Notícias

Romero Sales Filho entrega unidades móveis de saúde completamente equipadas em Ipojuca

Por André Luis

Nesta quarta-feira (31), o deputado estadual Romero Sales Filho realizou a entrega de duas novas unidades móveis de saúde – uma ginecológica e outra odontológica – ao município de Ipojuca, adquiridas por meio de emendas parlamentares de seu mandato. As unidades móveis, totalmente equipadas, funcionam como consultórios completos, levando atendimento especializado e serviços de saúde de alta qualidade para a população, especialmente nas áreas rurais e bairros mais afastados.

“As unidades móveis entregues hoje, representam nosso compromisso em levar atendimento médico especializado a todos os ipojucanos, especialmente para quem vive nas áreas mais afastadas. Nosso mandato trabalha para fortalecer a saúde pública e garantir qualidade de vida para o nosso povo,” afirmou Romero Sales Filho.

Equipadas com tecnologia moderna, as unidades incluem balança antropométrica, detector fetal, oxímetro, otoscópio, termômetro infravermelho e uma unidade odontológica completa, pronta para realizar pequenos procedimentos cirúrgicos. Esses equipamentos ampliam o alcance dos serviços de saúde, permitindo que a população receba atendimento qualificado perto de casa.

A prefeita Célia Sales, que está concluindo seu mandato, ressaltou a importância dessa ação para o município e expressou sua gratidão ao deputado Romero Sales Filho pelo apoio contínuo à saúde de Ipojuca. “Esse é um momento de conquista para nossa cidade. Essas unidades móveis trazem mais dignidade e cuidado para nossa população. Agradeço ao deputado Romero por estar sempre atento às necessidades de Ipojuca e por investir em ações que realmente chegam à nossa população,” declarou a prefeita.

Além das unidades móveis, o mandato do deputado Romero Sales Filho já destinou mais de 2 milhões de reais para Ipojuca, incluindo recursos para o ônibus de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), equipamentos hospitalares, e um investimento recente de 300 mil reais para a construção e compra de equipamentos do bloco cirúrgico do Hospital Carozita Brito. Esses investimentos refletem o compromisso do deputado em fortalecer a estrutura de saúde do município e garantir um atendimento de qualidade a todos os ipojucanos.

Conquista do Programa “PE na Estrada” – Uma demanda antiga do mandato

Atendendo a uma antiga demanda do mandato de Romero Sales Filho, o programa “PE na Estrada” agora contempla Ipojuca, em parceria com o Governo do Estado. As principais vias do município – como a PE-60, PE-51, PE-09 e o acesso a Muro Alto – estão sendo requalificadas para proporcionar mais segurança e mobilidade aos moradores e trabalhadores. Essa ação responde a uma necessidade essencial para o desenvolvimento do município, beneficiando diretamente o turismo, o comércio e a qualidade de vida dos ipojucanos.

Essa versão mantém a objetividade, resumindo as conquistas do “PE na Estrada” como uma realização estratégica para o município e uma resposta às demandas do seu mandato.

Outras Notícias

Confirmada nomeação de Alexandre Pires no ministério de Marina Silva

Saiu a confirmação e nomeação do nome de Alexandre Pires para Diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Como o blog antecipou, Alexandre, que coordenou o Centro Sabiá e a Articulação do Semiárido – […]

Saiu a confirmação e nomeação do nome de Alexandre Pires para Diretor do Departamento de Combate à Desertificação da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Como o blog antecipou, Alexandre, que coordenou o Centro Sabiá e a Articulação do Semiárido – ASA em Pernambuco, iguaraciense de Jabitacá, ira compor a equipe da ministra Marina Silva. Há poucos dias ele se despediu da equipe do Sabiá.

Candidato na Deputado Estadual no último pleito pelo PSOL, ele comemorou há alguns dias a indicação para a função.

“Agenda importante para todo Brasil. A desertificação está em outras regiões, que não apenas no Nordeste. Me sinto desafiado a está neste espaço porque o convite chega em função da minha trajetória na ASA e no Centro Sabiá, uma organização que tem uma história de luta e defesa e promoção da agroecologia, agricultura camponesa, do enfrentamento às mudanças climáticas etc”, frisou ele, se sentindo feliz e honrado em poder levar para o ministério, a sua experiência e contribuir com o Governo Lula.

Roberto Morais não vê ambiente para eleições em 2020

Em nota ao  Blog do Magno, o ex-desembargador eleitoral e Advogado Eleitoralista Roberto Morais voltou a dizer ser inconcebível falar em eleições esse ano. Morais já havia externado mesmo posicionamento ao blog. “Desde o começo de março, venho afirmando que não haverá eleições esse ano. Seria uma desumanidade exigir que 100 milhões de pessoas votem. […]

Em nota ao  Blog do Magno, o ex-desembargador eleitoral e Advogado Eleitoralista Roberto Morais voltou a dizer ser inconcebível falar em eleições esse ano.

Morais já havia externado mesmo posicionamento ao blog. “Desde o começo de março, venho afirmando que não haverá eleições esse ano. Seria uma desumanidade exigir que 100 milhões de pessoas votem. Se hoje (não se sabe quantos em outubro/novembro) temos mais de 300 mil contaminados!”

E segue: “Milhares de mortos? Só por um capricho de alguns juristas e advogados, que, por preciosismo teórico/constitucionais, não admitem mudar as datas da votações. Acontece que há segmentos dos servidores da Justiça Eleitoral que querem porque querem realizar as eleições”.

Acrescenta que isso acontece por ser a razão de ser de suas atividades funcionais. “É o ápice! Também: as Mesas Diretoras dos Tribunais Regionais e os Ministros do TSE, especialmente seus presidentes, têm interesses em realizar as eleições”.

“Agora, 2020, por que se dariam durante seus mandatos? Toda Mesa Diretora, inclusive do TSE, tem duração de dois anos e, se as eleições e os mandatos forem prorrogados, nenhum deles estará no TSE nem nos TREs”. 

E conclui: “Finalmente: onde conseguirão R$ 5 bilhões para realizar as eleições? Em um momento desses, em que faltam respiradores? Desde quando você publicou   seus comentários e o meu, as autoridades admitem implicitamente ou explicitamente, mas não têm coragem de defender o adiamento”.

Tabira ainda contabiliza prejuízo com chuva e ventania do sábado

Veja onde choveu no Pajeú, segundo o Ipa Falando ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, o radialista Júnior Alves trouxe um relato da situação em Tabira em virtude das fortes chuvas que caíram no último sábado. Esta manhã foi mais uma para contabilizar prejuízos e começar a recuperar o que foi destruído principalmente pela […]

Placa destruída por força dos ventos. Algumas pareciam ser de papel
Placa destruída por força dos ventos. Algumas pareciam ser de papel

Veja onde choveu no Pajeú, segundo o Ipa

Falando ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, o radialista Júnior Alves trouxe um relato da situação em Tabira em virtude das fortes chuvas que caíram no último sábado. Esta manhã foi mais uma para contabilizar prejuízos e começar a recuperar o que foi destruído principalmente pela ação dos fortes ventos na noite do sábado.

A chuva causou destruição e prejuízos para muitos. O cenário ainda é de destruição. Placas de sinalização, paredes derrubadas, árvores caídas, dentre outros prejuízos.

“Na frente do Hospital a água já baixou, mas a parede mostra o nível onde a água chegou com cerca de um metro, o que complicou atendimento de pessoas que procuraram a unidade aquela noite”, disse.

No Clube de Campo, uma formatura foi cancelada, pois o vento destruiu a ornamentação. Foram 103 milímetros de chuva recorde do fim de semana em um dos recordes do ano só perdendo para os temporais de abril no Alto Pajeú.

Onde mais choveu: De acordo com o IPA, em Serra Talhada foram 10,1 milímetros. Em Afogados da Ingazeira foram  17 milímetros no fim de semana. Ainda houve registros em Carnaíba (22 milímetros), Flores (25,2 milímetros),  Iguaracy (9,4 milímetros), Triunfo (12 milímetros) e Solidão (4,9 milímetros). Até esta manhã o Ipa ainda não havia trazido números de outras cidades.

Presidente da ASTUR não acredita em carnaval de rua em 2022

O Presidente da ASTUR, Edygar Santos, disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que ainda não há segurança para a realização do carnaval em 2022 no Estado de Pernambuco. Segundo ele, os sinais das Secretarias de  Saúde e de Desenvolvimento Econômico indicam preocupação com os riscos de se fazer festa de momo ano que […]

O Presidente da ASTUR, Edygar Santos, disse ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que ainda não há segurança para a realização do carnaval em 2022 no Estado de Pernambuco.

Segundo ele, os sinais das Secretarias de  Saúde e de Desenvolvimento Econômico indicam preocupação com os riscos de se fazer festa de momo ano que vem. Um dos exemplos que provam isso foi a fala do Estado após a manifestação do presidente do Galo da Madrugada, Rômulo Menezes, que chegou a anunciar uma programação do Galo da Madrugada 2022.

De acordo com a secretária executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça, ainda não há uma posição definitiva sobre o carnaval em 2022. O governo diz que o “Carnaval de 2022 ainda não foi liberado e que os eventos-teste precisam acontecer primeiro para que seja feita a análise sobre novas flexibilizações e avanços”.

Para o Presidente da Astur, há receio de que, com os números em queda, o carnaval seja vetor para a proliferação da variante Delta, como foi no carnaval de 2020. “Podem acontecer alguns eventos em ambientes fechados, mas ainda não acredito em festa aberta”.

História: há 50 anos, Dom Francisco firmava voto de simplicidade sem privilégios no “Pacto das Catacumbas”. Entenda:

Dom Hélder Câmara também esteve entre os signatários Há exatos 50 anos, era redigido e assinado por quarenta religiosos participantes do Concílio Vaticano II, entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros,  o chamado Pacto das Catacumbas. Em 16 de novembro de 1965, pouco antes da conclusão do Concílio. Este documento foi firmado após a eucaristia na Catacumba de Domitila. […]

Dom Francisco dentre participantes  do Concílio Vaticano II
Dom Francisco (direita) dentre participantes do Concílio Vaticano II

Dom Hélder Câmara também esteve entre os signatários

Há exatos 50 anos, era redigido e assinado por quarenta religiosos participantes do Concílio Vaticano II, entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros,  o chamado Pacto das Catacumbas. Em 16 de novembro de 1965, pouco antes da conclusão do Concílio. Este documento foi firmado após a eucaristia na Catacumba de Domitila.

Por este documento de 13 itens, os signatários comprometeram-se a levar uma vida de pobreza, rejeitar todos os símbolos, os privilégios do poder e a colocar os pobres no centro do seu ministério pastoral. Comprometeram-se também com a colegialidade e com a co-responsabilidade da Igreja como Povo de Deus, e com a abertura ao mundo e a acolhida fraterna. Um dos proponentes do pacto foi Dom Hélder Câmara. Este pacto influenciou a nascente teologia da libertação e os rumos da Segunda Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em Medellín.

Os bispos brasileiros signatários do pacto foram Dom Antônio Fragoso, da Diocese de Crateús-CE, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho da Diocese de Afogados da Ingazeira, PE, Dom João Batista da Mota e Albuquerque, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, ES, o Pe. Luiz Gonzaga Fernandes sagrado bispo auxiliar de Vitória dias depois, Dom Jorge Marcos de Oliveira, da diocese de Santo André, SP, Dom Helder Câmara, Dom Henrique Golland Trindade, OFM, arcebispo da arquidiocese de Botucatu, SP, Dom José Maria Pires, arcebispo da arquidiocese da Paraíba, PB.

Dentre os compromissos firmados, procurar viver segundo o modo ordinário da população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue.” Para sempre renunciamos à aparência e à realidade da riqueza, especialmente no traje (fazendas ricas, cores berrantes), nas insígnias de matéria preciosa (devem esses signos ser, com efeito, evangélicos).”

E segue: Não possuiremos nem imóveis, nem móveis, nem conta em banco, etc., em nosso próprio nome; e, se for preciso possuir, poremos tudo no nome da diocese, ou das obras sociais ou caritativas”. O texto ainda define que no comportamento, nas relações sociais, evitariam aquilo que pode parecer conferir privilégios, prioridades ou mesmo uma preferência qualquer aos ricos e aos poderosos, como banquetes oferecidos ou aceitos, classes nos serviços religiosos.

“Do mesmo modo, evitaremos incentivar ou lisonjear a vaidade de quem quer que seja, com vistas a recompensar ou a solicitar dádivas, ou por qualquer outra razão. Convidaremos nossos fiéis a considerarem as suas dádivas como uma participação normal no culto, no apostolado e na ação social.”

12246787_1714641135445032_6665726398996676997_nDiz ainda :”Poremos tudo em obra para que os responsáveis pelo nosso governo e pelos nossos serviços públicos decidam e ponham em prática as leis, as estruturas e as instituições sociais necessárias à justiça, à igualdade e ao desenvolvimento harmônico e total do homem todo em todos os homens, e, por aí, ao advento de uma outra ordem social, nova, digna dos filhos do homem e dos filhos de Deus”.

O Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol, de Afogados da Ingazeira, comentou em artigo na sua página no Facebook a decisão tomada por aqueles religiosos, principalmente Dom Francisco. “Quem teve a graça de conviver, de perto, com Dom Francisco, pode testemunhar o quanto ele levou a sério o compromisso assumido no documento, que marcou seu longo caminho de despojamento, de entrega aos mais pobres, de cuidado com o povo do Pajeú”.

Diz Dom Bisol que “Dom Francisco viveu a pobreza: vestia com simplicidade, não amava insígnias, muito menos luxuosas. Por muitos anos sua alimentação vinha na marmita do hotel vizinho. Para se locomover usou, enquanto pôde, os transportes públicos. Sua residência era sóbria e aberta a todos”.

“Estava sempre disponível para atender os que o procuravam: ele passava manhãs inteiras acolhendo as pessoas, em sua maioria pobres, ouvindo, falando, aconselhando, oferecendo ajuda. Tudo o que possuía estava a serviço do povo e do trabalho pastoral”.

Clique aqui e leia O Pacto das Catatumbas na íntegra