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TRE-PE vai à Alepe pedir apoio para a biometria

Por Nill Júnior
Foto: TRE-PE/Divulgação

As atividades do ciclo 2018/2020 da biometria já começaram.

Com o intuito de solicitar apoio para a realização da revisão obrigatória nas 45 cidades deste ciclo, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Agenor Ferreira de Lima Filho, comparecerá à Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) na próxima terça-feira (12/02).

O presidente do Tribunal apresentará aos deputados os municípios que estão participando deste ciclo do recadastramento biométrico.

A reunião tem, ainda, o objetivo de ressaltar a importância da biometria para maior segurança e transparência do processo eleitoral, afastando o risco de fraudes. Por este motivo, é de essencial importância o envolvimento de toda a sociedade nos trabalhos de revisão dos dados biométricos.

Em audiências públicas anteriores, os parlamentares pernambucanos sempre demonstraram muito interesse em mobilizar lideranças políticas municipais no sentido de ajudar a Justiça Eleitoral a realizar o recadastramento de eleitores.

Além do presidente do TRE-PE, também estarão presentes o vice-presidente e Corregedor Regional Eleitoral, desembargador Stênio Neiva Coelho, e o técnico responsável pelo Grupo de Trabalho de Identificação Biométrica (GTIB), Eduardo Lucas.

Os 45 municípios que fazem parte do ciclo 2018/2020 são: Abreu e Lima, Afrânio, Água Preta, Alagoinha, Angelim, Belém de Maria, Belo Jardim, Betânia, Bom Conselho, Brejinho, Cabrobó, Carnaubeira da Penha, Chã Grande, Condado, Cumaru, Dormentes, Feira Nova, Gravatá, Itapetim, Itaquitinga, Jaqueira, João Alfredo, Joaquim Nabuco, Lagoa Grande, Lagoa de Itaenga, Lagoa dos Gatos, Maraial, Oricuri, Orobó, Orocó, Panelas, Paudalho, Pedra, Primavera, Quipapá, Salgadinho, Santa Cruz, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista, São Benedito do Sul, São João, Terezinha, Tupanatinga, Venturosa, Vertentes.

Outras Notícias

Cantor Edson Lima fala sobre tratamento de saúde e volta aos palcos em entrevista à Serra FM

Por Juliana Lima O cantor Edson Lima, vocalista da Banda Gatinha Manhosa, concedeu uma entrevista exclusiva ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, comandado pelos comunicadores Juliana Lima e Joãozinho Teles, nesta quarta-feira (23). O artista estava internado há cerca de dois meses no Instituto de Medicina Integral – IMIP, em Recife, por […]

Por Juliana Lima

O cantor Edson Lima, vocalista da Banda Gatinha Manhosa, concedeu uma entrevista exclusiva ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, comandado pelos comunicadores Juliana Lima e Joãozinho Teles, nesta quarta-feira (23). O artista estava internado há cerca de dois meses no Instituto de Medicina Integral – IMIP, em Recife, por causa de problemas de saúde decorrentes de uma cirurgia gástrica de desvio do estômago realizada em 2009, no Hospital Português, em Recife.

Ele conta que começou a se sentir mal em julho de 2016, seis anos após o procedimento. “Eu tive pouca orientação, me descuidei, comi e bebi a vontade, não me cuidei como deveria, não tive acompanhamento de nutricionista, não tomei vitaminas, até depois de seis anos surgiram os sintomas, comecei a me sentir debilitado e perdi cinco quilos numa semana, emagreci gradativamente, e cheguei a perder vinte quilos”, conta ele.

Quanto a cirurgia de reversão do procedimento no estomago que havia sido anunciada em maio pelo próprio artista, disse que não pode ser realizada devido seu estado de desnutrição. “Me internei em junho achando que já ia fazer a cirurgia, mas eu tava debilitado, os médicos preferiram esperar. Hoje a cirurgia não é mais um caso de urgência, posso me manter normal, mas teria um custo altíssimo com suplementos, acompanhamento médico, nutricionista, psicólogo, isso pelo resto da vida, então é melhor fazer a reversão e começar a me cuidar”, contou.

Sobre a carreira, disse que fará shows até o final de setembro, quando deverá ser internado para o procedimento cirúrgico. “Vou cumprir minha agenda até 28 de setembro, então depois devo me internar e fazer a cirurgia”. Ele também anunciou a data de seu retorno aos palcos de Serra Talhada. “Tem show marcado para 11 de setembro no Tunas Clube”, anunciou.

Durante a entrevista, Edson Lima mostrou-se bastante animado com sua recuperação e retomado de carreira. Agradeceu ao apoio dos fãs, da família, do irmão Batista Lima (que chegou a lhe substituir em alguns shows), às prefeituras que aceitaram contratar a Banda Gatinha Manhosa no período junino mesmo sem sua presença, aos músicos da banda e à imprensa pelo apoio.

Ouça a entrevista no site: www.serrafm879.com.br

CPI: senadores apontam divulgação irresponsável de texto apresentado como relatório do TCU

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava o número de mortes por covid-19 no Brasil e foi enviado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que o divulgou.

Ouvido pela comissão de inquérito nesta terça-feira (17), Marques disse que, em 31 de maio, disponibilizou o documento privado na plataforma de trabalho Microsoft Teams, e não no sistema processual do TCU. Ele afirmou, no entanto, que comentou sobre seu trabalho com seu pai no dia 6 de junho, por meio do aplicativo de conversas WhatsApp. Este, por sua vez, o teria encaminhado para o chefe do Poder Executivo. No dia seguinte, 7 de junho, Bolsonaro mencionou o texto de Marques, que logo se espalhou pelas redes sociais, como sendo um relatório do TCU.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse que, além de conter informações erradas, o relatório de Alexandre Marques também teria sido falsificado na Presidência da República para divulgação na internet. 

O depoente disse ter ficado indignado com o discurso de Bolsonaro, considerando a declaração “totalmente irresponsável” ao atribuir ao TCU a responsabilidade por um documento que não era oficial. Alexandre disse que compartilhou o documento apenas na forma de uma conversa entre pai e filho falando sobre um tema trabalhado naquela semana. 

— Não era uma instrução processual, não era nada do Tribunal de Contas da União. Achei irresponsável vincular o nome do TCU a duas páginas não conclusivas — afirmou o depoente, que reconheceu ter sido indicado para uma diretoria do BNDES, não tendo sido, no entanto, cedido pelo tribunal — disse Marques.  

Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o documento e sua divulgação configuram a “digital de vários crimes”. A senadora afirmou que Bolsonaro cometeu crime comum e crime de responsabilidade ao tornar público documento claramente manipulado, atribuindo-o ao Tribunal de Contas da União. O objetivo seria minimizar a pandemia. Ainda para a senadora, é preciso identificar quem, na equipe presidencial, teria inserido no texto de Marques o nome do TCU.

— Agora temos a digital, a materialidade dos crimes cometidos — disse Simone Tebet, observando ainda que o auditor não ouviu médicos nem o IBGE sobre os números da pandemia e tentou imputar sua própria tese à realidade. Ela também apontou que a tabela de Marques não continha nenhuma consistência técnica do ponto de vista dos dados estatísticos.

“Bajulação”

Presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM) questionou as intenções de Marques ao elaborar o estudo que, segundo o auditor do TCU, seria um compilado de informações públicas em formato word, com dados retirados do Portal da Transparência de Registro Civil, sem cabeçalho ou timbre do tribunal. 

Aziz considerou irresponsável que um documento, sem caráter de oficialidade, tenha sido enviado ao presidente da República e disse que as atitudes de Marques e do pai dele foram um desserviço à sociedade. 

— O nome disso é bajulação, querer prestar serviço sem confirmar se aquele documento é verdadeiro ou não. Teu pai bajulando o presidente. Eu queria ver essa conversa [entre o coronel e o presidente]. Devem ter aberto um champanhe. Até parece que a dor intransferível foi festejada. Há irresponsabilidade dos três. Você, por fazer um documento com números que parecem brincadeira, passando para seu pai que, imediatamente, de um dia para o outro, repassa ao presidente — criticou. 

O material elaborado por Alexandre Marques foi usado por Bolsonaro em discursos nas redes sociais, levando o TCU a desmentir as informações de imediato. Em seguida, o presidente da República admitiu que o documento que divulgara não era um relatório feito pelo tribunal. 

Apesar de negar que tenha qualquer relação com a família Bolsonaro, Alexandre Marques reconheceu que seu pai, Ricardo Marques, foi colega de Bolsonaro na Academia Militar das Agulhas Negras e que trabalharam juntos no Exército. 

Na opinião do vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), as informações prestadas por Alexandre Marques demonstram uma “obsessão macabra” do governo para minimizar e esconder o número de mortes pela pandemia de coronavírus no país. 

Segundo o parlamentar, campanhas da Secretaria de Comunicação da Presidência tinha objetivo de subestimar os dados sobre os óbitos. Randolfe exibiu vídeo no qual o próprio Bolsonaro, em transmissão pelas redes sociais em 1.º de julho, reconhece que editou a tabela do documento feito pelo auditor do TCU. 

— Uma busca insensata para obscurecer, esconder o número de brasileiros mortos, quando se, ao invés disso, o mais importante não fosse combater a pandemia. Chega a ser uma obsessão macabra e uma obsessão que vem de antes, conforme podemos ver. Presidente chegou ao ponto de incentivar as pessoas a invadir hospitais, ou seja, não bastasse os que estavam lá internados, incentivar outras pessoas a se submeterem ao risco de mais contaminação — declarou o senador.

Os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Fabiano Contarato (Rede-ES) defenderam a quebra de sigilo telefônico do pai do auditor, o coronel da reserva Ricardo Marques.

Alterações

O senador Marcos Rogério (DEM-RO) negou que o documento de Marques tenha sido adulterado pelo presidente da República. Ele obteve do depoente a confirmação de que as únicas alterações em seu documento em relação ao apresentado por Jair Bolsonaro foram os grifos no texto e o acréscimo de um cabeçalho com o nome do Tribunal de Contas da União. 

— Se erros aconteceram vamos apurar, na medida da culpa de cada um. Eu não estou aqui para dizer que o presidente acertou 100%. Não. Mas talvez a CPI erre mais, por fazer uma investigação seletiva — disse o senador, segundo o qual governadores, prefeitos e Poder Executivo erraram na condução da pandemia por serem “humanos e falíveis”, mas a comissão de inquérito tem sido omissa nas apurações sobre responsabilidades. Para ele, há suspeitas graves de corrupção e desvios de recursos nos estados que os senadores se recusariam a investigar. 

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, defendeu a conduta de Alexandre Marques e disse que o documento elaborado pelo auditor do TCU é “expediente comum nas Cortes de Contas”. 

O parlamentar afirmou que a Controladoria-Geral da União (CGU) está conduzindo uma auditoria formal a fim de investigar a possível “super estimativa” de mortes por coronavírus, “mesmo objeto de estudo do auditor ouvido pela CPI”. Ainda segundo Fernando Bezerra, lugares como o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, verificaram super notificação de óbitos por coronavírus em pelo menos 25%. Ele disse que outros estudos brasileiros, feitos por economistas e matemáticos em 2020, também contestam os números da covid-19 no país.

— Foram amplamente divulgados pela mídia, ao longo da pandemia, prováveis equívocos de notificação. E, finalmente, existe o Acordão 2.817 do Tribunal de Contas da União, que dispõe expressamente, no item 9.5.2: “utilizar a incidência de covid-19 como critério para transferência de recursos, com base em dados declarados pelas secretarias estaduais de Saúde, pode incentivar a supernotificação do número de casos da doença, devendo, na medida do possível, serem confirmados os dados apresentados pelos entes subnacionais” — afirmou Fernando Bezerra.

Ética

Já o senador Humberto Costa (PT-PE) observou que o Código de Ética do TCU prevê a obrigação de neutralidade dos servidores no exercício profissional em relação a influências político-partidárias. 

O parlamentar avaliou que a ação de Alexandre Marques poderia ter colocado prefeitos e governadores em conflito com o governo federal, bloqueando medidas que impedissem a disseminação da pandemia. 

E disse que o texto compartilhado pelo auditor, que responde a inquérito administrativo no âmbito do TCU, contribuiu para reforçar o discurso negacionista do presidente, “ainda que involuntariamente”. 

— No meu estado, onde essa extrema direita primária não tem tanta força, muita gente teve dificuldade. Prefeitos, governadores tiveram dificuldade de implementar medidas preventivas para evitar a disseminação da covid-19, porque o negacionismo atrapalhava. O discurso era esse: ‘Não morreu tanta gente, é mentira; estão dizendo que morreu tanta gente para receber mais dinheiro do governo federal; querem quebrar o país para prejudicar o presidente Bolsonaro’ — disse.  

Em resposta à senadora Leila Barros (Cidadania-DF), Alexandre Marques disse não acreditar que as responsabilidades sobre a gestão da pandemia sejam exclusivas de governadores e prefeitos. 

O auditor declarou que a intenção dele, ao preparar o arquivo, foi gerar um debate sobre possíveis inconsistências referentes aos repasses de recursos da União para os entes federados controlarem a crise. 

Marques afirmou que foi pego de surpresa com a divulgação do documento por Bolsonaro e que, em conversa com o pai, ressaltou ter sido um equívoco atrelá-lo a um posicionamento oficial do TCU.

— Ele não me falou que compartilharia o documento. Discordo [se tratar de conduta grave] porque os dados eram públicos e não eram uma linha de investigação que fazia parte do escopo do trabalho. Meu pai disse ter entendido que se tratava de algo oficial do tribunal e que já seria informação pública — declarou. As informações são da Agência Senado.

Artigo: A importância da água para vida, por Gonzaga Patriota

A água é um recurso natural de valor inestimável. É essencial para a vida, por isso é necessário preservá-la. Todos os seres vivos dependem dela para sobreviver e garantir a permanência da espécie – a água sustenta a vida. Entretanto, apesar de toda a sua importância, a água é um recurso que pode acabar, portanto, exige cuidados […]

A água é um recurso natural de valor inestimável. É essencial para a vida, por isso é necessário preservá-la. Todos os seres vivos dependem dela para sobreviver e garantir a permanência da espécie – a água sustenta a vida. Entretanto, apesar de toda a sua importância, a água é um recurso que pode acabar, portanto, exige cuidados em relação à quantidade de uso, a sua qualidade, as suas fontes, à sua distribuição desigual pelo planeta, além de planejamento e custeio de tratamento, de conservação e proteção.

Aproximadamente 70% da superfície terrestre encontram-se coberta por água. No entanto, menos de 3% deste volume é de água doce, cuja maior parte está concentrada em geleiras (geleiras polares e neves das montanhas), restando uma pequena porcentagem de águas superficiais para as atividades humanas.

Existe uma falsa ideia de que os recursos hídricos são infinitos e com isso o desperdício de água cresce a cada dia, o que poderá provocar futuramente um déficit em sua quantidade, acarretando uma série de problemas. Onde estes irão afetar não só aos homens, mas principalmente ao meio ambiente. Portanto, cabe a cada um de nós fazermos a nossa parte e conscientizarmos as outras pessoas sobre o uso correto e a preservação da água, para que as gerações presentes e futuras não venham sofrer com a escassez deste recurso renovável, porém limitado.

O Brasil é um país privilegiado com relação à disponibilidade de água, detém 53% do manancial de água doce disponível na América do Sul e possui o maior rio do planeta (rio Amazonas). Os climas equatorial, tropical e subtropical que atuam sobre o território, proporcionam elevados índices pluviométricos. No entanto, mesmo com grande disponibilidade de recursos hídricos, o país sofre com a escassez de água potável em alguns lugares. A água doce disponível em território brasileiro está irregularmente distribuída: aproximadamente, 72% dos mananciais estão presentes na região amazônica, restando 27% na região Centro-Sul e apenas 1% na região Nordeste do país.

Além de ser essencial aos organismos vivos, a água tem outras diversas funções em nosso mundo: produz energia elétrica, irriga os campos, facilita as comunicações por via marítima, fluvial e lacustre e participa como matéria-prima ou de processamento nas atividades industriais. Desperdiçar água hoje é motivo de guerra, preservá-la é motivo de paz. Só uma ação conjunta é que nos levará a contornar essa situação. Por tudo isso, a água merece o maior respeito por parte da humanidade.  Depende de nós!

Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB-PE)

“Eu sou uma pessoa de grupo”, diz Edygar Santos sobre possível projeto político em 2024

Presidente da Astur-PE também anunciou que lives irão relembrar carnavais em cidades do Estado.  Por André Luis O presidente da Associação de Secretários de Turismo de Pernambuco (Astur-PE) e secretário executivo de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos, falou nesta sexta-feira (12), durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da […]

Presidente da Astur-PE também anunciou que lives irão relembrar carnavais em cidades do Estado. 

Por André Luis

O presidente da Associação de Secretários de Turismo de Pernambuco (Astur-PE) e secretário executivo de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos, falou nesta sexta-feira (12), durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, sobre a possibilidade de colocar o seu nome numa disputa eleitoral em 2024.

Provocado, Edygar destacou que é uma pessoa de grupo “o que acharem melhor, estou a disposição. Sou um soldado que estou a disposição para o que me colocar”, afirmou.

Após a sua gestão a frente da pasta da Cultura e Esportes, no último governo de José Patriota ter sido bem avaliada, o nome de Edygar começou a ser ventilado para esta possibilidade, mas segundo ele, ainda é cedo para discutir qualquer projeto político para 2024. “Estamos no início de uma nova gestão. Novos desafios. Agora estamos voltados para fazer um bom trabalho e ajudar o prefeito Sandrinho”, destacou.

Como presidente da Astur-PE, Edygar falou sobre os planos da associação para fortalecer o turismo no Estado. Também detalhou como vai funcionar o projeto durante o carnaval que terá apresentações de lives em várias cidades de Pernambuco com o intuito de relembrar os carnavais passados. “Estaremos promovendo algumas lives em cidades que tem a cultura forte do carnaval. No Pajeú, Afogados e Triunfo serão contempladas”, afirmou Edygar que ainda não soube informar por quais canais as lives serão transmitidas. “Estamos acertando tudo”.

Edygar também comentou sobre o auxílio emergencial anunciado pelo Governo do Estado nesta semana, voltado a ajudar artistas e fornecedores, que foram prejudicados com a suspensão do carnaval deste ano, por conta da pandemia provocada pelo novo Coronavírus.

Ele comentou sobre sugestões enviadas através de ofício entregue ao secretário de Cultura do Estado Gilberto Freire Neto, buscando a melhor forma para executar o pagamento do auxílio. Também sobre a reunião com o secretário estadual de Turismo, Rodrigo Novaes e o presidente da Empetur, Antônio Neves, onde foram tratadas outras demandas e mais alternativas para facilitar este pagamento.

Em entrevista a TV Árabe Dilma diz que o povo deve lhe dar a oportunidade de um novo governo

Em entrevista à TV árabe Al-Jazeera, transmitida no fim da manhã desta segunda (14), a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, tratou abertamente sobre o pleito deste ano. Indagada sobre os motivos para o povo brasileiro lhe conceder um novo mandato, a presidente deixou claro qual será o tom de campanha. “Vai ser […]

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Em entrevista à TV árabe Al-Jazeera, transmitida no fim da manhã desta segunda (14), a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, tratou abertamente sobre o pleito deste ano. Indagada sobre os motivos para o povo brasileiro lhe conceder um novo mandato, a presidente deixou claro qual será o tom de campanha.

“Vai ser travada uma disputa democrática entre caminhos. Quem quando pôde fez, sabe continuar fazendo. Quem quando pôde não fez, não sabe fazer”, declarou Dilma.

A presidente ainda destacou as conquistas sociais alcançadas pelos governos do PT desde 2002 como motivo que dá lastro a esse pedido de mais um mandato.

“Acredito que o povo brasileiro deve me dar uma oportunidade de um novo período de governo pelo fato de que nós fazemos parte de um projeto que transformou o Brasil. O Brasil tinha 54% de sua população entre pobres e miseráveis em 2002. Hoje 75% da população brasileira vive na classe C para cima”, afirmou a Presidente.

A petista ainda defendeu as manifestações que vem acontecendo no país. “ O Brasil mudou de perfil e foi feito isso com a democracia vigente, com todos os direitos de expressão, manifestação e divergência”.