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Prefeito eleito Zeinha Torres promete priorizar a saúde em Iguaraci

Por Nill Júnior

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Filho de uma família de políticos, onde o pai foi prefeito de Iguaraci, o irmão prefeito de Ingazeira, outro irmão vereador em Iguaraci e ele depois de vereador e vice-prefeito, agora constituído na maior surpresa da eleição entre os 17 municípios do Pajeú. Estamos falando de Zeinha Torres (PSB), prefeito eleito de Iguaraci ao derrotar o favorito Francisco Dessoles que disputou a reeleição.

Zeinha falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM de Tabira sobre a sua campanha. Disse que já enfrentou a oposição de Iguaraci e sabe que ela era forte, mais estava dividida. O seu nome juntou forças no município e até fora, pois recebeu muitos apoios de amigos e simpatizantes em afogados, Ingazeira, Tuparetama, Tabira e até Monteiro, na Paraíba, município que faz divisa com o seu.

Mesmo com o rótulo de “candidato liso ”, Zeinha disse ter recebido pedidos inusitados, como a eleitora que lhe pediu um cartão de crédito. Torres deixou claro que a esposa Mary Delânea vai lhe ajudar, inclusive na equipe de transição, mais não integrará sua equipe de governo. “Ela permanecerá na Regional de Saúde”.

Falou de seu encontro com o Governador Paulo Câmara que deverá visitar Iguaraci logo no início do ano. Citou contatos com o DNOCS para limpar urgentemente a Barragem do Rosário. “Desejo fazer isso antes mesmo de assumir, pois a chuva pode chegar em janeiro. Quero fazer um mutirão para limpar nosso manancial”.

O Prefeito eleito prometeu cuidar da saúde fazendo o ambulatório do hospital voltar a funcionar. Os PSFs dentro do que preconiza o Ministério da Saúde e executar obras que atendam a população de Jabitacá, Irajaí, Queimadas e todo município. “Jabitacá inclusive, existe uma creche iniciada pelo ex-prefeito Albérico, que ficou 4 anos com sua obra parada e nós vamos concluir”, disse Zeinha.

Outras Notícias

Morre em acidente ex-vereador de Santa Maria da Boa Vista

Faleceu na noite de sábado (26) Jucelino Gomes, ex-vereador por Santa Maria da Boa Vista. Ele Jucelino tinha 55 anos e deixa 4 filhos. Ele sofreu um acidente de moto na BR 428, nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal. Seguia com um sobrinho na garupa e atingiu um cavalo que atravessou a pista. […]

Faleceu na noite de sábado (26) Jucelino Gomes, ex-vereador por Santa Maria da Boa Vista. Ele Jucelino tinha 55 anos e deixa 4 filhos.

Ele sofreu um acidente de moto na BR 428, nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal. Seguia com um sobrinho na garupa e atingiu um cavalo que atravessou a pista.

Foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros para o hospital municipal Monsenhor Ângelo Sampaio, em Santa Maria da Boa Vista.

Mas  devido à gravidade dos ferimentos foi transferido para o Hospital Universitário em Petrolina. Com traumatismo craniano severo, não resistiu.

O sobrinho de Juscelino teve apenas ferimentos leves. Jucelino Gomes residia na Agrovila 15 do Projeto Fulgêncio em Santa Maria da Boa Vista. Natural de Floresta, chegou no Projeto Fulgêncio em 1988. Foi vereador em Santa Maria da Boa Vista por quatro mandatos. Em 2020, não conseguiu ser reeleito.

Lava Jato faz ‘reféns’ para manter o apoio da população, afirma Gilmar

Alvo de pedido de impeachment por decisões como a de libertar José Dirceu, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, diz que a Operação Lava Jato tem importância “notória” e fluirá normalmente, mas sem “extravagâncias jurídicas”. Em entrevista à Folha, o ministro afirmou que sem as prisões haveria as delações da Odebrecht e […]

Alvo de pedido de impeachment por decisões como a de libertar José Dirceu, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, diz que a Operação Lava Jato tem importância “notória” e fluirá normalmente, mas sem “extravagâncias jurídicas”.

Em entrevista à Folha, o ministro afirmou que sem as prisões haveria as delações da Odebrecht e da OAS. “Eu tenho a impressão que sim. Em muitos casos, especialmente nos que você cita, a força-tarefa já dispunha de elementos [de prova], tanto que foram anunciados como fundamento para as prisões. E a maioria dos diretores da Odebrecht que fizeram delação estavam soltos.

Há um pouco de mito nisso tudo. E tem também a doutrina da Operação Mãos Limpas [realizada na Itália na década passada]. Aqui também há uma luta pela opinião pública. O apoio dela está associado a ter reféns desse grau”, disse.

Ainda na oportunidade, ele afirmou que o ‘sucesso da operação dependeria de um grande apoio da opinião pública’. “Tanto é assim que a toda hora seus agentes estão na mídia, especialmente nas redes sociais, pedindo apoio ao povo e coisas do tipo.

É uma tentativa de manter um apoio permanente [à Lava Jato]. E isso obviamente é reforçado com a existência, vamos chamar assim, entre aspas, de reféns”, argumenta.

O ministro explica também que “reféns” seriam os “presos”. “Para que [os agentes] possam dizer: “Olha, as medidas que tomamos estão sendo efetivas”. Não teria charme nenhum, nesse contexto, esperar pela condenação em segundo grau para o sujeito cumprir a pena. Tudo isso faz parte também de um jogo retórico midiático. Agora, o apoio da opinião pública é importante porque se trata também de um jogo de poder. Você está confrontando gente com poder econômico, influência política”.

Violência em Serra Talhada é tema de discurso de Augusto César na Alepe

Em discurso no Pequeno Expediente desta terça (12), o deputado Augusto César (PTB), voltou a cobrar ações do Governo do Estado para frear o aumento da violência no município de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. Em fevereiro, o parlamentar já havia mostrado sua preocupação com a questão. O deputado informou que a cidade atingiu, […]

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COBRANÇA – Parlamentar já havia alertado sobre o problema em fevereiro. Foto: Roberto Soares

Em discurso no Pequeno Expediente desta terça (12), o deputado Augusto César (PTB), voltou a cobrar ações do Governo do Estado para frear o aumento da violência no município de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.

Em fevereiro, o parlamentar já havia mostrado sua preocupação com a questão. O deputado informou que a cidade atingiu, já na primeira semana de abril, a marca de 12 homicídios em 2016.  Só na semana passada, foram quatro mortes.

“Faço um apelo ao governador Paulo Câmara e ao secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, para que aumentem o efetivo e reforcem o policiamento na região”, posicionou-se.

O deputado ressaltou que, além do aumento no registro de assassinatos, a população do município vem sendo vítima de constantes assaltos. “Os moradores de Serra Talhada estão acuados, com receio de sair de casa”, concluiu o petebista.

Tudo bem na cirurgia de Bolsonaro

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi bem-sucedida, segundo o boletim médico divulgado na tarde deste domingo (8) pela equipe médica do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com o boletim, foi implantada uma tela de reforço de polipropileno para a correção da hérnia que se formou no abdome de […]

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi bem-sucedida, segundo o boletim médico divulgado na tarde deste domingo (8) pela equipe médica do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo.

De acordo com o boletim, foi implantada uma tela de reforço de polipropileno para a correção da hérnia que se formou no abdome de Bolsonaro.

Esta foi a quarta cirurgia à qual Bolsonaro se submete desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018.

A cirurgia, que durou quase cinco horas, foi comandada pelo médico Antônio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atentado ocorrido há quase um ano.

A previsão inicial dos médicos era de duas horas de cirurgia. Demorou mais que o previsto porque havia uma grande quantidade de aderência na alça intestinal que atravessou a hérnia. Foi preciso remover todas com cuidado pra não ferir o intestino.

Bolsonaro não irá para a UTI. Vai direto pro quarto e será acompanhado diariamente pela equipe médica. “Não devemos fazer novos exames de imagem”, disse Macedo em entrevista coletiva após a cirurgia. “Mexeu muito com o intestino que estava fortemente aderido à parede abdominal.”

General do Exército volta a presidir Funai no governo Bolsonaro

O general do Exército Franklimberg Ribeiro de Freitas foi nomeado presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai). O ato consta na edição extra do “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (16). De origem indígena, o militar foi escolhido para o cargo pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. A pasta ficou responsável […]

O general do Exército Franklimberg Ribeiro de Freitas foi nomeado presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai). O ato consta na edição extra do “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (16).

De origem indígena, o militar foi escolhido para o cargo pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. A pasta ficou responsável pelo órgão após o governo tirar a fundação das atribuições do Ministério da Justiça.

O general Freitas já foi presidente da Funai durante o governo do ex-presidente Michel Temer. No entanto, ele foi exonerado pelo mesmo governo. A decisão foi tomada após forte pressão da bancada ruralista sobre Temer, que solicitou formalmente a exoneração do general.

O novo presidente da Funai tem 63 anos e é descendente da tribo manauara. Ele ingressou nas Forças Armadas em 1976, na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Freitas também chegou a atuar em combate a crimes ambientais, tráfico nas fronteiras e apoio às comunidades indígenas da região. Ele também foi assessor parlamentar e de relações institucionais do Comando Militar da Amazônia (CMA).

Logo nos primeiros dias de governo, o presidente da República Jair Bolsonaro decidiu tirar a Funai das atribuições do Ministério da Justiça e migrar para o ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Outras responsabilidades, como por exemplo, a demarcação de terras indígenas, passou a ser competência do Ministério da Agricultura.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro afirmou que, se eleito, não demarcaria “um milímetro a mais” de terras indígenas. Em novembro, já como presidente eleito, ele disse que “manter índios em reservas é como ter animais em zoológicos.” Também nesta quarta, foi publicada a exoneração de Azelene Inácio, ex-diretora de Proteção Territorial da Funai. Na última semana, o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, encaminhou o pedido de exoneração dela por causa de uma investigação do Ministério Público que apontava conflito de interesses no cargo.