Notícias

Tabira: descartada suspeita de coronavírus em paciente do município

Por André Luis

Em nota emitida agora a pouco no início da noite, a Secretaria Municipal de Tabira, descartou a suspeita de coronavírus na paciente de 47 anos que estava sendo monitorada no Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto. Leia abaixo a íntegra da nota.

A Secretaria Municipal de Saúde comunica aos tabirenses que, após reavaliação médica sobre o tempo de chegada de viagem, foi identificado que a paciente de 47 anos que estava sendo monitorada no Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto desde ontem, não apresentou durante o período de 24 horas nenhum sinal evolutivo de Covid-19 ou qualquer tipo de resfriado.

A paciente chegou na Unidade Hospitalar municipal sexta-feira (20), com queixas de febre e falta de ar. Seguindo o protocolo investigativo, constatamos que a referida paciente chegou no município de Tabira no dia 29 de fevereiro de 2020, entretanto, conforme nos fora orientado, a paciente foi isolada para observação.

Como não fora apresentado nenhum quadro evolutivo para CoVid-19, foi descartada a hipótese de contaminação de Coronavirus, liberando a paciente e orientando-a para que evite visitas.

Outras Notícias

Nill Júnior Podcast: notícia boa e notícia ruim para a gestão Márcia

Pré-candidata à reeleição, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, tem a missão de trabalhar sua articulação política e ainda ser gestora do maior município da região. Nas últimas horas, teve notícia boa e notícia ruim para seu governo, ligadas a uma auditoria do TCE e à solução para um problema que aflige área estratégica […]

Pré-candidata à reeleição, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, tem a missão de trabalhar sua articulação política e ainda ser gestora do maior município da região.

Nas últimas horas, teve notícia boa e notícia ruim para seu governo, ligadas a uma auditoria do TCE e à solução para um problema que aflige área estratégica do município.

Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias,  da Cultura FM.

Siga, ouça, compartilhe! É só seguir o Nill Júnior Podcast no Spotify e demais plataformas de áudio, como Google Podcast e Amazon Music.  Ouça o episódio:

Bezerros volta a ser abastecida pela rede de distribuição de água

Após um pouco mais de dois meses de colapso, a cidade de Bezerros, no Agreste, passa a ser abastecida novamente pela rede de distribuição de água. A obra da Transposição do Rio Sirinhaém para o Sistema Brejão foi executada em tempo recorde pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e entrou na fase de testes ontem […]

Após um pouco mais de dois meses de colapso, a cidade de Bezerros, no Agreste, passa a ser abastecida novamente pela rede de distribuição de água.

A obra da Transposição do Rio Sirinhaém para o Sistema Brejão foi executada em tempo recorde pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e entrou na fase de testes ontem (23) à tarde.

O empreendimento estava previsto para ser concluído em julho deste ano, mas já está operando e voltou a fornecer água pelas tubulações. O bairro do Cruzeiro foi o primeiro a receber água nas torneiras. Para retirar Bezerros do colapso, o governo de Pernambuco investiu R$ 2,1 milhões para executar a obra emergencial, iniciada no dia 13 de janeiro deste ano.

A cidade estava sendo atendida por estações de abastecimento, tipo chafarizes, que eram supridas com a água retirada do volume morto da Barragem Brejão – manancial que fornecia água para Bezerros – que está com menos de 2% da sua capacidade total. A previsão era que Brejão só teria água para manter essa operação apenas por mais dez dias.

“Foi preciso muito esforço e empenho dos técnicos da Compesa para finalizar essa obra antes do prazo e livrar a cidade da situação do colapso total, em função da estiagem que já dura seis anos no estado. Agora estamos na fase de testes, momento que serão feitos ajustes e vamos acompanhar como se comporta a operação do sistema”, explica o diretor Regional do Interior da Compesa, Marconi de Azevedo.

Para antecipar o início da operação, a obra foi executada em jornada de trabalho estendida, inclusive, nos finais de semana. A Compesa também utilizou um conjunto de motobombas do próprio almoxarifado para realizar a captação de água na bacia do Rio Sirinhaém, no município da Barra de Guabiraba.

Para reabilitar o Sistema Sirinhaém/ Brejão, ainda foi implantada uma subestação elétrica e realizada a recuperação da Estação Elevatória de Água Bruta do Rio Sirinhaém. De lá, a água segue por uma adutora com cerca de nove quilômetros de extensão até a Estação Elevatória Brejão, na cidade de Sairé, onde é bombeada até a Estação de Tratamento de Água (ETA) Bezerros.

O sistema está contribuindo com a vazão de 110 litros de água por segundo para o abastecimento de Bezerros.

Justiça julga improcedente ação que acusava gestão Ricardo Pereira de sobrepreço na pandemia

Em uma longa e detalhada decisão, o juiz Federal Raphael Chaçlegre do Rego Barros julgou impricedente o pedido do Ministério Público Federal contra a gestão do prefeito de Princesa Isabel, Ricardo Pereira. Em fevereiro de 2022, uma operação da Polícia Federal foi deflagrada em Princesa Isabel,com mandados de busca e apreensão. A Operação Princesa do Sertão […]

Em uma longa e detalhada decisão, o juiz Federal Raphael Chaçlegre do Rego Barros julgou impricedente o pedido do Ministério Público Federal contra a gestão do prefeito de Princesa Isabel, Ricardo Pereira.

Em fevereiro de 2022, uma operação da Polícia Federal foi deflagrada em Princesa Isabel,com mandados de busca e apreensão. A Operação Princesa do Sertão investigou compras feitas pela prefeitura do município para o enfrentamento a pandemia. Havia suspeita de sobrepreço na aquisição de 5 mil testes rápidos para detecção de Covid-19 e 40 mil máscaras descartáveis.

Nas redes sociais, o prefeito do município de Princesa Isabel, Ricardo do Nascimento, informou que as acusações foram feitas por um partido político diferente do dele, na campanha eleitoral passada. Segundo ele, a prefeitura tem transparência no processo de compra dos testes para detecção da Covid-19 e máscaras de proteção.

Na denúncia, o MPF apontou que a aquisição de cinco mil unidades de testes rápidos para a detecção do COVID-19 e de 40 mil  máscaras descartáveis no montante de R$ 400 mil teria tido sobrepreço de R$ 281.050,00, se comparado a Manaíra/PB, em contrato semelhante.

O gestor se defendeu afirmando em suma que o procedimento de dispensa de licitação para aquisição de insumos de saúde destinados ao enfrentamento da pandemia estava autorizado pelo art. 4º da Lei n. 13.979/2020.  Ainda que o próprio TCE/
PB voltou atrás e concluiu que Princesa Isabel/PB adquiriu os produtos por preços abaixo ou na média do valor de mercado, sem qualquer irregularidade na dispensa de licitação.

Também que  nunca tiveram possibilidade de contraditar o relatório da CGU, o qual não consta no sítio eletrônico daquele órgão. “De acordo com banco de dados da Associação do TCE-PB (Atricon), o Estado da Paraíba e vários municípios paraibanos adquiriram “kits” de testes rápidos por valores unitários superiores aos ora praticados. Foram testados servidores de outros órgãos públicos, a exemplo das Polícias Civil e Militar, Ministério Público, Professores dentre outros”.

Alegou tambérm que enquanto Princesa Isabel/PB comprou “kits” para teste rápido padrão IGG e IGM, devidamente homologados pela ANVISA, os adquiridos por Manaíra/PB não atendiam a essas especificações; que não há provas de que Manaíra/PB recebeu os testes em questão, visto que vários pacientes daquela edilidade e de outras, incluindo do Estado de Pernambuco, foram testados no Centro de Testagem de Princesa Isabel/PB, localizado no Hospital Regional; que houve, no sistema TRAMITA do TCE/PB, uma”denúncia” da empresa “Drogafonte” de que seriam inexequíveis os preços praticados no Pregão Eletrônico n. 001/2020 promovido por Manaíra.

“Princesa Isabel/PB adquiriu máscaras cirúrgicas de quatro camadas, enquanto Manaíra/PB comprou máscaras simples, inexistindo provas de que essa municipalidade recebeu os bens em comento. À época, mais de 7.000 (sete mil) testes foram aplicados em Princesa Isabel/PB, chegando a quase 9 mil, se contados com os fornecidos pelo Estado da Paraíba; eventual infração tributária decorrente da ausência de registro de entrada dos produtos pelo fornecedor não pode ser imputada à edilidade”.

Na análise, o magistrado analisa inclusive uma assinatura falsa de reprentante da EVERTON BARBOSA FALCAO – EBF Representações, além de analisar como a gestão conduziu o processo.

“De mais a mais, no caso em tela, em que pese a confirmação de que a empresa ré possuía sede física, surpreende que a Administração de Princesa Isabel/PB tenha se preocupado com o risco de ter contratado empresa fantasma somente após, como se verá, ter feito o pagamento de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) em favor do parceiro privado”. DDDe toda forma , a empresas entregou o acordao através deuma terceira. “Logo, procede a alegação ministerial de que os testes entregues por EVERTON BARBOSA FALCAO a Princesa Isabel/PB foram aqueles adquiridos da Wama Produtos para Laboratório LTDA.”

E mais: “E partindo-se da exegese mais favorável à Defesa – segundo a qual, todas as máscaras adquiridas por EVERTON BARBOSA FALCAO em 2020 verteram em favor de Princesa Isabel/PB – há um passivo de 8.000 (oito mil) unidades cuja entrega não foi comprovada documentalmente”.

“Diante desse cenário, duas são as explicações possíveis. Ou, conforme apregoa a Defesa, EVERTON BARBOSA FALCAO comprou máscaras descartáveis de outros fabricantes, sem documentação fiscal de entrada, e as repassou a Princesa Isabel/PB; ou, segundo o MPF, houve simulação de venda, por meio da qual a Prefeitura pagou à empresa por produtos que verdadeiramente não foram entregues. Nesse embate argumentativo, a prova oral favoreceu a Defesa.”

“A dúvida decorrente da divergência de quantitativos entre as notas fiscais de entrada e saída, embora consubstancie indício de malversação de recursos públicos, não pode ser erigida à categoria de prova cabal da ausência de entrega das máscaras. Veja-se que, de acordo com as máximas da experiência (art. 375, CPC), não é absolutamente despropositada a alegação defensiva de que o verdadeiro titular da empresa EVERTON BARBOSA FALCAO pode ter comprado máscaras descartáveis de outros fabricantes, sem a correspondente emissão de documentação fiscal”.

Acrescenta que na realidade brasileira, embora ilícita, a circulação de mercadorias desacompanhada da competente nota fiscal é fato que não se pode, simplesmente, ignorar, ainda mais quando se esteja diante da possibilidade de aplicar graves sanções por ato de improbidade administrativa.”Carece de provas, portanto, a assertiva ministerial de que houve entrega a menor dos produtos discriminados no Contrato n. 00153/2020″.

Quanto à denúncia de possível sobrepreço, diz o magistrado: “É que, se de uma maneira geral, os fornecedores de dispositivos de proteção contra o Coronavírus estivessem se aproveitando da situação de emergência e calamidade vivenciada durante a pandemia, naquele momento, nada podiam fazer os Administradores Públicos. Deles exigia-se resposta pronta e rápida no combate à patologia, mesmo que a um custo mais alto. Não se pode ignorar a dialética oferta e demanda experimentada naquela conjuntura”. Ou seja, na pandemia houve enorme variação de preços entre itens como máscaras, respiradores e testes, sendo impossívek dizer se na situação houve proveito do recurso público ou se foi uma oferta mais alta pela falta sazonal dos itens.

Ainda considerou que a reanálise pelo TCE/PB no Acórdão TC n. 1.515/2021. “Se a própria Corte de Contas reviu posição anterior e afirmou que os valores praticados no Contrato n. 00153/2020 eram compatíveis com os de mercado, desconstituída restou a premissa central sobre a qual se assentou o MPF para afirmar o sobrepreço na espécie”.

Ele ainda revogou a medida de indisponibilidade de bens aplicada, cautelarmente, aos réus, haja vista que a decisão proferida com base em cognição exauriente, sobrepõe-se à proferida com base em juízo de probabilidade. Clique aqui e veja a sentença.

O prefeito comemorou a decisão em sua rede social:

Afogados: coordenadora do CRAS explica funcionamento do Mães de Pernambuco

Nesta terça-feira (9), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú recebeu a coordenadora do CRAS de Afogados da Ingazeira, Socorro Martins, para discutir o programa Mães de Pernambuco. A iniciativa, idealizada pelo Governo do Estado, oferece auxílio financeiro no valor de R$ 300,00 para mães em situação de vulnerabilidade. As primeiras beneficiadas começam […]

Nesta terça-feira (9), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú recebeu a coordenadora do CRAS de Afogados da Ingazeira, Socorro Martins, para discutir o programa Mães de Pernambuco. A iniciativa, idealizada pelo Governo do Estado, oferece auxílio financeiro no valor de R$ 300,00 para mães em situação de vulnerabilidade. As primeiras beneficiadas começam a receber a partir do dia 13 de maio, um dia após o Dia das Mães.

Socorro Martins esclareceu que o Mães de Pernambuco vai além da assistência financeira. “O programa busca oferecer esperança e apoio às mães e famílias em todo o estado. O auxílio mensal de R$ 300, somado ao acompanhamento social promovido pelo CRAS, visa fortalecer a rede de proteção social e garantir melhores condições de vida para as famílias beneficiadas”, destacou Socorro.

Em Afogados da Ingazeira, 300 mulheres foram selecionadas para receber o benefício. A equipe do CRAS está responsável por contatar as beneficiadas e orientá-las sobre o programa. “É importante que as mulheres selecionadas realizem a confirmação do cadastro no site: https://www.maesdepernambuco.pe.gov.br/ “, frisou Socorro.

Embora seja um programa do Governo do Estado, os municípios têm um papel fundamental na sua implementação. “O apoio das prefeituras é essencial para garantir que as mulheres beneficiadas recebam o acompanhamento social necessário”, ressaltou a coordenadora do CRAS.

Para garantir que as beneficiadas do Mães de Pernambuco não tenham problemas no recebimento do benefício, o CRAS de Afogados da Ingazeira estará realizando um mutirão de atualização do CadÚnico nesta quarta (10) e quinta (11). 

Socorro também destacou a importância de manter o cadastro do CadÚnico atualizado para evitar problemas no recebimento de benefícios. “As mulheres selecionadas receberão um cartão magnético da Caixa. Se estiverem, por exemplo com o endereço desatualizado, não conseguirão receber o cartão e com isso o valor de R$ 300,00”, explicou a coordenadora do CRAS.

Pobreza e extrema pobreza batem recorde em Pernambuco

G1 PE A pobreza e a extrema pobreza bateram recorde em Pernambuco em 2021, segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (2). No estado, 18,7% da população, o equivalente a 1,8 milhão de pessoas, vive com menos de R$ 171 por mês, valor usado para definir a linha […]

G1 PE

A pobreza e a extrema pobreza bateram recorde em Pernambuco em 2021, segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (2).

No estado, 18,7% da população, o equivalente a 1,8 milhão de pessoas, vive com menos de R$ 171 por mês, valor usado para definir a linha de extrema pobreza.

Esse é o segundo maior percentual do país, perdendo apenas para o Maranhão. É também o maior patamar de extrema pobreza registrado em Pernambuco desde que a pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS), do IBGE, começou a ser feita nesse formato, em 2012.

Além disso, a pesquisa aponta que 51% da população de Pernambuco vive com menos de R$ 495 por mês, valor que define a linha de pobreza. O índice representa 4,9 milhões de pessoas no estado.

O número de pessoas abaixo da linha da pobreza também é o maior registrado em Pernambuco desde 2012, de acordo com a SIS. O estado ficou em terceiro lugar nacional, atrás apenas de Maranhão e Alagoas.

O levantamento do IBGE também apontou que, sem programas sociais ou de transferência de renda, 25,5% da população de Pernambuco vive na extrema pobreza e 55% estão abaixo da linha da pobreza no estado.