A Câmara de Vereadores de Serra Talhada realizou nesta quarta-feira (13) a solenidade de posse do suplente Pessival Gomes (PP).
Pessival é uma das principais lideranças políticas do Distrito de Tauapiranga e obteve 891 votos nas Eleições 2020, ficando na segunda suplência. “Vamos seguir firmes na luta pelo povo de Serra Talhada e região”, afirmou Pessival, que é conhecido como o “trator de Tauapiranga”.
Ele ocupa a vaga deixada pelo primeiro suplente Nailson Gomes, que havia sido empossado há poucas semanas, após a morte do vereador governista Zé Dida Gaia.
Nailson Gomes se licenciou do Legislativo para voltar a comandar a Secretaria de Esporte e Lazer da gestão Márcia Conrado. Ele retornará à Câmara no final deste ano.
A sessão solene foi presidida pelo vereador Ronaldo de Dja, e contou com a presença da prefeita Márcia Conrado e do ex-prefeito Luciano Duque, além de diversas autoridades e lideranças políticas.
Por Anchieta Santos Fazendo uso da Tribuna da Câmara ontem, Zé de Bira anunciou a criação de uma Comissão de vereadores para ir a Brasília em busca de recursos para a construção de obras na Cidade das Tradições. Entre eles o Parque da Feira do Gado e o Estádio de Futebol. Edmundo Barros citou a […]
Fazendo uso da Tribuna da Câmara ontem, Zé de Bira anunciou a criação de uma Comissão de vereadores para ir a Brasília em busca de recursos para a construção de obras na Cidade das Tradições. Entre eles o Parque da Feira do Gado e o Estádio de Futebol.
Edmundo Barros citou a importância de procurar em Brasília os senadores Humberto Costa e Fernando Bezerra Coelho e o Ministro do Planejamento Armando Monteiro.
Por contenção de despesa, o Presidente da Câmara Marcos Crente defendeu que a Comissão seja composta por dois vereadores, um de situação e outro de oposição. Na oportunidade serão contactados os federais Tadeu Alencar, Gonzaga Patriota e Ricardo Teobaldo.
Vereadores reclamam de Prefeitura: o prazo para o executivo tabirense cumprir a determinação judicial de 72 horas no fornecimento de documentação sobre os convênios, solicitada pela Comissão Parlamentar de Investigação da Câmara de vereadores acabou.
Durante a sessão de ontem os vereadores de oposição Aldo Santana e Djalma das Almofadas comunicaram que o prazo terminou no sábado ás 10h da manhã e os documentos não chegaram ao poder legislativo.
O governador Paulo Câmara esteve em Tamandaré para inaugurar as obras de requalificação do Forte Santo Inácio de – Patrimônio Cultural do Estado de Pernambuco. A restauração do equipamento promete gerar emprego e renda para a população da região. Ao todo, foram investidos R$ 9,7 milhões nas obras – realizadas pelo Programa de Desenvolvimento do […]
O governador Paulo Câmara esteve em Tamandaré para inaugurar as obras de requalificação do Forte Santo Inácio de – Patrimônio Cultural do Estado de Pernambuco.
A restauração do equipamento promete gerar emprego e renda para a população da região. Ao todo, foram investidos R$ 9,7 milhões nas obras – realizadas pelo Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
Na ocasião, o chefe do Executivo estadual também realizou a primeira ação de regularização fundiária do Litoral Sul, com a entrega de 135 escrituras de propriedades à comunidade Tamandaré Centro.
O prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker, agradeceu o empenho em investir no Turismo da região, pontuando que o esforço nesse sentido continuará. “Gostaria de agradecer toda a dedicação por Tamandaré. E quero afirmar ao povo que o investimento nesse setor não vai parar. Estamos com planejamentos na área para trazer novos investimentos e gerar mais emprego e renda para a população”, afirmou.
Patrimônio Cultural do Estado de Pernambuco, o Forte Santo Inácio de Loyola – único forte pernambucano fora da área metropolitana do Recife, com exceção do Forte de Fernando de Noronha – recebeu diversos reparos. Entre eles, revestimento do teto, passando por climatização e impermeabilizações, urbanismo e tratamento paisagístico.
A área interna do equipamento foi transformada em um museu histórico e, agora, é possível visualizar arquivos arqueológicos e artefatos. Para a auxiliar de serviços gerais Marta Verônica, de 51 anos, que nasceu em Tamandaré, a restauração do forte é a realização de um sonho antigo. “Moro aqui desde que nasci, então, sei como ele era antes. Agora, vai ser ótimo porque vai aumentar o turismo da região. Estou orgulhosa e feliz por ver esse sonho sendo realizado”, comemorou.
Acompanharam o governador o secretário Alexandre Valença (Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação); os secretários-executivos André Campos (Articulação Parlamentar da Casa Civil) e Manuela Marinho (Prodetur); o deputado federal Danilo Cabral; e os deputados estaduais Aluísio Lessa e Clodoaldo Magalhães.
A Secretaria de Turismo e Eventos de Flores divulgou na noite desta terça-feira (31) a programação oficial das festividades juninas do município, o São João das Tradições. O lançamento da programação aconteceu na quadra de esportes da Academia das Cidades, com apresentações musicais dos artistas florenses Marcelo Vieira e Luizinho dos teclados. A programação do São João das […]
A Secretaria de Turismo e Eventos de Flores divulgou na noite desta terça-feira (31) a programação oficial das festividades juninas do município, o São João das Tradições.
O lançamento da programação aconteceu na quadra de esportes da Academia das Cidades, com apresentações musicais dos artistas florenses Marcelo Vieira e Luizinho dos teclados.
A programação do São João das Tradições acontece de 11 a 29 de junho, com o apoio da Empetur e Governo de Pernambuco. O valor total da premiação soma R$ 10.800,00 (dez mil e oitocentos) e cada participante receberá R$ 100 por participação. A inscrições já podem ser realizadas na Secretaria Municipal de Agricultura.
Durante o lançamento, a secretária Lucila Santana explicou que após dois anos sem festividades, em virtude da Covid-19, o evento contará com apresentações musicais e atividades culturais durante todo o período junino, culminando com o maior Festival do Carro de Boi do Brasil, que nesta edição vai premiar os 10 (dez) primeiros carreiros.
Por Heitor Scalambrini Costa O Brasil é o segundo país com a maior cobertura vegetal do mundo (o primeiro é a Rússia), e está entre os cinco países que mais emitem gases de efeito estufa. O desmatamento está reduzindo de forma significativa a cobertura vegetal em todos os biomas do território nacional, o que acentua […]
O Brasil é o segundo país com a maior cobertura vegetal do mundo (o primeiro é a Rússia), e está entre os cinco países que mais emitem gases de efeito estufa. O desmatamento está reduzindo de forma significativa a cobertura vegetal em todos os biomas do território nacional, o que acentua o risco de eventos climáticos extremos. Estima-se em torno de 20 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa desmatada por ano, em consequência de derrubadas e incêndios, na grande maioria ilegais. O que torna o desmatamento no país a principal causa das emissões de gases de efeito estufa.
O desmatamento ocorre principalmente na agropecuária. Contudo, a construção de estradas, hidrelétricas, mineração, produção de energia, e o processo intensivo de urbanização, têm contribuído significativamente para a redução das matas. Esse processo acarreta vários fatores negativos ao meio ambiente (e as pessoas, certamente), entre eles se destacam: emissão de gás carbônico na atmosfera, alterações climáticas, perda da biodiversidade, empobrecimento do solo, erosão, desertificação, entre outros.
O que tem chamado atenção nos últimos 10 anos, é o aumento da contribuição ao desmatamento, pelos “negócios do vento” (e se inicia também nesta trágica trajetória, as mega usinas solares fotovoltaicas). Grandes complexos eólicos têm se instalado no Nordeste, em áreas do interior (mas também em áreas litorâneas), onde predomina a vegetação do tipo caatinga, único bioma 100% brasileiro, ocupando cerca de 10% do território nacional e 70% da região Nordeste.
Conforme cálculos do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE), a Caatinga teve sua vegetação reduzida pela metade devido ao desmatamento. São aproximadamente 500 mil hectares devastados por ano, principalmente para produzir energia, criação de animais, entre outras atividades. E agora, os complexos eólicos, com a instalação desenfreada, sem regulamentação, e com a conivência de órgãos públicos que deveriam cuidar deste bioma.
Hoje, através de estudos técnicos-científicos, é possível identificar inúmeros impactos causados pela modalidade de produzir energia elétrica em larga escala, através do conceito de produção “centralizada”, cujos beneficiários são aqueles que literalmente exploram este bem natural, os ventos. Na concepção capitalista prevalece o lucro em primeiro lugar, sem a preocupação com a preservação e proteção da natureza, deixando como herança os malefícios provocados, não só para as populações locais, mas para todo o planeta.
O que chama a atenção é o discurso e ações contraditórias e ambíguas dos governos estaduais nordestinos em relação à emergência climática em curso (a responsabilidade do atual desgoverno federal nem se fala, já que é anti-ambiental, ecocida). Ao mesmo tempo que discursam em prol da descarbonização, promovendo a expansão das fontes renováveis em seus territórios, estes governos se curvam às exigências dos grandes empreendimentos. Flexibilizam a legislação ambiental, omitem na fiscalização, permitindo assim que os complexos eólicos sacrifiquem áreas de preservação, as serras, os brejos de altitude, os fundos e fechos de pasto, territórios onde vivem as populações originárias (índios, quilombolas), e a própria agricultura familiar com a neo-expropriação (http://cersa.org.br/destaque/negocios-do-vento-arrendamento-ou-expropriacao-de-terra/) de terras para a instalação dos equipamentos desta atividade econômica, excludente, concentradora de renda e predatória.
A contribuição ao desmatamento da Caatinga pelos “negócios do vento”, com um modelo de negócio sem compromisso com a vida das pessoas e com a natureza, deve ser motivo de uma ampla discussão na sociedade.
O enfrentamento da crise climática exige mais fontes renováveis de energia (sol, vento, água, biomassa) para uma matriz energética sustentável, justa e inclusiva. Mas a opção adotada, levando em conta mega projetos eólicos, é contrário ao que a ciência propaga, sobre a gravíssima situação que se encontra o planeta Terra, devido às escolhas humanas erradas, em relação à produção e consumo.
A insanidade dos tomadores de decisão na área de energia tem que ser combatida e contida, com informação, transparência e participação, com a democratização no processo de escolhas das políticas energéticas. E não pela ação dos lobistas que “capturam” os órgãos públicos para seus fins, sem se importar com a população e a natureza.
O deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) aproveitou a agenda do presidente da República Michel Temer (PMDB) pelo Sertão de Pernambuco, na última segunda-feira (31), para agendar uma audiência sobre o Projeto de Lei 6569/13, de sua autoria, que trata da interligação do Rio Tocantins ao Rio São Francisco. Segundo o parlamentar, o encontro deve acontecer logo após […]
O deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) aproveitou a agenda do presidente da República Michel Temer (PMDB) pelo Sertão de Pernambuco, na última segunda-feira (31), para agendar uma audiência sobre o Projeto de Lei 6569/13, de sua autoria, que trata da interligação do Rio Tocantins ao Rio São Francisco.
Segundo o parlamentar, o encontro deve acontecer logo após as comissões serem definidas na Câmara, no início do mês de março. “A Transposição do Rio São Francisco segue avançando e é preciso regularizar a oferta de água no curso do Velho Chico. Com essa obra, poderemos regularizar o nível da barragem de Sobradinho, no Estado da Bahia – hoje com 10,4% de sua capacidade – e, tornar possível atender, também, as crescentes demandas à jusante, principalmente as usinas hidrelétricas”, explicou Patriota.
O projeto propõe, além da interligação hidroviária, a transposição de água do rio Tocantins, com ponto de captação na margem direita, ao sul da cidade de Porto Nacional, no Estado do Tocantins, para o rio São Francisco. “A ideia é exigir a menor intervenção possível de obras de engenharia e, consequentemente, reduzindo os custos do projeto”, adicionou o parlamentar.
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