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Petrolina fecha tudo de novo dia 13

Por Nill Júnior

O prefeito de Petrolina Miguel Coelho acaba de informar que setores do comércio voltam a fechar a partir do dia 13 por 15 dias.

Esta semana, já se sabia que cidades das Macrorregiões III e IV, que compreendem o Sertão pernambucano, permanecem ainda nesta mesma fase, sem a reabertura de academias e restaurantes.

A avaliação feita pelo Gabinete de Enfrentamento à Covid-19 de Pernambuco é contínua e leva em consideração indicadores de saúde, como o número de casos registrados, de óbitos, pressão sobre a rede hospitalar, entre outros fatores que contribuem para o planejamento de combate à pandemia.

A cidade de Petrolina contabiliza cerca de 1.400 casos confirmados. O município tem 587 recuperados e 33 mortes causadas pela doença. A preocupação com a disponibilidade de leitos em relação com o número de casos acendeu o alerta, provocando a decisão.

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Outras Notícias

Governo suspende fase do Minha Casa Minha Vida, diz ministro

O governo do presidente em exercício, Michel Temer, abandonou a meta traçada pela presidente afastada Dilma Rousseff de contratar 2 milhões de moradias do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018, disse o ministro das Cidades, Bruno Araújo. Ao jornal O Estado de S. Paulo, ele afirmou que toda a terceira etapa do […]

Bruno-Araujo-Video-Foto-George-Gianni-PSDB-2O governo do presidente em exercício, Michel Temer, abandonou a meta traçada pela presidente afastada Dilma Rousseff de contratar 2 milhões de moradias do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018, disse o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, ele afirmou que toda a terceira etapa do programa – e não apenas a modalidade Entidades – está suspensa e passará por um processo de “aprimoramento”.

Araújo estimou em 40 dias o tempo necessário para fazer um raio X da principal vitrine de seu ministério. Segundo o ministro, a nova meta para o Minha Casa vai depender da análise das contas públicas a cargo da equipe econômica de Temer, chefiada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

“É preferível que identifiquemos os reais limites do programa e que os números anunciados sejam o limite de contratação”, afirmou. Segundo ele, “metas realistas” não geram expectativas falsas tanto nos empresários – que precisam fazer o planejamento pelo tamanho do programa – como para os beneficiários.

Dilma Rousseff anunciou o MCMV 3, pela primeira vez, em julho de 2014, na véspera do início da campanha eleitoral, na comunidade do Paranoá, em Brasília.

Naquele dia, prometeu construir 3 milhões de moradias até o fim de 2018, número que foi repetido na campanha e no início do segundo mandato. Posteriormente, recuou para 2 milhões de unidades, com investimentos de cerca de R$ 210,6 bilhões, sendo R$ 41,2 bilhões do Orçamento-Geral da União.

A terceira etapa do programa, porém, não engatilhou, e o ministro diz que todas as condições serão reavaliadas, até mesmo a grande novidade – a criação da faixa intermediária, batizada de faixa 1,5 – que nunca saiu do papel.

Ela beneficiaria famílias que ganham até R$ 2.350 por mês, com subsídios de até R$ 45 mil para a compra de imóveis, cujo valor pode chegar a R$ 135 mil, de acordo com a localidade e a renda. Além do “desconto”, os juros do financiamento, de 5% ao ano, também seriam subsidiados com recursos do FGTS.

O ministro disse que vai propor a Temer fazer uma cerimônia simbólica para inaugurar, simultaneamente, as moradias do programa que estão prontas, mas que aguardavam a agenda de ministros para eventos de inauguração.

De acordo com a Caixa, 46,2 mil moradias da faixa 1 do programa (que atende famílias que ganham até R$ 1,8 mil) estão com as obras concluídas, em fase de legalização para serem entregues aos beneficiários.

Dessas, 15,5 mil estão localizadas em cidades do interior, com menos de 50 mil habitantes. Ainda segundo o banco, desde que foi criado, o programa já contratou 1,73 milhão de moradias na faixa 1, das quais 967 mil foram entregues. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Trânsito: Prefeitura de Arcoverde instala e reforma abrigos de ônibus

Através da Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde – Arcotrans, a Prefeitura implantou na Praça da Bandeira um abrigo de ônibus totalmente novo para a população arcoverdense. Este abrigo servirá de modelo para todos os outros que serão reformados e instalados pela Cidade. O equipamento que fica em frente à Agência do Trabalho, na […]

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Através da Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde – Arcotrans, a Prefeitura implantou na Praça da Bandeira um abrigo de ônibus totalmente novo para a população arcoverdense. Este abrigo servirá de modelo para todos os outros que serão reformados e instalados pela Cidade.

O equipamento que fica em frente à Agência do Trabalho, na Avenida Antônio Japiassu, já foi removido e passará por uma completa reforma. Uma pintura nova, de maior durabilidade, e também uma nova iluminação serão instalados no abrigo.

A prefeita Madalena Britto solicitou à Arcotrans esta reforma para que até o mês de junho, no período do São João, esteja tudo pronto. “Nosso objetivo é melhorar cada vez mais o atendimento do usuário que utiliza do transporte público municipal. A nossa proposta é reformar todos os abrigos existentes na cidade”, disse ela.

Polícia cumpre mandado de prisão em Betânia e localiza drogas no Presídio de Arcoverde

O efetivo do 14º BPM deu cumprimento neste sábado (23) a um Mandado de Prisão Criminal no Bairro Alto do Bom Jesus, na cidade de Betânia, no Sertão do Moxotó. Policiais militares realizavam o patrulhamento no Alto do Bom Jesus quando abordaram um indivíduo em atitude suspeita, não encontrando nada de ilícito de posse do […]

O efetivo do 14º BPM deu cumprimento neste sábado (23) a um Mandado de Prisão Criminal no Bairro Alto do Bom Jesus, na cidade de Betânia, no Sertão do Moxotó.

Policiais militares realizavam o patrulhamento no Alto do Bom Jesus quando abordaram um indivíduo em atitude suspeita, não encontrando nada de ilícito de posse do mesmo. Porém, ao realizarem consulta ao Sistema Infoseg verificaram haver um Mandado de Prisão em desfavor do acusado pela prática de roubo mediante ameaça e violência, conforme o Art. 157, § 2° do Código Penal.

O acusado foi conduzido até a Delegacia de Polícia Civil de Betânia e em seguida encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada para serem tomadas as medidas cabíveis.

Em Arcoverde, policiais do 3º BPM foram solicitados pelo comandante da Guarda Externa do Presídio Advogado Brito Alves, onde um indivíduo não identificado havia arremessado uma sacola plástica com vários entorpecentes para o interior do estabelecimento, caindo 01 (um) papelote de maconha e 01 (uma) pedra de crack na passarela do presídio. As drogas foram apreendidas e apresentadas na Delegacia de Polícia local.

Opinião: caso Yasmin levanta debate sobre maioridade penal e papel da imprensa

A morte da pequena Yasmin Pereira,  de apenas 6 anos, choca a região. Os requintes de crueldade e os detalhes do caso indicam que a menina sofreu violência sexual e física. No sepultamento,  um familiar pediu justiça e puxou uma reflexão sobre a redução da maioridade penal. De fato,  para crimes hediondos,  é necessário discutir […]

A morte da pequena Yasmin Pereira,  de apenas 6 anos, choca a região.

Os requintes de crueldade e os detalhes do caso indicam que a menina sofreu violência sexual e física.

No sepultamento,  um familiar pediu justiça e puxou uma reflexão sobre a redução da maioridade penal. De fato,  para crimes hediondos,  é necessário discutir se não seria o momento de avaliar a redução da maioridade penal,  assim como é na hora de exercer o direito de voto.

Outra reflexão tem relação com o papel da imprensa nessas coberturas. Imagens de adolescentes circularam as redes sociais. Pelo que a polícia divulgou até agora, dos três adolescentes foram soltos e um é investigado.

A divulgação das imagens entretanto tem gerado a presença de pessoas de moto rondando as casas dos que tiveram autoria descartada. Veja o comentário de hoje:

FPM: Municípios recebem nesta terça-feira mais de R$ 2,3 bilhões

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa aos gestores que será creditado na próxima terça-feira, 10 de janeiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 1.º decêndio do mês de janeiro de 2017. O montante previsto será de R$ 2.369.090.905,86, já descontada a retenção do Fundo de […]

cnmA Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa aos gestores que será creditado na próxima terça-feira, 10 de janeiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 1.º decêndio do mês de janeiro de 2017. O montante previsto será de R$ 2.369.090.905,86, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

A CNM esclarece que em valores brutos, isto é, incluindo a retenção do Fundeb, o montante é de R$ 2.961.363.632,33. De acordo com a série histórica do FPM, esse 1.º decêndio de janeiro de 2017 quando comparado com o valor do primeiro decêndio de janeiro de 2016, houve crescimento de 14,34% em termos nominais, ou seja, comparando os valores sem considerar os efeitos da inflação. Quando se considera o valor real dos repasses, levando em conta as consequências da inflação, o decêndio apresenta crescimento de 9,27%.

Diante disso, a CNM alerta os gestores municipais para que estejam atentos aos seus planejamentos financeiros. A entidade reforça que neste momento de crise é extremamente importante que o gestor tenha pleno controle das finanças da prefeitura, uma vez que o País se encontra em desaceleração econômica.

A Confederação lembra ainda que a principal fonte de renda dos Municípios, o FPM, oscila ao longo do ano por conta de mudanças na economia, como a queda na venda de automóveis, redução na arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como aumento da taxa de desemprego que resulta na queda da arrecadação do Imposto de Renda (IR).

Essa situação impacta direta e negativamente na decisão de consumo dos agentes. Também reduz a arrecadação tributária e, consequentemente, as transferências constitucionais como o FPM.