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Segunda Câmara julga irregular gestão fiscal da prefeitura de Tacaimbó

Por Nill Júnior

A gestão fiscal do município de Tacaimbó, relativa ao segundo quadrimestre de 2014, cuja responsabilidade é da ex-prefeita Sandra  Aragão, foi considerada irregular pela Segunda Câmara, com aplicação de multa no valor de R$ 12.000,00. O julgamento do processo TC n° 1740000-4 teve como relator o conselheiro Marcos Loreto.

De acordo com Relatório de Auditoria da Inspetoria Regional de Bezerros, desde o 1° quadrimestre de 2013, a prefeitura de Tacaimbó extrapolou o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para gastos com pessoal do Poder Executivo Municipal (54% da Receita Corrente Líquida do município), e manteve-se em desconformidade com a legislação fiscal nos períodos subsequentes. Em 2014, o comprometimento da Receita Corrente Líquida da prefeitura atingiu 61,20% no primeiro quadrimestre, 58.02% no segundo e 57,02% no terceiro.

A defesa apresentada pela gestora não foi suficiente para afastar a irregularidade, uma vez que não foi demonstrado a adoção de medidas efetivas e tempestivas para eliminar o excedente sob sua gestão no segundo quadrimestre, configurando a prática de infração administrativa prevista na Lei de Crimes Fiscais (Lei Federal nº 10.028/2000), em razão de descumprimento da LRF (Lei Complementar Federal nº 101/2000).

O Ministério Público de Contas foi representado na Sessão da Câmara, realizada na terça-feira (16), pela procuradora Germana Laureano.

Outras Notícias

Licença de Zambelli termina, e deputada deve começar a levar faltas

A deputada Carla Zambelli (PL-SP) deve começar a receber falta nas sessões da Câmara dos Deputados a partir desta semana. Presa há mais de dois meses no Complexo Penitenciário de Rebibbia, na Itália, a parlamentar estava licenciada do mandato desde o início de junho. O afastamento durou 127 dias — sendo 120 dias por “interesse […]

A deputada Carla Zambelli (PL-SP) deve começar a receber falta nas sessões da Câmara dos Deputados a partir desta semana. Presa há mais de dois meses no Complexo Penitenciário de Rebibbia, na Itália, a parlamentar estava licenciada do mandato desde o início de junho.

O afastamento durou 127 dias — sendo 120 dias por “interesse particular” e outros sete dias para tratamento de saúde. Com o fim da licença, Zambelli volta a constar como titular de mandato e, portanto, sujeita às regras de presença da Casa.

Zambelli fugiu do Brasil após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invasão hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CN).

Pelas normas internas, deputados que faltarem a mais de um terço das sessões ordinárias ao longo de um ano legislativo podem perder o mandato, caso as ausências não sejam justificadas. A Câmara costuma realizar de duas a três sessões ordinárias por semana, o que deixa a margem de faltas permitidas em torno de 30 a 35 sessões por ano.

Paralelamente, Zambelli enfrenta um processo que pode levar à cassação do mandato na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O caso está sob relatoria do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que deve apresentar parecer nas próximas etapas.

O pedido de cassação foi motivado pela condenação no STF. A análise política, porém, depende do envio completo dos autos do processo judicial para a CCJ. Só então o relator poderá formalizar um parecer recomendando, ou não, a perda do mandato.

A decisão final caberá ao plenário da Câmara, após a conclusão da análise na comissão. Nos bastidores, parlamentares avaliam que o caso pode abrir precedente relevante sobre os efeitos de condenações criminais na manutenção de mandatos eletivos, tema em alta no debate político nacional. As informações são do g1.

Ministério e CGU lançam guia para municípios ampliarem transparência

Numa ação preventiva de apoio às prefeituras de todo o país, o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) lançou três publicações direcionadas ao aprimoramento da gestão de recursos federais. A iniciativa destina-se a ampliar a transparência e a prevenção à corrupção nos municípios brasileiros. Intitulada Coleção Município Transparente (clique para baixar), a […]

Numa ação preventiva de apoio às prefeituras de todo o país, o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) lançou três publicações direcionadas ao aprimoramento da gestão de recursos federais.

A iniciativa destina-se a ampliar a transparência e a prevenção à corrupção nos municípios brasileiros. Intitulada Coleção Município Transparente (clique para baixar), a série é composta por três guias, em formato digital, nas áreas de Corregedoria, Ouvidoria, e Lei Anticorrupção e Integridade.

Confira os títulos das publicações:

– Como Fortalecer sua Gestão – Lei Anticorrupção e Programa de Integridade
– 7 Passos para Criar uma Ouvidoria no meu Município
– Como Implementar uma Corregedoria em Municípios (com as versões completa, intermediária e simplificada, de acordo com o porte econômico e a complexidade administrativa local)

Os guias fazem parte de um projeto mais amplo, já em execução pelo Ministério, chamado Município Transparente. Em fevereiro, a Pasta reuniu cerca de 5,5 mil pessoas – entre prefeitos e gestores municipais – em evento de capacitação promovido nos 26 estados.

“Temos compartilhado informações e conhecimentos com as prefeituras de forma preventiva. Assumimos o compromisso de ajudar no aperfeiçoamento legal das gestões municipais e na otimização da aplicação de recursos públicos federais”, destaca ministro da Transparência, Torquato Jardim.

A agenda contempla acordos assumidos pelo Brasil com entidades internacionais, como ONU e OCDE, para prevenção e combate à corrupção e ampliação da transparência na gestão de recursos públicos. O lançamento aconteceu durante participação do ministro na  XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, na última quinta-feira (18). Jardim falou durante o painel “Integração dos sistemas de controle e governança”. A coleção foi enviada a prefeitos e prefeituras de todo o país.

Internauta Repórter: trezentas famílias sem água encanada em Serra Talhada

O Bairro Tancredo Neves, em Serra Talhada, é o retrato do abandono. Também  conhecido por Jardim das Oliveiras, o loteamento fica situado próximo ao Motel  Só Love,  logo na entrada da Capital do Xaxado. “Pago meu IPTU como todos que ali moram mas não temos infra-estrutura. Queríamos água pra nosso bairro. São mas de 300 […]

DSC_0000068O Bairro Tancredo Neves, em Serra Talhada, é o retrato do abandono. Também  conhecido por Jardim das Oliveiras, o loteamento fica situado próximo ao Motel  Só Love,  logo na entrada da Capital do Xaxado.

“Pago meu IPTU como todos que ali moram mas não temos infra-estrutura. Queríamos água pra nosso bairro. São mas de 300 casas construídas e muitas outras em construção”, relata a Internauta Repórter Priscila Queiroz.

A água na área era distribuída por um morador que cobrava R$ 50 reais por casa. “Mas foram feitos estudos e descobriram que a água está contaminada. Esta semana ele anunciou a todos os moradores que não iria mais poder fazer a distribuição da água por medo de ser multado”.

São muitas famílias, inclusive crianças em dificuldade. Moradores lamentam o fato de que uma tubulação da Compesa passa debaixo de uma ponte ao lado da comunidade. Da mesma forma, vêem a tubulação da Adutora do Pajeú ao lado.

Na Compesa, segundo ela,   eles dizem que e informação de que é a prefeitura que tem que resolver e fazer a liberação. “Vamos na prefeitura e lá dizem que e a Compesa que é responsável neste jogo de empurra-empurra”, reclama.

Chuvas: Brejinho, Itapetim e São José do Egito juntos registraram 141mm

Durante a madrugada da quarta-feira (6) choveu bem na cabeça do Pajeú. Em São José do Egito choveu 52mm, Itapetim 15mm e Brejinho 74mm. A chuva foi fina, mas constante, o que contribuiu para que o clima nestas cidades ficassem mais ameno. De acordo com o Instituto Clima Tempo a probabilidade de chover nesta quinta-feira […]

chuva4Durante a madrugada da quarta-feira (6) choveu bem na cabeça do Pajeú. Em São José do Egito choveu 52mm, Itapetim 15mm e Brejinho 74mm. A chuva foi fina, mas constante, o que contribuiu para que o clima nestas cidades ficassem mais ameno.

De acordo com o Instituto Clima Tempo a probabilidade de chover nesta quinta-feira é de 80%, para a região do Pajeú, onde desde 2014 tem sido registrado um baixo índice de precipitações, o que causou colapso no abastecimento de água de algumas cidades como: São José do Egito, Tuparetama, Ingazeira, Iguaraci e Itapetim sendo este o que registrou as menores precipitações.

Dólar supera R$ 3,75 com preocupação fiscal, no maior valor desde 2002

Do JC Online O dólar voltou a subir em relação ao real nesta quarta-feira (2) com investidores preocupados com a situação fiscal do país. Às 11h45 (de Brasília), o dólar à vista, referência no mercado financeiro, tinha valorização de 2,12% sobre o real, cotado em R$ 3,753 na venda -renovando, por ora, a maior cotação […]

Dólar comercial avançava 1,79%, para R$ 3,752. Também é, por enquanto, o maior valor da moeda desde dezembro de 2002
Dólar comercial avançava 1,79%, para R$ 3,752. Também é, por enquanto, o maior valor da moeda desde dezembro de 2002

Do JC Online

O dólar voltou a subir em relação ao real nesta quarta-feira (2) com investidores preocupados com a situação fiscal do país. Às 11h45 (de Brasília), o dólar à vista, referência no mercado financeiro, tinha valorização de 2,12% sobre o real, cotado em R$ 3,753 na venda -renovando, por ora, a maior cotação desde 12 de dezembro de 2002, quando valia R$ 3,791 (ou R$ 6,23 hoje, após correção inflacionária).

Já o dólar comercial, utilizado em transações de comércio exterior, avançava 1,79%, para R$ 3,752. Este também é, por enquanto, o maior valor da moeda desde dezembro de 2002. Mais cedo nesta sessão, a divisa atingiu a máxima de R$ 3,756.

Bolsa

Depois de ter começado o dia com alta de mais de 1%, o principal índice da Bolsa brasileira amenizou o ganho no final da manhã desta quarta-feira. Às 11h45, o Ibovespa tinha ligeira valorização de 0,09%, para 45.518 pontos. O volume financeiro girava em torno de R$ 1,4 bilhão. Mais cedo, o índice chegou a subir 1,61%.