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Secretário Edgley festeja parceria como responsável pelo sucesso do carnaval de Tabira

Por Nill Júnior

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por Anchieta Santos

Boas atrações, ótima decoração e muita animação do publico formaram a receita do sucesso do Carnaval de Tabira em 2014, foi a definição do Secretário de Cultura Edgley Freitas.

Falando a Rádio Cidade FM ontem, Edgley festejou a aprovação do carnaval da Cidade das Tradições pelos participantes. O secretário disse ainda não ter ideia do que foi gasto pelo município na festa, mas reconheceu o sucesso dos Mascarados e disse que o desfile das virgens precisa ser repensado, pois caiu muito de qualidade este ano.

Edgley ressaltou que o sucesso da festa de momo se deve a parceria da Prefeitura de Tabira com o Governo do Estado através da Empetur, deputados Antonio Moraes, Augusto Cesar, Skol e até dos blocos que pagaram algumas atrações.

Outras Notícias

Com deficit de R$ 27 milhões e querendo fazer festa: TCE impõe freio a Rorró Maniçoba

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou, em decisão cautelar, que a Prefeitura de Floresta suspenda despesas com festas, shows e contratação de estruturas para eventos até o fim de 2026. A medida atinge a gestão da prefeita Rorró Maniçoba (PP). A decisão monocrática foi assinada pelo conselheiro Dirceu Rodolfo, com base […]

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou, em decisão cautelar, que a Prefeitura de Floresta suspenda despesas com festas, shows e contratação de estruturas para eventos até o fim de 2026. A medida atinge a gestão da prefeita Rorró Maniçoba (PP).

A decisão monocrática foi assinada pelo conselheiro Dirceu Rodolfo, com base em relatório de auditoria que apontou desequilíbrio fiscal nas contas do município. Segundo o TCE, Floresta encerrou o exercício de 2025 com disponibilidade de caixa negativa superior a R$ 27 milhões.

O órgão também apontou pendências em obrigações consideradas essenciais, como atraso no pagamento de salários e ausência de repasse de mais de R$ 23 milhões ao instituto de previdência própria do município, o Floresta Prev.

Ainda de acordo com o relatório, foram identificadas retenções de empréstimos consignados de servidores sem o devido repasse às instituições bancárias. Apesar do cenário fiscal, a gestão municipal mantinha previsão de gastos de R$ 2,3 milhões com festividades e havia iniciado uma licitação de R$ 2,5 milhões para montagem de palcos e iluminação.

Na defesa apresentada ao Tribunal, a Prefeitura de Floresta argumentou que os eventos culturais possuem dotação orçamentária própria e contribuem para movimentar a economia local. A administração também informou ter adotado medidas de contingenciamento e encaminhado projeto de lei para parcelamento de débitos.

O relator, no entanto, rejeitou os argumentos, afirmando haver risco de utilização inadequada de recursos públicos em prejuízo de despesas prioritárias. A prefeita terá prazo de 30 dias para apresentar um plano de ação voltado à regularização das dívidas do município.

A decisão cautelar ainda será analisada pela Primeira Câmara do TCE-PE, cabendo recurso ao plenário da Corte.

Fim da taxa das blusinhas não é bem recebida no Pólo de Confecções

A assinatura de uma Medida Provisória (MP) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 12 de maio de 2026, que extingue a cobrança de 20% do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50 (a chamada “Taxa das Blusinhas”), gerou forte reação no Polo de Confecções do Agreste, especialmente em Santa Cruz do […]

A assinatura de uma Medida Provisória (MP) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 12 de maio de 2026, que extingue a cobrança de 20% do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50 (a chamada “Taxa das Blusinhas”), gerou forte reação no Polo de Confecções do Agreste, especialmente em Santa Cruz do Capibaribe.

Lideranças políticas e empresariais de Santa Cruz do Capibaribe e região consideram a medida um “retrocesso”, argumentando que ela retira a taxa sem ouvir o setor, favorecendo produtos importados (principalmente da China) e prejudicando a produção local.

O setor, que produz mais de 800 milhões de peças anualmente e sustenta milhares de costureiras e trabalhadores, teme a perda de competitividade e a queda na produção. O deputado estadual e ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira, criticou duramente o fim da taxação e protocolou uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Alepe, marcada para 26 de maio, para discutir os impactos.

Santa Cruz do Capibaribe, um dos maiores polos de confecção do Brasil, vinha se fortalecendo com a taxa sobre importados, que aumentou os custos de plataformas estrangeiras (Shein, Shopee) e incentivou compradores a buscarem o produto nacional, especialmente no Moda Center.

Além da peça pronta, há temor sobre a importação de malhas da China, matéria-prima usada pelas indústrias locais. O fim da “taxa das blusinhas” é visto por representantes da indústria local como uma concorrência desleal, pois os produtos importados muitas vezes não possuem a mesma carga tributária dos produtos nacionais.

Gestão discute plano de segurança para Festa das Rosas

O prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro, esteve presente na apresentação do Plano Integrado de Segurança para a 75ª Festa das Rosas aos representantes de todos os órgãos envolvidos, pela Secretária de Turismo, Eventos e de Governo, Lucila Santana. “Para este ano, preparamos uma estrutura robusta que inclui mais de 120 seguranças privados por dia e […]

O prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro, esteve presente na apresentação do Plano Integrado de Segurança para a 75ª Festa das Rosas aos representantes de todos os órgãos envolvidos, pela Secretária de Turismo, Eventos e de Governo, Lucila Santana.

“Para este ano, preparamos uma estrutura robusta que inclui mais de 120 seguranças privados por dia e um sistema de videomonitoramento com mais de 270 câmeras integradas. O esquema conta ainda com a presença essencial da Polícia Militar e da Polícia Civil, além de bombeiros civis, ambulâncias e equipes de atendimento de emergência de prontidão. A atuação conjunta também envolve o Conselho Tutelar e a Vigilância Sanitária, assegurando que cada detalhe do evento seja seguro, organizado e saudável”, disse o prefeito.

A festividade acontecerá em dois momentos distintos durante o mês de maio, contemplando a Sede e o Distrito de Fátima. A abertura das celebrações será realizada no Pátio de Eventos, na sede do município, nos dias 14 e 15 de maio. O palco principal recebe o rapper Hungria e o cantor Litto Lins na primeira noite.

No dia seguinte, as apresentações ficam por conta de Mano Walter e da dupla Kelly Freitas e Wilton Bello. A estrutura estará preparada para receber um grande público e oferecer total segurança aos visitantes.

A programação continua nos dias 30 e 31 de maio no Distrito de Fátima. O cronograma inclui shows de André Love e Dema da Sanfona no penúltimo dia do mês. O encerramento da edição histórica será marcado pelo romantismo da banda Desejo de Menina e pela energia de Pedrinho Pegação no dia 31. A descentralização da festa garante que diferentes localidades do município participem ativamente das comemorações.

A Festa das Rosas consolida o calendário cultural de Flores e atrai turistas de toda a região. O evento movimenta a economia local e gera oportunidades importantes para o setor de serviços e comércio. A iniciativa tem o apoio estratégico da Secretaria Municipal de Turismo e Eventos, Empetur, Fundarpe e Governo de Pernambuco, reforçando o compromisso com a valorização das tradições do sertão.

Batalhão de Policiamento Ambiental atua na prevenção e repressão a crimes ambientais em Pernambuco

Unidade da Polícia Militar realizou 773 acionamentos e resgatou 3.514 animais silvestres nos últimos 12 meses O trabalho de proteção ao meio ambiente em Pernambuco ganhou um novo patamar com a criação do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), unidade especializada da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) voltada ao enfrentamento dos crimes ambientais e à preservação […]

Unidade da Polícia Militar realizou 773 acionamentos e resgatou 3.514 animais silvestres nos últimos 12 meses

O trabalho de proteção ao meio ambiente em Pernambuco ganhou um novo patamar com a criação do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), unidade especializada da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) voltada ao enfrentamento dos crimes ambientais e à preservação dos biomas presentes no Estado. Vinculado à Secretaria de Defesa Social (SDS), o Batalhão atua de forma permanente em ações preventivas, fiscalizações e operações repressivas relacionadas a infrações contra os recursos naturais do Estado.

A rotina operacional do BPA envolve desde o combate ao desmatamento ilegal, queimadas irregulares, mineração clandestina e tráfico de animais silvestres até o policiamento ostensivo em unidades de conservação e áreas de interesse ambiental. O trabalho também alcança regiões de difícil acesso, como áreas de Caatinga, Mata Atlântica e zonas rurais remotas. Além disso, a responsabilidade das equipes se estende ao arquipélago de Fernando de Noronha, onde o policiamento ambiental possui características específicas em razão da sensibilidade ecológica da região e dos desafios logísticos envolvidos nas operações insulares.

Outro eixo importante da atuação da unidade está no atendimento de denúncias e no apoio técnico-operacional a instituições como IBAMA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), Ministério Público de Pernambuco e secretarias municipais de Meio Ambiente. As operações conjuntas fortalecem a fiscalização ambiental e ampliam a capacidade de resposta diante de crimes que impactam diretamente os ecossistemas pernambucanos.

Além da fiscalização, o Batalhão desempenha um papel fundamental no resgate e na proteção da fauna silvestre. Durante períodos de chuvas intensas, por exemplo, as equipes intensificam o atendimento a ocorrências envolvendo animais deslocados de seus habitats naturais, frequentemente encontrados em residências, escolas, vias públicas e espaços urbanos. Ainda assim, esse tipo de atuação ocorre durante todo o ano. Nos últimos 12 meses, o BPA contabilizou 773 acionamentos, entre fiscalizações, resgates e demais ocorrências ambientais, resultando no resgate de 3.514 animais silvestres.

A transformação da antiga Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (CIPOMA) em Batalhão, oficializada em 2025, marcou uma mudança estrutural importante dentro da Polícia Militar. A elevação da unidade ampliou sua capacidade administrativa e operacional, fortaleceu a especialização do efetivo e abriu caminho para expansão das ações ambientais em Pernambuco.

Criado em 2025, o Batalhão de Policiamento Ambiental substituiu a antiga Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (CIPOMA), elevando o seu nível dentro da estrutura da Polícia Militar de Pernambuco. Segundo o 2º tenente PM William Monteiro, chefe de Planejamento do BPA, o fortalecimento da unidade representa um avanço importante para a política ambiental do Estado. “A transformação da antiga Companhia em Batalhão ampliou nossa capacidade de atuação, tanto na prevenção quanto na repressão de crimes ambientais. Hoje conseguimos operar de forma mais estruturada, com maior integração entre os órgãos parceiros e uma maior efetividade em todo o território pernambucano, inclusive em áreas remotas e de difícil acesso”, destacou.

Quaest 2º turno: Lula tem 42%, e Flávio Bolsonaro, 41%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados tecnicamente em um cenário de 2º turno das eleições de outubro. Lula voltou a ficar à frente numericamente, com 42% das intenções de voto. Flávio tem 41%. Na pesquisa anterior da Quaest, de abril, era o senador quem aparecia à frente. Em […]

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados tecnicamente em um cenário de 2º turno das eleições de outubro.

Lula voltou a ficar à frente numericamente, com 42% das intenções de voto. Flávio tem 41%.

Na pesquisa anterior da Quaest, de abril, era o senador quem aparecia à frente. Em março, eles estavam numericamente empatados, com 41% cada. O presidente tinha uma vantagem de dez pontos em dezembro, que depois caiu para sete pontos e janeiro e cinco em fevereiro.

O diretor da Quaest, Felipe Nunes, analisou os números da pesquisa. “É o terceiro mês consecutivo em que vemos um empate técnico entre Lula e Flávio. As movimentações acontecem todas na margem de erro, sugerindo um cenário bastante competitivo até aqui.”

A Quaest apresentou também aos eleitores simulações de 2º turno em que Lula enfrentaria Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).

O instituto de pesquisa testou também como seria o primeiro turno. Lula aparece à frente com 39% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro (PL), que tem 33%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 4%. Romeu Zema (Novo) aparece com 4%.

Entre os eleitores independentes — aqueles que não se declaram nem de direita, nem de esquerda, nem lulistas, nem bolsonaristas —, o cenário está embolado: 35% dizem que não pretendem votar num 2º turno entre Lula e Flávio; 31% escolheriam o senador do PL e 29% votariam para dar outro mandato ao presidente. Os independentes são 32% do total de eleitores, segundo a Quaest, e podem decidir a disputa.

“Vale notar que, neste último mês, o eleitor independente – que será decisivo – oscilou marginalmente em favor do Lula. As margens de erro aqui são maiores (4 pp), mas havia uma tendência negativa desde jan/26 que foi interrompida. Nos outros grupos, tudo igual”, analisa Felipe Nunes, da Quaest.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-03598/2026.

Avaliação do governo Lula e programa Desenrola

A pesquisa mostra também que a desaprovação de Lula oscilou de 52% para 49%. O índice de aprovação passou de 43% para 46%. A diferença entre desaprovação e aprovação era de nove pontos em abril e agora é de três.

A avaliação negativa do governo era de 42% e agora é de 39%. A avaliação positiva passou de 31% para 34%. O índice dos que consideram a gestão Lula regular era de 26% em abril e de 25% agora.

Segundo a Quaest, 43% dos entrevistados dizem que têm visto mais notícias negativas sobre o governo (eram 48% em abril). Para 32%, as notícias são mais positivas (23% no mês passado). Outros 21% afirmam que não têm visto notícias (27% no mês anterior).

Nas últimas semanas, o governo fez anúncios que atendem a temas importantes do cenário eleitoral. No começo do mês, lançou uma nova edição do programa Desenrola, para ajudar famílias endividadas. Nesta semana, anunciou um plano de combate a organizações criminosas e revogou a chamada taxa das blusinhas, imposto cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50.

A Quaest perguntou também aos entrevistados sobre o programa Desenrola 2.0. Para 50%, a iniciativa é uma boa ideia para ajudar quem está no vermelho, e 48% consideram que vai ajudar muito as famílias endividadas.

Os eleitores foram questionados ainda sobre a visita de Lula ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada. Para 43%, Lula saiu mais forte após encontro com Trump.

Em relação à continuidade de Lula no poder, 55% acham que ele não deveria ter um novo mandato (eram 59% em abril), e 41% avaliam que ele merece seguir como presidente (38% no mês passado).

Cenários de 2º turno com outros candidatos na disputa

Nos demais cenários, Lula aparece à frente dos adversários. A maior vantagem é de 17 pontos, contra Renan Santos. Contra Zema, Lula o bate por 44% a 37%. Quando o adversário é Caiado, 44% a 35%.  No Cenário Lula x Renan Santos, 45% a 28%.

No cenário de 1º turno, a Quaest incluiu dez nomes. Lula aparece à frente com 39%, seguido de Flávio Bolsonaro, com 33%, Ronaldo Caiado, que tem 4%, e Zema, também com 4%.

Segundo a Quaest, 63% dos entrevistados disseram que sua decisão de voto é definitiva (esse índice era de 57% em abril), enquanto outros 37% disseram que podem mudar (eram 43% em abril).

Avaliação do governo Lula

O levantamento também perguntou sobre o desempenho do governo Lula. 49% dos entrevistados disseram que desaprovam a gestão (eram 52% em abril), e 46% aprovam (43% na pesquisa anterior).

Para 39%, a avaliação do governo é negativa (eram 42% em abril). Outros 34% consideram positiva (31% em abril). Para 25%, o desempenho é regular.

53% dos entrevistados acreditam que o Brasil está indo na direção errada e 38%, que está na direção certa.

O que dá mais medo?

Segundo a Quaest, 44% disseram ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder. Para 42%, o pior cenário é a reeleição de Lula. Outros 7% afirmaram terem medo de ambos os cenários.