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Raquel Lyra defende fim da escala 6×1

Por Nill Júnior

Do Leia Já

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), declarou ser favorável ao fim da escala de trabalho 6×1 e defendeu uma jornada mais flexível para os trabalhadores brasileiros.

A fala foi publicada nesta segunda-feira (11), nas redes sociais da gestora, a partir de entrevista concedida ao Diário de Pernambuco, no Palácio do Campo das Princesas.

Durante a entrevista, Raquel associou o debate sobre a redução da jornada de trabalho à necessidade de garantir mais qualidade de vida para a população, especialmente diante do desgaste provocado pelas longas horas de deslocamento e pelas rotinas exaustivas enfrentadas diariamente pelos trabalhadores.

“Permitir que um pai, uma mãe, fique mais um dia em casa com sua família, isso não tem discussão”, afirmou a governadora.

Raquel também destacou que os dois dias de descanso semanais não representam necessariamente lazer, mas tempo para resolver demandas pessoais e familiares. “Permitir dois dias de descanso na semana, e que às vezes nem é descanso, é o tempo para poder cuidar de casa, cuidar da família, olhar sua vida, ir para o médico, cuidar da sua vida”, completou.

Ao defender a mudança, a governadora citou ainda a discussão internacional sobre equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Segundo ela, o debate sobre produtividade precisa caminhar junto com a valorização do bem-estar da população trabalhadora.

“Hoje, o mundo inteiro discute sobre tempo de qualidade. Quando se fala da redução da jornada de trabalho, eu sou a favor“, declarou.

Outras Notícias

Prefeitos eleitos apresentam demandas ao senador Fernando Bezerra

O senador Fernando Bezerra Coelho recebeu, nesta segunda-feira (21), no Recife, a visita dos futuros prefeitos de Catende, Sairé, Carpina e Paulista. Durante o encontro, o líder do governo no Senado conversou com os gestores sobre as demandas e desafios dos municípios a partir de janeiro. Eleita para governar a cidade de Catende, na Mata […]

O senador Fernando Bezerra Coelho recebeu, nesta segunda-feira (21), no Recife, a visita dos futuros prefeitos de Catende, Sairé, Carpina e Paulista. Durante o encontro, o líder do governo no Senado conversou com os gestores sobre as demandas e desafios dos municípios a partir de janeiro.

Eleita para governar a cidade de Catende, na Mata Sul pernambucana, a prefeita Graça Braz (PTB) apresentou ao senador a importância de destinar uma atenção maior às áreas de educação e saúde do município. “A maternidade municipal está abandonada, e a reforma desse equipamento é uma das nossas prioridades. Tivemos uma conversa bastante positiva com o senador, que se colocou à disposição para ajudar a nossa cidade”, destacou a petebista.

Reeleito para governar o município de Carpina, o prefeito Manuel Botafogo (PTB) pediu o apoio do senador Fernando Bezerra Coelho nas demandas que são de competência da União. Uma delas é a cessão de 30 hectares, que pertencem à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), para a instalação de um polo industrial e a construção de casas populares e de uma escola.

Futuro gestor de Sairé, no Agreste Pernambucano, Gildo Dias (PL) apresentou a necessidade de aquisição de ambulâncias e de equipamentos para o hospital municipal, bem como a importância de recuperar a estrada que liga Sairé à cidade de Barra de Guabiraba. Por fim, o senador recebeu o prefeito eleito de Paulista, Yves Ribeiro (MDB), para tratar do processo de transição e dos desafios do futuro governo.

COMENDA – Fernando Bezerra Coelho recebeu, nesta segunda (21), uma homenagem da Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni). Em sua primeira edição, a Comenda Saulo Ramos é um reconhecimento ao trabalho de parlamentares em defesa do fortalecimento da carreira de Advogado da União e da Advocacia-Geral da União. A entrega da placa honorífica foi realizada pelo diretor-jurídico adjunto da Anauni, Clóvis Andrade, e pelo advogado da União Mário Henrique Gil Rodrigues.

“É uma honra ser o senador escolhido para receber a comenda Saulo Ramos e ser homenageado por profissionais de umas das mais importantes carreiras de Estado”, agradeceu o parlamentar.

“Não me venham com violência política de gênero. Eu não tolero mais”, dispara Raquel Lyra

Durante agenda oficial nesta sexta-feira (15), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), fez um pronunciamento em que repudiou práticas de violência política de gênero. A declaração ocorre após o episódio na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), quando o deputado estadual Júnior Matuto (PSB) utilizou palavras de baixo calão contra a gestora. “Não me venham […]

Durante agenda oficial nesta sexta-feira (15), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), fez um pronunciamento em que repudiou práticas de violência política de gênero.

A declaração ocorre após o episódio na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), quando o deputado estadual Júnior Matuto (PSB) utilizou palavras de baixo calão contra a gestora.

“Não me venham com violência política de gênero. Eu não tolero mais. Acabou o tempo disso”, afirmou Raquel em discurso firme. Ela ressaltou que sua avaliação como governadora deve ser feita pela capacidade de gestão e não por sua condição de mulher.

“Me julguem pelos meus atos e pelo meu governo, pela minha capacidade de fazer, mas parem de me julgar por ter nascido mulher e por ser mulher e defender mulheres. Isso ninguém vai tirar de mim”, declarou.

A governadora também destacou que, diante das tentativas de transformar sua trajetória em alvo de ataques misóginos, sua determinação tende a se fortalecer. “Quanto mais eles colocarem isso como desafio, como dificuldade, mais nós todos iremos demonstrar que ninguém é capaz de parar uma mulher com propósito”, concluiu.

A fala de Raquel Lyra reforça o debate sobre violência política de gênero, tema que vem ganhando espaço no cenário nacional após sucessivos episódios de ataques a mulheres que ocupam cargos de liderança.

 

Ato de gestão rende multa eleitoral a Soraya Murioka

Com informações de Júnior Campos Em Flores, Soraya Morioka do PR, que busca o segundo mandato de prefeita do mesmo município, foi alvo de ação da coligação adversária, liderada por Marconi Santana do PSB. O motivo,  irregularidades na entrega de “kit bebê,mediante sorteio de presentes e brindes na II Semana do Bebê, dentro período vedado […]

img_1142Com informações de Júnior Campos

Em Flores, Soraya Morioka do PR, que busca o segundo mandato de prefeita do mesmo município, foi alvo de ação da coligação adversária, liderada por Marconi Santana do PSB.

O motivo,  irregularidades na entrega de “kit bebê,mediante sorteio de presentes e brindes na II Semana do Bebê, dentro período vedado pela legislação eleitoral”

O evento aconteceu em maio, mas lá já havia vedações e proibição a promoção promoção pessoal e ligação de atos ao período de pré campanha.

A Juíza da 67ª Vara Eleitoral, Larissa Barreto acatou a representação. Sua leitura foi de que houve infração à legislação eleitoral, no tocante à distribuição de bens durante o período vedado, sem que a hipótese se encaixasse perfeitamente nas exceções previstas na lei.

Ao final,  julgou procedente a pretensão, reconhecendo a violação ao § 10 do artigo 73 da Lei n. 9.504/97. “Extingo o feito, com resolução do mérito, para condenar a requerida, Soraya Defensora Rodrigues de Medeiros, qualificada nos autos, a pagar multa no valor de 10 (dez) mil Ufir, nos termos do § 4º do artigo 73 da Lei n. 9.504/97. Confirmo a liminar concedida, tornando-a definitiva”.

Reitor da UFPE estima em cerca de R$ 100 milhões prejuízo causado por incêndio

O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, estimou em cerca de R$ 100 milhões os prejuízos provocados pelo incêndio que atingiu um prédio do campus Recife na noite dessa quarta-feira (7). Além de equipamentos e insumos, pesquisas desenvolvidas ao longo de duas décadas foram atingidas. A estimativa foi apresentada por Alfredo Gomes […]

O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, estimou em cerca de R$ 100 milhões os prejuízos provocados pelo incêndio que atingiu um prédio do campus Recife na noite dessa quarta-feira (7). Além de equipamentos e insumos, pesquisas desenvolvidas ao longo de duas décadas foram atingidas.

A estimativa foi apresentada por Alfredo Gomes durante entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (8). O prédio atingido abrigava laboratórios de pesquisa nas áreas de fármacos, genética e informática, além de espaços utilizados por outras unidades da universidade.

“Nós perdemos o andar superior completamente. Estimamos, em termos de equipamentos, insumos e material, de uma maneira geral, algo próximo a R$ 100 milhões”, afirmou o reitor.

O valor ainda é preliminar. Segundo Alfredo Gomes, a universidade deverá se reunir com as equipes responsáveis pelos projetos que funcionavam no local para calcular com maior precisão a dimensão das perdas.

Além do prejuízo financeiro, o reitor destacou o impacto sobre as pesquisas acadêmicas. De acordo com ele, cerca de 80 dissertações e teses de doutorado estavam relacionadas aos grupos que atuavam nos laboratórios atingidos.

“É uma perda irreparável porque são dados de 20 anos de pesquisa que também eram guardados nos espaços”, declarou.

A UFPE também fará uma avaliação da estrutura do imóvel para verificar os danos provocados pelo fogo. Segundo o reitor, a universidade deverá buscar outro prédio para acomodar temporariamente as unidades, pesquisas e atividades que funcionavam no local.

A Polícia Federal informou nesta quinta-feira que instaurará inquérito para investigar o incêndio e apurar as circunstâncias e possíveis causas da ocorrência.

Peritos federais foram encaminhados ao campus da UFPE para examinar a área atingida. A PF também informou que manteve contato com a reitoria e com o comando do Corpo de Bombeiros.

Até o momento, não há conclusão sobre a origem do incêndio.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Aécio: “Não cabe a ministros explicar despesas do PT”

do O Globo A oposição reagiu nesta quinta-feira depois que duas autoridades do governo defenderam as doações à campanha da presidente Dilma Rousseff. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), derrotado em outubro, afirmou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, estão fazendo “defesa prévia” […]

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do O Globo

A oposição reagiu nesta quinta-feira depois que duas autoridades do governo defenderam as doações à campanha da presidente Dilma Rousseff. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), derrotado em outubro, afirmou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, estão fazendo “defesa prévia” e atuando como advogados do PT.

Para Aécio, ambos estariam assumindo o papel que caberia a João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, citado na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos operadores do esquema de distribuição de propinas na estatal. Vaccari se nega a dar entrevistas sobre o assunto.

“Acho extremamente preocupante quando o ministro da Justiça, que é chefe da Polícia Federal, e o advogado-geral da União assumem um papel que deveria ser do tesoureiro do PT. Essa defesa prévia feita pelo ministro da Justiça e pelo advogado-geral mostra uma proximidade e familiaridade muito grande deles com a contabilidade do partido. E isso pode gerar problemas para eles no futuro. Não me parece adequado que eles se transformarem em advogados de um partido político”, afirmou Aécio ao GLOBO.

O senador cobrou explicações do PT sobre as denúncias e disse que, se comprovadas, o mandato da presidente Dilma perde “legitimidade”:

“Não sabemos ainda a extensão dessas denúncias, mas é um alerta que fica. Se comprovado que houve dinheiro de propina da Petrobras para pagar a campanha petista, isso é extremamente grave e o atual mandato da presidente fica sem legitimidade. O PT tem que dar explicações sobre como chegou ao poder do ponto de vista político, legal e explicar essas denúncias sobre o financiamento das campanhas”, disse o tucano.