Treinador Neco é contratado para comandar seleção de Sertânia
Por Nill Júnior
A Liga Desportiva de Sertânia contratou o ex-jogador do Sport e atual treinador Neco para comandar a seleção sertaniense, que vai disputar a Copa do Interior 2020.
Neco começa nesta quarta-feira (11) o período de avaliações para formação do elenco que irá compor a seleção de Sertânia. Por isso, a Liga Desportiva e o Governo Municipal convocam meninos com idade entre 17 e 25 anos para participar dessa atividade, que começa às 15h no estádio Odilon Ferreira.
Neco foi um dos heróis do Sport na conquista da Copa União de 1987. Trabalhou muitos anos como técnico das divisões de base do clube da Ilha do Retiro.
Ainda como treinador teve passagens por 7 de Setembro e Salgueiro, onde fez uma de suas melhores campanhas, quando deixou o clube na série B do Brasileirão, em 2010. Seu currículo traz participação no Campeonato Pernambucano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro.
O vice-prefeito Dr. Eclériston Ramos participou junto com o secretário de Esportes Henrique Marinho da abertura oficial, da quarta edição da Copa Carreiro de Futsal Egipciense, na noite dessa quarta (19), no Ginásio de Esportes Wandelson Barbosa. Competição que está sendo tratada como a maior da história do município, com oportunidade dada de participação a […]
O vice-prefeito Dr. Eclériston Ramos participou junto com o secretário de Esportes Henrique Marinho da abertura oficial, da quarta edição da Copa Carreiro de Futsal Egipciense, na noite dessa quarta (19), no Ginásio de Esportes Wandelson Barbosa.
Competição que está sendo tratada como a maior da história do município, com oportunidade dada de participação a 22 equipes, já na primeira noite reuniu um grande público presente no Ginásio.
Em seu discurso, Dr. Eclériston enfatizou o investimento que a Gestão Municipal tem feito nos esportes. “De 13 quadras prontas e mais algumas em construção, a grande maioria foi o grupo da Frente Popular que viabilizou a construção. Isso mostra nosso compromisso com o bem estar da população”. Disse Ramos.
Antes dos dois jogos que abriram a competição, o vice-prefeito e o secretário de esportes entregaram bolas a todas as equipes que estavam presentes na cerimonia de abertura da Copa Carreiro de Futsal Egipciense.
Em quadra, o União da Macambira não tomou conhecimento do Mulungu e sapecou uma sonora goleada de 10×00, se tornando líder isolado do grupo A. Na outra partida da noite, entre as equipes do Flamengo X The Alphas, o placar terminou tudo igual, 5X5.
Nesta quinta (20), os times do grupo B entram em quadra: As 19h jogam União Curralinho x Vila Nova. Logo depois, é a vez de São Borja x Nova Era.
16 equipes divididas em 4 grupos com 4 times cada, brigam pelo título e a premiação de campeão, que esse ano é de R$ 3 mil em dinheiro, mais troféu, medalha e um padrão.
O vice –campeão vai levar R$ 1,5 mil, troféu, medalhas e também um padrão. Ao todo são cerca de R$ 20 mil investidos na competição. As outras duas equipes que chegarem a semi-final também receberão um padrão.
A competição é organizada pela Prefeitura, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes, em mais uma parceria público privada com a empresa de materiais esportivos Carreiro.
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) causou polêmica durante participação no Podcast 3 Irmãos ao afirmar que o próprio Jesus apoiaria sua luta contra o fim da escala 6×1. A parlamentar, que é contra a extinção da jornada sem um longo período de transição, declarou: “Eu faço as coisas aqui pra ir pro céu. […] […]
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) causou polêmica durante participação no Podcast 3 Irmãos ao afirmar que o próprio Jesus apoiaria sua luta contra o fim da escala 6×1.
A parlamentar, que é contra a extinção da jornada sem um longo período de transição, declarou: “Eu faço as coisas aqui pra ir pro céu. […] Jesus olharia pra você e falaria: ‘Júlia, parabéns'”.
Recentemente, Júlia xingou numa live trabalhadores que criticavam seus posicionamento contra a escala 5×2. “Escória, nojentos, vadios, vagabundos,esses patifes, esses mentirosos, estão alimentando essa luta de classes e falando que folguei 252 dias. Eles pegam os dias que não tem sessão e dizem que a gente não trabalhou”, exclamou.
A noite de ontem pra mim representou uma grande emoção, além de mexer em um ferimento da alma que não cura, chamado saudade. Vivi a entrega da reforma e ampliação da nova escola Ana Melo. Minha irmã, Nívea Clea Ramos Galindo foi professora, coordenadora pedagógica e por fim, diretora, cargo que exerceu até sua morte, […]
A noite de ontem pra mim representou uma grande emoção, além de mexer em um ferimento da alma que não cura, chamado saudade.
Vivi a entrega da reforma e ampliação da nova escola Ana Melo. Minha irmã, Nívea Clea Ramos Galindo foi professora, coordenadora pedagógica e por fim, diretora, cargo que exerceu até sua morte, em 21 de dezembro de 2020.
Sua busca e obsessão profissionais eram ver aquele prédio reformado, ampliado, para atender melhor e dar mais qualidade de ensino àquelas crianças. Ficou tudo lindo e perfeito, como ela queria e sonhava.
Quando morremos, nossos exemplos e legado ficam como prova de quem fomos na terra. Nívea partiu, mas sua vontade de ver a transformação da sociedade pela educação foram tão intensos que se materializaram mesmo após sua partida precoce.
Claro, agradeço ao prefeito Sandrinho Palmeira , ao vice Daniel Valadares , ao deputado José Patriota, à Secretaria de Educação em nome de Wiviane Fonseca e Maria José Acioly, bem como ao corpo docente, em nome da diretora Sidneia Cristina.
Também pela homenagem de dar o nome de Nívea à bela biblioteca da escola.
O sonho de Nívea germinou, cresceu e dará frutos, pelas mãos de muitos que sonharam seu sonho.
Veja O senador Delcídio do Amaral participou do maior ato político da história do país. No domingo 13, ele pegou uma moto Harley-Davidson, emprestada do irmão, e rumou para a Avenida Paulista, onde protestou contra a corrupção e o governo do qual já foi líder. Delcídio se juntou à multidão sem tirar o capacete. Temia […]
O senador Delcídio do Amaral participou do maior ato político da história do país. No domingo 13, ele pegou uma moto Harley-Davidson, emprestada do irmão, e rumou para a Avenida Paulista, onde protestou contra a corrupção e o governo do qual já foi líder. Delcídio se juntou à multidão sem tirar o capacete. Temia ser reconhecido e hostilizado. Com medo de ser obrigado pela polícia a remover o disfarce, ficou pouco tempo entre os manifestantes, o suficiente para perceber que tomara a decisão correta ao colaborar para as investigações. “Errei, mas não roubei nem sou corrupto. Posso não ser santo, mas não sou bandido.”
Na semana passada, Delcídio conversou com VEJA por mais de três horas. Emocionou-se ao falar da família e ao revisitar as agruras dos três meses de prisão. Licenciado do mandato por questões médicas, destacou o papel de comando de Lula no petrolão, o de Dilma como herdeira e beneficiária do esquema e a trama do governo para tentar obstruir as investigações da Lava-Jato. O ex-líder do governo quer acertar suas contas com a sociedade ajudando as autoridades a unir os poucos e decisivos pontos que ainda faltam para expor todo o enredo do mais audacioso caso de corrupção da história. A seguir, suas principais revelações.
Por que delatar o governo do qual o senhor foi líder?
Eu errei ao participar de uma operação destinada a calar uma testemunha, mas errei a mando do Lula. Ele e a presidente Dilma é que tentam de forma sistemática obstruir os trabalhos da Justiça, como ficou claro com a divulgação das conversas gravadas entre os dois. O Lula negociou diretamente com as bancadas as indicações para as diretorias da Petrobras e tinha pleno conhecimento do uso que os partidos faziam das diretorias, principalmente no que diz respeito ao financiamento de campanhas. O Lula comandava o esquema.
Qual é o grau de envolvimento da presidente Dilma?
A Dilma herdou e se beneficiou diretamente do esquema, que financiou as campanhas eleitorais dela. A Dilma também sabia de tudo. A diferença é que ela fingia não ter nada a ver com o caso.
Lula e Dilma atuam em sintonia para abafar as investigações?
Nem sempre foi assim. O Lula tinha a certeza de que a Dilma e o José Eduardo Cardozo (ex-ministro da Justiça, o atual titular da Advocacia-Geral da União) tinham um acordo cujo objetivo era blindá-la contra as investigações. A condenação dele seria a redenção dela, que poderia, então, posar de defensora intransigente do combate à corrupção. O governo poderia não ir bem em outras frentes, mas ela seria lembrada como a presidente que lutou contra a corrupção.
Como o ex-presidente reagia a essa estratégia de Dilma?
Com pragmatismo. O Lula sabia que eu tinha acesso aos servidores da Petrobras e a executivos de empreiteiras que tinham contratos com a estatal. Ele me consultava para saber o que esses personagens ameaçavam contar e os riscos que ele, Lula, enfrentaria nas próximas etapas da investigação. Mas sempre alegava que estava preocupado com a possibilidade de fulano ou beltrano serem alcançados pela Lava-Jato. O Lula queria parecer solidário, mas estava mesmo era cuidando dos próprios interesses. Tanto que me pediu que eu procurasse e acalmasse o Nestor Cerveró, o José Carlos Bumlai e o Renato Duque. Na primeira vez em que o Lula me procurou, eu nem era líder do governo. Foi logo depois da prisão do Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, preso em março de 2014). Ele estava muito preocupado. Sabia do tamanho do Paulo Roberto na operação, da profusão de negócios fechados por ele e do amplo leque de partidos e políticos que ele atendia. O Lula me disse assim: “É bom a gente acompanhar isso aí. Tem muita gente pendurada lá, inclusive do PT”. Na época, ninguém imaginava aonde isso ia chegar.
Quem mais ajudava o ex-presidente na Lava-Jato?
O cara da confiança do Lula é o ex-deputado Sigmaringa Seixas (advogado do ex-presidente e da OAS), que participou ativamente da escolha de integrantes da cúpula do Poder Judiciário e tem relação de proximidade com ministros dos tribunais superiores.
Quando Lula e Dilma passam a trabalhar juntos contra a Lava-Jato?
A presidente sempre mantinha a visão de que nada tinha a ver com o petrolão. Ela era convencida disso pelo Aloizio Mercadante (o atual ministro da Educação), para quem a investigação só atingiria o governo anterior e a cúpula do Congresso. Para Mercadante, Dilma escaparia ilesa, fortalecida e pronta para imprimir sua marca no país. Lula sabia da influência do Mercadante. Uma vez me disse que, se ele continuasse atrapalhando, revelaria como o ministro se safou do caso dos aloprados (em setembro de 2006, assessores de Mercadante, então candidato ao governo de São Paulo, tentaram comprar um dossiê fajuto contra o tucano José Serra). O Lula me disse uma vez bem assim: “Esse Mercadante… Ele não sabe o que eu fiz para salvar a pele dele”.
O que fez a presidente mudar de postura?
O cerco da Lava-Jato ao Palácio do Planalto. O petrolão financiou a reeleição da Dilma. O ministro Edinho Silva, tesoureiro da campanha em 2014, adotou o achaque como estratégia de arrecadação. Procurava os empresários sempre com o mesmo discurso: “Você está com a gente ou não está? Você quer ou não quer manter seus contratos?”. A extorsão foi mais ostensiva no segundo turno. O Edinho pressionou Ricardo Pessoa, da UTC, José Antunes, da Engevix, e Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez. Acho que Lula e Dilma começaram a ajustar os ponteiros em meados do ano passado. Foi quando surgiu a ideia de nomeá-lo ministro.
Obrigação cai no colo de Mário da Caixa, mas não exime responsabilidade da ex-gestora. “União repassou ao município de Betânia, em 2016, mais de R$ 19 milhões”, diz MP Com o objetivo de garantir a continuidade na prestação dos serviços públicos essenciais e o pagamento dos salários dos servidores públicos de Betânia, o Ministério Público […]
Obrigação cai no colo de Mário da Caixa, mas não exime responsabilidade da ex-gestora. “União repassou ao município de Betânia, em 2016, mais de R$ 19 milhões”, diz MP
Com o objetivo de garantir a continuidade na prestação dos serviços públicos essenciais e o pagamento dos salários dos servidores públicos de Betânia, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou em nota que ingressou, no dia 22 de dezembro, com ação civil pública com pedido de liminar em face do município.
Por meio da ação, o MPPE requereu à Justiça que obrigue a gestão a saldar, no prazo de cinco dias, os débitos com os servidores ativos e inativos, sob pena de multa imposta ao município e à pessoa do prefeito. Caso a Justiça defira o pedido e o pagamento não seja efetuado nesse prazo, o MPPE também solicitou o bloqueio judicial das verbas dos Fundos de Participação dos Municípios (FPM), de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) e da Saúde (FUS).
Segundo a promotora de Justiça Rhyzeane Cavalcanti de Morais, moradores e servidores de Betânia noticiaram um agravamento na prestação dos serviços públicos essenciais desde o mês de outubro de 2016, quando o candidato de oposição Mário da Caixa venceu o pleito. “A gestão passada não vinha cumprindo com as regras de transição defendidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) como boas práticas para garantir a continuidade da máquina administrativa”, destacou a representante do MPPE, no texto da ação.
A situação motivou a atuação ministerial, que solicitou informações à então prefeita Eugênia Araújo por meio de ofícios. Porém, segundo Rhyzeane de Morais, a gestora apresentou respostas genéricas e em descompasso com a situação de precariedade enfrentada pelos cidadãos de Betânia.
Diante desse cenário, o MPPE recomendou à ex-prefeita, em 19 de dezembro, que mantivesse a folha de pagamento dos servidores em dia e que quitasse os valores em atraso no prazo de cinco dias. No entanto, a recomendação não foi atendida.
“Em consulta ao Portal da Transparência, verifica-se que a União repassou ao município de Betânia, em 2016, mais de R$ 19 milhões, mas o município insiste, de forma inexplicável, em interromper diversos serviços e não realizar o pagamento dos seus servidores”, acrescentou a promotora de Justiça.
Tendo em vista que os salários são verba de natureza alimentar e que constituem, em muitos casos, a única fonte de renda dos servidores e suas famílias, o MPPE recorreu à via judicial a fim de buscar uma solução para os prejuízos causados aos servidores e à população que depende dos serviços prestados por eles.
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