Tabira e São José do Egito passam a integrar rede do SAMU 192 Consorciado
Por André Luis
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú) oficializou, nesta segunda-feira (11), a adesão de Tabira e São José do Egito ao SAMU 192 Consorciado da III Macrorregião. A assinatura do termo de adesão foi celebrada pelos prefeitos Flávio Marques, de Tabira, e Fredson Brito, de São José do Egito, como um avanço significativo para a saúde da população.
Com a entrada dos dois municípios, a cobertura do serviço de urgência e emergência será ampliada, levando atendimento rápido e especializado a mais famílias da região. O presidente do Cimpajeú, Luciano Torres, destacou a importância da expansão.
“O SAMU salva vidas e vai reforçar as ações de saúde tanto em Tabira quanto em São José do Egito. Agradeço aos prefeitos Flávio Marques e Fredson Brito pela adesão ao consórcio. Estamos juntos”, afirmou Luciano.
O SAMU 192 Consorciado da III Macrorregião é uma iniciativa que busca integrar municípios para otimizar recursos, agilizar o atendimento e oferecer suporte médico imediato em situações de urgência.
São José do Egito e Itapetim registraram novos óbitos pela doença. Por André Luis Nesta segunda-feira (28), treze, das dezessete cidades do Sertão do Pajeú, atualizaram o boletim epidemiológico com os casos de Covid-19 de cada município. Serra Talhada (77), Afogados da Ingazeira (13), Tabira (3), São José do Egito (9), Carnaíba (5), Santa Terezinha […]
São José do Egito e Itapetim registraram novos óbitos pela doença.
Por André Luis
Nesta segunda-feira (28), treze, das dezessete cidades do Sertão do Pajeú, atualizaram o boletim epidemiológico com os casos de Covid-19 de cada município.
Serra Talhada (77), Afogados da Ingazeira (13), Tabira (3), São José do Egito (9), Carnaíba (5), Santa Terezinha (1), Flores (13), Triunfo (2), Itapetim (16), Brejinho (4), Iguaracy (1) Solidão (5) e Quixaba (2). Foram mais 151 casos, totalizando 14.717 casos da doença na região.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, 5.640; Afogados da Ingazeira, 2.042; Tabira 1.607, São José do Egito, 1.138; Carnaíba, 603; Santa Terezinha, 585 e Flores, 476 casos.
Triunfo, 461, Itapetim, 460; Brejinho, 305; Calumbi, 265; Iguaracy, 264; Tuparetama, 253; Solidão, 197; Quixaba, 178; Santa Cruz da Baixa Verde, 137 e Ingazeira, 106 casos confirmados.
Óbitos – Com mais um óbito confirmado em São José do Egito e outro em Itapetim,a região conta agora com 245 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (73); Afogados da Ingazeira (23); Flores (20); Tabira (18); São José do Egito (18); Carnaíba (17); Santa Terezinha (14); Triunfo (14); Tuparetama (12); Itapetim (11); Iguaracy (10); Quixaba (4); Brejinho (4); Calumbi (2); Santa Cruz da Baixa Verde (2); Solidão (2) e Ingazeira (1).
Detalhes dos óbitos
Em São José do Egito, uma paciente de 77 anos, possuía várias comorbidades e estava internada no Recife, contraiu a Covid-19 no hospital da capital e, em virtude de várias complicações, veio a óbito na manhã desta segunda-feira (28).
Em Itapetim, A Secretaria de Saúde não deu detalhes sobre o óbito no boletim epidemiológico.
Recuperados – Foram mais 290 pacientes recuperados da Covid-19 na região, que conta agora com 13.745. O que corresponde a 93,39% dos casos confirmados.
O deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, renunciou no início da tarde desta quinta-feira (7) à presidência da Câmara dos Deputados. Cunha estava afastado do cargo desde o início de maio, quando também teve seu mandato suspenso por tempo indeterminado, por decisão do Supremo Tribunal Federal. Além de ser investigado na […]
O deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, renunciou no início da tarde desta quinta-feira (7) à presidência da Câmara dos Deputados. Cunha estava afastado do cargo desde o início de maio, quando também teve seu mandato suspenso por tempo indeterminado, por decisão do Supremo Tribunal Federal.
Além de ser investigado na Operação Lava Jato, Eduardo Cunha é réu em duas ações no STF. O deputado também responde a um processo disciplinar no Conselho de Ética da Câmara.
Em seu pronunciamento, Eduardo Cunha leu a carta de renúncia e se emocionou ao falar da família. De acordo com ele, a culpa de sua renúncia ao cargo na Câmara foi conseqüência de ele ter aberto o processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff.
“Sofri e sofro muitas perseguições em função das pautas adotadas. Estou pagando um alto preço por ter dado inicio ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo do impeachment da presidente afastada”.
A carta de renúncia de Eduardo Cunha ainda precisa ser lida em plenário e publicada no “Diário Oficial da Câmara”. Depois disso, novas eleições vão ser convocadas, em um prazo de até cinco sessões do plenário. Qualquer deputado pode disputar a vaga, mas é preciso conseguir a maioria absoluta dos votos dos deputados que tiverem votado, para se eleger.
Votação na executiva estadual da União Progressista expõe racha entre PP e União Brasil e transfere decisão para Brasília A disputa por uma das vagas ao Senado na chapa governista de Pernambuco ganhou temperatura máxima nesta segunda-feira (29). O deputado federal saiu da reunião da executiva estadual da Federação União Progressista (PP/União Brasil) com a […]
Votação na executiva estadual da União Progressista expõe racha entre PP e União Brasil e transfere decisão para Brasília
A disputa por uma das vagas ao Senado na chapa governista de Pernambuco ganhou temperatura máxima nesta segunda-feira (29). O deputado federal saiu da reunião da executiva estadual da Federação União Progressista (PP/União Brasil) com a chancela de pré-candidato ao Senado, mas a comemoração durou pouco: a reação do grupo liderado por e a intervenção da cúpula nacional recolocaram a disputa em aberto.
Na prática, a reunião realizada no Pina serviu mais para escancarar o tamanho do racha interno do que para pacificar a escolha.
Eduardo da Fonte obteve cinco votos favoráveis contra duas abstenções. Além do próprio parlamentar, votaram a favor , Adalto Paes Barreto, Elias Manoel da Silva e Fernanda Cerqueira. Já Miguel Coelho e o deputado federal preferiram se abster, num gesto político que evitou endossar o resultado sem, ao mesmo tempo, romper formalmente com o colegiado.
Após a votação, Eduardo tratou o resultado como uma sinalização robusta de fortalecimento político.
Segundo ele, a oficialização da pré-candidatura pela executiva estadual representa um indicativo consistente de consolidação de seu projeto rumo ao Senado.
Mas, nos bastidores, o entendimento era outro: a batalha estava apenas começando.
Miguel Coelho, Fernando Filho e Antonio Coelho deixaram a sede da federação sem falar com a imprensa. O silêncio foi eloquente.
Brasília entra em campo
A resposta veio quase imediatamente de Brasília. O presidente nacional da Federação União Progressista, , divulgou nota esfriando qualquer interpretação de definição consumada.
Rueda deixou claro que ainda não existe decisão final sobre as candidaturas majoritárias em Pernambuco, incluindo a vaga ao Senado e a composição de alianças em torno da reeleição da governadora .
O ponto central da nota foi político e jurídico: qualquer deliberação estadual sem consenso entre Progressistas e União Brasil não terá efeito perante a executiva nacional.
Em outras palavras, a decisão tomada no Recife não basta.
Miguel mantém candidatura
Amparado pela nota de Rueda, Miguel Coelho reagiu nas redes sociais e reforçou que a disputa continua aberta.
Nos bastidores do União Brasil, o discurso permanece alinhado: embora o PP tenha musculatura maior em Pernambuco, a federação pressupõe equilíbrio entre as legendas, especialmente em decisões estratégicas.
Esse argumento sustenta a tese de que o União Brasil não aceitará uma imposição construída apenas pela maioria numérica do Progressistas.
Ciro fortalece Eduardo
Se Rueda freou a euforia do grupo de Eduardo, outro movimento nacional serviu para reequilibrar o jogo.
O copresidente da federação, senador , referendou as deliberações da executiva estadual, fortalecendo o discurso do Progressistas de que o processo teve legitimidade política.
O impasse revela algo maior que a simples disputa entre dois pré-candidatos. A corrida pelo Senado se tornou o principal teste de força dentro da recém-formada federação em Pernambuco.
No fim das contas, o tabuleiro estadual mostrou seu limite. A decisão real, agora, parece cada vez mais concentrada em Brasília.
E, por enquanto, apesar da vitória de Eduardo da Fonte no voto local, ninguém pode cravar um vencedor.
Nesta quinta-feira, 16 de março, o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Gustavo Massa Ferreira Lima, toma posse como Vice-Presidente para a Região Nordeste no Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Contas (CNPGC). A entidade atua na integração e incentivo à cooperação entre as diversas unidades dos Ministérios Públicos de Contas e da […]
Nesta quinta-feira, 16 de março, o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Gustavo Massa Ferreira Lima, toma posse como Vice-Presidente para a Região Nordeste no Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Contas (CNPGC).
A entidade atua na integração e incentivo à cooperação entre as diversas unidades dos Ministérios Públicos de Contas e da integração destes com os demais atores da República brasileira. A solenidade ocorrerá no auditório do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) e será transmitida virtualmente.
“Estou muito feliz e honrado com a escolha para representar os Procuradores-Gerais de Contas da Região Nordeste. Sei que a responsabilidade é grande e os desafios dela decorrentes, mas com o apoio dos Procuradores-gerais de Contas que detêm o conhecimento pleno da realidade da nossa população, teremos condições de realizar um bom trabalho para que o Ministério Público de Contas seja cada vez mais fortalecido em todo País”, disse Gustavo Massa.
Para a Região Nordeste, o procurador-geral tem diversas metas como: aumentar a integração interna entre as unidades do MPC no Nordeste com o intercâmbio de informações e experiências exitosas de fiscalização da administração pública; identificar eixos de convergência entre a atuação dos MPCs nordestinos e as diferentes esferas de Governo, a fim de traçar uma agenda propositiva em prol da sociedade.
No âmbito no desenvolvimento social e promoção da cidadania existem metas como: a adoção de formas de fiscalização da acessibilidade em obras e transporte público, tendo sempre uma especial atenção às necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos; a adoção de estratégias de fiscalização das políticas públicas voltadas à redução da desigualdade com a implementação e o funcionamento de instituições voltadas ao atendimento, acolhimento e encaminhamento de pessoas em situação de rua; medidas para reduzir a geração de resíduos sólidos e garantir o seu correto manejo por meio da reciclagem e reuso.
A Procuradora de Contas do MPC-PE, Germana Laureano, durante o período de março/2020 a março/2021 ocupou a presidência do CNPGC, quando foi Procuradora-Geral do MPC-PE. Ainda no cenário nacional, a Procuradora-Geral Adjunta do MPC-PE, Eliana Lapenda Guerra, foi uma das fundadoras da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (AMPCon), tendo, ainda, ocupado o cargo de tesoureira e, em vários mandatos, a diretoria da Região Nordeste.
DIREÇÃO – Além do Procurador-Geral Gustavo Massa, constituem a Diretoria do CNPGC o Procurador-Geral do MPC-TCMGO, Henrique Pandim Barbosa Machado, como Presidente; o Procurador-Geral do MPC-PA, Patrick Bezerra Mesquita, como Vice-Presidente para a Região Norte; o Procurador-Geral do MPC-MG, Marcílio Barenco, como Vice-Presidente para Região Sudeste; o Procurador-Geral do MPC-SC, Diogo Roberto Ringenberg, como Vice-Presidente para a Região Sul; e a Procuradora-Geral do MPC-TCU, Cristina Machado da Costa e Silva, como Vice-Presidente para a Região Centro-Oeste.
O governo vai encaminhar nesta terça-feira (6) ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para reformar a Previdência Social, fixando uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos, informou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. A declaração foi dada na abertura de uma reunião no Palácio do Planalto para detalhar a proposta […]
O governo vai encaminhar nesta terça-feira (6) ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para reformar a Previdência Social, fixando uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos, informou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
A declaração foi dada na abertura de uma reunião no Palácio do Planalto para detalhar a proposta aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e aos parlamentares. Também falaram o presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
O objetivo do governo é tentar manter a sustentabilidade das contas públicas, diante de um déficit crescente do sistema previdenciário brasileiro – que resulta de regras atuais mais benéficas do que no resto do mundo, de um envelhecimento da população brasileira e de queda na taxa de natalidade no país.
Em estudo, o governo informa que a média de idade da aposentadoria no Brasil, de 58 anos em 2015, está entre menores do mundo. A média de idade da aposentadoria nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – grupo de nações desenvolvidas – é de 64,2 anos para os homens (ano base 2012).
Segundo o ministro Eliseu Padilha, sem a reforma, em 2024, todo o orçamento da União será utilizado para pagar a folha de pagamentos e a aposentadoria.
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