Prefeitura de Petrolina convoca fiscais aprovados em concurso público
Por André Luis
Cinco ficais aprovados no concurso público da Prefeitura de Petrolina, realizado em 2019, foram convocados para assumir os respectivos cargos. Foram chamados quatro fiscais de obras e um fiscal de posturas.
A lista dos nomeados está disponível no Diário Oficial Eletrônico do Município desta sexta-feira (4), é possível conferir acessando o link: http://doem.org.br/pe/Petrolina.
Após a nomeação, os fiscais serão convocados e terão o prazo de 30 dias para se apresentarem no IGPREV, apresentando a documentação estabelecida na carta de convocação. Quando assumirem o cargo, eles irão compor a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação.
A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, e o ex-prefeito Dinca Brandino, tiveram agenda com a governadora Raquel Lyra. O encontro aconteceu na quarta-feira (17), noite anterior à agenda do presidente Lula em Pernambuco. Nicinha e Dinca tiveram um diálogo de alguns minutos com a gestora estadual e ainda posaram para fotos. Claro, houve espaço para […]
A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, e o ex-prefeito Dinca Brandino, tiveram agenda com a governadora Raquel Lyra.
O encontro aconteceu na quarta-feira (17), noite anterior à agenda do presidente Lula em Pernambuco.
Nicinha e Dinca tiveram um diálogo de alguns minutos com a gestora estadual e ainda posaram para fotos.
Claro, houve espaço para tratar de sucessão municipal na Cidade das Tradições, onde a atual prefeita é candidata à reeleição, e também de gestão.
Nicinha apresentou demandas à governadora. A principal delas, a rodovia que liga Tabira a Água Branca, na Paraíba. O tema já havia sido levado a Raquel por Nicinha na sua agenda em Afogados da Ingazeira.
Na oportunidade, a governadora disse à imprensa que o valor da obra tinha saltado para mais de R$ 20 milhões. Também que para isso, seria importante envolver o governo Lula, já que o cronograma desse ano com infraestrutura viária já estaria definido.
Pelo que o blog apurou, Raquel voltou a prometer empenho para tirar o projeto do papel.
Do Blog Assis Ramalho O prefeito de Petrolândia, Ricardo Rodolfo, renunciou ao mandato. Desde ontem (31) a cidade no Sertão de Pernambuco vivia momentos de expectativa, em vista da chegada do prefeito eleito Ricardo Rodolfo (PR), afastado para tratamento de saúde, em Recife, desde 10 de julho, com suspeita de síndrome de Burnout. Uma longa […]
O prefeito de Petrolândia, Ricardo Rodolfo, renunciou ao mandato. Desde ontem (31) a cidade no Sertão de Pernambuco vivia momentos de expectativa, em vista da chegada do prefeito eleito Ricardo Rodolfo (PR), afastado para tratamento de saúde, em Recife, desde 10 de julho, com suspeita de síndrome de Burnout.
Uma longa reunião ocorrida à noite, na casa de Ricardo, com a vice-prefeita Janielma Souza (PSB) e os secretários municipais, tornou mais fortes os comentários sobre a renúncia do prefeito. Após a reunião, o prefeito antecipou a este blog que a decisão a ser tomada seria o melhor para Petrolândia.
Na manhã desta terça-feira (1º), Ricardo dirigiu carta aos familiares, na qual anuncia sua decisão e aponta o dilema vocacional entre sua missão como pastor evangélico e o cargo de gestor do município, que exigem do prefeito atitudes conflitantes com uma ou outra função. A possibilidade de renunciar foi amadurecida juntamente com sua família, em reflexões pessoais e oração.
Aos familiares, Ricardo aponta motivos que o levaram à decisão, talvez a mais difícil que tomou em sua vida. “A minha saúde, o momento delicado em que vivemos no país, a divisão política na cidade, as incompreensões, a herança da gestão anterior, minha inexperiência política, a queda da receita municipal, meu dilema vocacional. Juntando tudo isso, ficou difícil continuar a caminhada. Todos temos nossos limites! O meu chegou agora. Temo insistir e acontecer o pior, um mal súbito na minha saúde, ou algo desse tipo, fraquejar diante do desafio. E ainda, deixar a cidade também numa situação complicada… Por isso, creio que Jane poderá fazer o que no momento todos nós desejamos”, enfatiza Ricardo.
A carta de renúncia foi entregue ao meio dia de hoje, ao presidente da Câmara Municipal de Petrolândia, Delano Santos. Na oportunidade, a prefeita Janielma Souza , Jane, tomou posse como gestora do município.
O Instituto Múltipla aferiu como anda a corrida eleitoral em Tuparetama, a praticamente um ano e meio da corrida eleitoral. A pesquisa é parte de uma série de levantamentos que o blog fará este ano em importantes cidades do sertão do estado. Na cidade, há uma saraivada de nomes governistas e oposicionistas. Tanto que há […]
O Instituto Múltipla aferiu como anda a corrida eleitoral em Tuparetama, a praticamente um ano e meio da corrida eleitoral. A pesquisa é parte de uma série de levantamentos que o blog fará este ano em importantes cidades do sertão do estado.
Na cidade, há uma saraivada de nomes governistas e oposicionistas. Tanto que há mais de um cenário, aferindo o potencial de Diógenes Patriota, Gustavo Galvão, Dêva Pessoa, Danilo, Joel Gomes e outros cenários. Também avalia e quer saber o real poder de transferência de Sávio Torres. Na cidade, entre os governistas, há uma disputa entre quem será o candidato apoiado pelo prefeito Sávio Torres: se o vice, Diógenes Patriota, ou o empresário Gustavo Galvão.
Entre os oposicionistas, três vereadores colocaram o nome para ser avaliado em uma pesquisa: se colocaram como pré-candidatos a prefeito os vereadores Danilo, Plécio e Joel Gomes. Eles encomendarão pesquisa nos próximos dias para aferir a aceitação da população.
No primeiro cenário aferido, foram colocados na pesquisa estimulada Diógenes Patriota, Dêva Pessoa, Danilo, Gustavo Galvão, Plécio Galvão, Domenico Perazzo, Joel Gomes e Júnior Honorato. Nesse cenário, o vice-prefeito lidera com 53,2% das intenções de voto. Dêva Pessoa tem 10,5%, Danilo e Gustavo Galvão tem 4,5% cada um, Plécio Galvão, 4,1%. Domenio Perazo e Joel Gomes aparecem com 2,3% cada. Júnior Honorato, 0,5%. outro foi citado pelo mesmo percentual. Brancos e nulos são 5%. Não sabem 11,4%. Não opinaram 1,2%.
O cenário 2 tem três nomes, com Diógenes, Gustavo e Joel Gomes. Nesse cenário, o vice-prefeito também lidera, com 65%, com 8,6% de Joel Gomes e 7,7% de Gustavo Galvão. No terceiro cenário, com Danilo no lugar de Joel, o vice aparece com 58,2%. Danilo chega a 10,3%. E Gustavo, 7,3%. Nesse cenário, 8,6% dizem votar branco e nulo, 8,2% indecisos e 2,3% não opinaram.
O cenário 4 traz Diógenes, Plécio e Gustavo Galvão. Nesse, 64,1% dizem votar no vice-prefeito, 10,5% afirmam votar em Plécio Galvão e 6,4% em Gustavo Galvão. Brancos ou nulos são 8,6%, indecisos 8,2% e não opinaram 2,2%. O último cenário teve Diógenes Patriota, Dêva Pessoa e Gustavo Galvão. Nesse, Diógenes tem 58,2%, contra 20,5% de Dêva Pessoa e 5,5% de Gustavo Galvão. Brancos e nulos são 6,4%, indecisos 7,3% e 2,1% não opinaram.
Rejeição de Diógenes é menor: quando o Múltipla perguntou quais candidatos a população conhece e em qual deles não vota de jeito nenhum, Júnior Honorato é o mais citado com 82,3%, seguido de Joel Gomes (78,2%), Ivaí Cavalcanti (76,4%), Domênico Perazzo (74,1%), Plécio Galvão (68,6%), Gustavo Galvão (67,3%), Danilo (65,9%), Dêva Pessoa (63,2%) e Diógenes Patriota, com 20,5%. Isso se explica porque o candidato com maior intenção tem obviamente menor rejeição.
Poder de transferência de Sávio Torres: o Múltipla perguntou se a população vota com certeza no candidato do prefeito Sávio Torres. Um total de 32,7% disseram votar com certeza no candidato do prefeito Sávio Torres. Já 34,1% disseram votar a depender do candidato. Para 26,4% não tem jeito: não votam em candidato de Sávio de jeito nenhum. Não levam isso em conta 4,1%. E não opinaram 2,7%.
Apenas para quem respondeu na questão anterior as respostas: vota com certeza no candidato do prefeito Sávio ou talvez vote, dependendo do candidato, o Múltipla perguntou: que candidato o prefeito Sávio Torres deveria apoiar em 2024? Um total de 84,5% citaram Diógenes Patriota, contra 8,1% que citaram Gustavo Galvão. Citaram outro 1,4%. Não opinaram 6%. A nota média atribuída ao governo do prefeito Sávio Torres foi 7,8.
A pesquisa foi realizada dia 12 de abril. Foram 220 entrevistas. A margem de erro é de 6% para mais ou para menos. Perfil da amostra: Masculino 48,2%, Feminino 51,8%; Na faixa de 16 a 34 anos, 33,2%. Na de 35 a 59 anos, 45%,. Com 60 anos ou mais, 21,8%. Distribuição das entrevistas: Cidade 76% e Zona Rural, 24%.
Na quinta, horas depois de a Anvisa aprovar a vacinação de crianças a partir de 5 anos, Jair Bolsonaro criticou a decisão e pediu que nomes dos responsáveis fossem divulgados. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota nesta sexta-feira (17) para rebater declarações do presidente Jair Bolsonaro que, na quinta-feira (16), pediu que […]
Na quinta, horas depois de a Anvisa aprovar a vacinação de crianças a partir de 5 anos, Jair Bolsonaro criticou a decisão e pediu que nomes dos responsáveis fossem divulgados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota nesta sexta-feira (17) para rebater declarações do presidente Jair Bolsonaro que, na quinta-feira (16), pediu que fossem divulgados os nomes dos envolvidos na aprovação da vacina contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos.
Em nota, a agência disse estar no foco e no alvo do ativismo político violento e que repele com veemência qualquer ameaça (veja íntegra da nota abaixo).
Nota Anvisa
Em relação às declarações do Sr. Presidente da República durante “Live” em mídia social no dia 16 de dezembro de 2021 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária comunica:
A Anvisa, órgão do Estado Brasileiro, vem a público informar que seu ambiente de trabalho é isento de pressões internas e avesso a pressões externas.
O serviço público aqui realizado, no que se refere à análise vacinal, é pautado na ciência e oferece ao Ministério da Saúde, o Gestor do Plano Nacional de Imunização – PNI, opções seguras, eficazes e de qualidade.
Em outubro do corrente ano, após sofrer ameaças de morte e de toda a sorte de atos criminosos, por parte de agentes antivacina, no escopo da vacinação para crianças, esta Agência Nacional se encontra no foco e no alvo do ativismo político violento.
A Anvisa é líder de transparência em atos administrativos e todas as suas resoluções estão direta ou indiretamente atreladas ao nome de todos os nossos servidores, de um modo ou de outro.
A Anvisa está sempre pronta a atender demandas por informações, mas repudia e repele com veemência qualquer ameaça, explicita ou velada que venha constranger, intimidar ou comprometer o livre exercício das atividades regulatórias e o sustento de nossas vidas e famílias: o nosso trabalho, que é proteger a saúde do cidadão.
Uol O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) hoje em Garanhuns (PE), sua terra natal, escancarou a insatisfação de parte da militância petista com a aliança com o governador Paulo Câmara (PSB) e a opção pela pré-candidatura do deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) ao governo. Em vários momentos de climão, ambos foram vaiados e […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) hoje em Garanhuns (PE), sua terra natal, escancarou a insatisfação de parte da militância petista com a aliança com o governador Paulo Câmara (PSB) e a opção pela pré-candidatura do deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) ao governo.
Em vários momentos de climão, ambos foram vaiados e o petista teve de defendê-lo em seu discurso.
No estado, o objetivo principal da viagem, além de reafirmar seu nome na disputa ao Planalto, é exatamente turbinar a pré-candidatura de Cabral.
O problema é que, em Pernambuco, o nome de Lula é mais ligado à ex-petista Marília Arraes (SD-PE), que tinha apoio de grande parte da plateia e desponta nas pesquisas.
Câmara e o prefeito recifense, João Campos (PSB), foram vaiados pela maioria dos presentes já ao subirem ao palco. Cabral foi vaiado por uma parte e aplaudido por outra. Lula chegou a ir ao lado do governador para tentar amenizar, mas o climão seguiu durante todo o ato.
Quando Cabral pegou o microfone, a militância do PSB, à beira do palanque, começou a gritar seu nome enquanto parte de trás, de maioria de petista — alguns com bottons da Marília —, vaiava.
“Aqui não tem ajuntamento de projetos pessoais e de ressentidos. Aqui tem um projeto político, aqui tem um time que tá entrando em campo e tem uma história. Aprendi, na política, que as pessoas têm que ter lado, têm que saber o lado certo da história”, cutucou Cabral.
O climão claramente tomou conta do palco. Constrangido, Lula — sempre último a falar — abriu seu discurso reafirmando que tinha apenas um nome em Pernambuco, Danilo Cabral, e deixou claro que este era o acordo com o PSB. Eu não confundo a minha relação pessoal com a minha relação política. O PT tem um compromisso nacional com o PSB e eu sou do tempo em que não precisava de documento, era no fio do bigode. Eu quero cumprir o compromisso com o PSB e quero que o PSB cumpra compromisso com o PT. Porque, se a gente não fizer assim, a gente não cria base para construir uma coalizão capaz de ensinar a sociedade brasileira a conviver democraticamente na adversidade.
Nós não precisamos professar a mesma religião, nós não precisamos gostar da mesma praia, precisamos gostar do ser humano, respeitar a diversidade. Por isso, tinha que vir aqui dizer que tenho candidato em Pernambuco e ele se chama Danilo Cabral”, completou o ex-presidente. Ainda assim, parte da militância seguiu chamando por Marília.
Você precisa fazer login para comentar.