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Prefeito de Coxixola culpa imprensa por repercussão negativa de evento milionário
O Cariri de Verdade conversou com o prefeito de Coxixola, Nelsinho Honorato, durante a celebração dos 32 anos de emancipação política do município. A festa de R$ 2,5 milhões com show de Wesley Safadão gerou questionamentos de órgãos de controle, dada a situação do município de 1.800 habitantes e necessidade de outras prioridades para o […]
O Cariri de Verdade conversou com o prefeito de Coxixola, Nelsinho Honorato, durante a celebração dos 32 anos de emancipação política do município.
A festa de R$ 2,5 milhões com show de Wesley Safadão gerou questionamentos de órgãos de controle, dada a situação do município de 1.800 habitantes e necessidade de outras prioridades para o recurso.
Segundo Nelsinho, se outras cidades podem promover grandes celebrações, Coxixola também tem esse direito.
“Se outras cidades podem, Coxixola também pode”, reforçou o gestor, que disse haver prevonceito e ódio contra cidades menores. Sem citar os órgãos de fiscalização como TCE-PB e MPCO, quis culpar a imprensa pela repercussão negativa.
Um viva a Edson Moura!
Aos 83 anos, um dos médicos mais importantes de nossa geração, Edson Moura, esteve no Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, depois de anunciar em suas redes sociais que praticamente parou de clinicar. Moura afirmou que pretende contar memórias de sua atuação na Medicina em sua rede social. Ele tem 58 […]
Aos 83 anos, um dos médicos mais importantes de nossa geração, Edson Moura, esteve no Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, depois de anunciar em suas redes sociais que praticamente parou de clinicar.
Moura afirmou que pretende contar memórias de sua atuação na Medicina em sua rede social. Ele tem 58 anos de serviço, já havia parado de operar e agora, de clinicar na Casa de Saúde que tem o nome do irmão, José Evóide de Moura.
Na Rádio Pajeú, disse querer escrever quatro livros. Com uma rouquidão, fruto de um problema nas cordas vocais, não deixou de contar histórias de sua vida, a partir da luta do pai, Severino Rodrigues de Moura, para formar os filhos pobres, a partir dele. Deu certo, e o agricultor, nascido no início do século XX em Vertentes e trabalhador de engenho em Cortês, conseguiu formar os filhos.
Natural de Cortês, filho de um trabalhador de engenho e menino pobre, conseguiu concluir os estudos no Recife. Chegou a Tabira quando os recursos na região eram poucos, como no exemplo que dava de quem tinha suspeita de diabetes. “Mandava fazer xixi num local e depois observar se juntava formiga”.
Moura foi ainda prefeito de Tabira e Deputado Estadual representando a região. É de uma geração imediatamente posterior a nomes como Hermes Canto. Teve contemporâneos como o também ex-prefeito e ex-deputado Orisvaldo Inácio.
Como legado, construiu em Afogados da Ingazeira a Casa de Saúde José Evóide de Moura. À exceção do surfista Paulo Moura, todos os filhos seguiram carreira na Medicina.
Na Rádio Pajeú, foi homenageado pelo poeta Diomedes Mariano.
Doutor Édson em conversa disse assim,
Eu irei encerra minha carreira,
Como o craque pendura uma chuteira,
Minha vida de médico chega ao fim,
Fiz de tudo mas dei tudo de mim,
Abracei com amor minha missão,
Otoscópio e Jaleco agora irão,
Ser lembrados por mim só com saudade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Foram anos de muito sacrifício,
Na tarefa que a vida me impôs,
O sucesso do médico do depois,
Contrastou com o Édson do início,
Cuidar bem das pessoas, foi meu vício,
Tratar bem o meu povo, obrigação,
O diploma de médico em minha mão,
O honrei com maior dignidade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Vim de um berço onde o povo era usineiro,
Trabalhar num sertão sofrido e quente,
O clamor deste povo tão carente,
Aprendi a ouvir o tempo inteiro,
Quem chegou com dinheiro, sem dinheiro,
Foi difícil de mim, ouvir um não,
Recebi de quem teve condição,
Dispensei quando vi necessidade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Em Tabira eu cheguei, lembro do dia,
Na mais nova missão que eu abraçava,
O gemido do povo eu escutava,
Do silêncio do quarto em que eu vivia,
Eu ainda não tinha economia,
Pra se quer alugar nem um galpão,
Já morei no hospital por precisão,
Ao invés de uma casa na cidade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Como clínico enfrentei no dia a dia,
Utis, consultórios, salas, quartos,
Com ajuda de Deus, fiz muitos partos,
Celebrei cada vida que nascia,
Internet que é bom, não existia,
Se houvesse uma dúvida, em meu plantão,
Recorria ao saber e a informação,
Das lições que aprendi na faculdade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Dos meus filhos, só Paulo trouxe a sina,
De seguir por um rumo diferente,
Ao tornar-se surfista competente,
O destaque da terra nordestina,
O que eu não fizer mais na medicina,
Os meus filhos por mim sei que farão,
Júnior, Sérgio, Michele e Caio irão,
Aos trabalhos dar continuidade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Construí por aqui todo um legado,
Persegui o sucesso e consegui,
Pelos grandes momentos que vivi,
Só me resta dizer muito obrigado,
Fui prefeito, depois fui deputado,
Me tornei escritor por vocação,
Como agora cheguei à conclusão,
Que não posso fazer minha vontade,
AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.
Diomedes Mariano. 18/04/2026
Motta e Alcolumbre: os inimigos da nação
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), comandam o Congresso Nacional no momento em que acumulam os piores índices de imagem entre políticos medidos pela AtlasIntel/Bloomberg. Motta tem 87% de imagem negativa e só 2% positiva; Alcolumbre aparece com 81% negativa e 3% positiva. […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), comandam o Congresso Nacional no momento em que acumulam os piores índices de imagem entre políticos medidos pela AtlasIntel/Bloomberg.
Motta tem 87% de imagem negativa e só 2% positiva; Alcolumbre aparece com 81% negativa e 3% positiva.
A pesquisa foi divulgada na quinta-feira (30), no mesmo dia em que o Congresso se movimentou para analisar o veto integral do presidente Lula (PT) ao Projeto de Lei da Dosimetria, pauta reduziu penas de condenados pela trama golpista de 8 de janeiro.
A AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.008 pessoas entre 22 e 27 de abril de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%.
O exemplo de Hugo Motta
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem 87% de imagem negativa da população brasileira e só, e ainda incríveis 2% de positiva.
Ele consegue ter avaliação negativa maior que Davi Alcolumbre.
Presente nos principais acordões e conchavos do país, Motta é Deputado Federal desde 2011, fruto da influência política de sua família a partir de Patos, Paraíba. É o padrinho oficial das pautas de desmonte ambiental e de degradação da imagem do Congresso.
Próximo de Eduardo Cunha, fez parte da “tropa de choque de Cunha”, a qual integravam os deputados de maior proximidade do então presidente da Câmara dos Deputados.
Durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista, que retirou direitos dos trabalhadores. Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal (MPF).
Foi escolhido por Arthur Lira para ser o candidato à sua sucessão ao cargo de Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, justamente por seu currículo contra as pautas populares.
Motta é um exemplo da instrumentalização da política para os interesses do poder e do abismo entre o que quer a sociedade e o que têm pautado o Congresso Nacional.
Derrubada do veto à Lei da Dosimetria tem Inconstitucionalidades, diz especialista
O advogado especialista em Direito Constitucional Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria. “Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando […]
O advogado especialista em Direito Constitucional Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria.
“Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando beneficiar um grupo específico, ela está violando o princípio da igualdade, que é um princípio constitucional. O princípio da igualdade ou da isonomia está previsto no artigo 5º da Constituição e ele diz que todos são iguais perante a lei”.
Um dos artigos do PL que beneficia Jair Bolsonaro é o que estabelece concurso formal para os crimes de atentado ao Estado Democrático de Direito e de Golpe de Estado. “As leis penais e as regras de execução penais são leis gerais, não foram criadas para beneficiar um grupo específico. Não há essa previsão legal. A pena, o concurso material, todo o sistema de execução dessas penas já foram definidos pelo STF. Não cabe ao Legislativo hoje querer alterar essa forma, o que pode gerar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade”.
Por fim, um veto não pode ser derrubado de forma fatiada como quis Alcolumbre na sua manobra. Ou se derruba o veto por inteiro, ou mantém se o veto. O presidente do Senado quis separar os crimes hediondos, para não fazer todos terem o direito, como feminicidas, chefes do tráfico e outros criminosos. “Assim é uma nova lei dentro do veto. Também não pode, é inconstitucional”.
Waldemar deu uma dentro
Depois de votar a favor de tantas pautas negativas para a sociedade, o deputado federal Waldemar Oliveira parece que deu uma dentro: defendeu o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso, e afirmou ser favorável à adoção da escala 5×2, com dois […]
Depois de votar a favor de tantas pautas negativas para a sociedade, o deputado federal Waldemar Oliveira parece que deu uma dentro: defendeu o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para ter apenas um dia de descanso, e afirmou ser favorável à adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso semanal.
Para o parlamentar, a mudança representa um avanço importante nas relações de trabalho e responde a uma demanda legítima por mais qualidade de vida.
Empresário e defensor do setor produtivo, Waldemar destacou que é possível avançar na proteção ao trabalhador sem tratar o empresário como adversário. Segundo ele, o debate precisa ser conduzido com responsabilidade, garantindo uma transição segura para empresas de todos os portes, especialmente pequenos e médios negócios.
“Sou a favor do fim da escala 6×1 e defendo a escala 5×2 como um caminho mais justo e equilibrado. O trabalhador precisa ter mais tempo para viver, cuidar da família, estudar e descansar. Ao mesmo tempo, precisamos construir esse caminho junto com quem gera emprego, para que a mudança seja viável e preserve a atividade econômica”, afirmou Waldemar.
O deputado reforçou que modernizar as jornadas de trabalho também pode trazer ganhos para as empresas, com equipes mais motivadas, saudáveis e produtivas. Para ele, o Brasil precisa acompanhar as transformações do mundo do trabalho sem abrir mão da competitividade.
Waldemar defende que o Congresso construa uma proposta baseada em diálogo, previsibilidade e adaptação por setor. “Defender o trabalhador e defender quem empreende não são posições opostas. O Brasil precisa de equilíbrio para garantir direitos, manter empregos e fortalecer a economia”, completou.
Aleluia!


















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