Destaque, Notícias

Raquel Lyra é aprovada por 68%, diz Multipla

Por Nill Júnior

A gestão da governadora Raquel Lyra registra 68% de aprovação entre os entrevistados em Pernambuco, segundo pesquisa do Instituto Múltipla realizada entre os dias 12 e 14 de setembro de 2026. A desaprovação é de 23%, enquanto 9% não opinaram.

Na avaliação por classificação, 48% consideram a administração ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular. Outros 14% avaliam o governo como ruim ou péssimo e 4% não opinaram.

A pesquisa também identificou relação entre a avaliação da administração e a intenção de voto para governador. Entre os entrevistados que classificam a gestão como ótima ou boa, Raquel Lyra aparece com 69% das intenções de voto, contra 17% de João Campos. Já entre aqueles que classificam o governo como ruim ou péssimo, João Campos registra 80%, enquanto Raquel tem 2%.

Pelo critério de aprovação, entre os que aprovam a gestão, Raquel alcança 62% e João Campos 23%. Entre os que desaprovam, João chega a 81% e Raquel fica em 2%.

A pesquisa ouviu 900 eleitores em 98 municípios pernambucanos, com margem de erro de 3,3 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob o número PE-07035/2026.

Outras Notícias

Ex-governador Sérgio Cabral é transferido de Bangu para Curitiba pela PF

Da Agência Brasil O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó pouco depois das 10h de hoje (9) para ser transferido pela Polícia Federal, informou a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária. Cabral estava preso em Bangu 8, onde cumpre prisão preventiva pedida pelo Ministério Público Federal no âmbito da […]

sergiocabral0Da Agência Brasil

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó pouco depois das 10h de hoje (9) para ser transferido pela Polícia Federal, informou a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.

Cabral estava preso em Bangu 8, onde cumpre prisão preventiva pedida pelo Ministério Público Federal no âmbito da Operação Calicute. A operação investiga um esquema de corrupção que envolvia pagamento de propinas e lavagem de dinheiro e aponta Cabral como chefe da organização.

A transferência foi decidida pela Justiça Federal após um ofício do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apontando que Cabral vinha recebendo visitas irregulares em Bangu 8.

O promotor André Guilherme Freitas diz no ofício que o réu teve visitas de amigos e familiares em desconformidade com a Resolução SEAP nº584, de 23 de outubro de 2016. O promotor destaca que apenas uma pessoa amiga poderia ter sido credenciada para visitá-lo, e apenas após a satisfação de formalidades listadas na resolução.

“Por outro lado, caso se tenha como visitação extraordinária a que vem ocorrendo em relação a este réu, cabe esclarecer que esta, quando desempenhada por autoridades públicas, deve estar estritamente relacionada ao exercício da função”, diz o ofício, acrescentando que as visitas foram divulgadas amplamente pela imprensa, reconhecidas pela Secretaria de Administração Penitenciária e confirmadas em declarações públicas de um dos visitantes.

Em nota, a Seap afirma que todas as visitas de Cabral foram cadastradas dentro das normas da secretaria. “Cabe ressaltar que deputados possuem prerrogativas parlamentares para entrar e, inclusive, fiscalizar unidades prisionais a qualquer momento, sem necessariamente ser o dia de visita”, diz o texto que informa ainda que câmeras da unidade prisional poderão ser solicitadas para a apuração de irregularidades.

CPI ouve ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello na próxima semana

Na terceira semana de depoimentos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia ouve dois ex-ministros do governo Jair Bolsonaro: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da covid-19.  Agendada para quarta-feira (19), às 9h, a audiência […]

Na terceira semana de depoimentos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia ouve dois ex-ministros do governo Jair Bolsonaro: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da covid-19. 

Agendada para quarta-feira (19), às 9h, a audiência de Pazuello é a mais esperada. Dos quatro ministros que comandaram o Ministério da Saúde durante a pandemia, Pazuello foi o que ficou mais tempo no cargo. O general do Exército e especialista em logística assumiu interinamente o ministério em 16 de maio de 2020, após a saída de Nelson Teich. 

Ele foi efetivado no cargo em 16 de setembro e exonerado no dia 23 de março de 2021. Estava no comando da pasta quando a Pfizer fez uma oferta de 70 milhões de doses de imunizantes ao Brasil, segundo o presidente regional da empresa na América latina, Carlos Murillo. Em 11 de fevereiro deste ano, durante sessão no Plenário do Senado, Pazuello afirmou que eram somente 6 milhões ofertadas pela Pfizer.

Em depoimento à CPI na quinta-feira (13), o representante da Pfizer detalhou três ofertas feitas em agosto de 2020 ao governo brasileiro. Todas, segundo ele, ficaram sem resposta. Somente em 19 de março de 2021 foi assinado contrato com a empresa.

No requerimento de convocação de Pazuello, feito pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), este afirma que os depoimentos dos ex-ministros da Saúde são imprescindíveis para elucidar as providências tomadas pela pasta para enfrentar a pandemia. Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Viera (Cidadania-SE) também apontam que Pazuello precisa explicar a insistência do governo no chamado “tratamento precoce” e a crise de oxigênio em Manaus (AM).

Mas ainda há incerteza se Pazuello falará aos senadores. Convocado para prestar depoimento na condição de testemunha, é obrigado a dizer a verdade sob o risco de ter sua prisão decretada. 

Mas, na quinta-feira (13), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal que o ex-ministro da Saúde possa permanecer calado, sem correr o risco de ser preso. Até a publicação desta matéria, o ministro Ricardo Lewandowski, que ficou responsável por analisar o pedido, ainda não havia proferido uma decisão. 

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), escreveu em sua conta em uma rede social que o depoimento de Pazuello é importante para o aprofundamento da investigação. 

“Esperamos que o Supremo deixe que a CPI continue seus trabalhos e cumpra sua função. Até agora não há prejulgamento de ninguém. Todos os depoentes estão sendo chamados como testemunhas. Até agora, repito, ninguém é investigado”, apontou. 

Em ofício enviado nesta sexta-feira (14) ao ministro Lewandowski, Renan Calheiros afirmou que a eventual concessão de habeas corpus para Pazuello prejudicará os trabalhos de investigação da comissão.

“Negar-se a responder à CPI é esconder do povo brasileiro informações cruciais para compreender o momento histórico, responsabilizar quem tenha cometido irregularidades e evitar que se repitam os erros que levaram à morte de quase meio milhão de brasileiros”, aponta o relator no ofício. 

Vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues aponta que Pazuello já vinha demonstrando pouca disposição de comparecer à comissão, lembrando a alegação de que o ex-ministro havia tido contato com pessoas com covid-19 para evitar o depoimento na semana passada.

Ernesto Araújo 

Marcado para terça-feira (18) às 9h, o depoimento do ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo atende a pedidos de senadores que querem que ele explique a condução da diplomacia brasileira durante a pandemia. A relação do Brasil com a China deve ser um dos pontos mais questionados pelos parlamentares da CPI da Pandemia. Segundo o senador Marcos do Val (Podemos-ES), a política externa sob a gestão do ex-chanceler pode ter atrasado a compra de vacinas. 

“É fato público e notório que o senhor Ernesto Henrique Fraga Araújo, durante o período em que foi ministro de Relações Exteriores, executou na política externa o negacionismo de Bolsonaro na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à covid-19”, aponta o senador.

Outro requerimento para ouvir Araújo, exonerado do ministério no fim de março, é assinado por Alessandro Vieira.

Mayra Pinheiro

Está marcado para quinta-feira (20) o depoimento de Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde. Ela deverá explicar aos senadores a defesa de medicamentos antivirais durante a crise de oxigênio em Manaus (AM) no início do ano. 

A convocação atende a pedidos feitos pelos senadores Alessandro Vieira, Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros e Humberto Costa (PT-PE).

Depoimentos anteriores

Os depoimentos tiveram início no dia 4 de maio, com Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde. No dia seguinte, Nelson Teich, sucessor de Mandetta no cargo, compareceu à CPI. Em seguida (dia 6), foi a vez do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A segunda semana foi aberta com o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres (11). Na quarta-feira (12), a CPI ouviu o ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da Repúlica, Fabio Wajngarten; e na quinta-feira (13), o representante da Pfizer, Carlos Murillo.

Fonte: Agência Senado

Santa Terezinha discute volta das aulas presenciais

Por André Luis A Secretaria de Educação de Santa Terezinha, se reuniu com o Conselho Municipal de Educação (CME) e com o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB (CACS), para a apresentação e análise do Protocolo Setorial de Educação, para a retomada das aulas presenciais e a portaria de orientação e autorização do […]

Por André Luis

A Secretaria de Educação de Santa Terezinha, se reuniu com o Conselho Municipal de Educação (CME) e com o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEB (CACS), para a apresentação e análise do Protocolo Setorial de Educação, para a retomada das aulas presenciais e a portaria de orientação e autorização do retorno.

A reunião aconteceu na Escola Municipal José Paulino de Siqueira, na última quinta-feira (16).

Durante a reunião foi apresentado também, o cronograma e a data de retorno, que está sendo preparado para o dia 4 de outubro.

Juíza proibe Globo de mostrar documentos do caso das rachadinhas envolvendo Flávio Bolsonaro

Os advogados Rodrigo Roca e Luciana Pires, responsáveis pela defesa do senador Flávio Bolsonaro, entraram com uma ação ontem na 33ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio. Eles conseguiram na tarde desta sexta-feira, dia 4, uma tutela provisória proibindo a Rede Globo de expor qualquer documento ou peça do processo referente à investigação sobre […]

Os advogados Rodrigo Roca e Luciana Pires, responsáveis pela defesa do senador Flávio Bolsonaro, entraram com uma ação ontem na 33ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.

Eles conseguiram na tarde desta sexta-feira, dia 4, uma tutela provisória proibindo a Rede Globo de expor qualquer documento ou peça do processo referente à investigação sobre o esquema de “rachadinhas”.

O caso foi registrado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e corre em sigilo.

A decisão é da juíza Cristina Serra Feijó. Entidades ligadas à radiodifusão estão manifestando repúdio e acusando a magistrada de censura.

AtlasIntel: Lula tem 57,5% contra Flávio em Pernambuco; no cenário nacional, os dois empatam tecnicamente

Levantamento estadual mostra vantagem do presidente entre os eleitores pernambucanos, enquanto pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg aponta Flávio Bolsonaro com 47,2% e Lula com 46,8% em eventual segundo turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 57,5% das intenções de voto em Pernambuco em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra […]

Levantamento estadual mostra vantagem do presidente entre os eleitores pernambucanos, enquanto pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg aponta Flávio Bolsonaro com 47,2% e Lula com 46,8% em eventual segundo turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 57,5% das intenções de voto em Pernambuco em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que registra 36,2%, segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (17). Brancos, nulos e entrevistados que não souberam responder somam 6,3%.

A diferença entre os dois no estado é de 21,3 pontos percentuais, acima da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

No primeiro turno em Pernambuco, Lula registra 54,9% das intenções de voto, contra 32,7% de Flávio. Augusto Cury (Avante) aparece com 3,7%, Renan Santos (Missão) com 3,5%, Ronaldo Caiado (PSD) com 0,7% e Romeu Zema (Novo) com 0,3%.

O levantamento estadual também testou outros cenários de segundo turno. Lula tem 56,1% contra 31,3% de Caiado; 55,6% diante de 30,3% de Cury; 57% contra 29,7% de Zema; e 56,4% ante 22,3% de Renan Santos.

Cenário nacional é diferente

Na pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg, também divulgada nesta quinta, Lula e Flávio aparecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno.

Flávio registra 47,2% das intenções de voto, enquanto Lula tem 46,8%. A diferença de 0,4 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, de um ponto percentual para mais ou para menos. Brancos, nulos e entrevistados que não souberam responder somam 6%.

O instituto também testou outros quatro confrontos nacionais. Lula aparece com 46,3% contra 43,7% de Romeu Zema; 46% diante de 41,7% de Ronaldo Caiado; 45,6% contra 37,8% de Augusto Cury; e 46,1% ante 29,7% de Renan Santos.

No cenário nacional de primeiro turno, Lula registra 44,1% e Flávio Bolsonaro, 41,7%. Renan Santos tem 5,1%, Augusto Cury, 3,5%, Ronaldo Caiado, 1,7%, Romeu Zema, 1,1%, e Samara Martins (UP), 0,7%. Brancos e nulos representam 1,6%, enquanto 0,5% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa realizada em Pernambuco ouviu 1.793 eleitores entre 11 e 16 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números PE-02989/2026 e BR-00357/2026.

Já a pesquisa nacional AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.018 eleitores no mesmo período, por recrutamento digital. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-06221/2026.Foto: Reprodução

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