Não bastasse a péssima qualidade dos serviços de telefonia móvel prestados à região, esta tarde o sinal da operadora Tim não está funcionando.
Com isso o prejuízo é enorme. A Tim é a operadora com o maior número de usuários no Pajeú. Ninguém tem conseguido fazer ou receber chamadas em várias cidades.
Candidato criticou o desempenho do estado e voltou a falar sobre o suposto “gabinete do ódio”. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa sexta-feira (28), de uma caminhada com apoiadores no bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Durante o ato, ele criticou o desempenho do estado em comparação com […]
Candidato criticou o desempenho do estado e voltou a falar sobre o suposto “gabinete do ódio”.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nessa sexta-feira (28), de uma caminhada com apoiadores no bairro da Torre, na Zona Norte do Recife. Durante o ato, ele criticou o desempenho do estado em comparação com outras unidades do Nordeste.
João Campos afirmou que Pernambuco já ocupou posições de destaque na geração de empregos, na educação integral e na extensão de rodovias duplicadas. Segundo o candidato, o estado perdeu espaço nesse último indicador.
“Pernambuco foi líder de emprego, Pernambuco foi referência na educação integral, Pernambuco já teve a maior malha de estradas duplicadas do Nordeste brasileiro. E sabe o que aconteceu ano passado? Com todo o respeito, mas até Alagoas passou Pernambuco nesse indicador”, declarou.
O socialista também voltou a abordar as denúncias sobre a possível existência de um “gabinete do ódio” ligado ao Governo de Pernambuco. João atribuiu os ataques contra ele e seus aliados ao desempenho de sua administração à frente da Prefeitura do Recife.
“A gente não vai perder tempo perseguindo adversário, não vai perder tempo montando um gabinete do ódio com dinheiro público, porque isso é crime”, afirmou.
João Campos também acusou adversários de utilizarem recursos públicos para promover ataques políticos. “A gente criou aquilo que o povo precisa. E aí, acharam uma forma de tentar atacar o povo utilizando dinheiro público para atacar adversário”, disse.
“Mas nada como o tempo de Deus, e as máscaras estão caindo uma por uma. E o povo sabe da verdade e sabe de que lado a boa política está”, acrescentou.
As declarações ocorrem em meio às medidas anunciadas pela coligação liderada por João Campos para apurar a possível utilização da estrutura do governo estadual em ações contra adversários políticos. A governadora Raquel Lyra (PSD) nega envolvimento e protocolou uma interpelação judicial para que o candidato do PSB esclareça declarações feitas sobre uma suposta “milícia digital” organizada a partir do Palácio do Campo das Princesas.
Com compromissos previstos no Agreste neste sábado (29), João Campos afirmou que pretende ampliar o contato com os moradores do interior durante a campanha.
“Eu chego aqui muito animado, porque estamos fazendo uma campanha limpa, olho no olho. Ninguém apresentou mais proposta do que a gente, o maior plano de governo, porque temos história e compromisso com o futuro de Pernambuco”, declarou.
Foto: Weslly Gomes
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Ele buscou informações sobre a disputa judicial entre João Campos e Raquel Lyra. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para aliados políticos em Pernambuco, nessa sexta-feira (28), para entender os últimos acontecimentos relacionados ao suposto “gabinete do ódio” e os desdobramentos judiciais envolvendo João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD). A informação foi […]
Ele buscou informações sobre a disputa judicial entre João Campos e Raquel Lyra.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou para aliados políticos em Pernambuco, nessa sexta-feira (28), para entender os últimos acontecimentos relacionados ao suposto “gabinete do ódio” e os desdobramentos judiciais envolvendo João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD).
A informação foi publicada pela coluna Diario Político, do Diario de Pernambuco, assinada pela jornalista Renata Bezerra de Melo. Segundo a publicação, Lula tentou inicialmente conversar com uma liderança pernambucana que estava em um voo e não pôde atender. Depois, conseguiu contato com outro integrante da Frente Popular.
O presidente teria solicitado informações sobre o contexto da disputa política e sobre as medidas adotadas na Justiça. Durante a conversa, recebeu um relato detalhado dos acontecimentos que levaram o caso ao Judiciário.
O contato ocorreu após o jurídico da coligação liderada por João Campos anunciar que apresentaria uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A Frente Popular também informou que acionaria outros órgãos para apurar a possível utilização de servidores e recursos públicos em ataques políticos contra adversários do governo estadual.
Nessa sexta-feira (28), Raquel Lyra também recorreu à Justiça. A governadora protocolou uma interpelação judicial criminal na 16ª Vara Criminal da Capital, com fundamento no artigo 144 do Código Penal, para que João Campos esclareça declarações feitas em vídeo na última terça-feira (26).
Na gravação, o candidato do PSB atribuiu a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Campo das Princesas. Raquel pede que o socialista identifique a quem se referiu e apresente os fatos utilizados como base para a declaração.
A interpelação é um pedido formal de esclarecimentos e não representa, até o momento, uma queixa-crime ou um pedido de condenação contra João Campos.
A coluna também informou que aliados discutem a definição de uma nova agenda de Lula em Pernambuco. Lideranças petistas avaliam que as vaias dirigidas ao presidente durante a convenção de Raquel Lyra alteraram a leitura sobre a possibilidade de um palanque duplo no estado. O avanço da disputa entre as duas candidaturas para o Judiciário passa a integrar essa avaliação política.
Fonte: Diario de Pernambuco Foto: Valter Campanato
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A pesquisa do Portal do Ricardo Antunes em parceria com o Instituto Múltipla também mediu a disputa pela Câmara dos Deputados em Pernambuco. Ao todo, 19 candidatos receberam pelo menos 1% das citações. O deputado federal Pedro Campos (PSB) lidera, com 4% das intenções de voto. Em seguida aparecem Anderson Ferreira (PL), com 3,8%, e […]
A pesquisa do Portal do Ricardo Antunes em parceria com o Instituto Múltipla também mediu a disputa pela Câmara dos Deputados em Pernambuco. Ao todo, 19 candidatos receberam pelo menos 1% das citações.
O deputado federal Pedro Campos (PSB) lidera, com 4% das intenções de voto. Em seguida aparecem Anderson Ferreira (PL), com 3,8%, e Miguel Coelho (União Brasil), com 3%. Ambos são ex-prefeitos de Jaboatão dos Guararapes e Petrolina e disputaram a eleição para governador em 2022.
Na sequência estão Delegado Lessa (Republicanos), com 2,7%;
Sílvio Costa Filho (Republicanos), com 2,3%; Fernando Filho (União Brasil), com 2,2%; Chales de Tiringa (PSB) e Daniel
Coelho (PSD), ambos com 2,1%; e Felipe Carreras (PSB), com
2%.
Também foram citados Clarissa Tércio (PP), com 1,8%; Juliana de Chaparral (União Brasil), 1,7%; Gilson Machado (Podemos), 1,3%; Augusto Coutinho (Republicanos) e Carlos Veras (PT), 1,2%; Eduardo Moura (Novo), 1,2%; Jones Manoel (PSOL) e Marcelo Gouveia (Podemos), 1,1%; além de Pastor Eurico
(PSDB) e Célia Sales (PSD), com 1% cada.
Os demais candidatos somaram 17,9%. Outros 23,3% estão indecisos, enquanto 17,7% declararam voto branco ou nulo e 4,1% não opinaram.
Segundo o diretor do Múltipla, Ronald Falabella, a disputa para deputado federal sofre forte influência regional, já que candidatos podem ter maior reconhecimento em determinados municípios.
O levantamento ouviu 900 eleitores pernambucanos entre 22 e 24 de agosto, com margem de erro de 3,3 pontos percentuais e confiança de 95%.
O registro na Justiça Eleitoral é PE-01370/2026.
Confira no carrossel a ordem completa dos nomes citados no levantamento.
Fonte: Blog do Ricardo Antunes
Fotos: Divulgação/Reprodução
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A primeira pesquisa do Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes também promoveu uma pesquisa para medir a corrida à Assembleia Legislativa de Pernambuco. No levantamento, 17 candidatos receberam pelo menos 1% das citações. O vereador de Caruaru, Anderson Correia (PP), foi o mais citado pelos entrevistados pelo Múltipla, com 2,1% de […]
A primeira pesquisa do Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes também promoveu uma pesquisa para medir a corrida à Assembleia Legislativa de Pernambuco.
No levantamento, 17 candidatos receberam pelo menos 1% das citações.
O vereador de Caruaru, Anderson Correia (PP), foi o mais citado pelos entrevistados pelo Múltipla, com 2,1% de menções. Na sequência apareceu o deputado estadual Antônio Coelho (União Brasil). Apenas os dois tiveram acima de dois pontos percentuais entre os citados.
O atual deputado federal André Ferreira (PL) foi o terceiro mais citado, com 1,9%. Na sequência, apareceram a ex-deputada estadual Roberta Arraes (PP), com 1,8%; a deputada federal Maria Arraes (PSB), com 1,6%; e a deputada estadual Gleide
Ângelo (PP), com 1,3%.
Atingiram o percentual de 1,1% os deputados estaduais Antônio Moraes (PSD), Débora Almeida (PSD) e Gustavo Gouveia (Podemos), o médico Bruno Marques (PSB) e o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Caruaru, Zé Queiroz (MDB). Com 1% ficaram os deputados estaduais Abimael Santos (PL), Álvaro Porto (MDB) e João Paulo do PT, além do vereador do Recife, Gilson Machado Filho (Podemos), do ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Fábio Aragão (PSD), e do dentista Breno Araújo(PT).
Os demais candidatos que ficaram abaixo de um ponto percentual representam 28,3%. Enquanto isso, 25% dos eleitores ainda estão indecisos sobre o apoio para a Câmara Federal, enquanto 18,8% declararam voto nulo ou branco, e 5,9% não opinaram.
“É preciso salientar que esse tipo de levantamento sofre interferências locais. É possível que um candidato seja citado entre os eleitores de determinada região, mas não seja citado nas outras. Porque às vezes ele tem um trabalho voltado para aqueles municípios, mas não é reconhecido em outros”, observa o diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella.
O Instituto Múltipla ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, e o grau de confiança da é de 95%.
O registro na Justiça Eleitoral é PE-01370/2026.
Em nosso perfil no Instagram, você confere um carrossel com a ordem completa dos nomes citados no levantamento.
A governadora Raquel Lyra apresentou, nesta quinta-feira (28), interpelação judicial criminal, com fundamento no art. 144 do Código Penal, diante de declarações públicas que atribuíram a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Governo. O instrumento assegura ao ofendido o direito de exigir […]
A governadora Raquel Lyra apresentou, nesta quinta-feira (28), interpelação judicial criminal, com fundamento no art. 144 do Código Penal, diante de declarações públicas que atribuíram a “quem senta na cadeira para governar Pernambuco” a coordenação de uma suposta “milícia digital” a partir do Palácio do Governo. O instrumento assegura ao ofendido o direito de exigir que o autor de uma manifestação pública se explique. Não se trata ainda de queixa-crime nem de pedido de condenação. O objetivo é obter declaração precisa sobre o alcance e o destinatário das afirmações feitas.
As declarações foram divulgadas em vídeo publicado por João Campos em rede social, no dia 26 de agosto, e amplamente reproduzidas. Nelas, empregaram-se expressões de extrema gravidade, entre as quais “milícia digital” e “gabinete do ódio”, sem qualquer identificação de pessoas ou apresentação de fatos que as sustentem.
A peça explica que o candidato “não fez uma crítica política, mas atribuiu à administração do governo estadual a liderança de uma organização clandestina dedicada à prática de atos ilícitos”. No ordenamento jurídico brasileiro, o termo “milícia” designa organização criminosa estruturada para atuar à margem da lei, e sua utilização contra a chefe do Poder Executivo estadual, sem nomear responsáveis e nem indicar provas, ultrapassa os limites do debate político.
Com a medida, a governadora requer que João Campos identifique, de forma precisa e individualizada, a quem se referiu e em que fatos se baseou.
Como registra a própria interpelação, quem lança acusação dessa natureza “tem o dever de nominar a pessoa a quem acusa e se responsabilizar pelos seus atos”.