Socialistas garantem que vão até o fim com apuração por panfletos apócrifos. “Cheiro de armação pra prejudicar campanha”
O mistério dos panfletos apócrifos: teoria de ação orquestrada para mudar foco ganha força entre aliados de João Campos
Depois da publicação das matérias sobre os panfletos apócrifos contra Raquel Lyra, socialistas do chamado núcleo duro da campanha passaram a levantar suspeitas de que o caso seja de o que se chama de fakesada de grupo aliado à gestora, dado o modus operandi.
Em suma, reiteraram o desejo de apuração rigorosa e apresentaram argumentos que, sustentam, levantam suspeitas sobre o episódio que tomou o noticiário neste domingo.
Um deles, o de que pouquíssimos panfletos foram colocados de forma localizada. “Circulamos nas áreas e só localizamos um panfleto localizado”, disse um deles ao fim da noite deste domingo.
Outra suspeita é da dinâmica de propagação da notícia. Dizem, as primeiras páginas a publicarem foram conhecidamente alinhadas à governadora e em colaboração, o que seria demonstração de “movimento articulado”. Acrescenta: “um panfleto é mostrado duas vezes. Não há além da localização registrada nenhum material”, afirma.
“Duas horas depois, outras páginas também com viés raquelista replicaram a denúncia, já decretando inclusive autoria e apontando responsabilidades”.
Por fim, acreditam que o episódio, caso “criado”, queria mudar o foco da pauta na imprensa. “A denúncia de um Gabinete do Ódio ligado a Raquel ainda tomava o noticiário”.




Itapetim parou na tarde desta quinta-feira para assistir o tradicional Desfile Cívico de 7 de Setembro, realizado pelo Governo Municipal, através da Secretaria de Educação, que celebrou os 201 anos da Independência do Brasil.














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