Petrobras, estatal de controle do Governo Federal.
“Conversei ontem com o líder do governo e o presidente da Câmara para a gente abrir uma CPI segunda-feira, vamos para dentro da Petrobras”, disse ele durante o ato de unção apostólica do Ministério Restauração, em Manaus. Após o fim da frase, Bolsonaro foi aplaudido pela plateia.
O presidente tem defendido a instauração de uma CPI para investigar a atual diretoria da empresa, que foi indicada por ele mesmo. Bolsonaro tem criticado a Petrobras por reajustar preços diante da alta do petróleo no mercado internacional. A empresa, que importa combustíveis para suprir a demanda do mercado doméstico, segue desde 2016 os preços internacionais, mas tem espaçado os reajustes.
A estatal anunciou na sexta-feira, 17, aumento de 5,2% na gasolina e de 14,2% no diesel, considerando o preço cobrado nas refinarias. Bolsonaro criticou o reajuste ainda na sexta, bem como Lira.
“É inadmissível, com uma crise mundial, a Petrobras se gabar dos lucros que tem. Só no primeiro trimestre, foram R$ 44 bilhões de lucro, nunca visto na história”, disse Bolsonaro neste sábado.
Como principal acionista, a União recebe a maior parte dos dividendos da estatal, que vão direto para o caixa do governo. Como mostrou o Estadão, entre janeiro de 2019 (início do governo Bolsonaro) e março deste ano, a Petrobras já injetou nos cofres federais R$ 447 bilhões, levando-se em conta, além dos dividendos, os impostos e os royalties pagos.
‘Lucro abusivo’
O presidente disse ainda que o lucro da petroleira é abusivo. “Ninguém quer interferir nos preços, mas esse spread, esse lucro abusivo, a diretoria, seus presidentes, seus conselheiros poderiam resolver”, afirmou ele. “O que vocês sentem, no bolso, se fosse só no Brasil, poderia me culpar, mas é no mundo todo.”
Bolsonaro disse que a diretoria da Petrobras, que decidiu pelo reajuste, não pensa no Brasil, e que virou um “Petrobras Futebol Clube”. O atual presidente da companhia, José Mauro Coelho, foi demitido por Bolsonaro pouco mais de um mês depois de ser indicado por ele mesmo, mas não entregou o cargo. Coelho é o terceiro presidente da Petrobras a ser demitido no governo Bolsonaro.
O indicado a sucessor, Caio Paes de Andrade, secretário de desburocratização do Ministério da Economia, ainda precisa ser aprovado pelas estruturas internas da companhia e também ser eleito para o conselho de administração.
No evento deste sábado, Bolsonaro atribuiu a queda de valor de mercado da Petrobras no pregão de sexta-feira, de cerca de R$ 30 bilhões, ao reajuste que a companhia anunciou — na verdade, a queda teve como um dos motivos o temor dos investidores com a ingerência política na estatal e as promessas de retaliação por parte do Congresso, incluindo aumento de impostos. “Acredito que na segunda-feira, com a CPI, vai perder outros 30 (bilhões de reais)”, afirmou o presidente.
Dr. Waldir acenou que Marília não deve dar a legenda para o deputado disputar a prefeitura de Serra Talhada O presidente municipal do Solidariedade de Serra Talhada, Dr. Waldir Tenório, revelou em uma entrevista ao blogueiro Júnior Finfa, publicada nesta quinta-feira (18), na coluna do Finfa, que o ex-prefeito e atual deputado estadual, Luciano Duque […]
Dr. Waldir acenou que Marília não deve dar a legenda para o deputado disputar a prefeitura de Serra Talhada
O presidente municipal do Solidariedade de Serra Talhada, Dr. Waldir Tenório, revelou em uma entrevista ao blogueiro Júnior Finfa, publicada nesta quinta-feira (18), na coluna do Finfa, que o ex-prefeito e atual deputado estadual, Luciano Duque (Solidariedade), pode não ter a legenda do partido para concorrer nas eleições municipais deste ano.
Segundo relatos de Dr. Waldir a Finfa, a ex-deputada federal Marília Arraes, presidente do Solidariedade em Pernambuco, esteve em Serra Talhada e se reuniu com ele na última quarta-feira (17). Durante o encontro, o assunto das eleições na cidade veio à tona, e Dr. Waldir afirmou que Luciano Duque poderá enfrentar dificuldades para garantir a pré-candidatura a prefeito pelo partido.
“Duque trocou Marília pela governadora Raquel Lyra no ano passado, sua opositora ferrenha. Agora, vem querer ser a vítima do processo”, disse Dr. Waldir, a Finfa destacando que a mudança de alianças do ex-prefeito pode ter consequências políticas.
O presidente do Solidariedade ressaltou que não tem autoridade para impedir a pré-candidatura de Luciano Duque, mas indicou que, após a conversa com Marília Arraes, é improvável que o partido o apoie na disputa eleitoral contra a atual prefeita, Márcia Conrado (PT).
A possível exclusão de Duque da disputa pelo Solidariedade pode alterar significativamente o cenário político em Serra Talhada, trazendo novos desdobramentos e incertezas para as eleições municipais deste ano.
Triunfo confirmou 15 novos casos de Covid-19. Afogados da Ingazeira registrou mais 1 morte. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (22.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, as dezessete cidades da região tem casos confirmados de Covid-19. Nas últimas 24 horas, a região confirmou mais sessenta […]
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (22.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, as dezessete cidades da região tem casos confirmados de Covid-19. Nas últimas 24 horas, a região confirmou mais sessenta e seis, contabilizando 913.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, continua liderando o número de casos na região e conta com 383 confirmações. Logo em seguida, com 99 casos confirmados está Tabira, São José do Egito tem 83, casos e Afogados da Ingazeira está com 50 Casos confirmados.
Triunfo tem 47, Carnaíba está com 46 casos confirmados, Flores está com 38, Iguaracy e Brejinho tem 30 cada um, Tuparetama tem 28 e Calumbi está com 24 casos confirmados.
Itapetim está com 19 casos confirmados, Quixaba tem 13 casos, Santa Terezinha tem 10, Ingazeira está com 8 casos, Santa Cruz da Baixa Verde tem 3 e Solidão tem 2 casos confirmados.
Mortes – Com mais 1 óbito confirmado em Afogados da Ingazeira, nesta segunda-feira, a região do Pajeú tem agora 35. Até o momento, doze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada, 8 óbitos, Carnaíba 6, Tabira 5, Triunfo tem 4, Quixaba 3, Tuparetama e Afogados da Ingazeira 2 óbitos cada, Iguaracy, Itapetim, São José do Egito, Flores e Calumbi com 1 óbito cada.
Recuperados – Com mais cento e trinta curas clínicas registradas nesta segunda-feira (22), a região soma agora 593 recuperados. O que corresponde a 64,95% dos casos confirmados.
O levantamento foi feito às 08h24 da manhã desta segunda-feira (23.06), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
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