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Pré-candidatos ao governado frente a frente em Brasília

Por André Luis

Blog do Magno

Presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Ana Célia (PSB), prefeita de Surubim, confirmou, na manhã desta quarta-feira (27), a presença de quatro dos principais pré-candidatos ao Governo do Estado num jantar, em Brasília, hoje, com 92 prefeitos de Pernambuco que estão na capital federal participando da Marcha Nacional dos Prefeitos. A única ausente será a pré-candidata tucana, Raquel Lyra.

Mesmo sabendo do jantar e convidada com antecedência, Raquel comunicou, há pouco, a Ana Célia, que estaria voltando a Pernambuco, hoje, no horário do evento. Confirmaram presença, no entanto, Danilo Cabral, do PSB, Miguel Coelho, do União Brasil, Marília Arraes, do Solidariedade, e Anderson Ferreira, do Partido Liberal.

O jantar está marcado para às 19 horas na churrascaria Potência do Sul, no Setor de Clubes Norte. “Nossa instituição é democrática”, disse Ana Célia. Governante da terra de Danilo e aliada ao grupo dele no município, Célia disse que convidou sem distinção todos os pré-candidatos.

Outras Notícias

Políticos lamentam morte de Geraldo Coelho

“Geraldo Coelho teve uma das mais longas trajetórias políticas do nosso Estado, sempre como um defensor renhido de Petrolina, do nosso Sertão e de Pernambuco. Era um guerreiro. Presto minha solidariedade ao seus familiares e amigos, na certeza de que seu exemplo de homem público seguirá inspirando todos aqueles que trabalham por um Pernambuco mais […]

“Geraldo Coelho teve uma das mais longas trajetórias políticas do nosso Estado, sempre como um defensor renhido de Petrolina, do nosso Sertão e de Pernambuco. Era um guerreiro. Presto minha solidariedade ao seus familiares e amigos, na certeza de que seu exemplo de homem público seguirá inspirando todos aqueles que trabalham por um Pernambuco mais justo e desenvolvido”.

Paulo Câmara

Governador de Pernambuco

Foi com profundo pesar que recebi a notícia da morte de Dr. Geraldo Coelho. Petrolina e Pernambuco perdem um símbolo da política, um homem que dedicou boa parte da sua vida para contribuir com o desenvolvimento da Capital do Sertão do São Francisco. Forte defensor da educação e da irrigação, ajudou a transformar a região e cumpriu com dignidade e sabedoria todos os cargos que ocupou. Dr. Geraldo escreveu seu nome na nossa história. Neste momento de tristeza, me uno em oração aos seus familiares e tantos amigos e expresso as minhas mais sinceras condolências.

Deputado federal Gonzaga Patriota

Em respeito a Dr. Geraldo Coelho, o deputado Gonzaga Patriota cancelou sua agenda política.

Eu tive a alegria de, na minha primeira campanha eleitoral, em 2006, ser candidato ao lado de Tio Geraldo. Caminhei com ele e isso me deu a chance de aprender muito, compreender melhor o caminho. Forte, altivo, convicto e extremamente verdadeiro, voz firme e sorriso largo. É assim que vou me lembrar dele. Seu exemplo e sua força para trabalhar faziam jus ao apelido de Trator do Sertão. Foi um gigante para sua gente e para o estado inteiro.

Sua perda é um prejuízo enorme e uma dor imensa para todos da família e de todo o sertão. A transformação que sua luta possibilitou a milhares de pessoas é o melhor legado para um homem inconformado e que sempre quis mais para o povo que tanto amou.

Deputado federal Fernando Filho

Na vida, todos temos referências.

Geraldo Coelho, seguramente, é uma das mais importantes.

Sua força de luta, vontade de realizar e uma disposição gigante para mudar a vida de sua gente eram qualidades muito peculiares de Geraldo.

Inquieto e inconformado, Geraldo Coelho sempre queria mais.

Faltava sempre uma iluminação, um poço, uma estrada, uma benfeitoria para alguma comunidade. “Tem gente precisando”, repetia ele.

Geraldo fará uma falta enorme; mas, seu legado e exemplo continuarão como espelho para as próximas gerações.

Senador Fernando Bezerra Coelho

“O Rádio vai acabar?” Pra quem não viu, segue minha participação no “Fala Dotô”

A convite do advogado Victor Hugo e do cardiologista Antonio Melo, fui convidado para um papo mais que descontraído falando da minha história, de vida, comunicação, redes sociais, rádio, TV e muito mais no “Fala Dotô”, título do programa que traz especialistas de várias áreas. O programa foi ao ar no canal do programa no YouTube. […]

A convite do advogado Victor Hugo e do cardiologista Antonio Melo, fui convidado para um papo mais que descontraído falando da minha história, de vida, comunicação, redes sociais, rádio, TV e muito mais no “Fala Dotô”, título do programa que traz especialistas de várias áreas.

O programa foi ao ar no canal do programa no YouTube.

Claro, o universo da radiodifusão é relativamente restrito, mas nele trato de temas que movem também o debate na sociedade: “o rádio vai acabar?”, “as redes sociais tem mais força que o rádio?”, “qual o papel da comunicação nos dias de hoje?”.

Também falei sobre as consequências de minha atuação, a diferença entre os conteúdos do blog, na rádio e da rede social (são três canais com linguagens distintas), o polêmico debate da regulamentação das redes, minha história e muito mais.

Pelo feedback de alguns amigos, dá pra dizer que o papo suscitou reflexão do meio, como nas mensagens que recebi de nomes como Anderson Tennens (Vilabela FM) e Alyson Bolocha (Cultura FM). Se por algum motivo você não acompanhou, taí o link para sua audiência, concordando ou discordando:

Itapetim: pessoas de 45 a 49 anos já podem agendar vacinação contra Covid-19 

Segundo a Prefeitura de Itapetim, nesta quarta-feira (16), o município alcançou 36,02% da população vacinada contra a Covid-19. Ao todo foram aplicadas até agora 6.616 doses, sendo 4.787 pessoas contempladas com a 1ª dose e 1.829 itapetinenses já imunizados com a 2ª dose. A partir desta quinta-feira (17), terá início o agendamento para vacinação de […]

Segundo a Prefeitura de Itapetim, nesta quarta-feira (16), o município alcançou 36,02% da população vacinada contra a Covid-19.

Ao todo foram aplicadas até agora 6.616 doses, sendo 4.787 pessoas contempladas com a 1ª dose e 1.829 itapetinenses já imunizados com a 2ª dose.

A partir desta quinta-feira (17), terá início o agendamento para vacinação de novo grupo prioritário na faixa etária de 45 a 49 anos. 

Para agendar, basta procurar as unidades básicas de saúde da sede, dos distritos e da zona rural, levando o cartão do SUS e o CPF.

Programa nuclear brasileiro: “pau que nasce torto, morre torto”!

Por Heitor Scalambrini Costa* e Zoraide Vilasboas** Diante do momento atual – em que se discute a retomada da construção de Angra 3 (paralisada há quase 40 anos), abrindo a porteira para um amplo programa de instalação de mais usinas, constante do Plano Nacional de Energia- PNE 2050 – é muito importante conhecer o histórico […]

Por Heitor Scalambrini Costa* e Zoraide Vilasboas**

Diante do momento atual – em que se discute a retomada da construção de Angra 3 (paralisada há quase 40 anos), abrindo a porteira para um amplo programa de instalação de mais usinas, constante do Plano Nacional de Energia- PNE 2050 – é muito importante conhecer o histórico da política nacional de energia nuclear desde o nascimento, e até sua repercussão nos dias atuais. O ditado popular “pau que nasce torto, morre torto” tem tudo a ver com este percurso.

Os primeiros registros de atividades envolvendo fissão nuclear em território nacional, promovidas pelos militares, datam da década de 1930. Em consequência, na década de 1950 criou-se o Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), com especial interesse, nas pesquisas sobre o átomo, tanto para a produção de energia elétrica como para fabricar bombas, preocupação geopolítica vigente no início da Guerra Fria. 

ACORDOS INCONVENIENTES

Vários estudos e publicações disponíveis apontam problemas associados à questão atômica desde a criação do CNPq, em 1951 (lei sancionada pelo presidente Eurico Gaspar Dutra). Na época, disputas acabaram resultando na criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar denúncias sobre acordos internacionais de exportação de materiais estratégicos para os Estados Unidos da América. Na CPI, foi discutida a ingerência norte-americana na política brasileira com a anuência de autoridades nacionais, envolvidas nas transações, nada transparentes, da atividade nuclear.

Diante destes fatos, o presidente da República, Juscelino Kubitschek (JK) constituiu uma Comissão Especial para elaborar as Diretrizes Governamentais para a Política Nacional de Energia Nuclear, cuja principal recomendação foi a criação da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Nascida por decreto do executivo em 1956, dentro da estrutura do CNPq, sua regulamentação definitiva pelo Congresso Nacional só ocorreu 6 anos depois, quando foi convertida em autarquia federal pela lei 4.118 de 27/08/1962. Incompreensível – dada a importância do assunto – que essa regulamentação da CNEN demorasse tanto tempo.

As divergências, os conflitos, a disputa interna no CNPq entre autonomistas (nacionalistas) e não nacionalistas (pró norte-americanos) definiram os próximos passos da política nuclear brasileira. Com a promessa desenvolvimentista –  sintetizada no slogan “50 anos em 5” – em seu Programa de Metas, JK apontou a necessidade de realização de estudos sobre o projeto nuclear brasileiro, e mesmo a instalação de uma usina nuclear de 10 MW. No plano externo, alinhou-se à política norte-americana no contexto da Guerra Fria.

Estudos recentes abordados no artigo científico “Who’s to blame for the brazilian nuclear program never coming of age?” (“De quem é a culpa pelo programa nuclear brasileiro nunca ter atingido a maioridade?”), publicado em 15 fevereiro de 2025 pela revista científica Science and Public Policy, vinculada à Universidade Oxford, (Reino Unido), o professor da UFMG Dawisson Belém Lopes e o doutor em Ciência Política João Paulo Nicolini Gabriel, revelaram corrupção, interesses escusos, o papel negativo e os equívocos estratégicos adotadas pelo regime militar (1964-1985) na implantação da indústria nuclear no Brasil.

As revelações dos autores, reforçada por ampla análise documental e entrevistas, são contundentes em demonstrar a visão dos militares e de sua nucleocracia (grupo de burocratas escolhidos pela ditadura para comandar o programa brasileiro) na escolha das estratégias que possibilitaram dominar o ciclo do combustível nuclear, em particular do enriquecimento do urânio.

DECISÕES ERRÁTICAS

Para estabelecer uma indústria nuclear nacional durante a ditadura, a estratégia adotada seria reduzir a dependência da tutela tecnológica norte-americana, além de pular etapas em relação à absorção da tecnologia. Assim,  há 50 anos, durante a gestão do general Ernesto Geisel, celebrou-se o acordo Brasil-Alemanha (1975),  que reforçou a dependência à outra nação estrangeira, a Alemanha Ocidental.

O acordo previa a instalação de 8 usinas nucleares no país e a transferência de tecnologia relativa ao ciclo do combustível. Deste acordo, só Angra 2 foi construída. A obra começou em 1981, e a usina começou a operar em 2001.

Angra 1, que antecedeu Angra 2, foi comprada em 1972 da empresa norte-americana Westinghouse, num modelo conhecido como “turn key” (chave na mão), sem transferência de tecnologia, nem troca de conhecimento. Inaugurada em 1985, desde então, Angra 1 –  logo apelidada de “vagalume”, pelas frequentes interrupções –  tem apresentado vários problemas operacionais. 

Um dos principais motivos apontados para o fracasso do acordo nuclear com a Alemanha é o fato da elite tecnocrática, no período da ditadura, priorizar o desenvolvimento rápido, em detrimento do fomento à pesquisa nacional, marginalizando, negligenciando a academia, seus pesquisadores e a indústria nacional. A colaboração insuficiente entre o governo ditatorial e parcelas importantes da sociedade brasileira, que poderiam contribuir com o projeto nacional, dificultou e inviabilizou o florescimento de um setor nuclear autossuficiente.

Acidentes em usinas nucleares em Chernobyl/Ucrânia (1986) e em Fukushima/Japão (2011) revelaram ao mundo que estas fábricas de produção de energia elétrica não são tão seguras, como querem nos fazer crer os nucleopatas.Tais acidentes desencorajaram a instalação de novas usinas no mundo, e muitos países chegaram a interromper projetos e mesmo banir esta tecnologia.

INSEGURANÇA NUCLEAR

Atualmente, os negócios nucleares tentam mostrar, equivocadamente, a necessidade de novas instalações, como solução para o aquecimento global e para atender a demanda crescente por energia elétrica. Verifica-se que financiadores de “think tanks” (instituições que se dedicam a produzir conhecimento, e – cuja principal função é influenciar a tomada de decisão nas esferas pública e privada -) e lobistas estão muito ativos e atuantes, abusando da desinformação. A falta de transparência é a arma potente dos negócios nucleares.

O setor nuclear brasileiro tem em sua trajetória um passado nebuloso, repleto de episódios controversos. Entre eles, destacamos: o secretismo do Programa Nuclear Paralelo/Clandestino; a corrupção no Acordo Nuclear Brasil Alemanha, que originou uma CPI; o contrabando e exportação de areias monazíticas do litoral capixaba/baiano/fluminense; a cabulosa venda de urânio para o Iraque; a irresponsabilidade e o déficit de competência técnico-gerencial; o recebimento de propinas milionárias por gestores do setor e a falta de controle social; o legado de morte e contaminação, deixado pela Nuclemon (antiga estatal) na extração de minerais radioativos e de terras raras; a tragédia do Césio-137, em Goiânia; o enorme passivo ambiental da mineração de urânio, no Planalto de Poços de Caldas/MG e em Caetité/BA; a insegurança em radioproteção, acarretando roubos e sumiços de radiofármacos e de fontes radioativas, com a omissão de informações cruciais para a população sobre graves ocorrências, como vazamentos de água radioativa das usinas nucleares, em Angra dos Reis/RJ. 

Esses e outros episódios aprofundaram perante a opinião pública o crescente descrédito sobre o desempenho da indústria nuclear, e de seus gestores, privilegiados com supersalários. Mais recentemente, o desgaste da Eletronuclear (responsável pelas usinas) ficou bem evidenciado, diante de uma crise financeira com uma política de demissões em massa, que acabou levando a uma greve, por tempo indeterminado, dos trabalhadores das usinas e da parte administrativa.

Planejamento errático, estratégias equivocadas, incompetência técnico-operacional, falta de transparência e de controle social, completa ausência de interlocução com a comunidade acadêmica, com o empresariado e com a sociedade foram os maiores problemas que levaram ao fiasco do Programa Nuclear Brasileiro. As lições nos mostraram que, neste caso “pau que nasce torto, morre torto”.

Erros do passado seguem sem aparecer uma luz no fim do túnel, como a herança maldita de mais de 20 bilhões de reais já consumidos em Angra 3, obra iniciada em 1986, que necessita praticamente do mesmo valor para ser concluída. Usina repudiada pela população brasileira é contra indicada por especialistas e técnicos do próprio governo Lula, num embate infindável com os lobistas nucleares acomodados em ministérios estratégicos e no Congresso Nacional.   

Não há hoje a mínima adesão da sociedade brasileira para que o Brasil promova a nuclearização de seu território com mais usinas nucleares, desnecessárias para garantir a segurança energética. Mesmo o “pequeno reator” atômico apresentado como alternativa às grandes usinas, deve ser repelido pelos riscos que representa para a vida humana e da natureza. A energia nuclear não é um bom negócio, nem econômico, nem ambiental e nem social. E as mudanças climáticas em curso, só aumentarão os riscos de graves acidentes, como alertam especialistas nucleares.

Acreditar em um mundo/Brasil desnuclearizado, sem armas de destruição em massa, sem usinas nucleares é acreditar em um amanhã melhor, de paz, e de progresso da civilização humana!

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix, associado ao Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de Energia Atômica (CEA)-França.

 **Ativista socioambiental do Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania e integrante da Articulação Antinuclear Brasileira.

Servidores do IFSertãoPE em Greve: demandas por reestruturação e recomposição

Desde o último dia 10 de abril, os professores e técnicos administrativos em educação (TAE’s) do campus Serra Talhada do IFSertãoPE juntaram-se a servidores de 48 universidades e outros 71 institutos federais em uma paralisação nacional. O motivo por trás dessa mobilização maciça são demandas urgentes por reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, além […]

Desde o último dia 10 de abril, os professores e técnicos administrativos em educação (TAE’s) do campus Serra Talhada do IFSertãoPE juntaram-se a servidores de 48 universidades e outros 71 institutos federais em uma paralisação nacional.

O motivo por trás dessa mobilização maciça são demandas urgentes por reestruturação de carreira, recomposição salarial e orçamentária, além da revogação de normas aprovadas durante os governos Temer e Bolsonaro. A recomposição dos auxílios e bolsas dos estudantes também figura entre as principais reivindicações.

No campus do Instituto em Serra Talhada, o movimento grevista tem sido marcado por reuniões frequentes com os servidores, buscando atualização e esclarecimento sobre os rumos da greve e a construção de ações futuras.

Para ampliar ainda mais a visibilidade e força do movimento, nesta quarta-feira (17), o grupo está em Petrolina, onde fica a reitoria do IFSertãoPE, onde participa de um ato unificado com representantes de todos os campi do Instituto. Além disso, no dia seguinte (18), está programada uma Formação política, às 19:30, via Google Meet, ministrada pelo professor Marcos Uchoa, para discutir a greve na educação. Os interessados podem participar do momento através do link: https://meet.google.com/own-qhxc-pdu?hs=224 

Em meio a esse diálogo contínuo, os servidores estão representados pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), que tem mantido interlocução com setores do Governo em Brasília, e tem reunião agendada para esta sexta-feira (19).