Patriota tem encontro com lideranças rurais e urbanas
Por Nill Júnior
Com informações da Assessoria
O candidato à reeleição em Afogados da Ingazeira, José Patriota, reuniu na manhã deste sábado (24), centenas de lideranças comunitárias do campo e da cidade, no salão de eventos de Olga Cajueiro. O Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) também participou da atividade.
O momento foi, na realidade, um reencontro com lideranças que tem, ao longo de toda a gestão, colaborado, participado ativamente, debatendo com Patriota as demandas e ações de governo, segundo nota.“Fizemos diversas reuniões ao longo do nosso governo com a população, colocando-os frente a frente com os Secretários, para ouvirmos as reivindicações por eles demandadas.”
“As principais demandas, como perfuração de poços, pavimentação de ruas, qualificação da estrutura da atenção básica, foram apresentadas pelas lideranças nas diversas reuniões que tivemos com eles ao longo desses três últimos anos,” destacou Sandrinho.
Durante sua fala, Patriota destacou ações importantes realizadas como a perfuração e recuperação de 257 poços na zona rural, recuperação de mais de dois mil quilômetros de estradas vicinais, pavimentação de 80 ruas e travessas, implantação do projeto saúde itinerante, com três equipes de saúde volantes atendendo na zona rural, instalação de 19 pontos de apoio nas comunidades rurais, construção de duas creches e três escolas, dentre outras ações.
“Faz parte da minha trajetória caminhar ao lado do povo. Não é agora que iria ser diferente. É muito bom poder reunir lideranças que tem representatividade em suas comunidades e poder ouvi-las reconhecer o que fizemos em benefício da maioria,” finalizou Patriota, de acordo com a nota.
Participaram lideranças comunitárias dos Bairros Borges, Brotas, São Francisco, São Sebastião, Padre Pedro Pereira, Costa, São Cristóvão, São Braz, Sobreira, Cohab, Residencial Miguel Arraes, Residencial Laura Ramos, e das comunidades rurais de Carnaubinha, Pau Ferro, São João Novo, São João Velho, Cachoeira do Cancão, Laje do Gato, Alto Vermelho, Maravilha, Santo Antônio l e ll, Poço da Volta, Monte Alegre, Vaca Morta, Carapuça, Leitão, Varzinha, Pintada, Umburana, Riacho da Onça, Caiçara, Covoadas, Curral Velho dos Pedros, Curral Velho dos Ramos, Dois Riachos, Lajedo, Portázio e Três Umbuzeiros.
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e pré-candidato a deputado estadual, José Patriota, prestigiou neste sábado (04/12) a Missa do Vaqueiro, na comunidade do Juá, em Iguaracy. “Ontem estive na comunidade do Juá, zona rural de Iguaracy. Participei da missa do Vaqueiro, promovida por Carlinhos Trindade e sua família. Aproveitei a oportunidade e visitei um […]
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e pré-candidato a deputado estadual, José Patriota, prestigiou neste sábado (04/12) a Missa do Vaqueiro, na comunidade do Juá, em Iguaracy.
“Ontem estive na comunidade do Juá, zona rural de Iguaracy. Participei da missa do Vaqueiro, promovida por Carlinhos Trindade e sua família. Aproveitei a oportunidade e visitei um grande amigo, Luiz Mariano. Ainda sobrou um tempinho para conhecer a festa do laço de bode, organizado por Binha e família. Agradeço o carinho de todos pela receptividade”, disse.
O evento é realizado desde 2013 na comunidade e reúne moradores e vaqueiros do Juá e de localidades vizinhas.
Editora-chefe do Portal Drauzio Varella, a jornalista de saúde e cientista social falou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú. Por André Luis Nesta quarta-feira (10), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou Mariana Varella, editora-chefe do Portal Drauzio Varella. Jornalista de saúde, cientista social e aluna de pós-graduação da Faculdade de Saúde […]
Editora-chefe do Portal Drauzio Varella, a jornalista de saúde e cientista social falou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.
Por André Luis
Nesta quarta-feira (10), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou Mariana Varella, editora-chefe do Portal Drauzio Varella. Jornalista de saúde, cientista social e aluna de pós-graduação da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Ela falou sobre as dificuldades de se implementar um lockdown no Brasil – ao contrário do que muitos pensam, o país nunca conseguiu implantar essa ação de forma verdadeira -, sobre a corrida para tentar tirar o atraso na aquisição de vacinas, os prejuízos causados pela onda de desinformação, pela politização da pandemia e das vacinas.
Também falou sobre as expectativas para os próximos dias diante do cenário pandêmico que o país se encontra e sobre a apatia tanto da população, como das autoridades frente a falta de ações coordenadas do Governo Federal.
O tuíte
“Relutei muito em fazer este alerta, porque não quero soar leviana e nem sei se avisar adianta. Mas dada a situação atual, estou disposta a correr o risco. Então aviso: A situação do país é extremamente grave. Evitem, se possível, aglomerações. Usem máscara sempre. Teremos semanas terríveis”. O alerta foi feito no Twitter de Mariana na tarde do dia 26 de fevereiro, chamando a atenção da produção do programa A Tarde é Sua.
Fiz esse tuíte num momento de desespero mesmo. Porque agente aqui trabalhando observando os dados, temos visto que a situação no país todo tem se agravado muito rapidamente nos últimos dias e que teremos dias muito difíceis mesmo. Acredito que a gente vive o pior momento da pandemia desde o seu início”, explicou Mariana.
Dificuldades na implantação de um lockdown no país
“São vários os motivos. Primeiro, essas medidas de lockdown são difíceis de serem executadas. Elas implicam perdas financeiras e econômicas, então fazer isso sem o apoio de autoridades do governo é muito difícil para a população. As pessoas precisam ganhar dinheiro, precisam sobreviver e sem o apoio do governo é muito difícil conseguir fazer isso. As medidas de lockdown nos países onde foram implementadas, foram seguidas de outras medidas, não isoladamente, como, por exemplo: auxílios financeiros, isenção de impostos para setores econômicos, para diversos setores para estimular as pessoas a ficarem em casa. Não dá pra dizer só fica em casa, sem fornecer condições para que as pessoas possam ficar, sem fornecer condições pra que, por exemplo, as crianças tenham aula online, sem fornecer condições pro setor do comércio, para eles poderem fechar, além disso, o Governo Federal nunca apoiou essa ideia do isolamento, isso ficou a cargo dos prefeitos e governadores. Então cada estado, cada município, agiu conforme conseguiu, de acordo com as suas condições. Obviamente, os estados com mais dinheiro conseguiram adotar algumas medidas restritivas mais eficazes, mas não houve um projeto, uma coordenação nacional para facilitar isso”.
“A gente sabe que em momentos em que o vírus está circulando muito, o isolamento social é a única medida. Temos o exemplo aqui em São Paulo, em Araraquara, que decretou lockdown e conseguiu em 15 dias diminuir bastante o número de casos, mas foi um lockdown pesado mesmo, porque eles tiveram um aumento de casos muito grande e muito rapidamente e agora estão colhendo os frutos disso. Então sabemos que nesse momento a gente não tem outra saída a não ser investir agora em medidas de distanciamento e vacinar. Vacinar o máximo possível de pessoas com maior rapidez possível também”.
Falta vontade política, colaboração da população, ou os dois?
“A gente sabe que medidas de restrição de circulação tem impacto em outras áreas na educação, na economia… então precisamos pensar, por isso que insistimos muito na necessidade de medidas coordenadas, se tivesse o Ministério da Saúde e o Governo Federal, juntos organizando com governadores e prefeitos, medidas pra facilitar o acesso para que a população pudesse aderir…, mas tem também obviamente o fator da população, que precisa colaborar e não sei se as pessoas entendem a gravidade ou pelo menos todas as pessoas entendem a gravidade dessa doença que a gente está vivendo. Essa doença causa quadros muito graves em algumas pessoas que requerem internações hospitalares muito longas, com pessoas que vão para a UTI e tem um risco de morte muito alto, principalmente por sistemas colapsados. Então realmente é muito grave o que a gente está vivendo e precisamos que a população coopere no que for preciso. Evitando aglomerações, usando máscara sempre, dando preferência para atividades ao livre…”
Modelo de lockdown
“O Brasil tem várias características muito pessoais. É um país muito grande, com muita desigualdade, com diferenças regionais imensas, então é difícil citarmos exemplos de países… europeus, por exemplo, que são muito menores que a gente, com menos desigualdades, com mais recursos e com autoridades mais implicadas em se basear pela ciência e pelo que funciona de fato. O que a gente viu é que alguns países adotaram essas medidas de restrição muito pontualmente, quer dizer, quando a coisa aperta, quando a situação sai de controle ou um pouco antes disso acontecer. Adotam-se estas restrições para tentar evitar mesmo. Ninguém gosta de lockdown, ninguém acredita que temos que passar a vida agora dentro de casa, não é isso, mas é que em momento, sem vacina, em que a situação está como está, com os hospitais todos colapsados, não temos outra alternativa.”
“Na Europa muitos países adotaram lockdown’s com sucesso, Reino Unido foi um, Israel também é um exemplo muito bem-sucedido de lockdown com vacinação, eles adotaram lockdown’s muito rígidos e também estão se emprenhando em vacinar a população com muita rapidez. Outros países também adotaram lockdown: França, Espanha, Italia… em momentos específicos, quando a pandemia começou a sair fora de controle, talvez isso a gente já sabia no início da pandemia, que um lockdown só, não daria certo porque a pandemia tem uma dinâmica também, ha momentos de piora, de melhora, conforme as pessoas vão relaxando nos cuidados ela tende a piorar. Então é esperado que se adote alguns lockdow’s durante a pandemia, sempre que piorar, segurar um pouco para tentar aliviar o movimento nos hospitais e diminuir a circulação do vírus.”
Movimentação de prefeitos em busca de vacinas
“A gente sabe vacinar. O Brasil sempre vacinou muito bem. Nós temos um dos melhores planos de vacinação do mundo que é o Plano Nacional de Imunizações (PNI). Conseguimos vacinar de graça, um número enorme de pessoas todos os anos. Nenhum país do mundo vacina tanta gente como nós de graça e de maneira tão efetiva. Então assim, a gente sabe vacinar, teoricamente não precisaria inventar nada, diferentemente de outros países que não tem a experiência em vacinação que temos. Temos estrutura para isso, o que precisamos é de vacinas e realmente o Governo Federal deixou passar essa oportunidade de adquirir vacinas no ano passado, poderíamos ter mais vacinas agora, infelizmente não temos. Estamos correndo atrás do prejuízo agora, tentando firmar novos acordos que provavelmente se derem certo, essas vacinas só vão chegar provavelmente no segundo semestre. É uma pena ver o PNI desmantelado desse jeito. Queríamos ver o governo adquirindo as vacinas pra gente vacinar. Assim fica todo mundo tentando se virar, os prefeitos estão tentando adquirir as vacinas por causa disso, da ausência de vacinas vindo do Governo Federal, isso talvez gere uma pressão no Governo Federal para que adquira as vacinas, parece que isso está acontecendo. As negociações agora em andamento o governo finalmente resolveu adquirir vacinas da Pfizer e de outras farmacêuticas também, mas a gente torce para que isso aconteça rapidamente, porque uma vez que esses acordos estejam fechados, ainda vai demorar um bom tempo para as vacinas chegarem aqui e a não temos esse tempo sabe.”
Aquisição de vacinas por empresas
“No momento nenhuma farmacêutica esta fechando com setor privado em nenhum pais do mundo. Nem os Estados Unidos, que não tem o Sistema Único de Saúde. Todo mundo está vacinando através dos governos. As farmacêuticas estão fechando acordos apenas com os governos nesse momento, no mundo todo, então essa participação do setor privado, eu não vejo nem como ela poderia ser feita. Primeiro, porque muitas das vacinas não tem sequer autorização definitiva – a gente viu que a Pfizer conseguiu pela Anvisa agora no Brasil, mas as outras vacinas têm autorização apenas emergencial, tanto a da Aztrazeneca como a Coronavac do Butantan, então elas não podem ser comercializadas ainda.”
“O setor privado poderia, talvez, conseguir da Pfizer, só que a Pfizer não está negociando com o setor privado ainda. Eu acho ótimo que o setor privado se interesse por essa questão e pressione o Governo Federal para adquirir vacina, penso que esse é o principal papel que o setor privado tem agora, mas adquirir vacinas… primeiro que não é possível neste momento e segundo que as vacinas são produtos em escassez. Não seria nem justo que quem tivesse mais dinheiro adquirisse ou como se pensou em fazer, empresas pegarem uma parte dessa vacina e doarem o resto pro SUS. A gente tem que insistir na vacinação gratuita coordenada nacionalmente que é o que a gente sabe fazer no Brasil.”
Desinformação
“Acredito que temos vivido períodos aí de muito desinformação, as redes sociais têm dois lados. Elas facilitam a circulação de informação correta, mas também facilitam a circulação de informação errada, que nem é informação é desinformação mesmo e agora com a pandemia foi terreno fértil para isso. Temos um vírus novo, que surgiu no ano passado, do qual a ciência não conhecia, não sabíamos nada desse vírus, então havia muitas dúvidas ainda. A ciência apesar de estar indo muito rápido, leva um tempo pra juntar informações fazer análises, pra juntar evidência com estudos, então ela é um terreno fértil.”
“Um vírus novo com potencial devastador atingindo países na Ásia, que a gente nem sabia direito, não tinha acesso também das informações de lá, e isso gerou uma quantidade de desinformação absurda e temos que combater. A minha preocupação acontece quando autoridades e pessoas que teoricamente deveriam se preocupar com veiculação de informações corretas passam a disseminar estas desinformações, isso gera mais confusão, deixa as pessoas perdidas sem saber em quem acreditar, gera um clima de desconfiança na ciência que é a única que pode dar as respostas pra gente neste momento. Então é péssimo o cenário que estamos vivendo e vimos agora na pandemia uma enorme quantidade de desinformação.”
Politização da pandemia e das vacinas
“Estamos tendo uma ideia do que está acontecendo agora. Estamos com mais de 1,5 mil mortes diárias, hoje provavelmente vamos bater 2 mil mortes. Então eu penso que o resultado está aí. Esse descontrole tão prolongado da pandemia. Está todo mundo cansado, muita gente perdeu parentes, alguns mais de uma vez. Então eu acredito que esse esgotamento, essa crise econômica que está sendo consequência do descontrole da pandemia, porque a crise econômica não vem por conta do lockdown, mas sim, pelo descontrole da pandemia. Acho um equivoco quando eu vejo empresários… eu entendo que fechar traz um impacto econômico imediato, mas o descontrole da pandemia, por tanto tempo tem um impacto econômico muito maior, já existem estudos mostrando isso. Então eu acho que o resultado de tudo isso está aí, mortes, os hospitais lotados, todo mundo exausto, crise econômica, crise na educação, que nós provavelmente teremos anos aí de repercussão disso no Brasil. O resultado a gente já está vendo e vai piorar nos próximos dias eu não tenho menor dúvida.”
Expectativas para os próximos dias
“Eu nunca torci tanto para estar errada na vida. Mas por tudo que eu tenho acompanhado, analisado os dados, conversado com especialistas de diversas áreas, epidemiologistas, infectologistas… a gente deve ter dias muito difíceis. O vírus esta se disseminando com uma rapidez extraordinária. Estamos correndo contra o tempo, os hospitais tanto da rede pública como da privada, do país inteiro, estão lotados. Obviamente ha diferenças regionais, então alguns estados estão piores que outros, mas no país inteiro não tem nenhuma região hoje que podemos olhar com tranquilidade. Então eu espero dias muito, muito difíceis. Eu acho que março como já disseram vários especialistas vai ser o pior mês da história do Brasil, eu não tenho dúvida disso e torcemos para que isso não invada abril, que isso não continue por muito tempo, porque serão dias muito difíceis. Semanas muito difíceis e talvez até meses. Então pedimos pra população redobrar os cuidados individuais já que no nível federal essas recomendações não têm vindo e a gente nem espera que venha mais sabe.”
Passou da hora da gente se levantar da mesa?
“Eu acredito que já passou da hora. Temos que levantar da mesa. Eu não entendo muito essa apatia que temos vivido. Estamos nos acostumando com 1,5 mil mortes diárias, isso sem contar com a subnotificação, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave que não entram como Covid, quer dizer, a gente está vendo o Brasil enterrar mais de 250 mil pessoas em um ano e não faz nada! Estamos assistindo a isso. Eu acredito que já passou da hora das autoridades, dos deputados, quem pode realmente decidir, quem pode tomar decisões… eu não tenho a menor dúvida. É claro que para as pessoas é muito difícil. Muitas vezes eu vejo falando: ‘o que eu posso fazer?’ É realmente muito difícil pensarmos nisso individualmente. Mas temos que tomar ações coletivas, pressionar as autoridades para tomar ações coletivas e individualmente a gente se proteger porque estamos mais ou menos por contra própria agora.”
Mensagem final
“Não é hora de baixar a guarda! Eu peço que as pessoas se lembrem do começo da pandemia, todos os cuidados que nos tomávamos. Agora estamos numa situação muito pior do que aquela. Então precisamos redobrar os cuidados. Usar máscara, manter a higiene das mãos, evitar aglomerações, dá preferencia por atividades ao ar livre, não baixar a guarda de jeito nenhum.”
A primeira noite do São Pedro de Itapetim 2025, realizada neste sábado (28), reuniu um grande público na praça pública do município, marcando a abertura oficial das festividades juninas. A programação contou com apresentações culturais e atrações musicais que movimentaram o centro da cidade. O evento teve início com o Grupo de Dança da Secretaria […]
A primeira noite do São Pedro de Itapetim 2025, realizada neste sábado (28), reuniu um grande público na praça pública do município, marcando a abertura oficial das festividades juninas. A programação contou com apresentações culturais e atrações musicais que movimentaram o centro da cidade.
O evento teve início com o Grupo de Dança da Secretaria de Cultura, que apresentou coreografias típicas do período junino. Na sequência, os shows de Aldinho Forró Kceteiro & Vanessa Messias, Fulô de Mandacaru e Seu Desejo deram o tom da noite, com repertórios voltados ao forró e ritmos tradicionais da época.
A prefeita Aline Karina, o vice-prefeito Chico de Laura, o ex-prefeito Adelmo Moura, o secretário de Cultura Vandivaldo, além de secretários municipais, diretores e lideranças políticas regionais acompanharam a abertura do evento. A presença das autoridades reforçou o apoio institucional às festas juninas como parte do calendário cultural do município.
A programação do São Pedro de Itapetim segue neste domingo (29), com novos shows gratuitos. Estão previstas apresentações de Alex Sanfoneiro, Brasas do Forró e Walkyria Santos, mantendo a agenda de atrações voltada à valorização da cultura nordestina.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, cumpriu, nesta sexta-feira (03.05), agenda ao lado do prefeito do Recife, João Campos, em Canhotinho. Juntos, visitaram as instalações da unidade industrial da Masterboi naquele município. Recebidos pelo presidente da empresa, Nelson Bezerra, e pelo diretor administrativo, Miguel Zaidan, o deputado e o prefeito viram […]
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, cumpriu, nesta sexta-feira (03.05), agenda ao lado do prefeito do Recife, João Campos, em Canhotinho. Juntos, visitaram as instalações da unidade industrial da Masterboi naquele município.
Recebidos pelo presidente da empresa, Nelson Bezerra, e pelo diretor administrativo, Miguel Zaidan, o deputado e o prefeito viram de perto o funcionamento do empreendimento que vem transformando o Agreste, com geração de empregos, abertura de novas fronteiras para a pecuária de corte e reflexos positivos na economia e desenvolvimento da região.
“Até tempos atrás, eram lideranças políticas do interior que iam até a Região Metropolitana do Recife para conhecer indústrias modernas e inovadores. Fico muito feliz por ver que este caminho está sendo invertido. O prefeito pôde conhecer o frigorífico mais moderno do país e o maior do Nordeste”, afirmou.
João Campos esteve acompanhado do deputado federal Pedro Campos e dos deputados estaduais Waldemar Borges, Rodrigo Farias e Sileno Guedes. O presidente da Alepe esteve ao lado da prefeita de Canhotinho, Sandra Paes, e dos filhos Alvinho e Gabriel Porto. Também esteve presente o superintendente da 15ª Superintendência Regional da Codevasf, Gustavo Melo.
Inaugurada em agosto de 2022, a unidade frigorífica da Masterboi de Canhotinho fica a 230 quilômetros do Recife. Resultado de investimentos superiores a R$ 120 milhões, gerou cerca de 500 empregos diretos e mais de 3 mil indiretos. Quando estiver em pleno funcionamento, vai somar 800 empregos diretos.
O empreendimento abriu novas fronteiras para a pecuária de corte na região e já abate 500 bois por dia, 2.400 suínos por mês, além de produzir derivados de gados bubalino, caprino, suíno e ovino em uma área de 120 hectares. Atualmente, a unidade já recebe animais vindos do Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Piauí e Maranhão.
Porto, cujos mandatos estiveram mobilizados para viabilizar a ida do frigorífico para o Agreste, disse que seu trabalho na Assembleia segue voltado para a atração de empreendimentos para aquela região. Citou por exemplo os esforços para que a Natville, empresa sergipana do segmento de laticínios, decidisse pela instalação de fábrica no município de Brejão.
“Seguimos dialogando para explorar todas as possibilidades de ampliação dos negócios na região. Nosso trabalho tem como objetivo aproveitar todo o potencial do mercado gerado pelo frigorífico da Masterboi ”, disse. Após a visita ao frigorífico, Porto recebeu os diretores da Masterboi, o prefeito João Campos, os deputados, o superintendente da Codevasf e o ex-conselheiro do TCE-PE Carlos Porto para almoço.
Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (8) tornar o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele passará a responder uma ação penal no âmbito da Operação Lava Jato. Eduardo da Fonte é o sexto deputado […]
Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (8) tornar o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele passará a responder uma ação penal no âmbito da Operação Lava Jato.
Eduardo da Fonte é o sexto deputado a virar réu na Lava Jato no STF – há ainda mais cinco senadores réus.
O deputado do Progressistas foi acusado de receber R$ 300 mil da construtora UTC para beneficiar a empresa com um contrato na Petrobras. O caso teria ocorrido entre 2009 e 2010, durante seu mandato anterior como deputado federal.
A decisão foi tomada com o voto de desempate de Celso de Mello: “Para recebimento de denúncia não se exige prova integral, basta acusação forjada em elementos consistentes, em prova mínima. Parece que a realidade material está presente, tendo indícios suficientes de autoria”, disse.
O julgamento da denúncia começou em agosto do ano passado, mas foi interrompido três vezes por pedidos de vista.
O último pedido de vista foi de Ricardo Lewandowski, quando havia dois votos favoráveis à aceitação da denúncia (Fachin e Lewandowski) e dois pelo arquivamento (Dias Toffoli e Gilmar Mendes). Com a retomada do julgamento nesta quarta, Lewandowski manteve seu voto e Celso de Mello desempatou.
Você precisa fazer login para comentar.