Rodrigo Novaes diz que caso do CE mostra que máximas como “bandido bom, é bandido morto” favorecem erros
“É evidente que o policial vai reagir porque ele não vai morrer nas mãos dos bandidos. Mas no caso de Milagres, percebe-se que os policiais chegaram sem verificar o ambiente: atiraram e mataram”
O deputado Rodrigo Novaes (PSD) lamentou a morte de seis reféns – cinco deles pernambucanos – e de oito criminosos após tentativa de assalto a uma agência bancária no município de Milagres (CE), na última sexta (7). Em discurso no Grande Expediente desta segunda (10), o parlamentar questionou a operação policial e defendeu uma melhor atuação das equipes de inteligência das corporações.
“Ultimamente, parece que a sociedade vem compreendendo que a morte é o fim natural quando existe o combate entre policiais e assaltantes. Na verdade, o natural é que os bandidos sejam rendidos e submetidos à força da Justiça”, afirmou. Além do reforço no trabalho de inteligência da polícia, o deputado defendeu a investigação dos militares envolvidos na operação e disse que a expressão “bandido bom, é bandido morto” está contribuindo para esses acontecimentos que vem ocorrendo nos últimos dias.
“Não há inocência da minha parte. É evidente que o policial vai reagir porque ele não vai morrer nas mãos dos bandidos. Mas é preciso que essa reação seja compatível”, alegou. “No caso de Milagres, percebe-se que os policiais chegaram sem verificar o ambiente: atiraram e mataram”, complementou.
Novaes ainda criticou declaração dada pelo governador do Ceará, Camilo Santana, que teria levantado suspeitas sobre a inocência dos reféns. “Não é o que se espera de um governador. Felizmente, ele se retratou posteriormente”, registrou. Por fim, o deputado solicitou um minuto de silêncio em homenagem às vítimas.



O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, cumpriu nesta segunda-feira (19) uma série de compromissos em Brasília, dentro de uma agenda institucional voltada à busca de parcerias e recursos para o município.


O aldeamento, que nesse tempo era um arraial de casas esparsas, foi se transformando pouco a pouco em um núcleo de população e de casas alinhadas. Assim, cabe a Frei Ângelo os foros da fundação da cidade onde ele permaneceu até falecer, em 7 de junho de 1824. Outros habitantes foram chegando sucessivamente, atraídos pelas excepcionais condições de solos, fontes perenes e vegetação sempre verde, fazendo com que a povoação fosse crescendo com rapidez.















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