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São José do Egito: inauguração de Praça, desfile e amistoso marcaram comemorações dos 107 anos

Por Nill Júnior

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Na tarde desta quarta-feira, 09 de março, feriado municipal em São José do Egito, foram comemorados os 107 anos de Emancipação Política do Berço Imortal da Poesia. Na programação, houve inauguração da Academia Livre Rogério Alfrânio Ferreira Guimarães,  parceria entre a Prefeitura Municipal e o Sicoob, com  investimento  de R$ 200 mil. 

Além do Prefeito Romério Guimarães, participaram representantes do Sicoob, vereadores, lideranças, secretários e assessores municipais e demais autoridades presentes.

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A programação teve início com o Desfile Cívico “Salve os 107 anos de Nossa Emancipação”, saindo da Rua João Pessoa, passando pela Rua da Baixa e pela Avenida 25 de Agosto até defronte ao Estádio Municipal Francisco Pereira, onde fica localizada a Academia Livre.

Em seguida aconteceu o corte do tradicional bolo de aniversário. Ainda houve amistoso entre o Santa Cruz Sub-20 e a Seleção Egipciense, no Estádio Francisco Pereira, que terminou com um 0 a 0. 

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Outras Notícias

Ângelo Ferreira assina ordem de serviço para obras de recapeamento asfáltico em Sertânia

O prefeito Ângelo Ferreira assinou ordem de serviço para o recapeamento asfáltico de 12 trechos de ruas, avenidas, travessas e praças na zona urbana de Sertânia. Os trabalhos serão executados a partir de uma parceria da Prefeitura com o Governo de Estado de Pernambuco. Um investimento de R$ 2.257.748,12 (dois milhões, duzentos e cinquenta e […]

O prefeito Ângelo Ferreira assinou ordem de serviço para o recapeamento asfáltico de 12 trechos de ruas, avenidas, travessas e praças na zona urbana de Sertânia.

Os trabalhos serão executados a partir de uma parceria da Prefeitura com o Governo de Estado de Pernambuco. Um investimento de R$ 2.257.748,12 (dois milhões, duzentos e cinquenta e sete mil, setecentos e quarenta e oito reais e doze centavos).

“Esta obra representa o compromisso da nossa administração com a melhoria da qualidade de vida do povo sertaniense. Desde o início estamos trabalhando para facilitar a mobilidade e a acessibilidade, além de levar segurança para quem transita nas vias urbanas, o maior exemplo são as dezenas de ruas calçadas”, disse o prefeito.

Nesta etapa de recapeamento serão beneficiados Av. Agamenon Magalhães, Rua do Monteiro, Rua Dr. Manoel Borba, Rua Dr. Raul Lafayette, Rua Amaro Lafayette, Rua Floriano Peixoto, Av. Presidente Vargas, Rua 6 de Outubro, Praça da Bandeira, Rua Joaquim Nabuco, Rua Quintino Bocaiúva e Travessa Cel. Siqueira Campos.

Esses trechos receberão também, pós-recapeamento, serviços complementares em calçadas, além de sinalização e rampas de acessibilidade em pontos estratégicos. Serão 39.346,03 m² de pavimento recuperado pela Empresa ESSE – Engenharia, Sinalização e Serviços Especiais LTDA, vencedora da licitação.

Obra de artesão sertaniense é destaque em novela global

Por Alexandre Laet O capítulo de segunda-feira (17) da novela A Lei do Amor da TV Globo mostrou para o Brasil e o mundo o trabalho do artesão sertaniense Marcos Paulo Lau da Costa. O artista sertanejo oriundo de uma família de agricultores e artesãos é um importante representante da escultura em madeira. O trabalho de Marcos […]

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Por Alexandre Laet

O capítulo de segunda-feira (17) da novela A Lei do Amor da TV Globo mostrou para o Brasil e o mundo o trabalho do artesão sertaniense Marcos Paulo Lau da Costa.

O artista sertanejo oriundo de uma família de agricultores e artesãos é um importante representante da escultura em madeira.

thumbnail_marcosO trabalho de Marcos Paulo foi destaque na cena gravada na galeria de arte de Helô personagem de Claudia Abreu.

A produção contou com a ajuda de um curador que procurou por todo Brasil mais de 30 artistas que terão suas peças expostas na galeria da personagem.

Recentemente o Papa Francisco foi presenteado com uma peça de Marcos Paulo que tem obras espalhadas em coleções particulares pelo Brasil e no exterior. Ele frequentemente participa de várias feiras e exposições pelo Brasil, como: o 6° Salão Internacional do Artesanato, realizado em Brasília-DF e a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), realizada todos os anos no mês de julho em Recife-PE.

Sete pontos explicam por que o Brasil não para de bater recorde de mortes

O Brasil vive o pior momento da pandemia do novo coronavírus, batendo recordes de mortes ao longo da semana. Os dados chocam boa parte da população, que se questiona: como o país chegou nesse ponto? O UOL conversou com cinco infectologistas e pesquisadores com larga experiência na área da saúde para apontar quais são os […]

O Brasil vive o pior momento da pandemia do novo coronavírus, batendo recordes de mortes ao longo da semana. Os dados chocam boa parte da população, que se questiona: como o país chegou nesse ponto?

O UOL conversou com cinco infectologistas e pesquisadores com larga experiência na área da saúde para apontar quais são os fatores que levaram o Brasil a seguir na contramão do mundo e bater recordes negativos. A reportagem é de Leonardo Martins para o UOL Veja a seguir:

Invisibilidade do Ministério da Saúde – Os especialistas são enfáticos a apontar a inação do ministério da Saúde como o principal fator nessa equação trágica.

O Brasil está com seu terceiro ministro da Saúde em dois anos. O general Eduardo Pazuello foi conduzido ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em setembro de 2020, após a saída dos seus dois antecessores. 

Luiz Henrique Mandetta (DEM) foi demitido do cargo com menos de um ano de ação, por não estar “alinhado” à política do governo. Já Nelson Teich não se segurou mais de dois meses na cadeira, pedindo demissão.

“O desgoverno nacional fez com que o Ministério da Saúde do Brasil, que era internacionalmente respeitado no passado por enfrentamentos de epidemias e pelas campanhas de vacinação, se tornasse um disseminador de más práticas e um ‘confundidor’ de políticas”, afirmou Carlos Magno Fortaleza, infectologista e professor da Unesp.

O ministro da Saúde, por outro lado, ressalta que o governo entende a gravidade da pandemia e irá investir na transferência de pacientes.

Demonização do isolamento social – Desde o primeiro mês de pandemia, Bolsonaro vociferou contra o isolamento social e o fechamento do comércio nas cidades. Pior: promove inúmeras aglomerações durante os eventos que frequenta de Norte a Sul do Brasil.

Na visão dos médicos, desde o ano passado há uma dupla interpretação da pandemia: governadores e prefeitos incentivam o distanciamento, enquanto o presidente da República defende exatamente o contrário.

Isso, dizem os especialistas, prejudica a comunicação e faz com que boa parte da população não respeite as medidas sanitárias mais básicas, como o uso de máscara.

“Como resultado de tudo, houve um pacto coletivo de autoengano que leva a população a rejeitar medidas mais duras, mas essenciais para conter a pandemia”, disse Carlos Magno.

Fadiga da pandemia – Foi esse descrédito do isolamento que, segundo os especialistas, intensificou a ‘fadiga da pandemia’, onde uma parcela da sociedade se cansou de seguir as medidas sanitárias da pandemia após um ano e adotou uma posição irresponsável diante da gravidade da doença.

A consequência disso foram aglomerações em festas de final de ano e Carnaval, aumentando o número de casos de covid-19 e piorando a situação dos hospitais públicos e privados. Não à toa a última semana de fevereiro registrou os piores índices de isolamento social no país desde o início da pandemia.

Testagem pífia – Mesmo depois de um ano de pandemia, o Brasil faz poucos testes de covid-19 na população. Há pouco mais de 22 milhões de testes feitos no país, número inferior a outras nações da Europa, da Ásia, os EUA e até de nossos vizinhos da América do Sul.

A política de testagem é apontada pelos médicos como a ação mais fundamental da pandemia. Ao testar boa parte da população, é possível rastrear epidemias de casos nos bairros de cada cidade e isolar os contaminados e suspeitos com mais agilidade. No final das contas, seriam menos pessoas contaminadas e menos leitos de hospitais a serem utilizados.

“Não se trata de testagem para contar casos, mas, sim, testagem para identificar precocemente os casos e impedir a disseminação do vírus. Uma pessoa que está infectada e não sabe tem muito mais chances de circular e transmitir o vírus para outras do que uma pessoa que recebe o diagnóstico e, portanto, é recomendada a ficar em casa. Por isso a testagem em larga escala é tão essencial”, destaca Pedro Hallal, epidemiologista e professor da Universidade Federal de Pelotas.

Mas, mais uma vez, o Brasil opta por nadar contra a maré. Segundo o Ministério da Saúde, enquanto no início da pandemia testava-se mais de 1 milhão de pessoas por semana – número já considerado baixo à época – agora, esse número não chega a 100 mil.

A cada 1.000 habitantes, o Brasil testou em média 112 pessoas até hoje, conforme apontam os dados da Saúde.

Na Nova Zelândia, que registrou apenas 25 mortes por covid, testou-se quase o triplo: 321 testes a cada mil habitantes, de acordo com o World in Data, da Universidade Oxford. O Canadá, que não chegou a 1 milhão de casos, realizou 462 testes para cada mil habitantes.

Atraso e desconfiança na vacinação  – Não foram poucas as vezes em que Bolsonaro levantou suspeitas e alimentou a desconfiança publicamente em uma vacina contra a covid-19. Taxou a vacina produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, de “vaChina” e chegou a dizer que quem tomasse o imunizante poderia virar um jacaré.

Bolsonaro também ignorou as empresas que produzem as vacinas, como a Pfizer, que tentaram contato com o governo federal para alinhar a compra de vacinas para a população. Ele ignorou, também, ao menos cinco ofícios enviados pelo Butantan para alinhar o número de doses a ser comprada pelo ministério da Saúde.

O resultado disso é uma campanha de vacinação a conta-gotas, onde as principais capitais chegam a parar por semanas a vacinação por falta de doses.

O cenário, ainda segundo os especialistas, contribuí para mais infecções e, assim, mais mortes em decorrência da doença. O governo correu atrás do prejuízo nesta semana ao sinalizar “intenção de compra” de vacinas da Pfizer e da Janssen, do grupo Johnson&Jonhson.

Com mais de nove milhões de pessoas vacinadas, o Brasil ocupa o sexto lugar na lista de países que mais aplicaram doses. Mas, se considerada a proporção por população, nosso país está 40ª posição, com 3,3% de vacinados.

Medicamentos comprovadamente ineficazes – A promoção de medicamentos comprovadamente ineficazes é apontada como um dos principais fatores que contribuíram para a tragédia da covid-19.

“Induziu a falsa sensação de proteção e com isso expõe as pessoas ao risco da infecção sob duas falsas premissas: a de que existe prevenção e a de que existe terapia específica. Por fim, o desperdício de recursos absurdos com tais medicamentos. Recursos que poderiam ser empregados em áreas mais importantes, como o diagnóstico em larga escala e mapeamento de contatos”, lembra  Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas.

Desde o ano passado, o governo federal embarcou na hidroxicloroquina e na cloroquina para o tratamento da covid-19, mesmo após uma série de estudos apontarem que os medicamentos não funcionam para o novo coronavírus. Bolsonaro, quando se contaminou com o vírus, chegou a publicar vídeos tomando o medicamento, com direito a apontar a caixa do remédio a uma ema.

O saldo final foi mais desconfiança das medidas sanitárias, menos pessoas respeitando o isolamento social, mais contaminações e, assim, mais mortes por covid-19.

A variante P.1 – Nascida em Manaus, a variante P.1 é mais transmissível que o vírus comum de covid-19 e tem uma carga viral 10 vezes maior, segundo estudos. Além disso, pesquisas recentes apontam que pessoas mais jovens, entre 30 e 50 anos, são o perfil dos mais atingidos por essa nova partícula.

Para piorar, a P.1, conforme apontam pesquisas, ainda tem grandes chances de contaminar quem já se contaminou anteriormente com o vírus convencional da covid-19.

Os efeitos da nova cepa do vírus são apontados pelos especialistas como a possível causa do retrocesso nos dados da pandemia em 2021. 

Em Araraquara, no interior de São Paulo, por exemplo, onde casos de infecção pela variante foram identificados, o sistema de saúde colapsou e a prefeitura decretou lockdown.

Desenvolvendo a equação com esses sete pontos acima, é possível entender como o Brasil chegou ao ponto de assistir o colapso do sistema de saúde dos estados e a morte de mais de 250 mil pessoas.

*Para a reportagem, foram consultados os médicos Carlos Magno Fortaleza, infectologista e professor da Unesp; Evaldo Stanislau, infectologista do Hospital das Clínicas de São Paulo; Pedro Hallal, epidemiologista e professor da Universidade Federal de Pelotas e Gulnar Azevedo, epidemiologista e presidente da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva).

PT aprova chapa de Humberto para o Senado

O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco realizou, na manhã deste sábado (18), em Bom Conselho, uma reunião para definir os próximos passos da mobilização partidária com foco nas eleições de 2026. O encontro reuniu dirigentes estaduais, municipais, parlamentares e lideranças de diversas regiões do estado. Entre as deliberações aprovadas estão o reforço […]

O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco realizou, na manhã deste sábado (18), em Bom Conselho, uma reunião para definir os próximos passos da mobilização partidária com foco nas eleições de 2026. O encontro reuniu dirigentes estaduais, municipais, parlamentares e lideranças de diversas regiões do estado.

Entre as deliberações aprovadas estão o reforço da mobilização dos diretórios municipais em torno da reeleição do presidente Lula, do senador Humberto Costa, dos atuais deputados e deputadas com ampliação das bancadas federal e estadual do PT e a vitória da Frente Popular em Pernambuco.

Durante a reunião, também foi aprovada a indicação do deputado Luciano Bivar (MDB) para a primeira suplência da candidatura de Humberto Costa ao Senado Federal.

A atividade integrou a política de descentralização das reuniões deliberativas da direção estadual do PT, iniciada nesta gestão com o objetivo de aproximar as decisões partidárias dos diretórios municipais e da militância em todas as regiões de Pernambuco.

Durante sua fala, o presidente estadual do PT Pernambuco, deputado federal Carlos Veras, destacou que o fortalecimento do partido passa pela presença permanente nos municípios e pelo diálogo direto com a população.

“Estamos consolidando uma nova forma de organizar o partido, aproximando a direção estadual dos diretórios municipais, das lideranças e da nossa militância. O PT sempre foi forte porque esteve perto do povo, ouvindo as comunidades e construindo coletivamente suas decisões. É esse caminho que vamos continuar percorrendo em todo Pernambuco”, afirmou.

Carlos Veras também ressaltou que a prioridade do partido será mobilizar sua militância para reeleger e ampliar a representação petista no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa, além de garantir a reeleição do senador Humberto Costa e do presidente Lula.

“A reeleição do senador Humberto Costa é uma prioridade do nosso partido. Precisamos também fortalecer nossa representação no Congresso Nacional para defender os trabalhadores e trabalhadoras e dar sustentação ao governo do presidente Lula, que segue transformando a vida do povo brasileiro com investimentos e políticas públicas em todas as regiões do estado”, destacou.

Ao citar ações do Governo Federal no Agreste, Veras lembrou investimentos como a inauguração do Hospital de Amor, em Garanhuns, a implantação do Instituto Federal em Águas Belas e as obras de duplicação da BR-423, reforçando a necessidade de intensificar o diálogo com a população sobre os resultados das políticas implementadas pelo governo do presidente Lula.

A reunião foi realizada na véspera da Convenção Estadual da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), que acontece na próxima segunda-feira (20), no Recife, quando serão homologadas as chapas de deputados estaduais, federais e a composição na chapa majoritária.

Mais de oitenta cidades, boa parte no Sertão, tem alerta para chuvas intensas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta terça-feira (4) um comunicado com classificação de ‘perigo potencial’ de chuvas intensas para Arcoverde e cidades recebem alerta, além de 83 municípios das regiões Agreste, Sertão e Mata Sul de Pernambuco. O alerta foi emitido na manhã desta terça-feira (4) e tem validade até às 10h da […]

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta terça-feira (4) um comunicado com classificação de ‘perigo potencial’ de chuvas intensas para Arcoverde e cidades recebem alerta, além de 83 municípios das regiões Agreste, Sertão e Mata Sul de Pernambuco.

O alerta foi emitido na manhã desta terça-feira (4) e tem validade até às 10h da quarta-feira (5). Segundo o Inmet, a chuva deve ficar entre 20 e 30 milímetros por hora ou chegar até 50 milímetros por dia. Os ventos serão intensos e podem variar entre 40 a 60 quilômetros por hora.

Existe o baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Confira 84 municípios notificados

Afogados da Ingazeira

Agrestina

Água Preta

Águas Belas

Altinho

Angelim

Arcoverde

Barra de Guabiraba

Belo Jardim

Betânia

Bezerros

Brejão

Brejo da Madre de Deus

Buíque

Cachoeirinha

Caetés

Calçado

Camocim de São Félix

Canhotinho

Capoeiras

Carnaíba

Caruaru

Casinhas

Catende

Correntes

Cortês

Cumaru

Cupira

Custódia

Exu

Flores

Floresta

Frei Miguelinho

Garanhuns

Gravatá

Iati

Inajá

Ingazeira

Ipubi

Itaíba

Jaqueira

Jataúba

Jucati

Jupi

Jurema

Lagoa do Ouro

Lagoa dos Gatos

Lajedo

Palmares

Panelas

Paranatama

Passira

Pedra

Petrolândia

Poção

Quipapá

Riacho das Almas

Sairé

Saloá

Sanharó

Santa Cruz da Baixa Verde

Santa Maria do Cambucá

São Bento do Una

S. Caetano

São João

S. Joaquim do Monte

São José do Belmonte

São Vicente Ferrer

Sertânia

Serra Talhada

Sirinhaém

Solidão

Surubim

Tabira

Tacaimbó

Taquaritinga do Norte

Terezinha

Toritama

Triunfo

Venturosa

Vertente do Lério

Vertentes

Verdejante

Xexéu

Orientações da Defesa Civil

Em caso de rajadas de vento: o indicado é não se abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. E não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Ligara para Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193) em casos mais graves.