Por volta das 10h, governador esteve no Cecosne, ao lado da primeira-dama e da filha mais velha
O governador Paulo Câmara votou, na manhã deste domingo (30), acompanhado da primeira-dama, Ana Luiza Câmara, e da filha mais velha, Clara, na Fundação Cecosne, no bairro da Madalena, Zona Oeste do Recife. Após finalizar o voto, por volta das 10h30, Paulo Câmara destacou a expectativa de dias melhores para o Brasil.
“Um dia muito tranquilo, de festa democrática. Tudo está correndo bem, como era esperado. Agora vamos esperar a apuração, torcendo por um futuro melhor para o nosso País”, ressaltou Paulo Câmara, que também esteve acompanhado da vice-governadora Luciana Santos e de parte do seu secretariado.
Na ocasião, o governador falou sobre a sua última eleição como gestor estadual. “Está tudo pronto para o futuro. Não tenho dúvida de que vamos entregar um Estado organizado, que pode fazer a diferença para este Brasil mudar. Ainda temos muito o que fazer até o fim do ano. Depois continuarei no serviço público, à disposição para trabalhar como for necessário para ajudar Pernambuco e o meu País”, completou.
Juliana Lima O Governo de Pernambuco divulgou, nesta quarta-feira (23), no Diário Oficial do Estado – DOE, a nomeação de Heleno Mariano de Brito (foto) para a coordenação da 24ª Ciretran de Afogados da Ingazeira. Heleno ocupa o cargo desde o ano de 2015, a partir de indicação do prefeito José Patriota e da sobrinha […]
O Governo de Pernambuco divulgou, nesta quarta-feira (23), no Diário Oficial do Estado – DOE, a nomeação de Heleno Mariano de Brito (foto) para a coordenação da 24ª Ciretran de Afogados da Ingazeira. Heleno ocupa o cargo desde o ano de 2015, a partir de indicação do prefeito José Patriota e da sobrinha Aline Mariano, e permanece na função na nova gestão de Paulo Câmara.
Quem também permanece à frente da função é Carlos Evandro Brito de Menezes, conhecido como Cacá Menezes, filho do ex-prefeito Carlos Evandro, nomeado nesta quarta-feira (23) para a manutenção na coordenação da 19ª Ciretran de Serra Talhada. Ele está no cargo desde março de 2014.
O Diário Oficial também divulgou essa semana a permanência de outros dois serra-talhadenses em órgãos importantes na capital do xaxado: Karla Milleni Souza Lima Cantarelli permanece na condução da XI Geres e João Antônio Bezerra Magalhães Antunes na diretoria do Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães – HOSPAM.
Neste sábado, dia 30 de julho, o prefeito Guga Lins e o seu vice prefeito Sinval, filiados ao PSDB e PTB, oficializaram suas candidaturas para concorrer a reeleição. O ato político foi realizado na Quadra esportiva da Escola Etelvino Lins, na Vila da Cohab e contou com a presença do deputado Estadual Claudiano Martins, que no evento fez um […]
Neste sábado, dia 30 de julho, o prefeito Guga Lins e o seu vice prefeito Sinval, filiados ao PSDB e PTB, oficializaram suas candidaturas para concorrer a reeleição. O ato político foi realizado na Quadra esportiva da Escola Etelvino Lins, na Vila da Cohab e contou com a presença do deputado Estadual Claudiano Martins, que no evento fez um discurso contundente com relação ao tratamento dado pelo Governo do Estado a Sertânia.
“Sou amigo pessoal do governador e vou falar que é preciso ter mais atenção com Sertânia e com seu povo. Sou candidato a deputado federal e vou brigar por esta terra, avisem aí que Sertânia agora tem deputado”, disse Martins sendo muito aplaudido pela multidão ali presente.
Guga e Sinval contarão em seus palanques com a presença dos partidos; PSDB, PTB, PT, PR, PSD, PC do B, PTC, PSC e PTN e seus candidatos a vereador.
“Tenho enfrentado uma oposição do quanto pior melhor, mas mesmo assim sigo de cabeça erguida e tendo uma única preocupação, que eles nunca tiveram que é com o povo de Sertânia. Todos sabem que o tempo é de dificuldade, todos os municípios pelo Brasil a fora estão passando por crises e é preciso muita habilidade e competência para driblar tudo isso e para dificultar ainda mais contamos com uma oposição que atrapalha, que não pensa no nosso povo”, criticou.
Nos últimos quatro dias, pelo menos em três, inclusive hoje, foram cancelados todos os voos da rota Recife-Serra Talhada. Os episódios tem deixada apreensiva a população de Serra Talhada e região que precisa usar a rota. São empresários, profissionais liberais e pessoas que encontraram na linha maior praticidade com o operação que funciona em dois […]
Nos últimos quatro dias, pelo menos em três, inclusive hoje, foram cancelados todos os voos da rota Recife-Serra Talhada.
Os episódios tem deixada apreensiva a população de Serra Talhada e região que precisa usar a rota.
São empresários, profissionais liberais e pessoas que encontraram na linha maior praticidade com o operação que funciona em dois horários diários entre as cidades.
Em contato com o blog, representantes do setor de negócios também demostraram insatisfação, não apenas com a paralisação, mas também com a falta de uma justificativa da empresa. Todos são comunicados em contato com o Aeroporto Santa Magalhães.
A pior situação é de quem já havia adquirido os bilhetes e só soube praticamente na hora do embarque. Alguns ainda tiveram conhecimento por emails enviados pela empresa e tiveram que às pressas refazer toda a logística.
O blog está em contato com o Diretor de Expansão da Azul Linhas Aéreas, Ronaldo Veras, para buscar mais detalhes ou ter encaminhamento para o setor que possa explicar o que ocorreu.
Blog de Jamildo A delegada Jéssica Ramos, que investiga o prefeito afastado de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), afirmou que a Polícia Civil deve fazer uma apuração sobre as movimentações financeiras da noiva dele, a cantora e ex-secretária de Assistência Social do município Taty Dantas. “Temos que fazer toda a triagem do dinheiro que identificamos que […]
A delegada Jéssica Ramos, que investiga o prefeito afastado de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), afirmou que a Polícia Civil deve fazer uma apuração sobre as movimentações financeiras da noiva dele, a cantora e ex-secretária de Assistência Social do município Taty Dantas.
“Temos que fazer toda a triagem do dinheiro que identificamos que seria a movimentação bancária dela com o valor percebido em shows. Se ela não tiver auferido essa renda com seus próprios meios do trabalho artístico, teríamos uma coautoria com relação ao crime de lavagem de dinheiro”, disse.
A delegada explicou que chamou atenção da polícia um contrato assinado por ela e por Meira, apreendido na primeira fase da Operação Hárpalo, em que ele se compromete como empresário para promovê-la nacionalmente, recebendo metade dos valores. “Ela se apresentou diversas vezes em Camaragibe”, enfatizou Jéssica Ramos.
Taty Dantas não foi alvo da segunda fase da Operação Hárpalo, que levou à prisão de Meira. Logo após o afastamento dele, a vice-prefeita, Nadegi Queiroz (DC), tomou posse e exonerou todo o secretariado, incluindo a cantora.
Um show de Taty Dantas levou a uma das polêmicas envolvendo o prefeito afastado. Em fevereiro deste ano, circularam dois áudios de Meira em que ele cobrava a participação dos comissionados da prefeitura em um show da noiva. Por causa disso, ele foi investigado por improbidade administrativa pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
A defesa de Meira afirmou vai entrar com um habeas corpus para libertar o petebista no Supremo Tribunal de Justiça (STJ). O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou o afastamento dele por 180 dias.
Redação Bem Paraná com Estadão Há cinco meses no cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro (foto) concedeu sua primeira entrevista e contou sobre os bastidores da prisão do ex-presidnte Luiz Inácio Lula da Silva, em 7 de abril (um sábado). De acordo com o número um da PF, 30 homens do Comando […]
Há cinco meses no cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro (foto) concedeu sua primeira entrevista e contou sobre os bastidores da prisão do ex-presidnte Luiz Inácio Lula da Silva, em 7 de abril (um sábado).
De acordo com o número um da PF, 30 homens do Comando de Operações Táticas (COT), a tropa de elite da corporação, estavam a postos com suas aras para invadir o Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo, caso o petista não se entregasse – o mandado de prisão contra Lula foi expedido pelo juiz Sergio Moro.
Galloro contou que, inicialmente, a previsão era de que o ex-presidente se entregasse ainda na sexta-feira (6 de abril, prazo dado pelo próprio juiz de primeira instância). Acabou o dia, porém, e nada de Lula se apresentar.
“Chegou o sábado, Moro exigiu que a gente cumprisse o mandado. A missa (em homenagem à ex-primeira dama e esposa de Lula, Marisa Letícia) não acabava mais. Deu uma hora (da tarde) e eles disseram: ‘Ele vai almoçar e se entregar'”.
A princípio, sempre de acordo com Galloro, a ideia era que Lula saísse pelo fundo. COntudo, alguém do sindicato acabou flagrando a movimentação e alertou os manifestantes que estavam do outro lado e correram para impedir a saída do ex-presidente.
“Quando tem multidão, você não tem controle. Aquele foi o pior momento, porque eu percebi que não tinha outro jeito. A pressão aumentando. Quando deu 17h30, eu liguei para o negociador e disse: ‘Acabou! Se ele não sair em meia hora nós vamos entrar’. E dei a ordem para entrar. Às 18h, ele saiu.”
O único pedido feito por Lula era que não houvsse muita exposição, que o ex-presidente não fosse humilhado. Questionado sobre o motivo do petista estar preso na Superintendência da PF, em Curitiba, Galloro explicou:
“Isso não nos agrada. Nunca tivemos preso condenado numa superintendência. É uma situação excepcional. O juiz Moro me ligou, pediu nosso apoio, ele sabe que não temos interesse nisso. Mas, em prol do bom relacionamento, nós cedemos”, disse. “O Lula está lá de visita, de favor. Nas nossas novas superintendências não vão ter mais custódia. No Paraná, não vamos mexer agora. Só depois da Lava Jato.”
Outro momento de grande tensão foi quando o desembargador Rogério Favreto emitiu uma ordem de soltura em favor de Lula, seguida por uma contraordem de Sergio Moro e dos desembargadores Gebran Neto e Thompson Flores, do TRF-4. Segundo Galloro, o ex-presidente quase foi solto.
“Diante das divergências, decidimos fazer a nossa interpretação. Concluímos que iríamos cumprir a decisão do plantonista do TRF-4. Falei para o ministro Raul Jungmann (Segurança Pública): ‘Ministro, nós vamos soltar’. Em seguida, a (procuradora-geral da República) Raquel Dodge me ligou e disse que estava protocolando no STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra a soltura. ‘E agora?’ Depois foi o (presidente do TRF-4) Thompson (Flores) quem nos ligou. ‘Eu estou determinando, não soltem’. O telefonema dele veio antes de expirar uma hora. Valeu o telefonema.”
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