Petista Socorro Veras cobra ações do Governo Nicinha Melo no combate a pandemia
Por Nill Júnior
Diante da informação de integrante da Mesa Diretora da Câmara de Tabira que o Poder Legislativo não havia se pronunciado sobre a falta de ação da Gestão Nicinha Melo (PMDB) a vereadora Socorro Veras (PT) enviou mensagem à produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, onde comunicou que desde o mês de janeiro vem cobrando medidas de segurança no combate ao Coronavírus.
A parlamentar apresentou requerimento endereçado à Secretaria de Saúde solicitando o quantitativo de vacinas recebidas e distribuídas, a questão do fura fila e até o momento não obteve resposta. Socorro tem cobrado também informações sobre medicamentos nos postos e médicos nas unidades de saúde.
O requerimento mais recente tomando por base a entrevista do Promotor Publico Romero Borja em que foi reclamado a falta de ação da Prefeitura para fazer cumprir o Decreto do Governo do Estado, foi lido na Tribuna da Câmara na sessão da 2ª feira.
No documento a vereadora cobra resposta do executivo quanto ao Grupo de Trabalho que atua no combate e prevenção da Covid-19 sobre as ações da vigilância sanitária, o fluxograma de trabalho, criação de Plano Operacional no Combate à Covid-19 juntamente com CDL, MP, PM, Guarda Municipal, Câmara de vereadores, demais secretarias e sociedade civil. Socorro encerrou a mensagem pedindo a contribuição dos demais vereadores nesta luta em defesa da saúde da população tabirense. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
No último domingo (16), celebrou-se o dia dos garis e das margaridas, categoria fundamental para a manutenção de uma cidade limpa e saudável para todos. Nesta segunda (17) a Prefeitura de Afogados prestou uma homenagem a todos esses valorosos profissionais. O Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira participou de um café da manhã com eles, ao […]
No último domingo (16), celebrou-se o dia dos garis e das margaridas, categoria fundamental para a manutenção de uma cidade limpa e saudável para todos. Nesta segunda (17) a Prefeitura de Afogados prestou uma homenagem a todos esses valorosos profissionais.
O Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira participou de um café da manhã com eles, ao lado da Secretária de Assistência Social, Madalena Leite, Secretário de infraestrutura, Silvano Brito, vereador Raimundo Lima, e do vice-prefeito, Daniel Valadares.
“Essa data é celebrada há 45 anos. Essa é uma homenagem que tem muito significado, de valorização e de reconhecimento à importância do trabalho realizado por todos eles,” destacou Madalena Leite, Secretária de Assistência Social.
O café da manhã aconteceu na cozinha comunitária. Na ocasião, foram distribuídos brindes com todos os profissionais da limpeza, incluindo ventiladores, camisas, toalhas, itens de perfumaria e cosméticos, dentre outros itens.
Em sua fala, o Prefeito dialogou com os servidores sobre as necessidades específicas da categoria e destacou que pretende dialogar, de forma permanente, com os servidores municipais. “Quero parabenizar a todos e agradecer pelo empenho e dedicação na tarefa árdua de manter a nossa cidade limpa, diante de tantas dificuldades. Quero me colocar à disposição para sempre que preciso, nos reunirmos para discutirmos melhorias para vocês,” destacou Sandrinho.
O Prefeito destacou ainda que a Prefeitura irá lançar, em breve, uma campanha para retirada do vidro do lixo doméstico, de modo a evitar acidentes e o risco que traz para a tarefa da coleta. Ele ainda destacou que no aniversário da cidade pretende entregar novos fardamentos e novos equipamentos de proteção individual aos garis e margaridas que atuam na limpeza da cidade.
Ao lado das secretárias de Saúde Fabiana Torres e de Educação Mércia Rodrigues, o Prefeito de Ingazeira Lino Moraes (PSB) fez um balanço do seu primeiro ano de gestão em entrevista a Anchieta Santos no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM. Mesmo sem o repasse do 0,5% acordado com o Governo Federal, o gestor ingazeirense […]
Ao lado das secretárias de Saúde Fabiana Torres e de Educação Mércia Rodrigues, o Prefeito de Ingazeira Lino Moraes (PSB) fez um balanço do seu primeiro ano de gestão em entrevista a Anchieta Santos no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM.
Mesmo sem o repasse do 0,5% acordado com o Governo Federal, o gestor ingazeirense destacou ter pago a folha de dezembro, 13º salário, contratados e deixado pouca coisa com fornecedores para janeiro deste ano.
Lino reconheceu que pretendia fazer mais do que fez, e disse que 2017 foi um ano de muitas dificuldades. Alfinetou o opositor Mário Filho afirmando. “Não sei se ele mora na cidade”. Durante a campanha, por residir em Afogados da Ingazeira o opositor Mário Filho (PTB) havia prometido transferir seu domicilio para Ingazeira.
A respeito da ameaça de Mário que disse na Rádio Cidade que logo teria denúncias contra o gestor, Lino garantiu não se preocupar.
De forma detalhada, a Secretária de Saúde Fabiana Torres citou mês a mês tudo que foi desenvolvido pela pasta de Saúde. A Secretária de Educação Mércia Rodrigues também comemorou os avanços na área e ressaltou o apoio do gestor.
O prefeito Lino citou como conquistas em 2017 perfuração de 21 poços e barreiros, contratação de carro pipa, pagamento do garantia safra, reforma de estradas (nos próximos dias atingirá 100%), reabertura da cozinha comunitária, reintegração de posse no Programa Minha Casa, Minha Vida.
Ainda criação do Programa Criança Feliz, construção de 3,5 mil metros de calçamentos, restruturação do Cemitério, relocação do lixão, conquista de emendas para o recapeamento asfáltico, promoção do Campeonato de Futebol e realização das festas tradicionais.
Para 2018 Lino Moraes afirmou contar com emendas para investir em sua maioria na Saúde, como R$ 210 mil de autoria de João Fernando Coutinho, R$ 100 mil de Gonzaga Patriota, R$ 936 mil de Fernando Filho para obras no estádio, R$ 200 mil de Diogo Moraes além de emendas de deputados da oposição, como R$ 200 mil de Ricardo Teobaldo e R$ 70 mil de José Humberto.
Ao menos 590 mil pessoas foram às ruas para protestar contra o governo federal e contra a corrupção neste domingo (12) em 24 Estados e o Distrito Federal, de acordo com levantamento feito pelo UOL junto às Polícias Militares. O vice-presidente Michel Temer (PMDB) disse que o governo está prestando atenção aos protestos. O Diretório […]
Ao menos 590 mil pessoas foram às ruas para protestar contra o governo federal e contra a corrupção neste domingo (12) em 24 Estados e o Distrito Federal, de acordo com levantamento feito pelo UOL junto às Polícias Militares. O vice-presidente Michel Temer (PMDB) disse que o governo está prestando atenção aos protestos. O Diretório Nacional do PT não quis comentar os atos, mudando a postura adotada em 15 de março quando ministros se pronunciaram após as manifestaçõesque reuniram 2 milhões de pessoas.
Foram registrados protestos no DF e nos Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Bahia, Pará, Maranhão, Amazonas, Alagoas, Goiás, Santa Catarina, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Paraíba, Acre, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia e Rio Grande do Norte. Em Macapá (AP), a manifestação foi cancelada por conta da chuva. Não há informações até o momento sobre manifestações em Roraima.
A cidade de São Paulo voltou a ter o maior número de manifestantes. Segundo a PM, 275 mil pessoas foram à avenida Paulista, região central. Nos protestos de 15 de março, a corporação falou em 1 milhão de pessoas nas ruas. Segundo o Datafolha, porém, foram 100 mil manifestantes hoje. Se a soma de manifestantes pelo Brasil usar a contagem do Datafolha em São Paulo, e a das PMs locais nos demais palcos de protestos, o número de participantes cai para 405 mil. No interior, houve registro de protestos em Campinas (10 mil participantes), Ribeirão Preto (25 mil), Sorocaba (2.000) e São José dos Campos.
Em Brasília, o protesto reuniu 25 mil pessoas em um ato na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes levaram cartazes contra a corrupção na Petrobras e um grupo pediu a intervenção das Forças Armadas.
Em Curitiba, 40 mil pessoas protestaram contra o governo, segundo a PM. Um novo protesto na capital paranaense deve ocorrer em 29 de abril para apoiar o juiz federal Sergio Moro, que conduz judicialmente as ações da operação Lava Jato. No Estado, houve relatos de atos em Foz do Iguaçu, Paranavaí, Astorga, Cruzeiro do Oeste, Maringá (6.000) e Londrina (5.000).
Em Belo Horizonte, as manifestações registraram a presença de 9.000 pessoas, segundo a PM. A instituição estimou em 6.000 o número de participantes na praça da Liberdade, onde tiveram início o protesto no período da manhã, por volta de 10h, e em 3.000 na praça Rui Barbosa (praça da Estação), onde o movimento terminou por às 14h30. Juiz de Fora e Uberlândia tiveram adesão de 2.000 pessoas em cada cidade.
No Rio de Janeiro, a PM não informou a estimativa de público nos protestos. Os atos contra o governo ocorreram na avenida Atlântica, em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. Durante o protesto, houve casos de hostilidade entre pessoas com opiniões políticas divergentes. Um homem que tentou defender o PT e o governo Dilma chegou a ser retirado do local pela PM para evitar uma pancadaria. Uma mulher foi agredida verbalmente pelo mesmo motivo.
Em Porto Alegre, a Brigada Militar estimou a participação de 35 mil pessoas em ato contra o governo federal. Em Caxias do Sul, 4.500 pessoas se reuniram na praça Dante Alighieri. Em Santa Maria, foram 2.000.
No Espírito Santo, 30 mil pessoas protestaram contra o governo, de acordo com a PM.
Em Salvador, cerca de 4.000 pessoas, de acordo com a estimativa da PM, realizaram uma passeata pela manhã entre o Farol da Barra e o Morro do Cristo. Segundo o major Assemany, comandante da 11ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/ Barra-Graça), não houve registro de ocorrências durante o protesto.
Em São Luís, 400 pessoas participaram de ato contra o governo da presidente Dilma Rousseff, após 3,5 km de caminhada. Vestindo amarelo, 6.000 manifestantes ocuparam o corredor Vera Arruda, na orla de Maceió.
Em Belém, o protesto reuniu 5.000 manifestantes, segundo a PM. Os manifestantes caminharam pela avenida Presidente Vargas e chegaram à doca Souza Franco. O protesto acabou por volta das 13h.
Em Manaus, 2.300 pessoas participaram do protesto que teve problemas por causa da chuva.
Em Florianópolis, 25 mil pessoas, segundo dados da PM, participaram do protesto na avenida Beira Mar Norte (o endereço mais caro da cidade). Ainda no Estado, uma mulher foi presa pela Polícia Militar em Balneário Camboriú (80 km de Florianópolis) por atropelar três motociclistas que se preparavam para os atos de protesto. Ninguém ficou ferido, mas as motos sofreram danos. A mulher tentou fugir e foi presa minutos depois. Pelo menos 5.000 manifestantes protestaram no balneário. Em Joinville, foram 1.800.
Em Goiânia, 2.500 participaram do protesto, de acordo com a Polícia Militar. Em Anápolis, a 55 km de Goiânia, manifestantes se reuniram na Praça Dom Emanuel, no bairro Jundiaí. Em todo o Estado de Goiás, 3.320 pessoas protestaram, segundo a PM.
No Mato Grosso do Sul pelo menos 16.700 pessoas se manifestaram contra o governo nas ruas. Destes, 16 mil na capital Campo Grande, que se reuniram na praça do Rádio Clube. Eles pediam a renúncia de Dilma e um corte no número de ministérios pela metade.
Camisas com a frase “Fora, Dilma” e faixas que dizem “Todo poder emana do povo! E em seu nome deve ser exercido cidadania” marcam a manifestação em Cuiabá. Ao todo, 800 manifestantes se reuniram na praça Ipiranga, na região central da capital de Mato Grosso. Em todo o Estado, o total contabilizado foi de 900 pessoas.
No Recife, a PM não informou a estimativa de manifestantes até às 20h. Na capital pernambucana, o protesto se concentrou na avenida Boa Viagem, na zona sul, embalado por um trio elétrico. Uma das placas de um manifestante pedia a prisão do ex-presidente Lula.
Em Fortaleza, cerca de 20 mil manifestantes compareceram ao ato, que percorreu a avenida Abolição em direção ao aterro da praia de Iracema. Cantando o hino nacional, os participantes demonstravam insatisfação com corrupção e falta de políticas públicas no Brasil. Ao chegar no aterro, o ato foi encerrado e as pessoas se dispersaram. E tudo acabou com fogos de artifício comprados pela organização do evento.
Em Natal, 5.000 manifestantes protestaram contra o governo levantando bandeiras do Brasil e carregando cartazes pedindo a saída da presidente Dilma.
Em Palmas, 250 pessoas protestaram contra o governo, segundo a PM. EmAracaju, 450 se manifestaram pela avenida Beira Mar, na zona sul da capital sergipana, alguns com cartazes de “fora Dilma, e leve o PT junto.”
Em João Pessoa, pelo menos 300 protestaram pela orla e em Campina Grande, segunda maior cidade do Estado, 250 manifestantes protestaram contra o governo.Teresina teve 300 pessoas nos protestos, o mesmo que em Rio Branco.
As fortes chuvas que atingem em Macapá, e alagaram ruas e praças, obrigou a organização a suspender o protesto na cidade.
Segundo a pesquisa Datafolha publicada neste sábado (11), quase dois terços dos brasileiros (63%) apoiam a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, participará de uma série de eventos em municípios de Pernambuco nesta segunda-feira (31/8). A agenda compreende a assinatura de ordem de serviço para desassoreamento do Rio Paratibe, em Paulista; visita a locais de intervenções para mitigação de áreas de risco no Recife; e inauguração do Núcleo de Ecologia e […]
O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, participará de uma série de eventos em municípios de Pernambuco nesta segunda-feira (31/8). A agenda compreende a assinatura de ordem de serviço para desassoreamento do Rio Paratibe, em Paulista; visita a locais de intervenções para mitigação de áreas de risco no Recife; e inauguração do Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina.
Gilberto Occhi chegará a Paulista pela manhã e sobrevoará obras que recebem recursos do Ministério da Integração Nacional (MI). Às 10h, participará da assinatura da ordem de serviço relativa à primeira etapa do desassoreamento do Rio Paratibe. As obras contemplarão o trecho de 3km de extensão compreendido entre a BR-101 e a PE-15 e deve ser concluída em cerca de um ano. A intervenção também promoverá a reconstrução de duas pontes (Banheiro do Soldado e da comunidade do Barão).
Essa primeira etapa faz parte do PAC Prevenção, convênio de R$ 64,6 milhões que já promoveu outras obras em Paulista, como intervenções nos canais da Avenida F, do Araxá, das Tintas e do Limoeiro.
O compromisso seguinte será no Recife. Às 12h, o ministro visitará locais de intervenções para mitigação de áreas de risco. O roteiro compreende a rua Alto do Reservatório, na divisa com a Rua Córrego do Fernandinho; a rua Jorge Melo e Rua Araújo, na localidade do Alto do Maracanã; e a 4ª Travessa Chapada do Araripe, na comunidade de Jardim Monte Verde.
Alguns desses pontos correm risco de desabamento. Para estabilizar os locais e evitar o problema, o governo federal deverá liberar nesta segunda-feira a primeira parcela (R$ 1.411.392,40) de um total de R$ 2.411.392,40 para a execução das obras e construção de encostas.
Em Petrolina, às 16h, Gilberto Occhi participará da solenidade de inauguração do Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), localizado no campus da instituição. O núcleo apoia as atividades dos programas de conservação de fauna e flora e de recuperação de áreas degradadas da Caatinga nas áreas do Projeto de Integração do Rio São Francisco.
A Diretora do Hospital Regional Emília Câmara, Leandra Saldanha, falou das medidas tomadas na unidade em relação às queixas de falta de médico no domingo no Hospital Regional Emília Câmara no último domingo. Foi no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Ela defendeu a unidade das críticas afirmando que, desde que assumiu, é a segunda […]
Leandra (esquerda), ao lado de João Vianeys, cujo tio morreu domingo.
A Diretora do Hospital Regional Emília Câmara, Leandra Saldanha, falou das medidas tomadas na unidade em relação às queixas de falta de médico no domingo no Hospital Regional Emília Câmara no último domingo. Foi no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Ela defendeu a unidade das críticas afirmando que, desde que assumiu, é a segunda vez que o Hospital Regional fica sem médico.
Ela garantiu que há uma política de apuração de todos os casos que chegam ao Hospital. No domingo, defende, quem estava no plantão teve que seguir em uma emergência com uma criança recém nascida e risco de morte para Recife, o que, justificadamente, acabou deixando o plantão em aberto, pois outra profissional escalada para o dia apresentou atestado médico. “Infelizmente, médicos também adoecem. Não são super-heróis”.
Ela também disse ter fechado parceria com a Casa de Saúde para cobrir o período em que não houvesse plantonista. A Diretora Márcia Moura disse que houve vários atendimentos no dia e prometeu apurar o período em que, segundo ouvintes, não havia médico na unidade.
Leandra também afirmou que, apesar da dificuldade de médicos atuarem no interior, tem mantido uma boa escala. Outro problema alegado, segundo ela, é o de pessoas que deixam de buscar as unidades básicas para ir ao Hospital Regional.
Ela falou em nome da médica que teve um atendimento questionado no plantão do sábado para o início da manhã do domingo. A médica, identificada como Ana Maria teria consultado pacientes sem observá-los, a partir do relato da irmã do comunicador Anchieta Santos, a professora Cléa Santos, transmitido pelo comunicador ao blog. “Sem olhar a paciente, perguntando à distância o que ela sentia, definiu que fizesse um eletrocardiograma. E depois prescreveu medicamentos que ela preferiu não comprar”.
Leandra afirmou ter confirmado com a médica que nega ter tido esse procedimento. “Ainda vamos apurar mais detalhadamente pois não tive todo o tempo para apuração pela correria de ontem, mas preliminarmente a profissional disse não ter tido tal procedimento neste ou nos demais casos”, afirmou a Diretora. Ela disse que os casos tem sido levados a conhecimento da Secretaria de Saúde.
O senhor João Vianeys, que contou o caso do tio Antonio Tavares, 95 anos, que morreu desidratado sem atendimento médico neste domingo, esteve no programa e disse ter ficado revoltado com o que aconteceu. Ele prometeu buscar caminhos jurídicos para o que classificou de negligência na morte do tio. “Meu tio não volta mais. Mas o caso dele pode servir de exemplo para não acontecer mais”. Leandra prometeu apurar e acompanhar o caso.
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