Depois de ser alertado por aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que haveria um esvaziamento da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Paulo Guedes decidiu não ir ao colegiado nesta terça-feira (26). Ele vai enviar técnicos da pasta em seu lugar, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews.
A ida do ministro à CCJ estava prevista para ele dar explicações aos parlamentares sobre a reforma da Previdência. Enviada pelo governo ao Congresso, a reforma começa a tramitar pela CCJ.
O temor do ministro da Economia era ficar muito exposto ao ser sabatinado apenas por integrantes da oposição. A expectativa é a de que ele só vá à CCJ depois que houver uma organização maior da base, já com relator escolhido para o texto da reforma.
O aviso de que Guedes não compareceria foi dado aos líderes nesta manhã pelo secretário de Previdência do ministério, Rogério Marinho.
Aliados de Maia mandaram recado a Guedes, porque o consideram o melhor interlocutor do governo com o presidente da Câmara e não o queriam exposto a oposicionistas, que poderiam explorar, por exemplo, falas recentes do presidente Jair Bolsonaro. “Os líderes aconselharam ele a não ir” , afirmou um líder partidário.
A assessoria do Ministério da Economia informou que a equipe técnica e jurídica da Secretaria de Previdência vai representar Guedes na CCJ nesta terça.
O ministério disse ainda que a ida de Guedes será “mais produtiva” quando houver um relator escolhido.
Veja a íntegra da nota do ministério:
O Ministério da Economia informa que a equipe técnica e jurídica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho estará à disposição para representar o ministro Paulo Guedes na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados para esclarecer pontos da PEC 06/2019, nesta terça-feira, 26 de março. A ida do ministro da Economia à CCJ será mais produtiva a partir da definição do relator.
Carta com recomendações foi enviada a partidos políticos Em carta enviada nesta segunda-feira (5) aos partidos políticos, entidades de defesa dos direitos humanos propõem medidas para o enfrentamento à violência política de gênero e raça nas eleições de 2024. O documento é assinado pelo Instituto Marielle Franco, movimento Mulheres Negras Decidem, Rede de Mulheres Negras […]
Carta com recomendações foi enviada a partidos políticos
Em carta enviada nesta segunda-feira (5) aos partidos políticos, entidades de defesa dos direitos humanos propõem medidas para o enfrentamento à violência política de gênero e raça nas eleições de 2024.
O documento é assinado pelo Instituto Marielle Franco, movimento Mulheres Negras Decidem, Rede de Mulheres Negras de Pernambuco, Eu Voto em Negra, Justiça Global, Terra de Direitos, Observatório de Favelas, Coalizão Negra por Direitos, Instituto Alziras e Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas.
Os movimentos defendem maior presença de mulheres negras e periféricas defensoras dos direitos humanos no poder. “E precisamos que elas não sejam interrompidas! Nestas eleições de 2024 temos a oportunidade de garantir que as Câmaras de Vereadores e as prefeituras das nossas cidades tenham mais mulheres, pessoas negras e faveladas que defendem nossos direitos, para que os espaços de tomada de decisão tenham mais a cara do povo”, destaca a carta assinada por mais de 1,5 mil pessoas.
O documento ressalta que a data de hoje – 5 de agosto de 2024 – é o marco do prazo para os partidos deliberarem sobre a formação de coligações e sobre a escolha de candidatas/os aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. “Até hoje, crescem os números de denúncia de casos de violência política, e as mulheres negras seguem sub-representadas na política institucional: de acordo com dados das eleições de 2020, elas contabilizam apenas 6,3% nas câmaras legislativas e 5% nas prefeituras”, indica a carta.
A Lei nº 14.192/2021, aprovada em 4 de agosto de 2021 e considerada a primeira sobre violência política, define que “toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos da mulher” representa violência política contra a mulher.
O texto destaca ainda, que apesar da Lei de Violência Política no Brasil ter sido aprovada em 2021 prevendo a responsabilidade dos partidos políticos para prevenir a violência política de gênero e raça e proteger as mulheres na política, isso não ocorre na realidade. “A maioria dos partidos políticos continua negligenciando a necessidade de criação de políticas internas de proteção e segurança efetivas para mulheres negras candidatas e parlamentares, e descumprindo a lei de violência política.”
No entendimento das organizações, não é possível atingir o avanço da participação de mulheres negras nos espaços de poder sem que haja a prevenção e o combate à violência política de gênero e raça.
A diretora executiva do Instituto Marielle Franco, Lígia Batista, disse que o envio da carta aos partidos é uma ação que faz parte da campanha Não Seremos Interrompidas, promovida pela organização em parceria com outras representações da sociedade civil. “Tem como objetivo cobrar dos partidos políticos compromissos e parâmetros para implementação das resoluções do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] e da Lei de Violência Política sobre mecanismos de prevenção, proteção e acolhimento de denúncias de violência política”, disse.
Conforme a legislação, no prazo de 120 dias, contado a partir da publicação da nova lei, os partidos políticos deveriam adequar seus estatutos ao disposto no seu texto. “Segundo a lei, o estatuto do partido deve conter, entre outras, normas sobre prevenção, repressão e combate à violência política contra a mulher. Todos os partidos políticos foram alertados para esse prazo por meio de ofício expedido pela Procuradoria-Geral Eleitoral”, destaca a carta.
O documento acrescenta que, depois de concluído o prazo para adequação, a Procuradoria-Geral Eleitoral do Ministério Público Eleitoral emitiu, 21 de fevereiro de 2022, uma recomendação aos diretórios nacionais dos partidos políticos para que fizessem as alterações necessárias no estatuto partidário em consonância com o disposto na lei, “valendo-se, para tanto, das melhores orientações e práticas internacionais neste tema”.
A implementação dessa política pública, de fomento de maior participação das mulheres na política, atende às recomendações e orientações de organismos internacionais e dos tratados de que o Brasil é signatário, entre eles, o Protocolo Modelo para Partidos Políticos: Prevenir, Atender, Sancionar e Erradicar a Violência contra as Mulheres na Vida Política (Organização dos Estados Americanos, 2019), e ainda a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher (Convenção de Belém do Pará).
Para Lígia Batista, a lei ainda precisa ser aperfeiçoada, melhorada e aplicada, e, além da ampla disseminação das novas regras, são essenciais o monitoramento e a responsabilização dos partidos políticos no combate a essas formas de violência. “A eleição municipal se aproxima e precisamos pautar o debate sobre violência política de gênero e raça e o que ela significa para a vida de mulheres negras como Marielle, que tiveram sua vida atravessada pela violência”, observou.
A carta aponta também o crescimento do extremismo de direita na sociedade e em espaços de poder tanto no Brasil quanto em diversos outros países. “Nesse contexto, os movimentos sociais, organizações da sociedade civil e coletivos de mulheres negras transexuais, travestis e cis vêm protagonizando a resistência a uma série de ataques antidemocráticos e fundamentalistas aos nossos direitos a conquistas importantes, frutos de décadas de luta.”
Um dos retrocessos identificados pelas organizações que prepararam a carta é o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 9, aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados, no dia 11 de julho deste ano, chamada de PEC da Anistia, que perdoa os partidos políticos que descumpriram a Lei de Cotas de distribuição de recursos do Fundo Eleitoral e do tempo de propaganda em rádio e TV no processo eleitoral de 2022.
“Esta PEC fragiliza a Justiça Eleitoral, reduz a integridade dos partidos, além de representar um aval para que os partidos sigam desconsiderando o racismo e a extrema desigualdade de gênero na representação de mulheres e pessoas negras na política”, analisou.
Entre as recomendações, as organizações sociais e as pessoas que assinam a carta pedem que os partidos políticos implementem medidas como garantir um apoio financeiro adequado às pré-candidatas e candidatas vítimas de violência política, “especialmente mulheres negras, trans, travestis e defensoras de direitos humanos, reconhecendo a desigualdade no acesso a redes de apoio e capacidade financeira para lidar com os impactos da violência política”.
O texto pede também o cumprimento integral das recomendações do TSE como divulgar o recebimento dos recursos financeiros do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), por meio do diretório nacional do partido político. Além dos recursos do FEFC, os partidos têm que fazer a distribuição do tempo de propaganda para cumprir integralmente a Recomendação da Procuradoria-Geral Eleitoral nº 1, de 14 dezembro de 2023, em relação às eleições municipais de 2024.
A carta ressalta que os partidos precisam adotar medidas “para prevenir represálias internas contra aquelas mulheres que apresentarem queixas de assédio ou violência política cometida por integrantes da legenda. Cabe ainda aos partidos o oferecimento de apoios jurídico e político em casos de violência política”. As informações são da Agência Brasil.
A Revista da Cultura, na Cultura FM debateu neste sábado o momento do comércio na Capital do Xaxado, o receio de um novo lockdown e a perspectiva de chegada da vacina. Segundo Maurício Melo, Presidente CDL, não há possibilidade de novo lockdown e o comércio tem promovido o cumprimento dos protocolos. “O comércio continua fazendo […]
A Revista da Cultura, na Cultura FM debateu neste sábado o momento do comércio na Capital do Xaxado, o receio de um novo lockdown e a perspectiva de chegada da vacina.
Segundo Maurício Melo, Presidente CDL, não há possibilidade de novo lockdown e o comércio tem promovido o cumprimento dos protocolos. “O comércio continua fazendo sua parte. Continuamos monitorando as atividades. Não acreditamos nem aguentamos novo fechamento”.
Já Rogério Pitu , responsável pela Arena Pub diz que os estabelecimentos de bares e casas de eventos tem pago o preço da pandemia. “Já tive que desmobilizar dez empregos”.
Ele reclama da criminalização do setor. “Nunca tinha entrado numa Delegacia. Já fui quatro vezes “. Para ele, situações como das aglomerações na Praça Lampião, ao contrário, não são coibidas.
Garante que se moldou às novas recomendações do Estado, mas diz haver confusão na orientação.
“Em um dia, me disseram que podia ter música ao vivo. No outro, auturaram o local por ter música ao vivo “, diz, afirmando já ter recorrido à Prefeitura e MP algumas vezes.
A jornalista Juliana Lima disse que é hora do fim do debate ideológico e início da vacinação. Para ela, o preço pago já foi muito alto. “Quantas pessoas conhecidas perdemos para esse vírus. Independente do pensamento do presidente Bolsonaro, é hora de priorizar salvar vidas e iniciar logo a vacinação”.
Para a grande maioria das dezenas de ouvintes que participaram do programa, a população e não o comércio, bares ou governos, é a grande responsável pelas aglomerações e alta de casos no país.
Do JC Online O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, quebrou o silêncio perpetrado desde o início da rebelião que atingiu o Complexo Prisional do Curado, na Zona Oeste do Recife, e a Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, Região Metropolitana, na última segunda-feira (19). Em entrevista, Câmara abordou a primeira grande crise de sua gestão e […]
O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, quebrou o silêncio perpetrado desde o início da rebelião que atingiu o Complexo Prisional do Curado, na Zona Oeste do Recife, e a Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, Região Metropolitana, na última segunda-feira (19). Em entrevista, Câmara abordou a primeira grande crise de sua gestão e também respondeu questões como os problemas de abastecimento de água em Pernambuco, a possibilidade de uma greve da Polícia Militar e o atraso nas obras de mobilidade no Grande Recife.
Paulo Câmara afirmou que, durante os últimos dias, manteve-se focado na resolução da crise no sistema prisional do Estado. O governador lamentou a morte de três pessoas na rebelião no Curado, entre elas o sargento da Polícia Militar Carlos Silveira do Carmo, mas afirmou que o Estado agiu da melhor forma para controlar os tumultos. “A ordem foi mantida, conseguimos evitar qualquer tipo de fuga e vamos continuar trabalhando para enfrentar esse desafio”, explicou.
Questionado sobre as reivindicações dos presos que motivaram o início da rebelião, Câmara afirmou que medidas emergenciais estão sendo tomadas. Sobre a superlotação nas penitenciárias do Estado, o governador afirmou que as obras dos presídios de Araçoiaba e Tacaimbó serão retomadas nos próximos dias e que os equipamentos devem ser entregues ainda este ano. Sobre o Complexo de Itaquitinga, obra milionária que pode desafogar por completo o déficit de vagas no Estado e que teve o atraso nas obras, Paulo Câmara afirmou que o Governo está trabalhando para entrar com recursos públicos na construção da unidade, até o momento sob responsabilidade privada.
Outras soluções paliativas pontuais foram postas na mesa pelo governador. Segundo Câmara, o Governo está disposto a ajudar o Judiciário para acelerar a resolução dos processos penais, um dos motivos da rebelião. A questão das visitas e das revistas no Complexo do Curado também está sendo investigada e, de acordo com o governador, o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, vai colocar em prática o que for determinado.
Um outro grande problema envolvendo a gestão pública é a situação da Polícia Militar no Estado. Após uma reunião realizada na última quarta-feira (21), os PMs listaram como prioridades para o exercício da função melhorias nas condições de trabalho, plano de cargos e carreiras com promoção imediata e a retomada das negociações salariais. A paralisação, por ora, é descartada, mas o risco de uma nova greve como a que aterrorizou os pernambucanos no primeiro semestre de 2014 é presente.
Câmara afirmou o compromisso de dialogar com os policiais e analisar as reivindicações dos trabalhadores. A pauta entregue pelo movimento foi recebida pelo governador e já está sendo analisada pelo secretário Milton Coelho. “Não vamos admitir nenhum tipo de desordem em relação a nossa segurança. Tenho certeza que, com o diálogo e com a nossa disposição de resolução, nós vamos ter condições de encerrar essas discussões nas próximas reuniões”, finalizou Câmara.
Os colaboradores do Maria do Carmo Diagnósticos têm em comum a admiração pela evolução constante da empresa e o sentimento de pertencimento de um projeto que começou a ser construído há 40 anos graças à determinação e à liderança de Maria do Carmo Lima. Há 35 anos atuando na empresa, Socorro Maria é a colaboradora […]
Os colaboradores do Maria do Carmo Diagnósticos têm em comum a admiração pela evolução constante da empresa e o sentimento de pertencimento de um projeto que começou a ser construído há 40 anos graças à determinação e à liderança de Maria do Carmo Lima.
Há 35 anos atuando na empresa, Socorro Maria é a colaboradora mais antiga em atividade. Entrou em 1987, momento em que o laboratório se transformou em Centro de Diagnóstico, e sua contratação ocorreu devido à sua carreira de técnica de laboratório, onde organiza as coletas de amostras. Para ela, a dedicação dos gestores da empresa é um grande diferencial da empresa que completa quatro décadas em setembro.
“É um laboratório que tem responsabilidade e comprometimento com os pacientes, um ambiente bom, tranquilo. Ela (Maria do Carmo) procura inovar em tudo, dar conforto aos pacientes e aos colaboradores. Sempre está buscando o melhor”, conta Socorro Maria, que conhecia Maria do Carmo antes mesmo da existência do laboratório e a define como uma pessoa “cordial, emotiva, que está sempre presente e trata os funcionários com muito carinho”.
Socorro Maria lembra também de um momento especial que aconteceu recentemente. “Na pandemia, passei um ano e oito meses afastada por causa da Covid-19. Ao voltar fui muito bem recebida, com bolo da diretoria e dos colegas. Isso me deixou muito feliz por saber que fiz falta ao laboratório. Senti muita falta de todos, me motivou mais ainda a continuar e me dedicar à empresa”, lembra ela.
Uma característica simbólica para os colaboradores pode ser encontrada nos corredores do laboratório, com uma linha do tempo impressa mostrando toda a trajetória do Maria do Carmo Diagnósticos.
Ana Thereza, que era paciente do Maria do Carmo Diagnósticos, hoje trabalha como recepcionista e coletora de amostras e já sente que quer fazer parte de muitos outros anos de história.
“Minha expectativa é crescer e contribuir muito na empresa”, diz ela. Ana aprendeu a coletar amostras em um treinamento da empresa e nunca havia pensado em trabalhar na área da saúde.
Ela conta que gosta tanto do ambiente de trabalho que já pensa em começar uma graduação de enfermagem para atuar em outras funções no laboratório. “Me inspiro no jeito como Dra. Maria do Carmo e sua filha, Dra. Laíse, administram os colaboradores na empresa”, relata. “Dra. Maria do Carmo é muito inteligente e forte, admiro o trabalho dela e a forma como ela consegue levar a visão da empresa para seus colaboradores”, acrescenta.
Líder nata e extremamente carismática, a empreendedora e farmacêutica, Maria do Carmo é conhecida e reconhecida pelos colaboradores no Maria do Carmo Diagnósticos como uma pessoa que gosta de reconhecer o valor do colaborador e ensinar.
Mesmo com a vida pautada em desafios, o traço carismático se mantém ao longo dos 40 anos de atividades e todos os colaboradores que são admitidos pelas quatro empresas da família, que formam o Grupo JM, são conhecidos e reconhecidos pela empreendedora.
“Temos uma empresa que presta consultoria, mas quando alguém é admitido no grupo, ela conversa com a pessoa. Ela conhece todo mundo, eu imagino que conhece todos pelo nome” lembra o empresário, sócio e marido de Maria do Carmo, Joseph Domingos, com orgulho.
A programação de comemorações dos 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos inclui um evento especial no dia 3 de setembro, próximo sábado, para homenagear os colaboradores, que por muitos anos ajudaram a erguer o sonho de Maria do Carmo e de sua família.
Maria do Carmo Diagnósticos
No dia 13 de setembro de 1982, Maria do Carmo e seu marido, Joseph, iniciavam uma trajetória que se transformaria em um marco para a cidade e referência de modelo de negócios.
O atual Maria do Carmo Diagnósticos completa 40 anos de desenvolvimento em Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco, com o propósito de sempre estar cuidando das pessoas, seja dentro da empresa, através dos colaboradores, ou fora, com o atendimento especializado e modernizado para que os pacientes se sintam à vontade.
O Grupo JM conta com quatro empresas, sendo elas o laboratório, as Farmácias dos Municípios, o Clinical Center e a PharmaPlus Distribuidora de Materiais Hospitalares. Este ano, o laboratório inicia os festejos de 4 décadas com novidades.
Laíse Lima, filha caçula do casal, farmacêutica que trabalha no laboratório há dez anos, assumirá o posto mais alto, que foi ocupado pela mãe durante todos esses anos. A nova geração pretende renovar e perpetuar a reputação de bons empreendedores, que abriram caminhos para o emprego de mais de 200 pessoas direta ou indiretamente.
Programação de comemoração dos 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos
Dia 03/09 – Evento Especial para os Colaboradores
Dia 05/09 – Comemoração na ASAVAP ( Abrigo dos Idosos)
Dia 06/09 – Missa na Catedral de Afogados da Ingazeira, às 19h
Dia 10/09:
– Grande Concerto da Orquestra Criança Cidadã, às 19h30
– Exibição do documentário sobre os 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos
Dia 13/09 – Dia do aniversário de 40 anos, marcado por obra criada pelo consagrado xilogravurista, Jota Borges.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (18) a demissão de Abraham Weintraub do Ministério da Educação. A queda foi confirmada em um vídeo publicado em rede social em que os dois comunicam a exoneração. Na gravação, Weintraub disse que “desta vez é verdade” a sua saída. “Não quero discutir os motivos de minha saída”, […]
O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (18) a demissão de Abraham Weintraub do Ministério da Educação.
A queda foi confirmada em um vídeo publicado em rede social em que os dois comunicam a exoneração.
Na gravação, Weintraub disse que “desta vez é verdade” a sua saída. “Não quero discutir os motivos de minha saída”, afirmou. Ele disse ter recebido um convite para ser um dos diretores no Banco Mundial.
Bolsonaro falou pouco. Apenas disse que é um “momento difícil”. “A confiança você não compra, você adquire”, disse. Não foi anunciado um sucessor no comando do MEC. Weintraub afirmou que participará de uma transição no cargo.
Após 14 meses e 10 dias em que acumulou polêmicas e pouco realizou no Ministério da Educação, Weintraub cai após um longo desgaste político com os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), agravado com o episódio do último domingo (14) em que compareceu a um protesto em Brasília de apoiadores do governo.
No encontro com manifestantes, sem citar ministros do STF, Weintraub voltou a usar a palavra “vagabundos”, em uma referência a afirmação dele na reunião ministerial de 22 de abril, em que disse: “Eu, por mim, colocava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”.
As declarações provocaram uma reação do Supremo, que nos bastidores cobrava a demissão do ministro. Sua permanência ficou insustentável e a saída passou a ser defendida pelo entorno de Bolsonaro, que sofria pressão dos filhos para mantê-lo no MEC.
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