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Pré-candidato solta fogos e causa incêndio em Salgueiro

Por André Luis

Blog do Magno

As primeiras denúncias sobre as irregularidades cometidas pelos políticos neste período pré-eleitoral começam a chegar ao blog. Em Salgueiro, a 513 quilômetros do Recife, alguns moradores acusam o pré-candidato a vice-prefeito na chapa de Marcones Sá (PSB), Dr. Edilton (Cidadania), de soltar uma rajada de fogos ao lado da casa de uma moradora conhecida e respeitada na cidade.

Os fogos causaram um pequeno incêndio na área. O fogo destruiu as plantas e as caixas de água de Galega, como é conhecida a moradora. Sem falar na poluição sonora, que assustou crianças e animais.

Outras Notícias

TSE determina eleição direta para governador do Tocantins

Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico da última terça-feira (27) o acórdão que determinou a cassação do governador de Tocantins, Marcelo Miranda, e de sua vice, Cláudia Lélis. A decisão estabelece também a realização de eleições diretas para a escolha do novo titular, que governará o estado até o dia 31de dezembro de 2018, […]

Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico da última terça-feira (27) o acórdão que determinou a cassação do governador de Tocantins, Marcelo Miranda, e de sua vice, Cláudia Lélis. A decisão estabelece também a realização de eleições diretas para a escolha do novo titular, que governará o estado até o dia 31de dezembro de 2018, data em que os governadores eleitos em 2014 encerram seus mandatos.

De acordo com o artigo 224 (parágrafos 3º e 4º) do Código Eleitoral, o pleito deve ser convocado no prazo de 40 dias. A norma determina a realizado de eleição direta sempre que a cassação ocorrer antes de seis meses para o final do mandato.

A decisão pela cassação de Marcelo Miranda e Cláudia Lélis ocorreu na última quinta-feira (22), quando a maioria dos ministros entendeu que houve arrecadação ilícita de recursos para a campanha de governador em 2014.

De acordo com a acusação do Ministério Público Eleitoral, uma das provas das irregularidades cometidas foi a prisão de uma aeronave, durante a campanha, com R$ 500 mil e quase quatro quilos de material de campanha dos então candidatos. Além disso, o MPE sustentou que R$ 1,5 milhão teriam sido destinados à campanha de ambos na forma de contratos e operações simuladas de um conjunto de apoiadores do candidato. Tais recursos teriam sido movimentados por contas de laranjas, uma delas de um estagiário, com diversas quantias sacadas em espécie na boca do caixa.

Fachin envia para a primeira instância inquérito de FBC

Do G1 O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio para a primeira instância de um inquérito que investiga o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) com base nas delações premiadas de ex-executivos da construtora Odebrecht em desdobramento da Lava Jato. De acordo com a decisão, as investigações devem continuar na 4ª […]

Do G1

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio para a primeira instância de um inquérito que investiga o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) com base nas delações premiadas de ex-executivos da construtora Odebrecht em desdobramento da Lava Jato.

De acordo com a decisão, as investigações devem continuar na 4ª Vara Federal Criminal de Pernambuco, a quem o ministro recomendou “celeridade”.

Fachin levou em conta decisão do STF que restringiu o foro privilegiado para casos envolvendo crimes cometidos durante o mandato e em razão do cargo.

No caso de Bezerra, o MPF afirma que ele recebeu propina quando era secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco.

Segundo o MPF, as irregularidades foram cometidas na licitação das obras do Cais V e do Pier Petroleiro do Porto de Suape. Há suspeita de que o senador tenha cometido os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele nega as denúncias.

O montante, diz a PGR, teria totalizado R$ 2 milhões, sendo 60% pagos pela Odebrecht e 40% pela empreiteira OAS.

Globo copia formato da Band para último debate Lula x Bolsonaro

Única diferença é que os candidatos não estarão próximos a ponto de se tocarem como no encontro em São Paulo. A Globo transmite o último debate do segundo turno entre os candidatos à Presidência da República na próxima sexta-feira (28). O debate, mediado por William Bonner, vai ao ar depois da novela “Travessia”, a partir […]

Única diferença é que os candidatos não estarão próximos a ponto de se tocarem como no encontro em São Paulo.

A Globo transmite o último debate do segundo turno entre os candidatos à Presidência da República na próxima sexta-feira (28).

O debate, mediado por William Bonner, vai ao ar depois da novela “Travessia”, a partir das 21h30. Você pode acompanhar ao vivo pelo g1, na TV Globo, na GloboNews e no Globoplay.

Participam do debate os candidatos Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois disputam o segundo turno das eleições no domingo (30).

O debate será realizado nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. As regras do programa foram aprovadas pelas assessorias dos dois candidatos.

Neste debate, os candidatos terão que administrar o próprio tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. O tempo poderá ser utilizado e dividido da maneira como cada candidato preferir, mas não poderá ser ‘guardado’ de um bloco para o outro.

O modelo chamou a atenção no debate da Band. A única diferença é que os candidatos não estarão próximos a ponto de se tocarem como no encontro em São Paulo.

No primeiro bloco, por exemplo, cada um dos presidenciáveis receberá o tempo de 15 minutos. Se o candidato usar 1 minuto para fazer a primeira pergunta, terá 14 minutos restantes para fazer a tréplica, novos questionamentos ou responder questões feitas pelo adversário.

O debate terá quatro blocos, sendo dois com temas livres e outros dois com temas determinados.

No primeiro bloco, 30 minutos de debate com tema livre. Cada candidato terá que administrar o tempo de 15 minutos para perguntas, respostas, réplicas e tréplicas;

Segundo bloco: 20 minutos de debate com temas determinados, sendo dividido em duas rodadas de 10 minutos. Cada candidato terá direito a escolher um tema que foi definido pelo Jornalismo da Globo. Neste bloco, os candidatos terão 5 minutos de fala para cada uma das rodadas.

Terceiro bloco: mais 30 minutos de debate com tema livre. Assim como no primeiro bloco, os candidatos terão que administrar o tempo de 15 minutos para perguntas e respostas;

Quarto bloco: mais duas rodadas de 10 minutos com temas definidos, sendo que os candidatos terão 5 minutos de tempo de fala em cada rodada. Neste bloco, os candidatos também terão direito a 1 minuto e 30 segundos cada para considerações finais.

Serra: Luciano Duque herda parte dos votos que eram de Fonseca. Victor Oliveira larga com 7%

Pesquisa divulgada esta manhã pelo  Farol de Notícias em parceria com o Instituto Múltipla, de Arcoverde, mostra o primeiro cenário após a desistência do candidato do PR Fonseca Carvalho e anúncio de Victor Oliveira. A pesquisa aconteceu dez dias depois do lançamento do pré-candidato do PR. Em  linhas gerais, só Duque (com quase oito pontos a […]

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Pesquisa divulgada esta manhã pelo  Farol de Notícias em parceria com o Instituto Múltipla, de Arcoverde, mostra o primeiro cenário após a desistência do candidato do PR Fonseca Carvalho e anúncio de Victor Oliveira. A pesquisa aconteceu dez dias depois do lançamento do pré-candidato do PR.

Em  linhas gerais, só Duque (com quase oito pontos a mais) e Marquinhos Dantas (com 1,3%) cresceram. Nena Magalhães oscilou negativamente praticamente seis pontos. Victor larga com 7%, capital eleitoral inferior ao outro nome do PR, Fonseca Carvalho, que tinha 14,3%  no cenário aferido em 10 de junho.

Na consulta estimulada, quando o nome dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Luciano Duque (PT) aparece com 50% das intenções de voto, registrando uma alta de oito pontos com relação à pesquisa anterior, quando tinha 42%. Na segunda colocação está Nena Magalhães (PTB) com 17%. Em comparação com a pesquisa passada, o petebista caiu seis pontos, já que tinha 23% na pesquisa passada.

O pré-candidato Marquinhos Dantas (SD) aparece na quarta colocação com 13,7% registrando uma leve alta de 2 pontos percentuais em comparação com a última consulta, quando obteve 11%. Na quarta colocação surge o neto de Inocêncio, Victor Oliveira (PR), com 7%. O pré-candidato do Psol, Ari Amorin permanece com 1% e Otoni Cantarelli (PCdoB) não pontuou. Não sabem ou não opinaram são 11%.

No cenário espontâneo, quando não são oferecidos os nomes dos pré-candidatos aos entrevistados, Luciano Duque aparece com 38% das intenções, o que significa uma alta de 4 pontos com relação à pesquisa divulgada no início do mês. O secretário de Transportes do Estado, Sebastião Oliveira (PR) caiu 1 ponto e aparece com 6%, Dantas e Nena permanecem na casa dos 4% e Victor Oliveira 2%.

A pesquisa Múltipla foi realizada nas zonas urbana e rural de Serra Talhada entre os dias 25 e 26 de junho sob o registrado PE-07870/2016. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro 5,7% para mais ou para menos. O universo de amostra foi composto por 300 entrevistas distribuídas da seguinte forma: cidade 73,3% e zona rural 26,7%.

O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro 5,7% para mais ou para menos. O universo de amostra foi composto por 300 entrevistas distribuídas da seguinte forma: cidade 73,3% e zona rural 26,7%.

Júlio Cavalcanti chama governo Câmara de “Governo Pinóquio”

Em apoio ao Movimento Branco, organizado pelos servidores públicos da saúde de Pernambuco, o deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB), defendeu a categoria e cobrou do governo do estado a nomeação de todos os concursados da seleção ocorrida em 2014 e o pagamento dos salários atrasados de todos os contratados da saúde durante fala na tribuna […]

Em apoio ao Movimento Branco, organizado pelos servidores públicos da saúde de Pernambuco, o deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB), defendeu a categoria e cobrou do governo do estado a nomeação de todos os concursados da seleção ocorrida em 2014 e o pagamento dos salários atrasados de todos os contratados da saúde durante fala na tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (21).

“O governador faz mídia de bom pagador, de que está em dia com os salários, mas os trabalhadores contratados e terceirizados da secretaria de saúde, que atuam nas UPAS e hospitais sob administração das OS, estão com seus salários atrasados, recebendo cobranças e sem poder pagar suas contas em dia”, disse Júlio Cavalcanti.

Além do pagamento dos atrasados dos contratados e terceirizados e da nomeação dos concursados, Júlio Cavalcanti endossou a bandeira do Movimento Branco durante sua fala no pequeno expediente na Alepe e defendeu a regularização dos plantonistas extraordinários para contratos de serviços por tempo determinado, regulamentação dos contratos de tempo determinado de serviços equiparando todas as garantias trabalhistas aos servidores efetivos da saúde, regularização dos reajustes salariais, entre outras propostas.

Para o deputado Júlio Cavalcanti, a população de Pernambuco não pode ficar assistindo correligionários políticos do governo ocupando o lugar dos concursados aprovados e muito menos ficar atrasando os salários dos servidores terceirizados ou contratados, ao mesmo tempo em que diz que está com os salários em dia.

“O povo de Pernambuco não pode continuar a ser enrolado, enganado por este governo que vive na ilha da fantasia, que não paga os salários em dia e é pior do que você imagina. É um governo Pinóquio”, concluiu o deputado estadual Júlio Cavalcanti.