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Serra Talhada sedia seminário estadual sobre Plano de Combate à Desertificação

Por André Luis

A Unidade Acadêmica de Serra Talhada da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), localizada em Serra Talhada, no Sertão do estado, sedia a abertura do 3º Seminário Estadual de Atualização do 2º Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB), promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), através do Departamento de Combate à Desertificação.

A programação teve início nesta segunda-feira (18), com uma série de atividades diversificadas, incluindo mesa de abertura, apresentação de trabalhos, salas temáticas e roda de diálogo para compartilhamento de experiências exitosas sobre combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca. O encerramento será nesta terça-feira (19), com a realização de trabalhos em grupo a partir dos eixos temáticos para construção do plano de desertificação e plenária final de socialização dos dados e informações. 

O evento conta com representações do Governo Federal, Governo Estadual, universidades, institutos de pesquisa, organizações da sociedade civil e movimentos sociais. O objetivo é a discussão e construção de propostas sustentáveis para a elaboração do 2º Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação, conforme explica o diretor do Departamento de Combate à Desertificação, do Ministério do Meio Ambiente, Alexandre Henrique Pires. 

“Estamos elaborando um novo plano de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca, considerando a importância do momento histórico que estamos vivenciando, com o agravamento da crise climática, aumento das temperaturas do planeta, do desmatamento e das práticas irregulares que acabam contribuindo para as mudanças climáticas, levando em consideração o uso global de combustíveis fósseis, que acabam impactando no aumento das temperaturas”, detalhou Alexandre Henrique Pires. 

SOBRE O PAB 

Construído pela primeira vez em 2004, o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB), busca identificar os fatores que contribuem para a desertificação e desta forma, direcionar governos, comunidades locais e sociedade, sobre medidas práticas de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca. 

Em sua primeira versão, o plano trouxe levantamentos de zonas suscetíveis à desertificação, prioridades de ação, bem como as providências que deveriam ser tomadas na região do Semiárido brasileiro, que abrange nove estados do Nordeste e o norte de Minas Gerais.

Em 2024, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) busca atualizar o plano, que agora ganha caráter nacional. Apesar da região prioritária continuar sendo o Nordeste e o Semiárido, em outras regiões brasileiras encontramos processos semelhantes de desertificação e aridização.

A organização do cronograma é uma iniciativa conjunta do MMA, através do Departamento de Combate à Desertificação, em colaboração com a Fundação Joaquim Nabuco, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI). 

Outras Notícias

Carnaíba encaminha ofício com intenção de compra de vacinas contra a Covid-19

Ofícios foram encaminhados a Pfizer, Johnson & Johnson e União Química. Por André Luis Primeira mão O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, encaminhou nesta quinta-feira (25), ofícios com intenção de compra de vacinas à três farmacêuticas: Pfizer, fabricante da vacina Pfizer/BioNTech; Johnson & Johnson, fabricante da vacina de mesmo nome e a União Química, fabricante da […]

Ofícios foram encaminhados a Pfizer, Johnson & Johnson e União Química.

Por André Luis

Primeira mão

O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, encaminhou nesta quinta-feira (25), ofícios com intenção de compra de vacinas à três farmacêuticas: Pfizer, fabricante da vacina Pfizer/BioNTech; Johnson & Johnson, fabricante da vacina de mesmo nome e a União Química, fabricante da vacina Sputnik V.

Nos ofícios, Anchieta se apega a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou estados e municípios a comprarem e a distribuírem vacinas contra a Covid-19. 

Segundo o ofício, as vacinas serão adquiridas com recursos próprios do município – “que já estão reservados” e pede informações sobre quantidade de vacinas que poderão ser adquiridas pelo município.

Ao final dos ofícios, Anchieta se coloca à disposição e agrade “pelos esforços e estudos envidados na produção dessa vacina, a qual será extremamente importante para que milhares de vidas sejam salvas e a normalidade da população seja restabelecida”.  Leia abaixo a íntegra dos ofícios.

Ofício nº 41.2021 – GP. PMC

Ofício nº 42.2021 – GP. PMC

Ofício nº 43.2021 – GP. PMC

Oposição diz que Romonilson foi grande derrotado em Belmonte

Passada as eleições de 2022, se iniciam as contas para 2024. E para a oposição,  o grupo do prefeito Romonilson Mariano foi o maior perdedor na eleição em Belmonte. Perdeu com seu candidato a presidente Bolsobaro, com seu candidato a governador Miguel Coelho,  apenas no terceiro lugar, bem como seu candidato a deputado federal Fernando […]

Passada as eleições de 2022, se iniciam as contas para 2024.

E para a oposição,  o grupo do prefeito Romonilson Mariano foi o maior perdedor na eleição em Belmonte.

Perdeu com seu candidato a presidente Bolsobaro, com seu candidato a governador Miguel Coelho,  apenas no terceiro lugar, bem como seu candidato a deputado federal Fernando Monteiro, menos votados que Dr. Marcos e o Coletivo e Waldemar Oliveira.

Sua única vitória foi para deputado estudal com pequena margem, com Luciano Duque que teve o fator local como ajuda, já que era tido como um candidato  leve, de Serra Talhada, casado com uma belmontense e com presença na campanha.

Diante do cenário, dois atores da oposição sairam fortalecidos para 2024. O vereador Erick Diniz junto com Dr. Vital, e o grupo do ex-prefeito e deputado Rogério Leão. Ele pode sair ainda mais fortalecido se confirmada a vitória de Marília Arraes no segundo turno.

Tuparetama: Secretários participaram de Congresso da AMUPE

Por Fábio Rocha – ASCOM Os secretários de Tuparetama, Edione Feitosa da Educação, e Fernando Marques de Cultura, Esportes e Turismo, estiveram representando a cidade no 4º Congresso Pernambucano de Municípios, da AMUPE. Edione participou da oficina sobre Federalismo e os Obstáculos ao Direito à Educação Básica. Fernando participou da oficina sobre A Política de […]

Fernando Marques

Por Fábio Rocha – ASCOM

Os secretários de Tuparetama, Edione Feitosa da Educação, e Fernando Marques de Cultura, Esportes e Turismo, estiveram representando a cidade no 4º Congresso Pernambucano de Municípios, da AMUPE.

Edione participou da oficina sobre Federalismo e os Obstáculos ao Direito à Educação Básica. Fernando participou da oficina sobre A Política de Cultura: Um desafio para os Municípios. Este congresso aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco nos dias 25, 26 e 27 de julho de 2017.

A oficina que Edione participou teve três palestras, com a consultora em Educação da Confederação Nacional dos Municípios, Mariza Abreu – falando sobre transporte e merenda escolar,  Drª Márcia Ângela da Silva Aguiar, membro do Fórum Nacional de Educação, que abordou o direito, o financiamento, o acesso e qualidade à educação e a valorização profissional e com Frederico Amâncio, secretário de Educação de Pernambuco, sobre rateio de custos.

Para Edione, a palestra de Frederico foi muito importante para o momento, pois abordou o fato do governo federal investir hoje muito mais em programas do que em políticas de educação. “O ideal deveria ser o contrário. Pois os programas podem acabar ou mudarem ao fim de cada governo e as políticas de educação não permitiriam esta mudança”, disse Edione. A secretária ressaltou ainda a palestra da Drª Márcia Ângela que apresentou o fato do Governo Federal gastar mais na educação superior do que na educação básica.

A oficina que Fernando Marques participou teve a coordenação do poeta repentista e prefeito da cidade de Tabira, Sebastião Dias. O tema A Política de Cultura: Um desafio para os Municípios foi debatido por Marcelino Granja, Secretário de Cultura de Pernambuco, Paula de Renor, membro do Conselho Estadual de Cultura e Débora Albuquerque, secretária Executiva de Cidadania e Diversidade Cultural do MINC.

Segundo Fernando, Sebastião abordou duas questões importantes para Tuparetama e os demais município. A primeira questão foi sobre a dificuldade que os municípios têm de conseguir financiamento do governo do estado para a cultura. A segunda questão trata do fato das festas populares estarem esquecendo a participação do cantor local e estarem contratando cantores de fora da região.

“A palestra de Marcelino foi significativa também para nós realizadores da cultura local. Pois apresentou ações de desenvolvimento e fortalecimento das artes no Estado que podem melhorar esta relação de financiamento da cultura dos municípios”, disse Fernando.

“Não dá para tomar uma decisão sem dialogar”, diz Carlos Veras

Em meio às divergências internas sobre a candidatura de Marília Arraes no Recife, o deputado federal Carlos Veras (PT) comentou sobre o assunto, em entrevista à Rádio Folha (FM 96,7), nesta sexta-feira (31). “Eu não vejo um projeto da Marília. Não podemos ter um projeto individual, precisamos de um projeto partidário”, afirmou. Segundo o parlamentar, […]

Foto: Germano Rodrigues

Em meio às divergências internas sobre a candidatura de Marília Arraes no Recife, o deputado federal Carlos Veras (PT) comentou sobre o assunto, em entrevista à Rádio Folha (FM 96,7), nesta sexta-feira (31). “Eu não vejo um projeto da Marília. Não podemos ter um projeto individual, precisamos de um projeto partidário”, afirmou.

Segundo o parlamentar, a decisão deve respeitar as instâncias no Recife e no diretório estadual e deve ser feita depois de muito diálogo. Ele disse, no em tanto, que a exemplo de 2018, quando defendia a candidatura de Marília ao Governo do Estado e respeitou a decisão da executiva nacional, vai acatar o que foi decidido.

“Vou estar do lado do PT, do meu partido. Esse é um debate que vamos fazer nas instâncias: municipal, estadual e nacional para construir o que for melhor para o povo de Recife e de Pernambuco”, disse.

Na entrevista ele evitou dizer sua posição pessoal sobre a candidatura de Marília. “Nosso mandato é um mandato popular. A posição individual de Carlos Veras não pode se sobrepor”, ponderou.

Veras cobrou de seus colegas de partido que as discussões internas não sejam feitas por meio da imprensa, para preservar a unidade. “O PT sairá unido ou não na campanha de 2020? Esse é um debate que precisamos fazer internamente e falar menos na imprensa”, comentou.

Carlos Veras discorda do termo usado para definir a decisão do PT em 2018. “Marília não foi rifada, não aceitamos esse termo pejorativo. Houve uma decisão nacional sobre o que era o melhor caminho. Isso faz parte da construção partidária. Marília era vereadora, não foi candidata a governadora, mas saiu como a deputada mais votada do PT. Ela saiu grande desse processo”, avaliou, criticando a cobertura de setores da imprensa sobre a disputa no PT.

“Eu não aceito que fiquem me jogando contra a deputada Marília Arraes ou contra o senador Humberto Costa. Internamente vamos fazer esse debate para construir o melhor para o PT”, frisou.

“A gente tem que se preocupar mais com os direitos da classe trabalhadora que estão sendo atacados e destruídos. Somos o partido que mais faz esse debate interno. O que eu tenho pedido aos meus companheiros e companheiras do partido é que precisamos debater sobre as decisões tomadas. Não dá para tomar uma decisão sem dialogar”, concluiu.

Miguel Coelho ironiza Plano Retomada do Governo do Estado

Pré-candidato ao governo de Pernambuco pelo União Brasil, Miguel Coelho ironizou o “Plano Retomada” através de uma peça audiovisual publicada em seu instagram na noite desta quarta-feira (6). No material, Miguel expõe a situação em que o estado se encontra, através de dados e estatísticas, distanciando o “floreado” divulgado pelo Governo Paulo Câmara da realidade […]

Pré-candidato ao governo de Pernambuco pelo União Brasil, Miguel Coelho ironizou o “Plano Retomada” através de uma peça audiovisual publicada em seu instagram na noite desta quarta-feira (6).

No material, Miguel expõe a situação em que o estado se encontra, através de dados e estatísticas, distanciando o “floreado” divulgado pelo Governo Paulo Câmara da realidade das ruas.

De acordo com Miguel, ao fim do primeiro trimestre de 2022, Pernambuco tinha 17% de sua população desempregada segundo o IBGE. O índice coloca o estado na segunda pior posição do país, atrás somente da Bahia. Os dados divulgados apontam que aproximadamente 724 mil pessoas estavam à procura de vagas no último levantamento.

O desemprego abre margem para outro péssimo índice: o Grande Recife detém o título de metrópole onde os mais pobres têm o pior rendimento nacional, segundo o Observatório das Metrópoles. O levantamento, realizado no quarto trimestre de 2021, demonstra que Pernambuco possui a parcela mais pobre da população em extrema vulnerabilidade.

Outro cenário alarmante apontado por Miguel Coelho é o da violência no estado. Pernambuco teve, no primeiro trimestre de 2022 uma alta de 16,5% no número de assassinatos em comparação ao mesmo período de 2021. “Os pernambucanos estão, em grande parte, desempregados, mais pobres e vulneráveis à criminalidade”, resume o pré-candidato.

O pré-candidato aponta que grandes promessas do “Plano Retomada”, as obras de infraestrutura e estradas se encontram abandonadas por todos os recantos do estado. De acordo com o relatório 2021 do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), são mais de 500 obras paradas aguardando conclusão. Já a Pesquisa Rodoviária da Confederação Nacional de Transportes (CNT) 2021 apontou que três das dez piores rodovias do Brasil se encontram em Pernambuco.

Outro golpe fatal, segundo Miguel, veio em relação aos investimentos privados. O Banco Mundial considerou Pernambuco o pior estado do Brasil para se fazer negócios em 2021. Com um acumulado tão vasto de índices negativos, Miguel Coelho considera “no mínimo, irônico o conceito de ‘retomada’ adotado por Paulo Câmara.”