Destaque, Notícias

Roberta Luchsinger diz que pretende fazer delação premiada e cita Lula e Lulinha

Por Michael Andrade

A empresária e lobista Roberta Luchsinger afirmou que pretende buscar um acordo de delação premiada no âmbito das investigações das quais é alvo. Em entrevista à CNN Brasil, nesse sábado (17), ela disse que poderia acrescentar informações às apurações e citou o presidente Lula (PT) e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Roberta é investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência no governo federal. Nos últimos meses, foi alvo de busca e apreensão, bloqueio de bens e valores e determinação de uso de tornozeleira eletrônica no âmbito de investigações derivadas da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS.

Fábio Luís Lula da Silva também é investigado pela PF por suspeitas de corrupção e tráfico de influência. A defesa dele nega irregularidades.

Ao falar sobre a possibilidade de colaboração com a Justiça, Roberta afirmou que poderia apresentar detalhes que, segundo ela, não aparecem nas mensagens de WhatsApp já reunidas pelos investigadores.

“Eu não vou poupar ninguém”, declarou a empresária ao mencionar a possibilidade de colaborar com as investigações.

Roberta afirmou que pretende aguardar o momento considerado adequado pela Justiça para buscar formalmente um acordo. Até agora, não há informação de que uma colaboração premiada tenha sido firmada ou homologada. A declaração da empresária, portanto, representa uma intenção manifestada publicamente.

Durante a entrevista, ela também afirmou ter presenciado encontros de Lulinha com integrantes do governo federal e fez acusações contra o presidente Lula. As declarações ainda dependem de comprovação e eventual apuração pelas autoridades.

A equipe de comunicação do presidente respondeu que Lula “desconhece inteiramente” os fatos apresentados pela empresária e afirmou que ele jamais manteve interlocução com Roberta, recebeu demandas dela ou teve conhecimento das supostas tratativas mencionadas. O governo também informou que não existe contrato federal com a empresária.

A defesa de Lulinha afirmou à CNN que ele não cometeu irregularidades, colocou-se à disposição da Justiça e classificou as declarações de Roberta como incompatíveis com o depoimento prestado por ela às autoridades. Segundo os advogados, Fábio Luís pretende comprovar sua inocência nos autos.

As declarações foram feitas a oito dias do segundo turno da eleição presidencial, no qual Lula disputa a reeleição.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes sociais

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Outras Notícias

Agregador de pesquisas mostra Flávio com 50,74% e Lula com 49,26%; diferença é de 1,48 ponto percentual

Compilação das pesquisas da semana aponta diferença de 1,48 ponto percentual entre Flávio Bolsonaro e Lula. O agregador reúne resultados de cinco levantamentos nacionais: Ipespe, CNT/MDA, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest. Considerados em conjunto, os números mantêm a disputa presidencial com diferença inferior a dois pontos percentuais. Nos levantamentos mais recentes, o Ipespe/Abrapel apontou Flávio com […]

Compilação das pesquisas da semana aponta diferença de 1,48 ponto percentual entre Flávio Bolsonaro e Lula.

O agregador reúne resultados de cinco levantamentos nacionais: Ipespe, CNT/MDA, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest. Considerados em conjunto, os números mantêm a disputa presidencial com diferença inferior a dois pontos percentuais.

Nos levantamentos mais recentes, o Ipespe/Abrapel apontou Flávio com 51,2% dos votos válidos e Lula com 48,8%. A CNT/MDA registrou 50,5% para o candidato do PL e 49,5% para o petista. Já o levantamento mais recente do PoderData/Aya mostrou os dois candidatos com 50%.

O Datafolha também apresentou Flávio numericamente à frente, com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula. Na Quaest divulgada nesta semana, o resultado também indicou diferença pequena entre os dois candidatos.

Os números individuais devem ser lidos de acordo com a margem de erro e a metodologia de cada pesquisa. O percentual do agregador não constitui uma nova pesquisa de intenção de voto, mas uma consolidação dos levantamentos incluídos no cálculo.

A última semana antes da votação terá nova rodada de pesquisas. Para esta segunda-feira (19), estão previstos levantamentos do PoderData, AtlasIntel e BTG/Nexus. Na terça-feira (20), a expectativa é pela divulgação de pesquisas do Instituto Veritá e do Real Time Big Data.

Na quarta-feira (21), estão previstos novos números de Quaest, Palver e Gerp. Os levantamentos devem atualizar o retrato da disputa nos últimos dias antes do segundo turno.

Flávio Bolsonaro e Lula voltam às urnas no próximo domingo (25). No primeiro turno, o candidato do PL terminou à frente, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.

Fotos: Reprodução

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O Pajeú e as eleições presidenciais de 2026

Por Heitor Scalambrini Costa, Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco* Estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que, no primeiro turno das Eleições 2026, o índice geral de comparecimento no país atingiu 78,92%. Do total de 158 milhões de eleitores aptos a votar em todo o país, aproximadamente 125 milhões compareceram às seções […]

Por Heitor Scalambrini Costa, Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco*

Estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que, no primeiro turno das Eleições 2026, o índice geral de comparecimento no país atingiu 78,92%. Do total de 158 milhões de eleitores aptos a votar em todo o país, aproximadamente 125 milhões compareceram às seções eleitorais no último dia 4 de outubro.

Por outro lado, foram totalizadas cerca de 33 milhões de abstenções em todo o Brasil, número que representa 21,08% dos eleitores aptos a votar. Em Pernambuco, o número foi menor, com 18,17% de abstenções. Apesar do aumento em relação ao último pleito, o número mantém a média histórica do estado nas eleições anteriores, onde o índice sempre se manteve abaixo da média nacional.

Os números de comparecimento em Pernambuco mantiveram a estabilidade histórica registrada no 1° turno das últimas quatro eleições. Neste ano, cerca de cinco milhões de eleitores pernambucanos foram às suas zonas eleitorais, o que representou uma taxa de comparecimento de 81,83% do eleitorado estadual, superando a média nacional.

O engajamento do eleitorado pernambucano tem se mantido consistente ao longo dos últimos pleitos. Nos anos anteriores, os percentuais de comparecimento mantiveram a média na casa dos 80%. Mesmo assim mais de um milhão e 300 mil não votaram, de um total apto a votar em torno de 7,2 milhões de eleitores, 109.491 (1,52%) votaram em branco, enquanto 200.554 (2,79%), nulo.

O Sertão do Pajeú é uma microrregião, das 19 existentes, segundo o IBGE, altamente politizada e historicamente estratégica no cenário político estadual e nacional. É composta por 17 municípios (destacando Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e São José do Egito), funcionando como um dos maiores colégios eleitorais e polos de articulação do Sertão pernambucano.

A forte identidade cultural da região considerada o berço da poesia e do repente, carrega fortes marcas históricas ligadas ao cangaço e às lutas populares. Conta com organizações sociais como a Rede Pajeú de Agroecologia, a Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú, além da Rádio Pajeú ligada a diocese de Afogados da Ingazeira, estimulando debates sobre políticas públicas, recursos hídricos, convivência com o semiárido e democracia.

No primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, o pernambucano do município de Caetés, Luiz Inacio Lula da Silva (PT) liderou a votação na região do Pajeú,. Dos 263.021 eleitores e eleitoras aptos a votar obteve 153.341 votos (58,30%). Seu opositor, o extremista de direita, por sua vez teve 39.430 votos (14,99%). A abstenção, ou seja, os eleitores que não foram votar por desinteresse, dificuldades práticas, descrença na política ou insatisfação com os candidatos atingiu 51.275 eleitores (19,50%). Outros 9.705 votaram em branco (2.823 eleitores) ou nulo (6.882 eleitores), por rejeição deliberada.

Somando os votos nulos, brancos e aqueles que não foram votar chegou-se à marca de 60.980 eleitores e eleitoras. Para este 2º turno o maior desafio será reconstruir razões para que estes nordestinos e nordestinas voltem às urnas e entendam o segundo turno como uma escolha sobre o futuro do país.

Não bastasse o legado de destruição do bolsonarismo entre 2018 e 2022, revertido apenas por meio de uma frente ampla, uma pergunta não quer calar, o que mais pode ter convencido os eleitores a votarem no candidato da extrema direita Flávio Bolsonaro investigado pela polícia federal pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas?

Estamos lidando com a extrema direita que é movida pelo desejo e a necessidade do extermínio de tudo que é diferente dela. Ela é por natureza exterminadora e odienta. Portanto, tudo que não é ela, tudo que não é idêntico a ela, tudo que não tem a forma dela é objeto de ódio, de ataque e de extermínio.

Assim, estamos diante de uma possível catástrofe que se avizinha, com a possibilidade do extremista ser eleito. Será necessário tentar convencer, abordar nesta semana que antecede o 2º turno, os que se abstiveram, os que não foram votar, quem anulou, ou mesmo quem votou em branco.

Neste segundo turno o candidato presidente Lula não precisará convencer todos os brasileiros. Ao preservar sua base, aqueles que já votaram nele no primeiro turno, precisará então motivar os 39 milhões de eleitores e eleitoras que não foram as urnas, ou que anularam o voto, ou votaram em branco. Esta parcela considerável do eleitorado nacional poderá ainda mudar o resultado do primeiro turno.

Aqui no Pajeú serão 60.980 eleitores e eleitoras que não votaram, anularam, ou deixaram em branco que deverão ser conquistados. Pergunte a quem você conhece porque não foi votar, e foque nesse ponto. Apenas descubra um motivo, um único motivo apenas que possa levar essa pessoa a votar pelo seu país, pela sua cidade, pela sua família. Escute, antes de falar. Não faça discurso de sabido como se o outro fosse ignorante. Antes do voto você precisa ganhar a simpatia da pessoa.

Hoje dizer que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem chances é tão equivocado quanto afirmar que sua vitória está assegurada. O que existe é uma eleição indefinida, na qual alguns fatores ainda podem favorecer o presidente. O segundo turno será também uma escolha, uma comparação entre os dois candidatos, o que eles representam e o que fizeram para o povo brasileiro.

Cabe a todos e todas que lutam contra o totalitarismo da extrema direita, contra o risco de um retrocesso político e civilizatório reagirem e votarem no candidato que garanta a democracia. Esta eleição não é a simples disputa de um candidato A contra um candidato B, mas sim de princípios, pois duas visões de mundo opostas estão em disputa. O que está em jogo é a democracia, a soberania nacional, a continuidade de políticas públicas que atendam o interesse da população, a justiça social.

A Nação Pajeuzeira mais uma vez se posicionará na direção do desenvolvimento social sustentável, do progresso, da prosperidade, contribuindo com a vitória do presidente Luiz Inacio Lula da Silva.

* a opinião é de inteira responsabilidade do autor 

João Gomes quebra silêncio sobre política, defende educação, SUS e democracia

Lula comentou a publicação em que João Gomes respondeu às cobranças por posicionamento político e apresentou as causas que defende. João Gomes havia sido questionado sobre seu posicionamento no segundo turno das eleições. Durante uma apresentação em Londrina, no Paraná, nesse sábado (17), decidiu responder publicamente. “Me questionaram: pra que lado eu estava a favor? […]

Lula comentou a publicação em que João Gomes respondeu às cobranças por posicionamento político e apresentou as causas que defende.

João Gomes havia sido questionado sobre seu posicionamento no segundo turno das eleições. Durante uma apresentação em Londrina, no Paraná, nesse sábado (17), decidiu responder publicamente.

“Me questionaram: pra que lado eu estava a favor? Eu pensei, me calei, mas agora posso falar”, declarou.

Na sequência, sem mencionar candidatos, João passou a enumerar as causas que considera importantes. O pernambucano defendeu a educação e a valorização de professores, lembrando a própria trajetória como estudante.

O cantor também falou sobre a importância de ampliar o acesso às universidades e citou as cotas e os auxílios destinados a estudantes de baixa renda. João contou que recebeu ajuda para conseguir permanecer na escola diante das dificuldades enfrentadas pela família.

Outro tema abordado foi a segurança. Ele defendeu que as pessoas possam sair de casa e retornar em segurança para encontrar filhos, pais e familiares.

João também falou sobre trabalho e assistência social. Ao lembrar a história de um amigo que precisava trabalhar depois da escola e nos fins de semana para ajudar a mãe, afirmou que muitos jovens acabam tendo menos oportunidades de desenvolver outras habilidades por causa das dificuldades financeiras.

Na saúde, o cantor defendeu o SUS, a formação de profissionais e melhores condições de atendimento à população. Também chamou atenção para a saúde mental e para a necessidade de acolhimento de pessoas que enfrentam momentos de sofrimento.

Na parte final do discurso, João Gomes falou sobre liberdade de expressão e direito ao voto. O artista lembrou que a participação democrática foi conquistada após anos de luta e pediu atenção às escolhas que afetam as crianças e o futuro do país.

O pronunciamento foi associado nas redes sociais a um posicionamento favorável a Lula. João Gomes, no entanto, não citou o presidente nem declarou expressamente em quem pretende votar no trecho divulgado.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com o pronunciamento de João Gomes.

Frame: Reprodução/Instagram

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Coluna do Domingão: o grande encontro

Em uma eleição que será definida nesta semana,  para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas,  o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro,  decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto. Nos últimos dias,  a campanha de Lula cresceu se considerarmos […]

Em uma eleição que será definida nesta semana,  para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas,  o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro,  decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto.

Nos últimos dias,  a campanha de Lula cresceu se considerarmos as pesquisas,  mas Flávio ainda lidera na média dos levantamentos por uma pequena margem,  que varia entre 1 e 3 pontos, com empate na maioria deles considerando a margem de erro.

O debate da Band está confirmado para as 20 horas de hoje, em uma transmissão prevista com cerca de duas horas de duração.

Pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.

O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:

Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.

Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.

Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

O que cada candidato reserva de fator surpresa? Como reagirão às provocações mútuas? Quem demonstrará mais segurança? Mais domínio de país? São respostas que não ajudarão apenas a responder quem ganhou o debate,  mas o comando do país nos próximos anos.

1,48%

Um agregador das pesquisas da semana entre Flávio Bolsonaro e Lula mostra o candidato do PL com 50,74% e Lula com 49,26%, vantagem de 1,48% pró Flávio,  a uma semana da eleição. Integram esse agregador as pesquisas Ipespe, CND/MDA, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest.

Vox dá Lula de novo na frente 

Pesquisa do Instituto Vox Brasil divulgada neste domingo (18/10) pelo Poder360 mostra Lula (PT) com 51% dos votos válidos, ante 49% de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. No cenário estimulado, que considera todos os entrevistados, o presidente tem 46,4% das intenções de voto, contra 44,6% do senador. Brancos, nulos e nenhum somam 5%, enquanto 3,9% estão indecisos. A diferença de 1,8 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,15 pontos, para mais ou para menos.

Comparação

Em relação à pesquisa realizada dez dias antes, Lula subiu de 44,2% para 46,4%, enquanto Flávio passou de 42,7% para 44,6%. O presidente avançou 2,2 pontos percentuais, ante 1,9 ponto do senador. No mesmo período, os indecisos recuaram de 9,7% para 3,9%, enquanto brancos e nulos passaram de 3,4% para 5%.

Dados da pesquisa 

O Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em seus domicílios, entre 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04332/2026.

Pesquisa que bolsonaristas comemoram

Pesquisa Gerp divulgada na sexta-feira (16) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na comparação com a pesquisa divulgada em 12 de outubro, Flávio Bolsonaro passou de 53% para 50%, enquanto Lula oscilou de 44% para 45%. A diferença entre os dois candidatos caiu de nove para cinco pontos. Em validos, 52% a 48% pró Flávio. Ouviu 2.400 eleitores em todo o Brasil entre os dias 14 e 16 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas, com margem de erro de 2%. Registro BR-05187/2026.

Pesquisas que vêm

Para alimentar sua ansiedade,  lá vem mais levantamentos: nesta segunda-feira, 19, estão previstas três pesquisas: PoderData, AtlasIntel e BTG/Nexus. Na terça, 20, serão divulgados os levantamentos do Instituto Veritá e do Real Time Big Data. Na quarta-feira, 21, será a vez de Quaest, Palver e Gerp apresentarem novos números sobre a corrida ao Palácio do Planalto.

Saiu do muro?

O cantor João Gomes quebrou o silêncio e publicou um longo discurso interpretado como um sinal de apoio ao presidente Lula (PT). “Me questionaram: pra que lado eu estava a favor? Eu pensei, me calei, mas agora posso falar”, declarou o artista. Na gravação, João defendeu a educação pública, as cotas, os programas de auxílio, a saúde e a democracia. O cantor também destacou a importância da liberdade de expressão e do direito ao voto.

Repercussão

O pronunciamento ganhou repercussão política e foi associado a um posicionamento favorável a Lula. Apesar disso, João não citou o nome do presidente nem declarou expressamente seu voto na fala apresentada. Ainda assim,  Lula comentou o post. “Meu abraço carinhoso. O Brasil é de todos nós”. Veja a fala:

Detonou Lula

A empresária Roberta Luchsinger concedeu entrevista à CNN Brasil e afirmou que pretende fazer uma delação premiada, declarando que não poupará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem seu filho, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).

O que ela falou

“[A Polícia Federal] vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta.

A reação

Bolsonaristas espalharam o link da entrevista como a pá de cal para enterrar o presidente candidato à reeleição. E lulistas disseram que “a bomba virou traque”, ou que “a montanha pariu um rato”.

Povo no cardápio 

O furo da semana: Flávio Bolsonaro esteve com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e com o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet, além do senador Rogério Marinho, horas antes da sabatina na Globo. A emissora emitiu uma nota informando que se trata de uma “visita institucional de rotina”, mas a informação real é de que o candidato foi provocado a se comprometer com a volta das BETS (o grupo Globo tinha a BetMGM) e da escala 6×1.

Cobertura

Depois do sucesso do trabalho no primeiro turno das eleições, a Rádio Pajeú promete repetir a dose no próximo domingo,  com a maior cobertura do segundo turno das eleições. Os programas da grade de segunda a sexta terão exibição especial,  e às quatro da tarde, a Central de Apuração,  que só termina quando o Brasil conhecer o vencedor entre Flávio Bolsonaro e Lula.

 

Frases da semana:

“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos é pobreza, e pouco dinheiro na mão de muitos é riqueza”.

De Lula, na sabatina da Globo.

“Eu estou concorrendo à eleição para presidente da República, que é coisa muito séria, e o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”.

De Flávio  Bolsonaro, também na sabatina da Globo.

Vox Brasil: Lula tem 51% e Flávio 49% dos votos válidos; cenário é de empate técnico

Pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18) mostra o presidente Lula (PT) com 51% dos votos válidos no segundo turno, contra 49% de Flávio Bolsonaro (PL). A diferença está dentro da margem de erro de 2,15 pontos percentuais, configurando empate técnico. No cenário estimulado, que considera o total dos entrevistados, Lula registra 46,4% das intenções […]

Pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18) mostra o presidente Lula (PT) com 51% dos votos válidos no segundo turno, contra 49% de Flávio Bolsonaro (PL). A diferença está dentro da margem de erro de 2,15 pontos percentuais, configurando empate técnico.

No cenário estimulado, que considera o total dos entrevistados, Lula registra 46,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 44,6%. Brancos, nulos e aqueles que não escolheriam nenhum dos dois somam 5%. Outros 3,9% não souberam ou não responderam.

Em relação ao levantamento anterior do instituto, realizado entre 5 e 7 de outubro, Lula passou de 44,2% para 46,4%, enquanto Flávio avançou de 42,7% para 44,6%.

No mesmo período, o percentual de indecisos caiu de 9,7% para 3,9%. Já os votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos passaram de 3,4% para 5%.

Considerando apenas os votos válidos, cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos, Lula aparece com 51% e Flávio com 49%. Como a diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento, os candidatos estão tecnicamente empatados.

A pesquisa também mediu a rejeição dos dois concorrentes. Lula e Flávio registram o mesmo índice: 45,3% dos entrevistados afirmaram que não votariam em cada um deles de jeito nenhum.

O levantamento ouviu presencialmente 2.100 eleitores em seus domicílios entre os dias 15 e 17 de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada e financiada pelo próprio Instituto Vox Brasil Opinião e Pesquisas, com recursos próprios, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04332/2026.

Fonte: Instituto Vox Brasil
Foto: Reprodução

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