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Raquel Lyra diz que tentam atribuir a ela autoria de cartazes apócrifos: “Impressionante o nível de crueldade”

Por Michael Andrade

Governadora afirmou que não apontará responsáveis antes da conclusão das investigações e classificou o episódio como violência política.

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou que existem tentativas de atribuir a ela a autoria dos cartazes apócrifos que circularam durante a campanha eleitoral. A declaração foi dada na segunda-feira (31), em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News.

Segundo Raquel, manifestações nesse sentido já começaram a circular. A governadora, entretanto, disse que não pretende acusar ninguém antes da apuração das autoridades.

“Não posso atribuir nada a ninguém. Eu pedi investigações pela polícia, que é quem tem a competência de fazer”, afirmou. Ao comentar a possibilidade de ser responsabilizada pelo material, acrescentou: “É impressionante o nível de crueldade que se pode fazer”.

A governadora também rejeitou a hipótese de que o episódio tenha sido provocado por ela própria para produzir repercussão política durante a campanha. Raquel classificou o caso como “repugnante” e afirmou considerá-lo mais um episódio de violência política.

Questionada sobre suspeitas levantadas em relação ao candidato João Campos (PSB), Raquel voltou a dizer que não apontará responsáveis enquanto as investigações estiverem em andamento.

Ela também agradeceu manifestações de solidariedade recebidas após a circulação dos cartazes e afirmou não querer que seus filhos e o marido sejam envolvidos na disputa eleitoral.

Durante a entrevista, Raquel mencionou ainda acusações feitas contra integrantes de sua campanha em outro episódio envolvendo ataques políticos. Segundo a candidata, seus advogados recorreram à Justiça para cobrar a apresentação de provas das acusações.

A autoria dos cartazes apócrifos permanece sob investigação. O episódio provocou troca de acusações e manifestações de candidatos e aliados nos últimos dias da campanha.

Veja o vídeo abaixo

Fonte: Jornal do Commercio
Foto: Jailton Jr.

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Outras Notícias

Águas do rio Tocantins podem ser usadas para abastecer o São Francisco

Governo estuda projeto. Nascentes estão secas por falta de chuva. De O Globo Com a redução de águas em praticamente toda a Bacia do São Francisco, agravada pela seca severa nas nascentes em Minas Gerais, o governo já estuda levar águas do rio Tocantins para ajudar a abastecer o megaprojeto de transposição para o semiárido. […]

Governo estuda projeto. Nascentes estão secas por falta de chuva.

De O Globo

Com a redução de águas em praticamente toda a Bacia do São Francisco, agravada pela seca severa nas nascentes em Minas Gerais, o governo já estuda levar águas do rio Tocantins para ajudar a abastecer o megaprojeto de transposição para o semiárido. As obras de transposição do São Francisco, que deveriam ter terminado em 2012, já custam R$ 8,2 bilhões e ainda falta cerca de um terço (64,6% estão prontas).

A água correu menos de 10 km em cada canal e não passou das estações de bombeamento. O Ministério da Integração Nacional confirmou ao GLOBO que analisa, no Programa Nacional de Segurança Hídrica, “alternativas para garantir ainda mais segurança hídrica aos moradores do semiárido, entre elas a de integrar a Bacia do Tocantins à Bacia do Rio São Francisco”, mas não deu detalhes.

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O principal projeto prevê a retirada da água na altura do município de Palmeirante (TO). A água sairia pelo Maranhão até o reservatório de Sobradinho (BA), onde estão as principais barragens do Velho Chico. É perto dali, no reservatório de Itaparica, que começa a transposição para o semiárido. O trajeto evita a região do Jalapão, cujo projeto já foi considerado ambientalmente inviável, por atingir as nascentes do Tocantins.

Em setembro passado, começou a tramitar na Câmara dos Deputados como parte do “Plano Nacional de Viação” um projeto do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE). Procurado pelo GLOBO,Patriota afirmou que não tem outra alternativa para concretizar a transposição das águas do Rio São Francisco senão usando águas do Tocantins e que foi chamado pelo Ministério da Integração para discutir o tema. O objetivo do projeto era fazer uma hidrovia, mas o texto diz que “no caso de escassez de água no rio São Francisco, teremos condições de reserva de parte das águas do rio Tocantins, para o rio São Francisco”.

— A nascente secou e isso fez cair a ficha de todos, mas a Bacia do São Francisco está castigada. É preciso repensar os usos das águas do Rio São Francisco — afirma o vice-presidente do Comitê, Wagner Soares Costa.

Segundo Costa, 146 municípios da Bacia do São Francisco já decretaram situação de emergência e calamidade pública devido à seca em Minas. O Comitê vai pedir redução da vazão no reservatório de Três Marias, para evitar que ele atinja o volume morto em outubro. Os municípios terão que alterar sistemas de captação de água e o custo deverá ser arcado pela Defesa Civil.
A seca tornou urgente a discussão sobre o rio São Francisco. Com os eventos climáticos, a tendência é que o semiárido fique ainda mais seco. O governo federal já iniciou estudos para mapear e acompanhar áreas de desertificação no Nordeste. O rio já perdeu de 30% a 40% de seu caudal.

Ex-secretária Gracinha Paulino nega convite para ingressar no governo Sebastião Dias

Por Anchieta Santos Recentemente ainda com Edgley Freitas integrando a equipe do Prefeito Sebastião Dias(PTB) em Tabira, surgiram notícias, inclusive espalhadas por familiares da 1ª dama, de que o gestor já teria definido o nome de Gracinha Paulino para ocupar a pasta de Cultura. A imprensa noticiou a informação e a assessoria de comunicação, sempre […]

Por Anchieta Santos

Recentemente ainda com Edgley Freitas integrando a equipe do Prefeito Sebastião Dias(PTB) em Tabira, surgiram notícias, inclusive espalhadas por familiares da 1ª dama, de que o gestor já teria definido o nome de Gracinha Paulino para ocupar a pasta de Cultura.

A imprensa noticiou a informação e a assessoria de comunicação, sempre pronta a atacar rádios e blogs, se apressou em publicar uma nota negando o fato, se esquecendo de verificar de onde ela saiu. Agora com a oficialização da saída de Edgley, os comentários ficaram mais fortes de que o ex-vereador Paulino, marido de Gracinha, já teria se acertado com o Prefeito.

Ontem a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta manteve um contato com Gracinha Paulino que já foi secretária de Cultura do Governo Dinca Brandino, e na oportunidade ela disse: “não tem nada confirmado”, “não tem nada certo”.

Lideranças de João Alfredo anunciam apoio ao deputado federal Waldemar Oliveira

O vereador Júlio de Oim e Vânia de Oim, liderança política de João Alfredo, anunciaram apoio ao deputado federal Waldemar Oliveira (Avante), fortalecendo a base do parlamentar no Agreste pernambucano. O encontro ocorreu nesta segunda-feira (3). Waldemar, que já destinou cerca de R$ 30 milhões em emendas parlamentares para o município desde o início de […]

O vereador Júlio de Oim e Vânia de Oim, liderança política de João Alfredo, anunciaram apoio ao deputado federal Waldemar Oliveira (Avante), fortalecendo a base do parlamentar no Agreste pernambucano. O encontro ocorreu nesta segunda-feira (3).

Waldemar, que já destinou cerca de R$ 30 milhões em emendas parlamentares para o município desde o início de seu mandato, destacou a importância da nova aliança.

“O meu compromisso com João Alfredo está revigorado. O povo não tolera traição e falta de caráter. A minha vontade de trabalhar pelo município está maior. Não medirei esforços para promover ações e assegurar recursos que transformem a vida das pessoas”, afirmou o deputado.

Ele também agradeceu a confiança das novas lideranças no seu projeto político:

“Agradeço à confiança no meu trabalho. O nosso mandato sempre estará à disposição. Tenho a convicção de que esta parceria trará muitos bons frutos”, declarou Waldemar Oliveira.

Regulamentação de serviço de moto por aplicativo: o que diz a lei

Por João Batista Rodrigues, para o Blog do Magno* São Paulo, maior cidade do país, regulamentou, por intermédio de lei sancionada em 10 de dezembro, o serviço de motos por aplicativo, que não se confunde com o serviço de mototáxi. Este último caracteriza-se como serviço de transporte público individual de passageiros, enquanto o outro diz […]

São Paulo, maior cidade do país, regulamentou, por intermédio de lei sancionada em 10 de dezembro, o serviço de motos por aplicativo, que não se confunde com o serviço de mototáxi. Este último caracteriza-se como serviço de transporte público individual de passageiros, enquanto o outro diz respeito a uma atividade privada, realizada por motociclistas cadastrados em aplicativos de transporte, como Uber e 99.

De acordo com a regulamentação paulista, são diversas e necessárias as exigências para motociclistas, motos e empresas (aplicativos) que exploram o serviço de moto por aplicativo, entre as quais: carteira de habilitação nas categorias “A” ou “B” há, no mínimo, dois anos; exame toxicológico válido por três meses; e cadastro prévio na Prefeitura (para os motociclistas).

Cabe aos aplicativos contratar seguro para passageiros, instalar pontos de descanso e estacionamento e manter dispositivo limitador de velocidade no aplicativo, com informação ao condutor e ao passageiro. Já as motos devem ter, no máximo, oito anos de uso; registro na categoria aluguel, com placa vermelha quitada; e alças metálicas traseira e lateral para apoio do passageiro, entre outras exigências.

A regulamentação no âmbito dos municípios é necessária e urgente, tendo em vista a grande utilidade do serviço, mas que não pode ser dissociada da prevenção de acidentes com motos que se agravam nas cidades brasileiras, em muitos casos devido à atuação desregrada do serviço de transporte de passageiros por motos. Entretanto, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia, que representa aplicativos como o Uber e o 99, alegou inconstitucionalidade na regulamentação da cidade de São Paulo, no que lhe assiste razão em parte, tendo em vista ditames constitucionais e sua interpretação pelo STF.

A Constituição Federal claramente dispõe que é de competência privativa da União legislar sobre diretrizes da política nacional de transportes (art. 22, IX) e trânsito e transporte (art. 22, XI). Nestes termos o legislador Federal por intermédio da Lei 12.587/2012, que instituiu as diretrizes da política nacional de mobilidade urbana, consignou a regulamentação e a fiscalização dos serviços de transporte remunerado privado individual de passageiros como de competência exclusiva dos municípios e do Distrito Federal.

Entretanto, a competência delegada ao municípios tem restrições, como ficou assentado no julgamento do Tema 967 pelo STF: “1. A proibição ou restrição da atividade de transporte privado individual por motorista cadastrado em aplicativo é inconstitucional, por violação aos princípios da livre iniciativa e da livre concorrência; e 2. No exercício de sua competência para regulamentação e fiscalização do transporte privado individual de passageiros, os Municípios e o Distrito Federal não podem contrariar os parâmetros fixados pelo legislador federal (CF/1988, art. 22, XI).”.

Por conseguinte, os municípios não podem proibir o exercício da atividade de transporte de moto por aplicativo, seja condicionando sua prática à obtenção de prévia autorização por cada município, ou mesmo adicionando critérios e exigências não previstos na legislação federal, que possam significar barreira para o exercício da atividade.

A necessidade deste tipo de serviço surge em função dos sérios problemas de mobilidade urbana nas cidades brasileiras, sobretudo a deficiência ou inexistência do transporte público coletivo. Portanto, sua regulamentação é necessária, o problema, no entanto, nos parece muito mais relacionado à inexistência de fiscalização, não somente em relação a este serviço como também ao serviço de moto táxi, que também não obedecem a normas mínimas de trânsito e segurança.

Nestes termos, a regulamentação de fato deve ser feita pelos municípios, se restringindo às condicionantes já previstas na legislação federal (Lei 12.587/2012) e a sua fiscalização deve ser efetiva, balizada principalmente na legislação de trânsito brasileira já existente.

*Advogado

Itapetim: prefeitura recupera açudes na zona rural

A Prefeitura de Itapetim está trabalhando em recuperação de açudes na zona rural do município, segundo nota. O prefeito Adelmo Moura visitou dois sítios onde estão sendo executados os trabalhos de recuperação de açudes. Nos sítios Roça de Dentro e Jardim, acompanhou os trabalhos do trator. Na propriedade de Adriano Martins, onde os trabalhos foram realizados, […]

A Prefeitura de Itapetim está trabalhando em recuperação de açudes na zona rural do município, segundo nota.

O prefeito Adelmo Moura visitou dois sítios onde estão sendo executados os trabalhos de recuperação de açudes. Nos sítios Roça de Dentro e Jardim, acompanhou os trabalhos do trator. Na propriedade de Adriano Martins, onde os trabalhos foram realizados, o açude já está totalmente pronto.

O prefeito também visitou o açude comunitário do Jardim, onde a Prefeitura realizou a recuperação e o açude já está cheio.

Adelmo Moura esteve ao lado do diretor de Recursos Hídricos, Douglas Nunes, e do presidente da Associação do Jardim, Romero.