Saída do União Brasil e PP da base de Lula complicam situação de Miguel?
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, do União Brasil, tem buscado uma estratégia diferente de seus concorrentes ao Senado.
Pela movimentação que tem feito, fica óbvio que Miguel está buscando apoio de nomes estratégicos no interior com alinhamento ao prefeito do Recife, João Campos. A ideia é ganhar vozes que reforcem a importância de sua candidatura ao Senado.
A disputa é fortíssima. Com um nome praticamente confirmado, o do Senador Humberto Costa, resta uma vaga para três postulantes: além de Miguel Coelho, Sílvio Costa Filho e Marília Arraes. Nesse cenário, o apoio dos prefeitos pode fazer a diferença.
Ontem, um complicador: a federação partidária formada pelo União Brasil e pelo PP anunciou nesta terça-feira (2) que filiados aos partidos devem deixar cargos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O anúncio foi feito pelo presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e pelo presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI).
O episódio pode complicar Miguel junto a gestores lulistas, e se o presidente Lula tiver participação junto a João Campos na coalisão PT e PSB, pode ser decisivo para minar a possibilidade de Miguel ser o segundo candidato da chapa. Lula tem dito que quer nomes mais alinhados ao Senado, onde considera que essa é a eleição estratégica para o futuro da governabilidade. Em contrapartida, o movimento pode fortalecer Dudu da Fonte como candidato no bloco da governadora Raquel Lyra.



Nas últimas horas, aumentou muito a pressão pelo processo de cassação da vereadora Zirleide Monteiro, pela fala em que afirma ser um castigo de Deus ter um filho deficiente ou autista.
O vereador Hercílio Carvalho, o Professor Hercílio (PSB), creditou em contato com o blog à Assessoria da Câmara de Salgueiro a omissão da informação de que não teria havido outras manifestações da casa em defesa dos servidores municipais, que lutam contra o executivo por melhores salários.
“Sobre a questão do reajuste dos servidores 7,62% a classe precisa de respeito com o sindicato, com os servidores, ir para um acordo que seja bom para todos”. Ele criticou o fato de que Clebel Cordeiro põe culpa na Lei de Responsabilidade Fiscal.















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