Prefeitura de Itapetim lançará programa de qualificação profissional
Por André Luis
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, recebeu em seu gabinete, ao lado do diretor de Esportes, Juventude e Empreendedorismo, Lucas Vasconcelos, os gerentes regionais do SESC.
No encontro, eles discutiram sobre o programa de qualificação profissional e formação de mão de obra especializada, que será criado dentro da Política Municipal de Empreendedorismo e, em breve, estará sendo lançado pelo Governo Municipal.
O Programa será custeado com recursos próprios e através de parcerias, sendo que de início contratará mais de 10 cursos voltados para a área gastronômica.
Terá um investimento de aproximadamente R$ 50 mil na capacitação e formação para microempreendedores, funcionários, empresários e pessoas que queiram buscar aperfeiçoamento. Os cursos serão contratados ao SESC e vão ser ofertados de forma gratuita, oferecendo certificado válido em todo território nacional aos participantes que concluírem o curso escolhido.
“Em breve faremos o lançamento. Fiquem ligados”, disse Adelmo Moura.
Os Deputados Ângelo Ferreira e Gonzaga Patriota estiveram com o prefeito de Brejinho, José Vanderlei, mais Secretários e vereadores ouvindo uma pauta de reivindicações. “O Deputado Gonzaga Patriota colocou emenda de R$ 700 mil para quadra poliesportiva da Vila de Fátima, além de duas emendas parlamentares do Deputado Ângelo Ferreira, de R$ 360 mil”, comemorou […]
Os Deputados Ângelo Ferreira e Gonzaga Patriota estiveram com o prefeito de Brejinho, José Vanderlei, mais Secretários e vereadores ouvindo uma pauta de reivindicações.
“O Deputado Gonzaga Patriota colocou emenda de R$ 700 mil para quadra poliesportiva da Vila de Fátima, além de duas emendas parlamentares do Deputado Ângelo Ferreira, de R$ 360 mil”, comemorou o prefeito José Vanderlei.
Mas houve cobranças: a reunião girou em torno do Ramal da Adutora do Pajeú, que liga o Ambó ao município. A solicitação foi de pressa à Compesa para os estudos e efetivação do projeto. Também do asfalto de Brejinho a Santa Terezinha, mais policiamento, além do Terra Pronta.
Outra solicitação foi de pagamento aos pipeiros, que cruzaram os braços em cidades da região alegando atrasos. Moradores estão comprando carros pipa. São quatro meses sem pagamento.
Urgente Informações preliminares que chegaram ao blog indicam que um acidente de carro matou o médico Jorge Genuíno. O acidente teria ocorrido no caminho do município de Custódia. Foi entre Varzinha, Serra Talhada e Sítio dos Nunes, Flores, na BR 232. O carro em que seguia o médico se chocou frontalmente com um caminhão, provavelmente […]
Informações preliminares que chegaram ao blog indicam que um acidente de carro matou o médico Jorge Genuíno.
O acidente teria ocorrido no caminho do município de Custódia.
Foi entre Varzinha, Serra Talhada e Sítio dos Nunes, Flores, na BR 232.
O carro em que seguia o médico se chocou frontalmente com um caminhão, provavelmente após um cochilo. Não se sabe ainda se havia mais pessoas no carro. A PRF chegou ao local.
Cearense de Milagres, de 51 anos, tinha quatro filhos, duas com a atual esposa, Juliana. Jorge Genuíno era clínico geral. Trabalhou em municípios do Pajeú e Moxotó como Tabira, onde atuava na unidade local, Afogados, Sertânia e Custódia. “Pessoa de grande caráter, era pré-candidato a prefeito em sua cidade no Ceará”, disse João Júnior, que trabalhava com ele em Sertânia.
O corpo foi levado a Custódia. Um cunhado está a caminho para providências legais de reconhecimento e traslado do corpo até o Ceará. A esposa está transtornada. Nas redes sociais, a população se refere a ele como “excelente profissional e atencioso”. “Excelente colega e muito humilde”, disse Viviane Zuza, enfermeira.
Do Congresso em Foco Está em curso desde as 14h deste sábado (28), no Rio de Janeiro, o “Festival Lula Livre”, evento em defesa da libertação do ex-presidente petista. Preso em 7 de abril, Lula cumpre pena de mais de 12 anos de prisão, em Curitiba, em decorrência da Operação Lava Jato. O evento foi […]
Está em curso desde as 14h deste sábado (28), no Rio de Janeiro, o “Festival Lula Livre”, evento em defesa da libertação do ex-presidente petista. Preso em 7 de abril, Lula cumpre pena de mais de 12 anos de prisão, em Curitiba, em decorrência da Operação Lava Jato.
O evento foi estruturado nos Arcos da Lapa, cartão postal localizado no centro da capital fluminense. Milhares de pessoas estão aglomeradas ao redor do palco montado no monumento histórico, em cujo cume estão instalados os trilhos do famoso Bondinho da Lapa.
Uma série de artistas foi convocada para se apresentar no local, muitos deles com ligação histórica com Lula e o PT, como Chico Buarque e Beth Carvalho. Um dos momentos mais esperados do dia é a reedição de uma apresentação censurada em 1973, em plena ditadura, quando Chico e Gilberto Buarque foram impedidos de cantar “Cálice” no Phono 73, festival realizado no bairro do Anhembi, em São Paulo.
O festival foi organizado por um coletivo de artistas e movimentos sociais, entre eles as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Oficinas de atividades diversas, apresentações teatrais e musicais e outras manifestações culturais antecederão o ato-show em defesa do petista.
Na prática, trata-se do pontapé inicial de uma série de ações que, segundo os organizadores, culminarão no registro da candidatura do petista à Presidência da República em 15 de agosto. A pouco mais de dois meses das eleições, o PT mantêm a ideia de que Lula é o “plano A” para a disputa.
Em uma das atrações já realizadas, a cantora paulista Ana Cañas anuncia à plateia que cantaria a música preferida de Lula, “O bêbado e o equilibrista”, clássico da música brasileira composto por João Bosco e Aldir Blanc, mundialmente conhecido na voz de Elis Regina (1945-1982). “Vocês sabem que eu venho cantando ao lado do Lula em todos os comícios de que ele participou, e vou cantar a música, segundo ele me confidenciou, que é a canção da vida dele”, avisa Ana.
O Festival Lula Livre nasceu do manifesto encabeçado pelos artistas Chico Buarque e Martinho da Vila, pelo cartunista Ziraldo e pelo teólogo Leonardo Boff, com adesão de mais de 800 signatários. No documento, os apoiadores do ex-presidente dizem que “todo o julgamento do presidente Lula foi um erro jurídico sem limites” e lembram que ele lidera todos os cenários em pesquisas de intenção de voto.
“Inadmissível é mantê-lo preso num flagrante desrespeito às regras mais elementares da Justiça. Com o país à deriva, com o crescente aumento dos riscos de naufrágio, é imperioso retomar, com urgência, o rumo da normalidade. E essa caminhada só se dará com a realização de eleições efetivamente livres e representativas da vontade popular”, diz trecho do manifesto, lançado em junho.
Leia íntegra abaixo:
Pedir a imediata libertação de Luiz Inácio Lula da Silva não significa apenas um gesto de solidariedade ao mais popular presidente deste nosso país.
Significa também um gesto de solidariedade a todos nós, brasileiros e brasileiras. Um gesto de exigência para que se respeite a Justiça, pilar básico de qualquer sistema minimamente democrático.
O caso de Luís Inácio Lula da Silva tem um simbolismo único na história recente do nosso país.
Todo o julgamento do presidente Lula foi um erro jurídico sem limites. Não havia, na primeira instância – leia-se Curitiba –, uma única e mísera prova dos crimes dos quais ele foi acusado. Não se trata de opinião, mas de constatação.
O mesmo se deu na segunda instância, o TRF-4, onde prevaleceu a ausência de provas, demonstrando que se tratou claramente de manobra jurídica, armada e efetivada diante da complacência de todas as demais instâncias.
Inadmissível é não permitir que Lula participe das eleições. Inadmissível é mantê-lo preso num flagrante desrespeito às regras mais elementares da Justiça.
Com o país à deriva, com o crescente aumento dos riscos de naufrágio, é imperioso retomar, com urgência, o rumo da normalidade. E essa caminhada só se dará com a realização de eleições efetivamente livres e representativas da vontade popular.
Nós nos opomos rigorosamente à arbitrariedade a que Lula está submetido, e que deve cessar de imediato. Queremos sua liberdade já. Entendemos ser direito invulnerável dos 146 milhões de eleitores poderem optar inclusive por não votar nele.
Diante de semelhante cenário, nós, trabalhadores e trabalhadoras das artes e da cultura, convocamos todos os setores democráticos da sociedade para um ato em defesa da liberdade de Lula e da retomada da normalidade democrática, independente de partidos e correntes políticas.
Assim, unidos numa frente ampla e irrestrita, realizaremos no dia 28 de julho, na Praça dos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, o mesmo tipo de evento que vem sendo realizado em diferentes cidades de diferentes países: o FESTIVAL LULA LIVRE.
Três pesquisas, três resultados diferentes. O blog divulgou nos últimos dias três levantamentos com a intenção de votos para o Governo de Pernambuco. Por linha editorial, todos os levantamentos registrados na Justiça Eleitoral são divulgados. Dois deles trazem empate e um, vantagem de 17 pontos entre João Campos e Raquel Lyra. Dia 5, saiu a […]
O blog divulgou nos últimos dias três levantamentos com a intenção de votos para o Governo de Pernambuco. Por linha editorial, todos os levantamentos registrados na Justiça Eleitoral são divulgados.
Dois deles trazem empate e um, vantagem de 17 pontos entre João Campos e Raquel Lyra.
Dia 5, saiu a pesquisa do Instituto Veritá: a atual governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), e o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB) empataram.
No cenário testado, Campos e Lyra apareceram com 15,6% das intenções de votos, seguidos por Anderson Ferreira (PL), com 12,1% dos votos. O ex-ministro do Turismo de Jair Bolsonaro (PL) Gilson Machado (Podemos) apareceu com 10% das intenções de votos.
O levantamento ouviu 2.010 eleitores do estado de Pernambuco entre os dias 24 a 30 de março. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
Meia noite, saiu pesquisa Simplex, mostrando Raquel Lyra (PSD), com 42,6% dos votos totais ao Governo de Pernambuco no cenário estimulado, contra João Campos (PSB), 42,3%. Na sequência, Eduardo Moura (Novo) aparece com 2,5%, enquanto que Ivan Mores (PSOL), 1%. Brancos ou Nulos foram 6,3% e 5,3% não souberam ou não responderam.
O Instituto Simplex ouviu 1.067 pessoas de 139 municípios, por telefone, entre os dias 3 a 7 de abril. A margem de erro é de 3% e o grau de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número PE-04864/2026.
Mais tarde, sai a Real Time Big Data. Nela, no cenário estimulado, João Campos aparece com 50% das intenções de voto, seguido pela governadora Raquel Lyra, que soma 33%.
A pesquisa foi registrada sob o número PE-05363/2026 e ouviu 1.600 eleitores em Pernambuco entre os dias 7 e 8 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Mesmo que haja metodologias distintas, chama a atenção a distância entre institutos. Na eleição municipal de 2024,alguns levantamentos mesmo em cidades menores,erraram além da margem de erro, com grande discrepância.
Não há no Brasil mecanismos para contraprova da lisura dos institutos ou definindo uma metodologia padrão. Isso acaba gerando essas discrepâncias. Mais grave o fato de que estamos discutindo o futuro de Pernambuco. Falo mais sobre isso no meu comentário ao meio dia.
A cabo da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Marcela da Silva Morais Pinno, que atuou na repressão aos atos golpistas de 8 de janeiro disse em depoimento que jamais presenciou “tamanha agressividade” ao se referir aos ataques às sedes dos Três Poderes. A policial, que chegou a ser empurrada pelos invasores da cúpula do […]
A cabo da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Marcela da Silva Morais Pinno, que atuou na repressão aos atos golpistas de 8 de janeiro disse em depoimento que jamais presenciou “tamanha agressividade” ao se referir aos ataques às sedes dos Três Poderes. A policial, que chegou a ser empurrada pelos invasores da cúpula do Congresso, quando atuou na contenção direta aos atos de violência, depõe à CPMI nesta terça-feira (12).
Marcela Pinno informou que fazia parte do pelotão Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) Alfa, composto por 20 policiais, e que ficou posicionado na via N1. Por volta das 15h30 daquele dia, cumprindo as ordens do tenente Marcos Teixeira, comandante da tropa, o pelotão seguiu para a cúpula do Congresso Nacional. Nesse momento, os extremistas já tinham rompido as grades de proteção que ficavam na Avenida das Bandeiras. Foi a partir daí, segundo a cabo, começaram os enfrentamentos com a tropa da Polícia Militar. Marcela Pinno afirmou que foi agredida com barras de ferro, chegou a ser arrastada pelo escudo, levou socos, pedradas e chutes.
Nesse momento eles nos atacavam com gradis, com a própria estrutura que é feita para impedir que os manifestantes tenham acesso ao gramado, com estacas de pau, inclusive com um coquetel molotov nesse momento alcançou meu escudo e ele falhou. Aí eu caio, a três metros de altura, e consigo retornar. No momento em que eu cai, eu retorno pelo gramado mesmo, subindo ali pela lateral. Consigo retornar ali para a linha de choque. Nesse momento, ao atravessa o gradil, foi o momento em que eu fui atacada novamente — detalhou a policial militar.
Grupos treinados
A relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), chegou a questionar a depoente se, para ela, os manifestantes demonstravam nesse enfrentamento algum tipo de conhecimento militar. Ela citou que no relatório de inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), encaminhados à CPMI, mensagens interceptadas indicavam que havia um chamamento de manifestantes com entendimentos militares além de Colecionadores, Atiradores Desportivo e Caçadores (CACs).
“Ou seja, era um perfil de manifestantes como você jamais viu em outro momento com técnicas claras, você percebia isso. Percebia que eles tinham uma técnica militar para avanço, para chegar em relação a vocês?”, questionou Eliziane Gama.
No entanto, a policial disse que não poderia fazer essa afirmação, mas que era perceptível que os invasores estavam organizados.
“Havia em torno de quatro a cinco manifestantes que estavam à frente da manifestação que eles possuíam sim, luvas para ter acesso a nossos materiais, foram lançadas granadas a altas temperaturas, que se forem lançadas em mãos livres, vão [provocar] queimaduras seríssimas, eles se utilizavam de máscaras, se utilizavam de toalhas, lenços no rosto. Sim, dessa forma eles organizados, sim”.
Ainda respondendo ao presidente da CPMI, deputado Arthur Maia (União-BA), Marcela Pinno disse que não saberia responder porque, de acordo com imagens divulgadas no momento do ataque, alguns policiais não se colocaram em enfrentamento. Ela disse que não percebeu já que estava em atuação. Ela também reforçou que, como soldado-escudo, não teve acesso a qualquer plano ou relatório de ação elaborado pelos órgãos de segurança pública.
Marcela Pinno segue respondendo a questionamentos dos parlamentares na reunião da CPMI. As informações são da Agência Senado.
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