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PDT deve adiar sua convenção estadual

Por Nill Júnior

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do JC Online

A convenção estadual do PDT deve ser adiada. O partido tinha até esta quarta (18) para publicar em pelo menos um jornal de grande circulação do Estado o edital de convocação para o encontro, que estava previsto para o dia 26. De acordo com resolução da Executiva nacional da legenda, a convocação deve ser feita até oito dias antes do encontro. Agora, o partido trabalha com o prazo máximo do dia 30.

“Temos até o dia 22 para publicar o edital, é o prazo máximo para que a convenção ocorra no dia 30. O partido já foi comunicado sobre os dois segmentos existentes em Pernambuco”, afirmou o secretário-geral do partido, Welligton Batista. O texto do edital já está pronto.

Sobre o anúncio do palanque que o PDT deverá subir, Batista diz que ainda é um mistério. “Devido ao prazo de publicação do edital, podemos estar definidos até o final da semana. Mas pode ser também que não, que deixemos para a convenção diante da orientação da nacional”, explicou.

Aliados de Armando Monteiro (PTB) comentam nos bastidores que o presidente nacional do PDT, Calos Lupi, já teria declarado apoio à candidatura do senador. Mas grande parte dos integrantes da legenda preferem estar no palanque de Paulo Câmara (PSB). Domingo, na convenção socialista, o presidente estadual do PDT, José Queiroz, esteve no ato.

A mesma resolução que determina o prazo de publicação do edital também esclarece a verticalização nacional. O texto foi publicado no Diário Oficial da União no dia 9 de maio, após encontro nacional. A resolução afirma que será considerado fato de “extrema gravidade” com “pena de expulsão” o candidato que estiver em um palanque diferente do indicado nas convenções estaduais e nacional do partido.

 

Outras Notícias

MPPE articula órgãos para garantir segurança na Exposição Regional de Animais de Custódia

O Ministério Público de Pernambuco, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Custódia, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir a segurança e a organização da XXIII Exposição Regional de Animais do Vale do Moxotó, que será realizada de 9 a 13 de setembro. A iniciativa foi conduzida pelo 1º Promotor de […]

O Ministério Público de Pernambuco, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Custódia, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir a segurança e a organização da XXIII Exposição Regional de Animais do Vale do Moxotó, que será realizada de 9 a 13 de setembro.

A iniciativa foi conduzida pelo 1º Promotor de Justiça de Custódia, Rennan Fernandes de Souza, que convocou os órgãos responsáveis pela segurança, fiscalização e organização do evento para estabelecer, de forma preventiva e integrada, as medidas necessárias à proteção do público.

O TAC reúne o Município de Custódia, Polícia Militar, BEPI, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Conselho Tutelar e Vigilância Sanitária. Entre as medidas estão o cumprimento dos horários de encerramento dos shows, proibição de coolers e recipientes de vidro, reforço do policiamento, atendimento médico de emergência, fiscalização sanitária e proteção de crianças e adolescentes.

O acordo prevê ainda multa de R$ 30 mil por cláusula descumprida e, nos casos de atraso no encerramento dos shows, R$ 5 mil a cada dez minutos de descumprimento.

Com a iniciativa, o Ministério Público busca antecipar riscos e integrar as instituições, para que a tradicional festa aconteça com segurança, organização e tranquilidade para a população.

Pixbet usava CPF de mortos, laranjas e offshore para lavar dinheiro, diz PF

Do Uol A Polícia Federal e a Receita Federal identificaram que a casa de apostas Pixbet usou uma engrenagem com CPFs de 549 mortos, offshore e uma rede de laranjas para enviar dinheiro ao exterior e depois trazê-lo de volta ao Brasil sob aparência de legalidade. A investigação rastreou cerca de R$ 1,5 bilhão em […]

Do Uol

A Polícia Federal e a Receita Federal identificaram que a casa de apostas Pixbet usou uma engrenagem com CPFs de 549 mortos, offshore e uma rede de laranjas para enviar dinheiro ao exterior e depois trazê-lo de volta ao Brasil sob aparência de legalidade. A investigação rastreou cerca de R$ 1,5 bilhão em remessas ilegais nos últimos cinco anos.

A operação contra a bet foi deflagrada na quinta-feira e teve entre seus alvos o empresário Ernildo Junior, dono da Pixbet, e o advogado Nelson Willians. A PF cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados, e a Justiça autorizou o sequestro de bens no valor de até R$ 1 bilhão.

De acordo com a investigação, o esquema funcionava por meio da captação dos valores das apostas em reais e do envio para o exterior sem autorização do Banco Central ou formalização de contratos de câmbio. Depois, o dinheiro voltava ao país e era usado pelo grupo. Esse caminho servia para criar uma fachada de legalidade e dificultar a fiscalização, diz a PF.

“Todo o processo de envio de dinheiro para o exterior é fruto de uma simulação, ou seja, trata-se de dinheiro evadido. De outro lado, essa soma é reintroduzida no patrimônio das pessoas em torno do fato mediante a emissão de notas fiscais falsas”, afirma a representação da PF.

Para isso, segundo a PF, o grupo usava documentos de respaldo cambial (ACAMs) com nomes de centenas de pessoas falecidas, algumas delas havia mais de 20 anos.

Além disso, usava operações de compra e venda de valores idênticos, criando a falsa aparência de remessas internacionais enquanto os recursos, na realidade, permaneciam em território nacional.

O terceiro artifício era o uso de stablecoins (USDT) para transferir valores ao exterior sem passar pelos mecanismos tradicionais de controle financeiro.

A apuração aponta várias empresas como peças do esquema. A Anspace Pay (Anspace Instituição de Pagamentos) era a principal intermediária, responsável pela manipulação dos documentos cambiais fraudulentos e pelas compensações financeiras internacionais, afirma a investigação.

Além dela, ainda de acordo com a PF, a Frente Corretora de Câmbio era usada nas operações de câmbio (eFX) que tinham como destino final a conta da offshore em Curaçao. A Brasfichas atuava como “fintech paralela”, convertendo depósitos de apostadores em créditos de jogo e ajudando a ocultar o fluxo financeiro, segundo a investigação.

O dinheiro voltava ao Brasil por meio do uso de contratos fictícios e empresas de fachada para dar aparência de legalidade aos lucros das apostas. Segundo a investigação, a offshore do grupo em Curaçao, a Pix Star Brasilian N.V., atuava como tomadora de serviços de empresas brasileiras do próprio grupo da Pixbet, como Brasgaming, Pixuo e a própria Pixbet. Essas operações eram justificadas por notas fiscais frias, com descrições genéricas como “teleatendimento” e “marketing”.

Para a PF, os valores dessas notas eram definidos arbitrariamente, conforme a necessidade de formação de caixa do grupo no Brasil, e não correspondiam a transações comerciais de verdade.

Já a Bank Tecnologia, a BPAY e a RIOPAG (Okto Rio), todas instituições de pagamento, eram usadas para pulverizar transferências, pagar despesas do grupo e reintroduzir os recursos na economia brasileira.

Segundo a investigação, o grupo por trás da Pixbet recorria a familiares e terceiros como “laranjas” para ocultar o controle real de suas empresas e bens. A irmã de Ernildo Junior, Morgana Maria de Farias Santos, por exemplo, é apontada como “laranja consciente”, com seus dados usados em diversas empresas que, na verdade, eram controladas pelo irmão.

O produto dos crimes foi convertido em patrimônio bilionário, em parte ocultado por meio de confusão patrimonial com o escritório Nelson Wilians Advogados, segundo a PF. Entre os bens de luxo alvo de sequestro judicial está o “Betcóptero”, um helicóptero Airbus EC130 T2 avaliado em cerca de R$ 30 milhões, comprado pelo escritório de advocacia depois de ter sido usado por empresas de Ernildo Junior.

A lista inclui também um jato Phenom 100, fabricado pela Embraer, operado pelo grupo Pixbet —que teria registros de propriedade vinculados a empresas de fachada e ao escritório de Nelson Wilians— e veículos de luxo, incluindo um Porsche.

O advogado Nelson Willians afirmou, em nota, que a “relação entre o escritório e a Pixbet é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia”.

“A atuação do escritório em favor de seus clientes limita-se ao exercício regular da advocacia, não se confundindo com as atividades empresariais por eles desenvolvidas”. Ele anunciou hoje que decidiu se afastar do escritório que leva seu nome após a operação da PF.

A reportagem não localizou a defesa da Pixbet. O segue aberto para manifestação.

Debate das Dez anuncia data de embate entre Dinca e Flávio: agora é com eles

Em Tabira, Dinca Brandino desafiou e Flávio Marques aceitou debater quem fez mais pela Cidade das Tradições. Os dois disseram que pode ser QUALQUER DIA E LOCAL, falando à Rádio Cabaça FM. Assim, o programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que eu apresento, está confirmando o debate para QUINTA-FEIRA, 20 DE AGOSTO, 10 DA MANHÃ. […]

Em Tabira, Dinca Brandino desafiou e Flávio Marques aceitou debater quem fez mais pela Cidade das Tradições.

Os dois disseram que pode ser QUALQUER DIA E LOCAL, falando à Rádio Cabaça FM.

Assim, o programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que eu apresento, está confirmando o debate para QUINTA-FEIRA, 20 DE AGOSTO, 10 DA MANHÃ.

As regras são as mesmas de debates nesse formato:

Bloco um, por ordem de sorteio, Flávio e Dinca se revezam com quatro minutos por fala, réplica e tréplica até o intervalo.

Bloco 2, inverte a ordem do primeiro bloco mantendo quatro minutos por Bloco se revezando até as considerações finais;

Bloco 3: considerações finais com três minutos pra cada, por ordem de sorteio.

Cada um leva UM ASSESSOR. Não pode falar palavras de baixo calão nem fazer ofensa pessoal…

Cobertura ao vivo também da Rádio Cabaça FM.

Mantenho vocês informados caso um deles desista da parada…

Auditoria da Saúde: Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro emite nota

Unidade ligada ao marido de Priscila Krause se pronuncia A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro vem a público prestar esclarecimentos sobre o Relatório da Auditoria nº 20.034, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), e reafirmar seu compromisso com a transparência, a qualidade da assistência e a população […]

Unidade ligada ao marido de Priscila Krause se pronuncia

A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro vem a público prestar esclarecimentos sobre o Relatório da Auditoria nº 20.034, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), e reafirmar seu compromisso com a transparência, a qualidade da assistência e a população de Garanhuns e da região.

Há 55 anos, a instituição integra a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS), prestando atendimento hospitalar à população de Garanhuns e de municípios vizinhos. Ao longo de sua trajetória, sempre pautou sua atuação pelo compromisso com a assistência à saúde, pela transparência e pelo cumprimento das normas que regem a prestação de serviços ao SUS. Nesse período, a Casa de Saúde manteve os mesmos critérios e procedimentos de contratualização adotados para os demais prestadores da rede complementar, independentemente da administração pública em exercício ou da composição societária da instituição.

Os valores objeto de apontamento no relatório final correspondem a aproximadamente 1% do total de recursos auditados no período. A maior parte dos questionamentos está relacionada à codificação administrativa atribuída a procedimentos cirúrgicos oncológicos efetivamente realizados e à interpretação dos critérios utilizados para seu enquadramento.

Com relação ao serviço de hemodiálise, a auditoria apontou ausência de comprovação documental em 90 sessões, diante de aproximadamente 135 mil sessões realizadas pela Casa de Saúde no período analisado. A instituição esclarece que a ausência pontual de uma assinatura ou de determinado registro em um documento específico não significa, necessariamente, que o atendimento não tenha sido realizado. Trata-se de uma inconsistência de natureza documental que deve ser analisada em conjunto com os demais registros assistenciais disponíveis.

A Casa de Saúde ressalta, ainda, que parte dos pacientes cujas sessões foram apontadas no relatório como pendentes de comprovação documental permanece em tratamento de hemodiálise na instituição, informação que pode ser verificada nos próprios registros assistenciais da unidade. O dado reforça que os apontamentos documentais não podem ser interpretados, isoladamente, como evidência de que os atendimentos não tenham ocorrido.

Em relação aos procedimentos cirúrgicos oncológicos, a Casa de Saúde informa que encaminhou à auditoria a documentação médica correspondente aos procedimentos questionados. Segundo a instituição, as divergências identificadas são, em sua maior parte, de natureza formal e estão relacionadas ao preenchimento de campos específicos de determinados documentos, e não à ausência de registros capazes de demonstrar a realização dos procedimentos.

A instituição também esclarece que, em determinados casos, a análise considerou o documento no qual foi identificada a inconsistência formal, sem considerar de forma conjunta outros registros que integram o mesmo prontuário, como relatórios cirúrgicos, laudos anatomopatológicos e boletins de anestesia. Esses documentos constituem elementos adicionais de comprovação da realização dos procedimentos.

Outro ponto de divergência está relacionado à codificação administrativa atribuída a cirurgias oncológicas efetivamente realizadas. Nesses casos, a Casa de Saúde entende que os procedimentos foram devidamente executados e que a documentação médica correspondente demonstra sua adequação, razão pela qual irá apresentar os esclarecimentos e os documentos pertinentes pelas vias administrativas cabíveis.

A Casa de Saúde discorda das conclusões apresentadas e entende que os procedimentos questionados devem ser analisados também à luz da indicação clínica e da documentação médica correspondente. A definição da técnica cirúrgica e da via de acesso adequada a cada paciente é uma decisão de natureza técnico-assistencial, tomada pelo médico responsável de acordo com as condições clínicas e as particularidades de cada caso.

A instituição ressalta, ainda, que jamais orientou ou interferiu na decisão técnico-científica dos médicos que atuam em seu corpo clínico, preservando a autonomia profissional necessária à adequada assistência aos pacientes.

Diante dos apontamentos apresentados, a Casa de Saúde apresentará, pelas vias administrativas cabíveis, os esclarecimentos e a documentação médica pertinente, que demonstram a adequação dos procedimentos realizados e fundamentam a posição da instituição em relação aos pontos questionados.

A Casa de Saúde reafirma seu compromisso com a transparência, com o Sistema Único de Saúde e, sobretudo, com a população que atende há mais de cinco décadas.

Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Pesquisa Múltipla: potencial de votos e rejeição de Raquel e João atestam equilíbrio da disputa

Da Itapuama FM No comentário das 12h desta quinta-feira (14/08/2026), o jornalista Nill Júnior analisa os detalhes da pesquisa Múltipla em Pernambuco, destacando o acirramento e o equilíbrio da disputa entre Raquel Lyra e João Campos. Apesar da governadora Raquel Lyra apresentar uma vantagem de 4 pontos (com outros institutos apontando 5 ou 6 pontos), […]

Da Itapuama FM

No comentário das 12h desta quinta-feira (14/08/2026), o jornalista Nill Júnior analisa os detalhes da pesquisa Múltipla em Pernambuco, destacando o acirramento e o equilíbrio da disputa entre Raquel Lyra e João Campos.

Apesar da governadora Raquel Lyra apresentar uma vantagem de 4 pontos (com outros institutos apontando 5 ou 6 pontos), o aprofundamento nos dados revela que os candidatos estão com números bastante equivalentes.

Potencial de voto:

João Campos: 40% votam com certeza + 24% talvez votem = 64% de potencial de crescimento.

Raquel Lyra: 46% votam com certeza + 18% talvez votem = 64% de potencial de crescimento.

Rejeição:

João Campos possui 31% de rejeição (“não votam de jeito nenhum”).

Raquel Lyra possui 34% de rejeição.

Considerando a margem de erro de 3,3% para mais ou para menos, o cenário de rejeição é de empate técnico.

Conhecimento do eleitorado: Apenas 3% afirmam não conhecer João Campos e 1% diz não conhecer Raquel Lyra.

Decisão de voto: 64% dos eleitores de ambos dizem que a escolha é definitiva, enquanto 33% afirmam que ainda podem mudar de voto um percentual decisivo diante da diferença atual.

Interesse na eleição: 64% declaram pouco ou nenhum interesse no pleito (28% totalmente desinteressados e 36% pouco interessados), enquanto 33% estão muito interessados e 3% não opinaram.

Para Nill Júnior, com a campanha oficial prestes a começar na próxima semana incluindo o guia eleitoral no rádio e na TV, o jogo segue totalmente aberto para ambos os lados.

Dados do levantamento: a pesquisa foi registrada sob os registros PE-06344/2026 e BR-04244/2026. Foi realizado entre os dias 8 e 11 de agosto, ouvindo 900 entrevistados em todas as regiões do estado com margem de erro de 3,3% para mais ou para menos.