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Por uma vaga no legislativo afogadense a conveniência fala mais alto

Por André Luis

Em Afogados da Ingazeira, após vencido o prazo de filiações e a janela partidária para quem deseja colocar o nome na disputa eleitoral deste ano, já dá para começar a observar algumas conveniências políticas. A análise revela surpresas. 

Candidatos que, até recentemente, criticavam veementemente a esquerda e se declaravam bolsonaristas, agora buscam uma vaga no legislativo municipal por partidos de esquerda. Por outro lado, há também aqueles que, antes identificados com o bolsonarismo radical, agora ingressam em partidos da base do governo Lula.

Não é incomum encontrar casos semelhantes. Na eleição municipal anterior, havia candidatos que se declaravam apoiadores tanto de Lula quanto de Bolsonaro, a depender do público-alvo. Após a vitória nas urnas, a coragem aflorou, e muitos revelaram sua verdadeira inclinação: “sou bolsonarista”. Essa flexibilidade ideológica, embora questionável, reflete a dinâmica da política local, onde a conveniência muitas vezes supera convicções profundas.

Em suma, a busca pelo poder e a necessidade de angariar votos podem levar a alianças inesperadas. A conveniência política, embora controversa, é uma realidade que permeia os bastidores das eleições, desafiando as fronteiras partidárias e ideológicas. O eleitor, por sua vez, deve estar atento a essas mudanças e avaliar cuidadosamente os candidatos, considerando não apenas suas palavras, mas também suas ações e alianças.

Outras Notícias

Cobrança da água no rio São Francisco será discutida em Belo Horizonte

A contratação de uma empresa especializada para estudos de aprimoramento da cobrança pelo uso da água na bacia do rio São Francisco será o assunto de destaque da primeira reunião de 2016 da Câmara Técnica de Outorga e Cobrança – CTOC do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, que ocorrerá no dia 15 […]

RioSaoFranciscoA contratação de uma empresa especializada para estudos de aprimoramento da cobrança pelo uso da água na bacia do rio São Francisco será o assunto de destaque da primeira reunião de 2016 da Câmara Técnica de Outorga e Cobrança – CTOC do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, que ocorrerá no dia 15 de janeiro, na sede da agência delegatária do CBHSF, a AGB Peixe Vivo, em Belo Horizonte (MG). O início do encontro será às 9 horas.

A cobrança pelo uso das águas é um dos instrumentos de gestão dos recursos hídricos previstos na Política Nacional de Recursos Hídricos e foi instituída pela Lei Federal nº 9.433/97, a chamada Lei das Águas. Trata-se de uma compensação a ser paga pelos usuários de recursos hídricos visando à garantia dos padrões de quantidade, qualidade e regime estabelecidos para corpos d’água das bacias.

Atualmente, na bacia do São Francisco, são cobrados valores pelos usos de captação, consumo e lançamento de efluentes de usuários com retirada de água superior a 4,0 l/s, atendendo a deliberação do Comitê.

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. A diversidade de representações e interesses torna o CBHSF uma das mais importantes experiências de gestão colegiada envolvendo Estado e sociedade no Brasil.3030

Saneamento em Afogados da Ingazeira: uma novela que se arrasta há mais de uma década

A promessa de saneamento básico em Afogados da Ingazeira, que há mais de 10 anos percorre discursos e investimentos, continua sendo um tema de esperança e frustração para os moradores da cidade. O início dessa saga remonta a 2012, quando o então prefeito Totonho Valadares anunciou com entusiasmo um contrato de R$ 36 milhões com […]

A promessa de saneamento básico em Afogados da Ingazeira, que há mais de 10 anos percorre discursos e investimentos, continua sendo um tema de esperança e frustração para os moradores da cidade. O início dessa saga remonta a 2012, quando o então prefeito Totonho Valadares anunciou com entusiasmo um contrato de R$ 36 milhões com a empresa MAF Projetos e Obras LTDA, sob a supervisão da Compesa. 

O plano previa um sistema robusto de esgotamento sanitário, com estações de tratamento, elevatórias e quase 200 km de tubulação, uma promessa de transformar a infraestrutura urbana e, sobretudo, a qualidade de vida local.

No entanto, o que se viu nos anos seguintes foi uma obra paralisada e um cenário de ruas esburacadas, calçadas destruídas e moradores indignados. Em 2017, a situação foi alvo de uma audiência pública na Câmara de Vereadores, coordenada pelo então presidente Augusto Martins, que reuniu representantes da MAF, da Compesa e da comunidade. As críticas foram severas: tampas de concreto de baixa qualidade, calçamentos mal repostos e falhas no projeto foram apenas algumas das reclamações apresentadas. Na ocasião, foi revelado que apenas 26% da obra havia sido executada.

Apesar das promessas de retomada, a novela do saneamento ganhou novos capítulos. Em novembro de 2017, o governador Paulo Câmara anunciou a entrega simbólica da 1ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES), com um investimento de R$ 14,7 milhões, beneficiando cerca de quatro mil moradores. Na mesma ocasião, autorizou-se a 2ª etapa do projeto, com previsão de R$ 9,4 milhões e um prazo de 18 meses para conclusão. O investimento total, então, somava R$ 24,1 milhões. Contudo, os transtornos aos moradores persistiam, e o fim da obra parecia cada vez mais distante.

Agora, em 2025, o prefeito Sandrinho Palmeira reacende as esperanças ao anunciar novos investimentos de R$ 25 milhões, provenientes do comitê da bacia hidrográfica do Rio São Francisco, para a retomada das obras de saneamento. Assim como em 2012, a execução continua sob a responsabilidade da Compesa. A promessa é a mesma: transformar o sistema de esgotamento sanitário da cidade e garantir mais qualidade de vida para os afogadenses.

Vale lembar que o dinheiro vai da Codevasf para a conta da Compesa, que é a responsável por executar as obras. O papel do município é acompanhar e fiscalizar as obras para que a Compesa execute e conclua as obras. Como vai entrar no Caixa da Companhia R$ 25 milhões, acredita-se que possa também direcionar recursos para melhorar o abastecimento de água no município.

A repetição do cenário e os novos protagonistas levantam uma pergunta inevitável entre os moradores: será que desta vez a promessa será cumprida? A memória de obras inacabadas, transtornos e falta de respostas concretas deixa a população cética. Mas o sonho de uma cidade com infraestrutura de saneamento eficiente ainda vive, agora sob a expectativa de que, finalmente, “agora vai”.

Dom Egídio destaca importância da comunhão e do serviço na Missa do Galo

Na segunda noite do novenário da festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, aconteceu a missa da Vigília de Natal na Catedral, presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol, e concelebrada pelo padre Gilvam Bezerra. Durante a celebração da tradicional Missa do Galo, o bispo fez uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do Natal através das […]

Informações e foto: Afogados On Line

Na segunda noite do novenário da festa do Senhor Bom Jesus dos Remédios, aconteceu a missa da Vigília de Natal na Catedral, presidida pelo bispo, dom Egidio Bisol, e concelebrada pelo padre Gilvam Bezerra.

Durante a celebração da tradicional Missa do Galo, o bispo fez uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do Natal através das leituras que foram proclamadas durante a celebração.

“Precisamos viver o Natal não só neste espírito de fraternidade, de caridade, de ajuda, de confraternização. Precisamos ver um Natal, nós cristãos, em comunhão com Jesus. E a comunhão é uma coisa muito profunda e séria, não é só um sentimento vago, ela é um compromisso a viver em sintonia”, disse o bispo.

Dom Egidio encerrou explicando que no Natal, Jesus não veio para reinar, veio para servir, e que também não veio para mandar, e sim, tornar-se servo, ou seja, alguém que se coloca a disposição das necessidades dos outros.

Rádio em evidência: encontro reúne empresários e comunicadores em São José do Egito

A Escola Naná Patriota, em São José do Egito, foi palco de um encontro que colocou em destaque a força do rádio no cenário da comunicação regional. O evento, organizado pela Rádio Cultura FM, de São José do Egito, contou com a presença de empresários e representantes de veículos de comunicação, em um espaço de […]

A Escola Naná Patriota, em São José do Egito, foi palco de um encontro que colocou em destaque a força do rádio no cenário da comunicação regional. O evento, organizado pela Rádio Cultura FM, de São José do Egito, contou com a presença de empresários e representantes de veículos de comunicação, em um espaço de reflexão sobre o papel desse meio de comunicação que, apesar das transformações tecnológicas, segue com relevância e credibilidade junto à população.

A condução ficou por conta do comunicador e jornalista Nill Júnior, que guiou os debates de forma dinâmica e participativa. O público marcou presença de maneira expressiva, resultando em uma avaliação bastante positiva do encontro.

Entre os pontos discutidos, destacou-se que o rádio mantém sua potência como meio de informação, entretenimento e prestação de serviço, mesmo diante do avanço das redes sociais. O tom do debate foi de valorização da complementaridade: cada ferramenta possui sua importância, mas o rádio permanece como referência de proximidade, instantaneidade e confiança para os ouvintes.

Em resumo, o evento reforçou a vitalidade do rádio, mostrando que, longe de perder espaço, ele se renova e continua sendo peça fundamental no ecossistema da comunicação.

COMPESA resolve vazamento de grande porte na Adutora do Pajeú

A Compesa informou em nota que, em menos de 24h, conseguiu consertar o vazamento de grande porte na Adutora do Pajeú e retomar a operação do Sistema. Sofreram com o estouramento os municípios de Quixaba, Carnaíba, Tabira, Iguaraci, São José do Egito, Santa Terezinha, Tuparetama, Itapetim e o distrito de Riacho do Meio (São José […]

A Compesa informou em nota que, em menos de 24h, conseguiu consertar o vazamento de grande porte na Adutora do Pajeú e retomar a operação do Sistema.

Sofreram com o estouramento os municípios de Quixaba, Carnaíba, Tabira, Iguaraci, São José do Egito, Santa Terezinha, Tuparetama, Itapetim e o distrito de Riacho do Meio (São José do Egito).

Agora, diz a entidade, estão recebendo água normalmente, de acordo com o calendário de distribuição de cada localidade.