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Por Nill Júnior

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“Vamos começar a trabalhar no primeiro dia do governo”, diz João Campos em Goiana

Candidato apresentou propostas para a Mata Norte durante caminhada e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda nessa terça-feira (1º), em Goiana, na Mata Norte, onde apresentou propostas para infraestrutura, saúde, abastecimento de água e desenvolvimento econômico. Durante a passagem pelo município, também recebeu […]

Candidato apresentou propostas para a Mata Norte durante caminhada e recebeu apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda nessa terça-feira (1º), em Goiana, na Mata Norte, onde apresentou propostas para infraestrutura, saúde, abastecimento de água e desenvolvimento econômico. Durante a passagem pelo município, também recebeu o apoio de cinco vereadores de Itaquitinga.

Ao lado do prefeito de Goiana, Marcílio Régio, João afirmou que pretende iniciar, no começo de uma eventual gestão, intervenções destinadas a reduzir os impactos das enchentes no município e realizar melhorias na PE-75.

“Vocês não vão me ver trabalhando apenas no ano da eleição. Nós vamos começar a trabalhar no primeiro dia do governo e passar os quatro anos trabalhando”, declarou.

Entre as propostas apresentadas para Goiana, o candidato citou obras para reduzir os efeitos das chuvas e enchentes, a reforma do hospital do município e a implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ampliar a capacidade de atendimento na Mata Norte.

João também defendeu maior atração de investimentos privados e novas indústrias para a região. Durante o discurso, afirmou que Pernambuco não recebeu “nenhuma grande fábrica” nos últimos três anos e meio e disse que a Mata Norte teria sido uma das regiões menos contempladas por investimentos no período. As afirmações foram feitas pelo candidato durante o ato e não vieram acompanhadas, no material da campanha, de dados comparativos que permitam verificar essas conclusões.

O candidato voltou ainda a mencionar duas propostas apresentadas durante a campanha: o programa “Sem Água, Sem Conta”, que prevê regras para consumidores afetados pela falta de abastecimento, e a isenção de IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas.

Marcílio Régio declarou apoio à candidatura de João e do candidato a vice-governador Carlos Costa.

Apoio de vereadores de Itaquitinga

Durante a passagem por Goiana, João também se reuniu com cinco vereadores de Itaquitinga que anunciaram apoio à sua candidatura.

O grupo, denominado G5, é formado por Vavazinho, Silvio da Lotérica, André Pacheco, Izael da Saúde e Aderito Guarda.

“Agradeço pelo apoio e já deixo aqui o compromisso de trabalharmos juntos por um estado muito melhor para todos”, afirmou João.

Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; o candidato à reeleição para deputado federal Mário Ricardo; o candidato à reeleição para deputado estadual Sileno Guedes; e o candidato a deputado federal Quinho Fenelon.

Foto: Edson Holanda

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“Estou pronta para continuar liderando esse Estado”, diz Raquel em agendas em Moreno e Jaboatão

Candidata à reeleição percorreu os dois municípios nessa terça-feira (1º), citou ações do governo e projetou uma eventual segunda gestão. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) cumpriu, nessa terça-feira (1º), agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, participou de caminhadas ao lado […]

Candidata à reeleição percorreu os dois municípios nessa terça-feira (1º), citou ações do governo e projetou uma eventual segunda gestão.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) cumpriu, nessa terça-feira (1º), agendas de campanha em Moreno e Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Nos dois municípios, participou de caminhadas ao lado da candidata a vice, Priscila Krause (PSD), e de aliados.

Em Moreno, Raquel percorreu ruas do município acompanhada também do deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP). Durante o ato, citou investimentos realizados ou em andamento na cidade.

Entre as ações mencionadas estão a entrega de 13 ônibus escolares, uma cozinha comunitária e um Centro de Referência da Mulher, além da construção de uma creche e de uma Escola Técnica Estadual. A candidata também citou a autorização para as obras da Barragem de Engenho Pereira, intervenções de pavimentação e o Arco Metropolitano.

Raquel afirmou que sua gestão foi a que mais investiu em Moreno. O material divulgado pela campanha, porém, não apresenta uma série histórica de valores que permita comparar os investimentos com governos anteriores.

Na sequência, a candidata participou de caminhada em Jaboatão Centro. Ao lado de Priscila, Eduardo da Fonte e do candidato ao Senado Túlio Gadêlha (PSD), percorreu a área comercial e conversou com moradores e trabalhadores.

Em Jaboatão, Raquel mencionou a retomada das obras da Barragem Engenho Pereira, intervenções de contenção de encostas em Jardim Monte Verde, duas creches, pavimentação e outras obras em andamento.

Foi durante essa agenda que a candidata ampliou o discurso para o cenário estadual.

“Os próximos quatro anos serão os melhores anos da história de Jaboatão e os melhores anos da história de Pernambuco. Eu estou pronta para continuar liderando esse Estado”, declarou.

As duas caminhadas reuniram ainda prefeitos, parlamentares e candidatos proporcionais ligados à chapa de Raquel. Em Moreno, participaram os prefeitos Edmilson Cupertino e Diego Cabral, de Camaragibe. Em Jaboatão, esteve presente o prefeito Mano Medeiros, além de deputados e candidatos aliados.

Os materiais divulgados pela campanha não detalham os valores individualizados de todas as obras citadas, os percentuais de execução nem os prazos de conclusão de parte dos projetos mencionados.

Fotos: Janaína Pepeu e Beto Figueiroa

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“A gente se falou uma vez na vida”, diz Flávio ao prestar solidariedade a Raquel Lyra

Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes […]

Candidato à Presidência comentou os ataques envolvendo cartazes apócrifos e disse que divergências eleitorais não justificam atingir familiares de adversários.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, nessa terça-feira (1º), um vídeo em solidariedade à governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), após a circulação de cartazes apócrifos com ataques à gestora e referências ao seu marido, Fernando Lucena, morto em 2022.

“Esse vídeo aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, afirmou Flávio.

O senador disse ter encontrado Raquel apenas uma vez, rapidamente, em um aeroporto, e afirmou que decidiu se manifestar diante do conteúdo dos ataques.

Ao mencionar a morte de Fernando Lucena, Flávio afirmou não ser possível dimensionar a dor da governadora diante das referências feitas ao marido durante a campanha.

“Eu não tenho como mensurar a sua dor pela perda do seu marido, eu não sei o que vem na sua cabeça quando você lembra dele, ainda mais numa situação como essa aí desses cartazes”, declarou.

Na sequência, o candidato relacionou o episódio a uma experiência vivida por sua própria família. Flávio citou o atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e afirmou que sua família também conhece os efeitos da violência política.

O autor da facada contra Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, havia sido filiado ao PSOL anos antes do atentado. Flávio fez referência a esse histórico ao dizer que o pai foi atacado por um “ex-integrante do PSOL”.

Ao final da manifestação, o senador aconselhou Raquel a buscar as medidas legais cabíveis e seguir com a campanha.

“Respira, levanta a cabeça, tome as medidas legais cabíveis e bola para frente. Peço a Deus que lhe dê força, saúde, coragem e sabedoria nessa caminhada”, afirmou.

A autoria dos cartazes apócrifos que motivaram as manifestações de solidariedade a Raquel Lyra segue sob investigação. A governadora já afirmou que não pretende apontar responsáveis antes da conclusão das apurações.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Flávio Bolsonaro.

Vídeo: Reprodução/Instagram

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PGR pede nulidade de ato de Mendonça que determinou apuração envolvendo Alexandre de Moraes

Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no […]

Paulo Gonet sustenta que ministro do STF não poderia determinar, por iniciativa própria, aprofundamento de investigação sobre colega da Corte.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, nesta terça-feira (1º), a nulidade do ato do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o aprofundamento de apurações relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes no contexto das investigações do caso Banco Master.

Em nota, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que Mendonça, na condição de magistrado, não poderia determinar por iniciativa própria que a Polícia Federal investigasse pessoas específicas sem pedido do Ministério Público ou iniciativa da própria autoridade policial.

“A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual”, afirma a manifestação da PGR.

Em termos práticos, a Procuradoria sustenta que cabe ao Ministério Público conduzir a iniciativa acusatória e ao Judiciário decidir sobre os pedidos que lhe são apresentados, preservando a separação das funções durante uma investigação criminal.

A PGR também argumenta que, mesmo diante de eventual indício de irregularidade envolvendo outro integrante do Supremo, Mendonça não poderia determinar diretamente o aprofundamento das apurações sobre o colega.

Segundo Gonet, caso considerasse que os elementos encontrados justificavam investigação sobre Moraes, Mendonça deveria encaminhar a questão ao presidente do STF para que o plenário da Corte avaliasse a necessidade e a forma de eventual apuração.

“Não caberia a ele aprofundar as pesquisas sobre o colega — vale dizer, não caberia a ele determinar que se investigassem com mais detimento referências ao colega”, diz outro trecho da manifestação.

O posicionamento da PGR representa um novo desdobramento do caso Banco Master. Nesta terça-feira, vieram a público informações sobre mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e contatos atribuídos a Alexandre de Moraes nos dias anteriores e no próprio dia da primeira prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.

Mendonça encaminhou os novos elementos à PGR e defendeu que o assunto fosse submetido ao plenário do Supremo. Também passou a avaliar medidas relacionadas a uma possível investigação envolvendo Moraes.

Com a manifestação de Gonet, porém, a Procuradoria sustenta que o procedimento adotado por Mendonça é juridicamente inválido e pede que o ato e os elementos obtidos a partir dele sejam anulados.

O pedido da PGR não representa uma conclusão sobre o conteúdo das mensagens ou sobre eventual conduta de Alexandre de Moraes. A manifestação trata, neste momento, da legalidade do procedimento utilizado para aprofundar a apuração.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a explicação sobre a manifestação da Procuradoria-Geral da República.

 

Vídeo: Reprodução/GloboNews

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“Jornalismo não se responde com intimidação”, diz responsável pelo Bastidor.PE após pedido de investigação

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência. Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que […]

Rodrigo Ambrósio negou ter gráfica ou relação com Amisadai Andrade e afirmou que vai registrar boletim de ocorrência após divulgação de informações sobre sua residência.

Rodrigo Ambrósio, responsável pelo perfil Bastidor.PE, se manifestou nesta terça-feira (1º), após a Frente Popular de Pernambuco pedir que autoridades investiguem a origem da fotografia de um panfleto apócrifo que menciona Fernando Lucena, marido da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

Em vídeo publicado nas redes sociais, Ambrósio negou informações que, segundo ele, vêm sendo divulgadas a seu respeito e afirmou que pretende adotar medidas judiciais.

“Eu não tenho gráfica e nunca tive. O endereço que estão mostrando como se fosse uma grande descoberta é simplesmente minha casa”, declarou.

Segundo Ambrósio, imagens da residência utilizadas em publicações teriam sido retiradas do Google Street View e seriam de 2020. Ele afirmou ainda que uma parede do imóvel estaria sendo associada a uma imagem relacionada aos ataques contra Raquel.

“O muro que está sendo exibido em vídeos por aí é o muro da minha residência, só que de 2020”, disse.

O responsável pelo Bastidor.PE também negou qualquer ligação com Amisadai Andrade, ex-servidor estadual citado nas denúncias envolvendo um suposto esquema de ataques digitais contra adversários políticos.

“Eu não conheço Amisadai e nunca tive qualquer relação com ele”, afirmou.

Ambrósio classificou as associações como uma tentativa de intimidar o trabalho realizado pelo perfil. Segundo ele, o Bastidor.PE funciona de forma independente, com participação voluntária de colaboradores.

“Essas são tentativas de usar informações falsas e associações inexistentes para intimidar um trabalho jornalístico e manipular a opinião pública”, declarou.

A manifestação ocorre depois de a Frente Popular pedir investigação complementar sobre o perfil e seus responsáveis. A coligação de João Campos (PSB) sustenta que a página publicou a principal fotografia encontrada do panfleto apócrifo que cita o marido de Raquel Lyra e pediu que as autoridades apurem a origem da imagem e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado.

O pedido de investigação não significa que o Bastidor.PE ou Rodrigo Ambrósio tenham sido responsabilizados pela produção ou distribuição dos materiais.

No vídeo, Ambrósio afirmou ainda que pretende registrar boletim de ocorrência e recorrer à Justiça contra quem, segundo ele, divulgou informações falsas ou expôs sua residência.

“Eu não vou responder ataque com ataque. Vamos para a Justiça”, disse.

Ao final, reforçou que o perfil continuará publicando conteúdos. “A intimidação não vai definir o que o Bastidor pode ou não pode publicar. Nosso compromisso continua sendo com o jornalismo e com o direito de informar”, afirmou.

Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a manifestação de Rodrigo Ambrósio.

 

Vídeo: Reprodução/Instagram

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