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Secretário de Saúde não confirma caso de coceira misteriosa em Afogados da Ingazeira

Por André Luis

Segundo Artur Amorim grupo do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco está estudando e acompanhando os casos

Por André Luis

Em entrevista ao repórter Marcony Pereira para o programa A Tarde é Sua da Rádio da Pajeú, nesta sexta-feira (3), o secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, informou que não foi confirmado caso da coceira misteriosa no município.

“Não temos nenhum caso confirmado da coceira misteriosa, como está sendo chamada, que é a dermatite pruriginosa.  Somos obrigados a notificar caso surja algum caso. É interessante dizer também que lesão de pele é uma questão que ocorre já desde antigamente. Só que é de uma etiologia conhecida, que é a causa conhecida”, informou Artur.

O secretário informou ainda que tem conversado com as secretárias de Saúde de Jaboatão dos Guararapes e do Cabo sobre a possível origem da coceira.

“Em suas cidades, elas estão investigando várias frentes, entre elas ações ligadas a consequências da própria covid-19, mas aí descartaram. Também a questão da qualidade da água que tava sendo usada, mas aí também foi descartada. Estavam verificando a possibilidade de ser causado por inseto, que é muito comum também e essas ainda tão em investigação. Então, assim, é uma coisa que tá começando a criar evidência, mas os órgãos de saúde estão trabalhando na perspectiva de vigilância epidemiológica”, destacou. 

Artur disse que a coceira tem características interessantes, por se dar de maneiras diferentes nos indivíduos e afirmou ainda que não tem perspectiva de contágio alto.

“Nas investigações que foram feitas lá em Jaboatão, por exemplo, um relato de Zelma – ela disse que dormia numa mesma cama, a mãe, o pai e os dois filhos e só pegou um filho e a mãe, e os outros não pegaram. Então assim, coisas que precisam ser esclarecidas pra que de fato a gente possa estar falando mais sobre o tema”, informou.

Ainda segundo Artur, “é interessante dizer que a coceira de fato ela não está causando comprometimento sistêmico, aparece, coça e é geralmente a pessoa quando no ato de coçar que tem a lesão na pele. Porque coça muito, então a unha friccionando a pele, ela vai lesionar e aí a partir disso ela vai evoluindo para um quadro de cura, de avaliação e as manchas vão sumindo.

“Ainda é tudo muito cedo, tudo tá se estudando. Não se há comprometimento de outros órgãos e sistemas até agora, pelo que se falou, e a gente tem um grupo do Conselho de Secretários Municipais de Saúde aqui de Pernambuco que está estudando e acompanhando isso junto com a Secretaria Estadual”, afirmou o secretário. 

Artur destacou que não há motivo para pânico e lembrou de outros tipos de coceiras como a escabiose e a sarna, que são comuns.

“Inclusive nessa característica quente que a gente vem vivendo aqui agora do sertão, então assim, se apareceu, procura uma Unidade Básica de Saúde pra poder estar verificando os sinais e sintomas e se for suspeito a gente vai notificar e vai estar informando a Secretaria Estadual de Saúde pra que de fato possamos estar fazendo esse acompanhamento, mas não tem casos em Afogados de Ingazeira até o momento”, destacou Artur Amorim.

Outras Notícias

Salgueiro FM lança nova programação com talentos da comunicação

A Salgueiro FM, uma das principais emissoras de rádio do Sertão pernambucano, tem um dia especial nesta quarta-feira, 3. Além de ter realizado o sorteio da promoção “Ano Novo Premiado”,  também estreou nova programação, com um time de peso da radiofonia salgueirense. A nova grade contará com o reforço dos renomados comunicadores Ednaldo Barros e […]

A Salgueiro FM, uma das principais emissoras de rádio do Sertão pernambucano, tem um dia especial nesta quarta-feira, 3.

Além de ter realizado o sorteio da promoção “Ano Novo Premiado”,  também estreou nova programação, com um time de peso da radiofonia salgueirense.

A nova grade contará com o reforço dos renomados comunicadores Ednaldo Barros e Claudinei Santos, juntamente com Cacau Vieira, Silva Lima, Magno Martins e Valter Cruz, que também terão programas veiculados na emissora.

Eles completam o time já formado por Chico do Forró, Jeane Cardoso, Marcelo Lima, Neném Locutor, Darlando Barros e Rafael. Todos sob a direção de Paizinha Patriota.

Promoção

Realizada desde dezembro, a promoção “Ano Novo Premiado” visa aquecer o comércio local, estimulando que os consumidores comprem nos estabelecimentos para concorrer a R$ 4 mil em prêmios. A rádio vai sortear 25 prêmios de R$ 100 e o prêmio principal de R$ 2 mil.

Comerciante é assassinado em Santa Cruz da Baixa Verde

Da Cultura FM Um homicídio registrado na noite desta terça-feira (13) chocou moradores de Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco. De acordo com as primeiras informações divulgadas por páginas e blogs da região, um comerciante foi assassinado a tiros em frente à própria residência. O crime causou grande repercussão no município e […]

Da Cultura FM

Um homicídio registrado na noite desta terça-feira (13) chocou moradores de Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco.

De acordo com as primeiras informações divulgadas por páginas e blogs da região, um comerciante foi assassinado a tiros em frente à própria residência.

O crime causou grande repercussão no município e movimentou equipes policiais até o local da ocorrência. Até o momento, a identidade completa da vítima e a motivação do assassinato não foram oficialmente divulgadas pelas autoridades.

A Polícia Civil deve investigar o caso para esclarecer as circunstâncias do homicídio e identificar os responsáveis pelo crime.

Opinião: que o governo não fez ou fará para evitar o racionamento de energia

Heitor Scalambrini Costa* Em recente “comunicado” na página do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico – Ilumina, o profundo conhecedor do setor, Roberto Pereira D´Araújo, compara a atual crise hidrológica 2015-2020, com a ocorrida no país entre 1951-1956. Mostra claramente que os dados históricos de afluências registradas em ambos períodos, as vazões foram baixas […]

Heitor Scalambrini Costa*

Em recente “comunicado” na página do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico – Ilumina, o profundo conhecedor do setor, Roberto Pereira D´Araújo, compara a atual crise hidrológica 2015-2020, com a ocorrida no país entre 1951-1956.

Mostra claramente que os dados históricos de afluências registradas em ambos períodos, as vazões foram baixas e semelhantes. Logo a atual crise hídrica não é a pior dos últimos 100 anos como está sendo alardeada para justificar as medidas impopulares que estão por vir.

O que geralmente ocorre nestas situações de baixa pluviosidade é a culpabilização que as autoridades atribuem a São Pedro. Como Pedro não pode ser defender, fica por isso mesmo. E se estamos agora na eminência de um possível racionamento, com certeza foi pelo fato de não ter feito bem o “dever de casa”. Em 2001 passamos por situação semelhante, que provocou o apagão/desabastecimento. Hoje, 20 anos depois, não foram suficientes para aprender com os erros cometidos, e assim a história está prestes a se repetir.

Bem, inicialmente creio que devemos sim acusar os governos anteriores de sempre “enxergarem” o Ministério de Minas e Energia, como moeda de troca, nos (des)arranjos políticos (https://www.ecodebate.com.br/2012/08/21/questao-energetica-quem-decide-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/). Um ministério de tal importância, para o destino de um país, não deveria ficar na mão de pessoas despreparadas, muitas vezes nem sabendo “trocar uma lâmpada”. Sendo assim, mais facilmente alvo de “lobbies”, que estão muito mais interessados em ganhos econômicos, do que atender realmente as demandas da população; e de ter preocupações ambientais no que concerne as tomadas de decisão. Infelizmente os ex-ministros desta pasta foram uma lástima, causando enormes prejuízos a nação.

Por outro lado, a escolha do atual ministro, com certeza não se deu também pelos seus conhecimentos e méritos técnicos. Foi indicado basicamente por dois motivos: a de não contrariar o chefe (é um militar que obedece a ordens), e de reativar o programa nuclear brasileiro, com a construção de novas usinas nucleares, um lobista desta tecnologia nota A. Na verdade estas são suas “qualidades” para o cargo.

Infelizmente não se discute o principal, o que importa, a mudança do atual modelo energético e da Política Energética Brasileira-PEB. As medidas paliativas que estão sendo anunciadas pelo governo para mitigar os impactos de um provável racionamento, que pode não acontecer este ano, mas que poderá vir mais forte em 2022, vão afetar profundamente nas tarifas pagas pelo consumidor final.

Dentre as medidas anunciadas está o acionamento de termoelétricas a combustíveis fósseis, aumentando assim o custo da geração elétrica, resultando no aumento das tarifas, de pelo menos 5%, conforme anunciado pelo diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica- ANEEL Além de contribuir para adicionar mais e mais gases de efeito estufa na atmosfera terrestre, aumentando o aquecimento global e suas consequências, inclusive hídricas. A criação de gabinetes de crise, outra medida anunciada, aposta no monitoramento da situação dos reservatórios, por meio da criação de salas de situação e gabinetes para a coordenação de ações. A experiência recente na formação de tais estruturas no enfrentamento da epidemia do coronavírus deu no que deu. É importante tal monitoramento se houver transparência e participação da sociedade civil. Isto não ocorrerá. Alguém dúvida?

Dentre as informações “vazadas” se fala que o governo está preparando uma medida provisória para enfrentar a crise hídrica. O objetivo principal seria aumentar a autoridade do Ministério de Minas e Energia, enfraquecendo a Agencia Nacional de Água-ANA, e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA, na gestão de barragens e sobre concessionárias de combustíveis e energia e, com isso, agilizar decisões (?). Tal medida colocará em risco os outros usos da água que não seja para geração nas hidrelétricas, por ex.: o transporte fluvial, a pesca, o abastecimento de água para as populações que vivem ao longo dos rios, o turismo, a irrigação.

Outras medidas apresentadas neste cenário ainda duvidoso sobre a real possibilidade ou não do racionamento de energia este ano, consiste no deslocamento do pico do consumo (projeto existente a nível de piloto, todavia sem efeito prático e irrisório quanto a participação das empresas eletrointensivas). Neste caso a proposta seria de estimular grandes consumidores a administrar seu gasto de energia. Esta lógica já ocorre com as bandeiras tarifárias, com a falácia de que assim o consumidor reduz seu consumo. O que aconteceu no consumo residencial foi que esta medida somente contribuiu para enriquecer os cofres das distribuidoras, instrumento ineficaz, verdadeiro atentado ao bolso do consumidor (https://www.ecodebate.com.br/2015/01/06/bandeiras-tarifarias-ataque-ao-bolso-do-consumidor-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/).

Para tal enfrentamento da atual crise hídrica e de outras que virão, em primeiro lugar deveríamos democratizar as decisões tomadas pelo “monocrático” Conselho Nacional de Política Energética-CNPE. Não se pode aceitar que uma dúzia de ministros (empregados do executivo) tomem sozinhos decisões que afetam a vida dos brasileir@s, e que não levem em conta os impactos de tais decisões no meio ambiente. Nas decisões do CNPE não há representação da sociedade civil, como é previsto.

Não se pode admitir que diante da mais grave emergência climática que estamos atravessando, que a PEB continue, no que concerne a geração de energia, a focar na construção de novas hidrelétricas na região Amazônica, a incentivar a instalação de termoelétricas a combustíveis fósseis (emissoras de CO2 e outros gases que prejudicam a saúde das pessoas e do meio ambiente), e na reativação do programa nuclear brasileiro, com a construção de Angra 3 e de 6 outras usinas na beira do Rio São Francisco.

Inadmissível que uma matriz energética/elétrica se baseia na premissa que a oferta de energia seja algo quase “sagrado”, não dando a atenção devida para a outra ponta, o consumo. Não temos um planejamento eficiente, e recursos financeiros alocados que leve em conta a racionalização, o uso eficiente/inteligente de energia.  Sem deixar de falar no absurdo da proposta de privatização da Eletrobras e suas subsidiárias, para atender aos interesses do mercado, e não da população brasileira.

Que tenhamos metas e diretrizes setoriais, a serem atingidas, monitoradas para os distintos setores da economia (industrial, comercial, residencial, rural/agronegócio, público). Obviamente com participação social. Que não se faça o contumaz jogo do “faz de conta”, para “inglês ver”. Hoje, com o descrédito e isolamento internacional deste (des)governo, nem “inglês” mais acredita no que o governo diz, e se compromete em fóruns mundiais.

Logo, o que o país necessita é de uma nova política energética sustentável, inclusiva, democrática e popular, baseada em fontes renováveis de energia como a energia solar, eólica, biomassa, hidrelétricas, energia dos mares; com transparência e participação social, atendendo os requisitos socioambientais.

Além disso, a atual política energética é responsável por violações de direitos.  São verificados constantes problemas de ausência da consulta consentida, prévia e informada, prevista na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as comunidades afetadas pelos projetos energéticos.

Portanto, o buraco é mais embaixo, e com certeza verificamos que este (des)governo negacionista, cada vez mais se afasta da ciência. Então como ter esperança nas suas propostas e ações?

Se vamos discutir o que fazer diante da crise hídrica/energética, precisamos aceitar que esta é resultado da emergência climática e da extinção da biodiversidade, provocadas pela ação humana, que a olhos vistos tem se agravado ano a ano. E somente olhando sob este prisma estaremos no caminho correto para tentar resolver esta crise. Obviamente mudando o modelo mercantil e democratizando as decisões na política energética.

*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

DNIT inicia Operação Tapa-Buraco na BR 104‏

O Governo Federal  deu início à Operação Tapa-Buraco  na recuperação da BR-104. O trabalho do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) começou após compromisso assumido pelo órgão em audiência pública liderada pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa, em Santa Cruz do Capibaribe, na última sexta-feira (26), que pediu uma intervenção emergencial até […]

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O Governo Federal  deu início à Operação Tapa-Buraco  na recuperação da BR-104. O trabalho do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) começou após compromisso assumido pelo órgão em audiência pública liderada pelo líder do PT no Senado, Humberto Costa, em Santa Cruz do Capibaribe, na última sexta-feira (26), que pediu uma intervenção emergencial até que seja concluída a duplicação da rodovia.

A duplicação da BR-104, assumida pelo Governo de Pernambuco em convênio com a União, está em fase final de tratativas entre representantes do DNIT e do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) para definição da retomada da obra, cujo atraso no cronograma tem preocupado o Governo Federal.

“Na próxima semana, teremos uma definição de quem executará a fase final da obra, o DNIT ou o DER, para assim iniciarmos, o mais rápido possível, essa ação que trará muitos benefícios não só para a região, mas também para todo o Estado”, comemorou Humberto.

O senador articulou a ida do superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Euclides Bandeira, e do coordenador nacional de Construção Rodoviária do DNIT, Fábio Nunes, para participar da audiência na semana passada. O encontro esclareceu à população da região as responsabilidades da obra, que é financiada pelo Governo Federal e executada pelo Governo do Estado.

Até agora, o DNIT informou que já foram destinados cerca de R$ 245 milhões para a duplicação da BR-104 e o Governo Federal ainda tem recursos garantidos em caixa no valor de R$ 77 milhões para conclusão da obra.

Primeiro GAP do Sertão começa a funcionar em Petrolina

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) inaugurou, na manhã desta quarta-feira (28), a unidade do Grupo de Apoio às Promotorias de Justiça do Sertão 1 (GAP Sertão 1). O lançamento ocorreu na sede das Promotorias de Justiça de Petrolina, onde ficará a base da equipe, que consiste em uma atuação descentralizada da Assessoria Ministerial de […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) inaugurou, na manhã desta quarta-feira (28), a unidade do Grupo de Apoio às Promotorias de Justiça do Sertão 1 (GAP Sertão 1). O lançamento ocorreu na sede das Promotorias de Justiça de Petrolina, onde ficará a base da equipe, que consiste em uma atuação descentralizada da Assessoria Ministerial de Segurança Institucional (AMSI).

O Grupo irá atuar com o apoio de policiais militares ligados à AMSI, que vão atuar nas ações de segurança pautadas conforme as solicitações dos membros e servidores da 1ª e 2ª Circunscrições Ministeriais, que contemplam as regiões de Salgueiro e Petrolina, respectivamente. Os profissionais atuam em dois turnos de 12h cada, dando suporte a toda a região.

O procurador-geral de Justiça Francisco Dirceu Barros salientou que o GAP foi idealizado para melhorar a segurança dos membros e servidores do MPPE. “Sempre tivemos um déficit no tema segurança institucional, mas acredito que, com a implementação dos GAPs e do projeto de segurança mínima, também previsto para esse ano, vamos melhorar sensivelmente a segurança dos integrantes do Ministério Público de Pernambuco. Estamos trabalhando para melhorar o quantitativo de policiais à disposição do MP”, explicou.

A iniciativa foi elogiada pela coordenadora da 2ª Circunscrição, promotora de Justiça Rosane Cavalcanti. “Com a inauguração do GAP teremos uma solução para questões de segurança que eram enfrentadas no Sertão do Estado. Essa proposta de descentralizar a atuação da AMSI é excelente, pois estende o cuidado com os membros e servidores do MPPE a todas as regiões de Pernambuco”, afirmou.

Já o secretário-geral do MPPE, promotor de Justiça Maviael de Souza, apontou que “os integrantes do MPPE terão ainda mais confiança para desenvolver seu trabalho em prol da coletividade”.

Para o chefe de gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, promotor de Justiça Paulo Augusto Oliveira, “o GAP significa um suporte mais imediato em todas as situações que exigirem a atuação da Segurança Institucional, como inspeções, júris e outras atividades”.

O assessor ministerial de Segurança Institucional, tenente-coronel André Luiz Freitas, explicou que o Grupo já está plenamente disponível, podendo ser acionado mediante a solicitação do serviço aos coordenadores de Circunscrição. A coordenação do GAP Sertão 1 ficará a cargo do major Mário da Costa Júnior.