Prefeitura de Afogados divulgou datas e detalhes da 8ª Feira do Empreendedor
Por André Luis
Tudo começou em 2015, quando o então Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, inaugurava a primeira sala do empreendedor do município, em parceria com o Sebrae, iniciando o que seria a política pública municipal de empreendedorismo.
Quis o destino que ontem (09), data em que o ex-gestor completaria 65 anos, a Prefeitura de Afogados fizesse o lançamento da oitava edição da feira de empreendedorismo do município, uma das maiores do interior do Estado.
A feira acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de novembro, com o tema: crescer consciente, empreender diferente. A feira contará, numa estimativa inicial, com 152 estandes, palco cultural 360º, praça gastronômica, espaço kids, desfile de moda, segurança 24h e atrações artísticas, que serão posteriormente divulgadas.
Todas informações da feira, o cadastramento e pagamento dos estandes podem ser feitos através de um aplicativo específico, para os sistemas Android e IOS, que podem ser baixados diretamente no site clicando aqui.
“Sem vocês nada disso era possível. Vocês é quem fazem o município crescer, que geram empregos e renda, que fomentam, junto com a prefeitura, o desenvolvimento do município,” afirmou no início do evento o secretário de administração, desenvolvimento econômico de Afogados, Ney Quidute, que anunciou a implantação do projeto “fala aí, empreendedor: escutando ideias, construindo soluções”. Com a iniciativa, a equipe da secretaria irá estabelecer um diálogo permanente com o segmento, indo “in loco” aos empreendimentos. “Essa é uma forma de aproximar a gestão dos nossos empreendedores,” destacou Ney.
“Estão reunidas aqui hoje várias gerações de empreendedores. E essa troca de experiências, que acontece também durante a feira, tem sido fundamental para impulsionar o desenvolvimento de nossa cidade. Essa é um política que foi iniciada lá atrás pelo nosso saudoso José Patriota, e que nós ampliamos e aperfeiçoamos, e que já trouxe diversos prêmios nacionais para Afogados. Essa será mais uma feira de sucesso,” afirmou o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira. Sandrinho anunciou ainda que destinará para a política municipal de empreendedorismo um milhão de reais das emendas parlamentares obtidas pela Prefeitura de Afogados para 2026.
O lançamento aconteceu no espaço Kabbana recepções e contou com as presenças do vice-prefeito Daniel Valadares, dos vereadores César Tenório, Douglas Rodrigues e Lucineide Cordeiro, além de representantes do SEBRAE e do CDL Afogados.
Os médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que passam a atuar na agência de Afogados da Ingazeira ressaltaram o compromisso com um atendimento ético e atento à realidade da população da região. As declarações foram dadas durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (22). A médica perita Gabriela […]
Os médicos peritos Gabriela Nobre e João Vitor passam a atender na Agência de Afogados da Ingazeira
Os médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que passam a atuar na agência de Afogados da Ingazeira ressaltaram o compromisso com um atendimento ético e atento à realidade da população da região. As declarações foram dadas durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (22).
A médica perita Gabriela Nobre, que assume o atendimento presencial na agência, afirmou ter ligação com o interior de Pernambuco. “Passei minha infância toda no Agreste, em Surubim. Moro no Recife há alguns anos, mas agora estou conhecendo o Sertão e feliz de vir trabalhar para ajudar numa missão que tem uma demanda reprimida tão grande”, declarou. Segundo ela, atuar como perita médica federal representa um objetivo pessoal e profissional. “É o cargo dos sonhos da minha vida. O concurso tem nível de exigência altíssimo, e isso exige preparo, seriedade e responsabilidade”, afirmou.
Gabriela destacou ainda que o exercício da função deve ser pautado pela justiça e pela ética. “A gente quer exercer da maneira mais justa, proba e ética possível”, disse, ao reforçar o compromisso com a correta análise dos benefícios previdenciários.
Já o médico perito João Vitor, natural de Serra Talhada, que também passa a atender na agência de Afogados da Ingazeira, ressaltou a identificação com a região. “Sou sertanejo nato. Fui para o Recife para concluir a graduação e agora retorno para atuar aqui”, afirmou. Recém-formado, ele destacou o rigor do processo seletivo. “Foi um concurso árduo, que exigiu muita disciplina e foco”, relatou.
João Vitor também enfatizou a importância do olhar humanizado no trabalho pericial. “A gente não está lidando com números, está lidando com pessoas. Nosso papel é garantir um atendimento digno à população”, afirmou, acrescentando que a formação recebida reforçou a necessidade de escuta e respeito às condições de quem busca o serviço.
A chegada dos dois peritos marca a retomada do atendimento presencial de perícias médicas na agência do INSS em Afogados da Ingazeira, ampliando a capacidade de análise de benefícios por incapacidade e assistência social para a população do município e da região do Pajeú.
A ocupação das mesas diretoras da Câmara e do Senado pela oposição nesta semana configura quebra de decoro parlamentar e sugere a prática do crime de prevaricação, que é quando um servidor público atrasa, ou deixa de praticar, indevidamente, atos que são obrigações do seu cargo. A avaliação é de juristas consultados pela Agência Brasil. […]
A ocupação das mesas diretoras da Câmara e do Senado pela oposição nesta semana configura quebra de decoro parlamentar e sugere a prática do crime de prevaricação, que é quando um servidor público atrasa, ou deixa de praticar, indevidamente, atos que são obrigações do seu cargo. A avaliação é de juristas consultados pela Agência Brasil.
Para o professor de direito constitucional Henderson Fürst, o motim extrapolou os limites da liberdade de expressão e atuação parlamentar, além de ser possível enquadrar essa ação no crime de prevaricação, segundo o artigo 319 do Código Penal.
“Aquilo não foi um ato legítimo de atuação de um parlamentar no debate de ideias democráticas para o país. Inclusive, pode-se considerar uma prevaricação. O crime de prevaricação é um crime próprio de funcionário público. Os parlamentares figuram como funcionários públicos e eles atrasam a condução do exercício das suas obrigações por interesse particular ou de terceiros”, afirmou.
Já o artigo 5º do Código de Ética da Câmara dos Deputados, no seu inciso 1º, afirma que é contra o decoro “perturbar a ordem das sessões da Câmara dos Deputados ou das reuniões de Comissão”.
Nesta semana, deputados e senadores de oposição pernoitaram nos plenários da Câmara e do Senado para manter a ocupação das mesas diretoras das Casas, inviabilizando a retomada dos trabalhos legislativos. Eles protestavam contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e pediam que fosse pautada a anistia geral e irrestrita aos condenados por tentativa de golpe de Estado no julgamento da trama golpista, assim como o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O especialista em Direito Público e Eleitoral Flávio Henrique Costa Pereira afirmou que, ainda que a pauta seja legítima, impedir os trabalhos legislativos foge das atribuições do parlamentar.
“Não é legítimo você fazer essa manifestação impedindo o livre exercício das atividades do Poder Legislativo. Da forma como fizeram, eles impediram que sessões da Câmara ocorressem na forma e nos horários que estavam determinados”, explicou o advogado.
Para Flávio Henrique, contudo, a ação não representou um atentado à democracia, como argumentam os líderes governistas, que compararam o motim da oposição a um novo 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes golpistas invadiram e deprederam prédios públicos em Brasília. O especialista avalia que, dessa vez, a pauta é legítima ao solicitar mudanças legislativas.
“Isso faz parte da teoria dos freios e contrapesos. O Poder Legislativo pode agir para que eventuais excessos do Poder Judiciário possam ser contidos. O instrumento mais legítimo é mudar a legislação. Não poucas vezes no Brasil isso aconteceu”, complementou o jurista.
Questionado pela imprensa se a oposição não teria se excedido, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), líder da bancada ruralista, respondeu que a ação foi necessária.
“Às vezes você precisa, para ser ouvido, chamar atenção para alguma coisa. Ninguém aqui está feliz com essa situação, mas foi preciso fazer um gesto para que a gente fosse ouvido e esse diálogo fosse retomado”, explicou a parlamentar após desocupar a mesa diretora do Senado.
Conselho de Ética
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enviou, nesta sexta-feira (8), à Corregedoria da Casa, os pedidos de afastamento, por até 6 meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim no Congresso Nacional e de uma deputada acusada de agressão.
As medidas precisam ser votadas pelo Conselho de Ética da Casa.
Os partidos PT, PSB e PSOL ingressaram, nesta quinta-feira (7), com ações no Conselho de Ética da Câmara contra cinco deputados do PL que impediram os trabalhos nesta semana.
O professor Henderson Fürst lembra que, em última análise, a conclusão de que a ação configurou, ou não, quebra do decoro cabe exclusivamente aos demais deputados por meio do Conselho de Ética.
“Embora a quebra de decoro não represente um crime, é um ilícito parlamentar. Porém, esse ilícito precisa ser reconhecido pelos outros pares”, disse Fürst, acrescentando que esse protesto da oposição não poderia ser protegido pela imunidade parlamentar.
Ataque à Soberania
Os analistas avaliaram ainda as ações do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) que solicita sanções contra autoridades públicas responsáveis pelo julgamento da trama golpista, além de condicionar o fim das tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil a aprovação do projeto de lei da anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado.
Para o professor de direito constitucional Henderson Fürst, as ações do parlamentar podem ser enquadradas no artigo 359-I do Código Penal, previsto na Lei de Defesa da Democracia (14.197/2021).
O dispositivo diz que é crime “negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra contra o País ou invadi-lo”.
“Temos isso na literatura sobre o assunto. Um dos atos típicos de guerra é, justamente, o estrangulamento financeiro. Temos embargos contra Palestina, Rússia, Venezuela, e assim por diante”, disse Henderson.
A Casa Branca justificou que a taxação de 50% contra parte das importações brasileiras foi motivada pelo julgamento do STF da trama golpista.
Para o especialista em Direito Público e Eleitoral Flávio Henrique Costa Pereira, as ações de Eduardo Bolsonaro ainda não poderiam ser enquadradas como atentado à democracia a partir da Lei 14.197. Por outro lado, reconhece que ele pode ser enquadrado no crime de obstrução do processo judicial, conforme o artigo 2º da Lei 12.850/2013.
“Ele está tentando interferir no processo judicial. Como parlamentar, ele feriu o Código de Ética e caberia processo de cassação do mandato. A ação dele é inconstitucional porque o dever do parlamentar, em primeiro lugar, é defender a nossa Constituição. E quando isso pede uma intervenção de um terceiro ele está submetendo a soberania do nosso país a um Estado estrangeiro”, destacou.eputado Eduardo, alegando perseguição política, se mudou para os Estados Unidos, onde começou a defender sanções contra os ministros do STF e tem apoiado o tarifaço do Trump contra a economia brasileira.
O Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara tem pedido a cassação do mandato do parlamentar do PL devido a suas ações nos EUA a favor do tarifaço contra o Brasil e das sanções contra autoridades do Judiciário. As informações são da Agência Brasil.
Caro amigo Nill Júnior. Referindo-me a nota publicada no seu conceituado Blog, vale esclarecer que a fonte que passou essa informação pra você está completamente enganada ou agindo de má fé. É “viagem na maionese” ou “maconha estragada”. Parece comportamento de desespero. Essa informação é completamente desconhecida do PT. Em primeiro lugar, Humberto Costa jamais […]
Referindo-me a nota publicada no seu conceituado Blog, vale esclarecer que a fonte que passou essa informação pra você está completamente enganada ou agindo de má fé. É “viagem na maionese” ou “maconha estragada”. Parece comportamento de desespero.
Essa informação é completamente desconhecida do PT.
Em primeiro lugar, Humberto Costa jamais iria maquinar uma ação desse tipo conosco aqui em Serra Talhada. Depois, não foi nosso líder e prefeito Luciano Duque quem viabilizou e conversou pra vinda de Márcia Conrado para as fileiras do PT.
A vinda dela foi fruto de discussões dentro do Diretório Municipal, de uma seqüência de debates envolvendo as lideranças municipais, em seguida ampliando para as lideranças petistas estaduais, em que, nesse quadro constam os companheiros Prefeito Luciano Duque, os vereadores Sinézio Rodrigues e Manoel Enfermeiro, as deputadas Teresa Leitão e Marília Arraes, o presidente estadual do partido Doriel Barros, o deputado Federal Carlos Veras e dirigentes de todas as tendências internas no partido.
Portanto, o nome de Márcia Conrado como pré-candidata a prefeita é, sem sombras de dúvidas, uma unanimidade da exitosa legenda na Capital do Xaxado, inclusive tendo o aval direto do presidente Lula através de vídeo gravado e apresentado no dia da sua filiação. Por fim, o companheiro Sinézio Rodrigues, pelo que conhecemos na sua trajetória sindical e partidária, jamais iria compor com os adversários que são citados na nota.
Fique certo, caro amigo, Márcia Conrado, é o nome que melhor aglutina forças no seu entorno. E estamos prontos pra vitória.
Do Blog do Josias Escolhido por Dilma Rousseff para comandar o Ministério da Educação, o filósofo Renato Janine Ribeiro tem ideias avançadas para o setor. Ele discorreu sobre elas num artigo veiculado há quatro meses na coluna semanal que mantém no jornal ‘Valor Econômico’. Defendeu, por exemplo, a tese segunda a qual a educação deveria […]
Escolhido por Dilma Rousseff para comandar o Ministério da Educação, o filósofo Renato Janine Ribeiro tem ideias avançadas para o setor. Ele discorreu sobre elas num artigo veiculado há quatro meses na coluna semanal que mantém no jornal ‘Valor Econômico’. Defendeu, por exemplo, a tese segunda a qual a educação deveria deixar de seguir currículos rígidos, tornando-se mais prazerosa e criativa.
Para o novo ministro, não se pode entender o mundo moderno sem levar em conta o seguinte: “a educação não termina no último dia do ensino profissional ou do curso superior —nem nunca.” Janine avalia que certos diplomas, como o de médico, poderiam ser “concedidos com exigência de atualização” em prazos pré-determinados. Ministradas em “cursos avaliados”, essas atualizações seriam “obrigatórias, previstas em lei”.
Janine defende também a criação de “um crescente leque de cursos abertos, sem definição profissional, que aumentarão incrivelmente a qualidade da vida dos alunos.” Ele explicou: “Para cada curso de atualização em genoma para profissionais de saúde, haverá dezenas sobre filmes de conflitos entre pais e filhos, de aprendizado com religiões distantes, de arte em videogames, destinados a cidadãos em geral, de qualquer profissão —e a lista não acaba.”
O escolhido de Dilma deu exemplos do que pode suceder num sistema educacional que inclua os cursos abertos: “Quem cresceu num meio limitado pode descobrir que o sentido de sua vida é a fotografia (como o jovem favelado que é o narrador do filme ‘Cidade de Deus’): um artista se revela. Ou um menino sensível, alvo de ‘bullying’ na escola, descobre que é homossexual e que não está sozinho no mundo: um ser humano se liberta da ignorância que o prendia. Assim, a cultura aumenta seu próprio contingente – com a descoberta de novos artistas – mas, acima de tudo, amplia a liberdade humana.”
Noutros tempos, anotou Janine, a identificação da vocação das pessoas seguia padrões engessados. “Cada pessoa vivia num pacote identitário: por exemplo, homem branco abonado, casado, filhos, advogado ou médico ou engenheiro. Tudo isso vinha junto.” Hoje, avalia o novo titular da Educação, os horizontes alargaram-se.
“Há milhares de profissões”, escreveu Janine. “No limite, cada um cria a sua. Profissão, emprego, orientação sexual, estado civil, crenças políticas e religiosas, tudo isso se combina como um arco-íris felizmente enlouquecido. Ninguém é mais obrigado a se moldar a um pacote. Mas isso não é fácil, exige uma interminável descoberta de si e, por que não dizer, coragem pessoal.”
Janine esgrimiu no artigo um ponto de vista ousado sobre quais seriam os principais ministérios da Esplanada. Começou brincando com as palavras: “Qualquer um sabe responder quais são os principais ministérios do governo federal —aliás, de qualquer governo no mundo atual. São os da área econômica. Só que não”.
Caro Nill Júnior, Há tempos venho fazendo debate em Afogados da Ingazeira e por vezes sou infelizmente incompreendido, pois muito partidarizam a questão não refletindo sobre o que tenho como objetivo de debater, que é a realidade político/social em todas as esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário) bem como o papel das autoridades constituídas, a exemplo […]
Há tempos venho fazendo debate em Afogados da Ingazeira e por vezes sou infelizmente incompreendido, pois muito partidarizam a questão não refletindo sobre o que tenho como objetivo de debater, que é a realidade político/social em todas as esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário) bem como o papel das autoridades constituídas, a exemplo das minhas constantes cobranças ao MP e ao Prefeito da nossa Afogados.
Penso que poderíamos alcançar outro patamar social se aqueles que tanto critico e chamo atenção não agissem com indiferença, omissão e até conivência. Essa introdução serve para subsidiar o que mostro aqui.
Perceba que em pleno século 21, no dia da comemoração dos 193 anos da independência do Brasil, é inadmissível presenciar esta cena e silenciar. Não posso aceitar passivamente a realidade demonstrada nessa foto como uma coisa imutável, mas credito essa lamentável constatação à absoluta ausência de vontade política, ratificada pela conivência de autoridades que tem por dever combater absurdos como esse.
Fiz essa fotografia na Avenida Manoel Borba, onde se vêem os trabalhadores da limpeza urbana sem nenhum equipamento de proteção expostos a todos riscos que a atividade impõe. Inclusive, um deles limpando o suor do rosto na manga da camisa totalmente contaminada pelo lixo da sociedade dita “civilizada”.
Faço esse desabafo com a consciência de que é meu dever como cidadão denunciar estas atitudes e omissão das autoridades.
O combate pessoal que fazem a mim e a incompreensão de muitos ao meu modo de me posicionar não me abatem, só reforçam a necessidade de lutar ainda mais, por aquilo que acredito.
Emídio Vasconcelos é empresário afogadense e filiado ao PT
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