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Previsão de céu nublado e chuva rápida em todo o Estado nesta segunda, segundo Apac

Por Nill Júnior

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A previsão é de céu nublado a parcialmente nublado e chuva rápida em todo o Estado nesta segunda-feira (1º). Segundo informações da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), na Região Metropolitana do Recife (RMR) deve chover ao longo do dia com intensidade fraca a moderada. A temperatura varia entre 22 º C e 29º C.

No Sertão de Pernambuco, também há previsão de chuva ao longo do dia com intensidade fraca a moderada. Os termômetros registram 31º C como máxima e 18º C como mínima. Já no Sertão do São Francisco, deve chover no período da tarde e noite. A temperatura varia entre 22º C e 32º C.

No Agreste, a previsão é de chuva rápida de forma isolada ao longo do dia. A temperatura varia entre 18º C e 31º C. Na Zona da Mata, também deve chover de forma ao longo desta segunda-feira (1º) . A temperatura mínima é de 21º C e a máxima, de 29º C. No arquipélago de Fernando de Noronha, a temperatura varia entre 25º C e 30º C e há previsão de chuva rápida ao longo do dia com intensidade fraca.

Outras Notícias

Arcoverde tem agora debate com candidatos

Conduzido pelo radialista Anchieta Santos, acontece agora, promovido pela Rádio Agnus Day o primeiro debate com candidatos à prefeitura do município. A chamada dos candidatos foi do Padre Adilson Simões, responsável pela emissora. Clique aqui e assista no YouTube. Foram convidados Cybele Roa (AVANTE), Francisco Leite (PSL), Wellington da LW (MDB) e Zeca Cavalcanti (PTB). […]

Conduzido pelo radialista Anchieta Santos, acontece agora, promovido pela Rádio Agnus Day o primeiro debate com candidatos à prefeitura do município.

A chamada dos candidatos foi do Padre Adilson Simões, responsável pela emissora. Clique aqui e assista no YouTube.

Foram convidados Cybele Roa (AVANTE), Francisco Leite (PSL), Wellington da LW (MDB) e Zeca Cavalcanti (PTB). O debate é conduzido pelo radialista Anchieta Santos. A disputa em Arcoverde é uma das mais quentes do estado, polarizada por LW e Cavalcanti.

Sertão tem presença tímida em ato de Marília e André

O Sertão teve  participação tímida no evento de lançamento da dobradinha entre Marília Arraes  (SD) e André de Paula. À exceção de uma representação de Arcoverde, com Israel Rubis e o Presidente da Câmara Siqueirinha, mais um grupo de Betânia aliado de André, não houve presenças de lideranças sertanejas. O ex-prefeito de Serra Talhada e […]

O Sertão teve  participação tímida no evento de lançamento da dobradinha entre Marília Arraes  (SD) e André de Paula.

À exceção de uma representação de Arcoverde, com Israel Rubis e o Presidente da Câmara Siqueirinha, mais um grupo de Betânia aliado de André, não houve presenças de lideranças sertanejas.

O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a estadual, Luciano Duque foi uma das ausências. O ex-prefeito ainda não se posicionou sobre o apoio ao candidato do PSD.

Mas a se levar em conta o posicionamento da oposição em Custódia, que anunciou apoio a Marília, o alinhamento com André está encaminhado. Cristiano Dantas, líder da oposição de Custódia, garante que o grupo vota em André, mesmo com ele tendo sido o Federal de Manuca.

“Nosso líder é Luciano Duque. Estamos fechados com Marília Arraes. E André de Paula sendo senador de Marília tem todo nosso apoio. As questões locais ficaram pequenas. O objetivo maior é salvar nosso estado do desgoverno”, disse ao blog. Ele disse ter externado esse posicionamento pessoalmente a André de Paula , a Marília e a Luciano Duque.

Serra Talhada elege seis delegados durante Pré-Conferência de Cultura do Sertão do Pajeú

Na última  quinta (23), representantes, fomentadores e incentivadores da cultura de vários municípios da região estiveram reunidos em Serra Talhada durante a Pré-Conferência Regional de Cultura do Sertão do Pajeú. O encontro foi realizado no Auditório da Faculdade de Integração do Sertão – FIS e reuniu mais de 100 inscritos entre gestores públicos, artistas e […]

Na última  quinta (23), representantes, fomentadores e incentivadores da cultura de vários municípios da região estiveram reunidos em Serra Talhada durante a Pré-Conferência Regional de Cultura do Sertão do Pajeú. O encontro foi realizado no Auditório da Faculdade de Integração do Sertão – FIS e reuniu mais de 100 inscritos entre gestores públicos, artistas e produtores culturais dos municípios da região sertaneja.

Antes das discussões, foram apresentados os objetivos e a metodologia de trabalho das Pré-Conferências, e no final foram eleitos 12 delegados da sociedade civil e 4 do poder público para IV Conferência Estadual de Cultura de Pernambuco.

“Essa conferência tem um significado simbólico estratégico em virtude do momento de dificuldade e crise que passa o país, e nós não poderíamos deixar de demarcar uma simbologia de resistência, pois quando o momento é de crise a cultura sempre fica em segundo plano e nós não podemos deixar que isso aconteça”, disse Leonardo Moura, Gerente geral de Articulação Institucional da Secretaria de Cultura de Pernambuco.

Ainda segundo ele, a conferência de Serra Talhada alcançou seus objetivos. “Foi muito exitosa, tivemos mais de 130 pessoas inscritas de toda a região, elegemos os delegados para a plenária final que irá deliberar sobre o novo plano estadual de cultura, e quanto a escolha de Serra Talhada foi muito acertada, porque é uma cidade que tem uma centralidade muito grande, que tem valores culturais bastantes simbólicos e onde fomos muito bem tratados”, concluiu Leonardo Moura.

O presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada, Anildomá Sousa, falou sobre a importância do momento. “Serra Talhada foi o epicentro das políticas de cultura no estado, e isso é de uma grandiosidade e valorização à nossa cultura graças a toda essa efervescência cultural que temos, à gestão do prefeito Luciano Duque e a todas as pessoas que fazem cultura no município”.

“Vamos ouvir os segmentos e levar nossas propostas para o plano estadual, entregar ao governo um plano que terá nossa impressão, num momento em que o município terá os seis delegados eleitos hoje e mais dois que são delegados permanentes, que sou eu e Modesto Lopes”, comentou.

A comissão ainda teve representantes de outras cidades da região. Dentre eles, Alexandre Morais, Bruna Tavares e Cláudio Gomes (Afogados), Adeval Soares e Ze Carlos (Tabira), Fernando Marques (Tuparetama), dentre outros nomes.

Coluna do Domingão

É tão bom assim ser presidente de Câmara? Esses dias, temos acompanhado a discussão pela eleição da Mesa Diretora de algumas Câmaras de Vereadores no Pajeú. Duas cidades especificamente chamaram a atenção: São José do Egito e Tabira, essas, notícia pelo debate não republicano para escolha da presidência. A segunda, a Cidade das Tradições, já […]

É tão bom assim ser presidente de Câmara?

Esses dias, temos acompanhado a discussão pela eleição da Mesa Diretora de algumas Câmaras de Vereadores no Pajeú.

Duas cidades especificamente chamaram a atenção: São José do Egito e Tabira, essas, notícia pelo debate não republicano para escolha da presidência. A segunda, a Cidade das Tradições, já liderou o ranking da eleição mais baixo nível da região.

As conversas impublicáveis sobre o que rolou de propostas para que vereadores de uma lado aderissem ao outro ficam na casa dos milhares de reais. Da reeleição de Nely Sampaio, com a histórica virada para seu apoio de Dicinha do Calçamento e Didi de Heleno, até a eleição de Djalma das Almofadas com “a virada II, a Missão”, de Dicinha, os valores especulados na compra de apoios estão na casa dos três dígitos. De R$ 120 mil na época de Nely – ela nega – até R$ 400 a R$ 500 mil oferecidos nos dias ds hoje circulam no baixo clero da fofoca.

Em São José do Egito, a negociação chegou a outro nível. Na terra que se orgulha de seus poetas e cantadores, a decência política vai se deteriorando a cada debate. Foi na cidade que a população começou a cunhar a expressão “sequestrado” para adaptá -la à política. Na Capital da Poesia, “sequestrados” é como são chamados os vereadores governistas que se alinharam à reeleição de João de Maria.

Isso porque para evitar cooptação de pessoas próximas ao prefeito Evandro Valadares – João de Maria faz oposição à sua gestão por exemplo engavetando um projeto de reforma da previdência – os vereadores são obrigados a uma “reclusão voluntária”. São levados para um imóvel no litoral e ficam quase incomunicáveis. Até o telefone que toca é vistoriado.

Daí a comparação com sequestrados, como se estivessem em um cativeiro, incomunicáveis com a sociedade. “São obrigados a só aparecer na cidade no dia da votação”, revelou o vereador Vicente de Vevéi, que não comunga da prática e a taxa de um tapa na cara da população da cidade.

Imagine o que, além do cativeiro mobiliado com café, almoço e janta deve ter sido oferecido para que se submetessem a essa condição, impedidos até da despedida ao colega Flávio Jucá, morto de infarto há uma semana.

Em algumas cidades, a peleja já foi decidida com a antecipação da eleição, outro mecanismo criado para ampliar espaços de poder de quem preside.

Registre-se, há algumas exceções, onde o debate é mais republicano. Discutem-se espaços políticos, acomodam-se aliados, ajusta-se para favorecer o entendimento. Em Serra Talhada, foi assim na escolha de Manoel Enfermeiro em detrimento de Gin Oliveira. Ele vai presidir o próximo biênio. Para evitar racha na base ou relação estremecida, a prefeita Márcia Conrado ajudou a bater o martelo.

Todo esse debate não vem por acaso. O valor do repasse do duodécimo é baseado na arrecadação de algumas receitas do exercício anterior à competência atual. Pode chover granizo, ameaçar atrasar servidor, repasses obrigatórios para saúde e educação, não importa. A cada mês o dinheiro tem que cair na conta. A depender do município, retirados salários dos parlamentares, servidores, assessores e penduricalhos, ainda há uma boa margem para manobra. Isso dá ao presidente da Câmara poderes que o colocam em uma posição de destaque, pro bem e pro mal.

Por isso o desejo e ambição que a função exerce gera esse tipo de expediente. Menos mal que as crianças não estão assistindo a tudo isso. Caso contrário, dava pra imaginar o pedido de natal de muitas delas. “Mamãe, quando eu crescer, quero ser presidente de Câmara e morar num gabinete. É muito divertido!”

Patrícia não foi Bacana 

Dos vereadores “sequestrados” para votar em João de Maria, a maior indignação do grupo de Evandro Valadares é com Patrícia de Bacana, que estava na Secretaria de Serviços Públicos e, traindo a promessa ao prefeito, pulou da pasta e do barco. Alegam que ela teria dívidas de campanha e que a proposta de João foi irrecusável, mesmo que ninguém prove nada.

João e a caminhonete 

Na boca miúda e nas conversas da Rua da Baixa, dizem que João se desfez até de uma caminhonete para aliciar os votos que lhe faltavam para a reeleição. Todos falam, mas só João pode confirmar. Pior são os valores. É um tal de “foi R$ 400 mil pra uma”, R$ 200 mil pro outro”…

Isso tudo?

Em Tabira, no fofocômetro, falam em uma gorda oferta para Didi de Heleno votar na chapa oposicionista, que ainda tenta manter Djalma das Almofadas no poder. Dicinha do Calçamento já está no bloco oposicionista e dessa vez, pela fama de vira-vira e pula-pula, não foi procurado por ninguém.

Última chance

Representantes de bairros de Afogados da Ingazeira avaliaram 2022 como um ano perdido em relação à gestão Sandrinho. Foi no Debate das Dez. Dizem que faltou discussão, interlocução e ações que melhorem a qualidade de vida nos bairros. Salvaram-se algumas ações pontuais e a confiança de que o cenário vai ser diferente em 2023, ano chave para o gestor, na boca de uma reeleição que já invocou ter direito.

Sem definição 

Raquel Lyra não deu nenhum sinal na reunião de prefeitos sobre equipe de governo ou plano de ações para os primeiros meses a partir de janeiro. Muitos gestores saíram na foto com ela sem nenhuma definição específica. Única certeza é da construção de “racreches”, um mantra de sua campanha.

Era uma casa muito engraçada 

O Ministério Público e seu coordenador Lúcio Luiz de Almeida Neto já deveriam ter tomado uma providência em relação ao imóvel abandonado que pertence à instituição e fica na Roberto Nogueira Lima. Ou reforma e disponibiliza para um dos promotores ou, caso seja “miséria” ocupá-lo, que o cedam para o poder público economizar com aluguel. Cedê-lo a um sem teto talvez seja demais pra eles.

Frase da semana:

“Quem decide o meu futuro, para onde eu vou, para onde vai as Forças Armadas, a Câmara e o Senado são vocês”.

Do presidente Jair Bolsonaro em fala golpista a golpistas no Palácio da Alvorada.

Totonho diz que máquina favoreceu Anchieta Patriota e crava: “agora tem o grupo de quem votou em Waldemar e o de quem votou em Anchieta”

Socialista ironizou fato de Waldemar Borges ter sido eleito enquanto Anchieta Patriota, apoiado pelo gestor de Afogados, não O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, avaliou a votação que seu grupo conseguiu dar ao candidato reeleito Waldemar Borges. “Acho até que a votação dele foi acima do esperado. Totonho relembrou o apoio dado a […]

Apoio de Totonho a Waldemar esfria a relação com Patriota. Ex-prefeito fala em uso da máquina
Apoio de Totonho a Waldemar esfria a relação com Patriota. Ex-prefeito fala em uso da máquina

Socialista ironizou fato de Waldemar Borges ter sido eleito enquanto Anchieta Patriota, apoiado pelo gestor de Afogados, não

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, avaliou a votação que seu grupo conseguiu dar ao candidato reeleito Waldemar Borges. “Acho até que a votação dele foi acima do esperado.

Totonho relembrou o apoio dado a Waldemar quatro anos atrás sob orientação de Eduardo Campos. “Eu disse ao governador que Waldemar teria dois mil votos, juntamos o time todo com um parte dos vereadores e conseguimos dar a ele 3 mil e quinhentos votos”.

Valadares avaliou a decisão do prefeito José Patriota de apoiar Anchieta Patriota. “Tomei a decisão de apoiá-lo tendo em vista as ações que Waldemar Borges desenvolveu e trouxe uma série de obras pra cá. “Disse a ele que não tinha nenhum vereador, prefeito ou vice. Tenho meus filhos Daniel e Toninho e um punhado de amigos. Ahei que teria entre 700 e mil votos e teve mais de 1.500 votos”.

Ele criticou a utilização da máquina em favor de Anchieta Patriota. “É claro e notório as pressões que os funcionários receberam pra não votar e Waldemar Borges”, disse. Totonho ainda foi elogioso à eleição de Júlio através do grupo de Zé Negão.

Perguntado se essa declaração  já indicaria um racha para 2016, Totonho foi ainda mais direto. “Nós estamos cumprindo com nossa trajetória. Não sou mais o prefeito estou à disposição de ajudar quando procurado. O prefeito hoje é Zé Patriota. Quem é que tem uma máquina de apoio? Quantos funcionários tem a prefeitura?  Tú sabe que eu não tenho papas na língua.  Vou ter que ter a minha parte, a parte do Deputado Waldemar Borges em Afogados da Ingazeira. Não dá é pra gente ter um Deputado e as coisas não serem divididas com meu grupo. Meu grupo político era o de Patriota, o  da Frente. Agora não é assim. Meu grupo é o grupo que apoiou Waldemar e o outro grupo é o que apoiou Anchieta Patriota. Na hora que a gente tiver que tá junto vamos estar. Na hora que não der pra ficar junto, não vamos”.