Para não ser impedido de receber recursos, Município deve ter Plano de Mobilidade
Por Nill Júnior
Foto: Prefeitura de Curitiba
Os Municípios que não tiverem o Plano de Mobilidade Urbana três anos após a promulgação da lei ficam impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade até que atendam à exigência. Isso é o que diz a Lei 12.587/2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A pesar de o texto só estabelecer obrigatoriedade às cidades com mais de 20 mil habitantes, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) aconselha as prefeituras a elaborarem o projeto para não serem impedidas de receberem recursos, segundo informações da CNM.
A lei diz: “o Plano de Mobilidade Urbana deverá ser integrado ao plano diretor municipal, existente ou em elaboração”. Além disso, estabelece que nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano Urbana deve ter o foco no transporte não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta.
O departamento técnico de Trânsito da CNM lembra aos gestores municipais que o projeto deve ser desenvolvido este ano, pois em janeiro de 2015 termina o prazo para fazê-lo. E mesmo que os recursos destinados à área sejam poucos, a Confederação acredita que é importante as prefeituras planejarem tanto o desenvolvimento da cidade, com do trânsito e da mobilidade.
O Deputado Estadual e candidato à reeleição, Luciano Duque, do Podemos, avaliou a ausência de Miguel Coelho e a predileção por Eduardo da Fonte na chapa ao Senado de Raquel Lyra. Em entrevista ao Conexão Sertão, Duque avaliou o cenário. “Uma ausência sentida e a gente repeita com razão. Em compreendo. O sentimento da maioria […]
O Deputado Estadual e candidato à reeleição, Luciano Duque, do Podemos, avaliou a ausência de Miguel Coelho e a predileção por Eduardo da Fonte na chapa ao Senado de Raquel Lyra.
Em entrevista ao Conexão Sertão, Duque avaliou o cenário. “Uma ausência sentida e a gente repeita com razão. Em compreendo. O sentimento da maioria do grupo era pela candidatura de Miguel, mas a construção política às vezes nos traz surpresas que não vão de encontro à vontade da maioria do grupo político”.
Duque destacou Miguel comanda o partido União Brasil e, por opção, pra manter a Federação ao lado de Raquel, se construiu a candidatura de Dudu da Fonte.
O Deputado disse que agora a hora é de muito diálogo para não perder o apoio do Deputado.
“Eu acho que precisa ter muito diálogo e principalmente com Miguel Coelho, porque ele é fundamental na construção dessa unidade. Não havendo isso, eu acho que a gente tem uma perda significativa e vamos ter que nos reinventar”, alertou.
Como sinalizado, Miguel Coelho não apareceu na convenção da governadora Raquel Lyra. O União Brasil decidiu não coligar com a chapa para governador e senador. Também há nos bastidores rumores de uma movimentação no sentido do palanque socialista, diante da insatisfação por ter sido preterido por Eduardo da Fonte, graças à Federação União Progressista. A […]
Como sinalizado, Miguel Coelho não apareceu na convenção da governadora Raquel Lyra.
O União Brasil decidiu não coligar com a chapa para governador e senador. Também há nos bastidores rumores de uma movimentação no sentido do palanque socialista, diante da insatisfação por ter sido preterido por Eduardo da Fonte, graças à Federação União Progressista.
A governadora fez um gesto elogiando Miguel e dizendo ter percorrido o estado com ele. “Miguel, você tem o meu respeito”.
Depois de não ter sido anunciado como candidato a senador da chapa de Raquel Lyra, o grupo político liderado por Miguel Coelho não se fez presente na convenção da governadora deste domingo (2).
Nenhum dos principais integrantes da família participou do evento que oficializou a candidatura de Raquel à reeleição.
A ausência ocorre um dia após Miguel Coelho retirar sua candidatura ao Senado.
Por Adriano Oliveira, para o Jornal do Commercio Pesquisas de intenção de voto para o Senado não dizem quase nada; apenas criam falso entusiasmo nos candidatos. Geralmente, os competidores que lideram a corrida para o Senado possuem nível de conhecimento maior do que os demais postulantes. Porém, pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência, por meio do […]
Pesquisas de intenção de voto para o Senado não dizem quase nada; apenas criam falso entusiasmo nos candidatos. Geralmente, os competidores que lideram a corrida para o Senado possuem nível de conhecimento maior do que os demais postulantes. Porém, pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência, por meio do Método SEP (Estratégia – Sentimento – Previsão), têm mostrado, em diversos estados, que o candidato a governador tem força para eleger pelo menos um senador, uma vez que o eleitor orienta seu voto para o Senado considerando a escolha para governador.
Descobrimos também que o eleitor sabe muito pouco sobre o cargo de senador. Em outras palavras, ele não sabe para que serve o Senado e, quando incentivado a falar sobre um senador que admira, que já exerceu ou exerce o mandato, a larga maioria não consegue citar um nome. Nesse contexto, o Senado é uma instituição que desperta pouco interesse no eleitor, que possui reduzida informação sobre ela. É por isso que o eleitor escolhe seu senador considerando, em primeiro lugar, seu voto para governador. Sendo assim, senadores aliados a candidatos competitivos ao governo tendem, repito, a ser eleitos. E mais: governadores bem avaliados e candidatos à reeleição tendem a eleger seus senadores.
Não se deve desprezar um dado fundamental: a estrutura de governadores bem avaliados — apoios de prefeitos, candidatos ao Legislativo estadual e federal e obras do governo — incentiva e condiciona o sucesso eleitoral dos candidatos ao Senado. Portanto, estrutura importa. As pesquisas qualitativas da Cenário Inteligência revelam ainda que, no Nordeste, candidatos aliados ao lulismo possuem fortes chances de alcançar a vitória para o Senado. Já candidatos aliados ao bolsonarismo têm menores chances. Todavia, o lulismo também transfere rejeição aos postulantes ao Senado, possibilitando que candidatos neutros, ou seja, nem lulistas nem bolsonaristas, vençam a eleição.
Identificar o segundo voto para o Senado é um aparente grande desafio. Todavia, a Cenário Inteligência, por meio do Método SEP, identifica o afeto dos eleitores em relação aos candidatos ao Senado e, em seguida, constrói correlações. Ou seja, o eleitor que tem afeto positivo por X também tende a ter por Y. Assim, o eleitor que vota em X para senador tende a destinar seu segundo voto a Y.
O voto do eleitor para o Senado é guiado, portanto, por quatro variáveis: 1) desempenho do candidato a governador; 2) estrutura; 3) lulismo versus bolsonarismo; e 4) afeto do eleitor pelos competidores. As duas primeiras são os incentivos mais fortes para o eleitor, pois funcionam como atalhos para sua escolha. Portanto, mais uma vez friso: governadores bem avaliados e candidatos à reeleição tendem a eleger seus senadores.
Adriano Oliveira, cientista político. Professor da UFPE. Fundador da Cenário Inteligência: Pesquisa Qualitativa & Estratégia.
Leonardo Sakamoto – UOL Antes de emprestar rosto, voz e credibilidade a uma casa de apostas, artistas, atletas, jornalistas e influenciadores deveriam calcular não apenas o cachê, mas quanto da própria reputação será queimado. Pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec mostra que 40% dos brasileiros não confiam ou passam a confiar menos em quem anuncia bets. Outros […]
Antes de emprestar rosto, voz e credibilidade a uma casa de apostas, artistas, atletas, jornalistas e influenciadores deveriam calcular não apenas o cachê, mas quanto da própria reputação será queimado. Pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec mostra que 40% dos brasileiros não confiam ou passam a confiar menos em quem anuncia bets.
Outros 51% avaliam negativamente essas personalidades, contra míseros 10% que as veem de forma positiva. O cachê pode ser gordo, mas vem acompanhado de uma injeção de Mounjaro na credibilidade.
O prejuízo cresce entre os públicos mais valorizados pelo mercado publicitário. Entre pessoas com ensino superior, 48% perdem confiança; entre famílias com renda acima de cinco salários mínimos, o índice chega a 46%.
Nesse grupo, 59% têm visão negativa dos garotos-propaganda. É o grande trade-off das bets: recebe-se dinheiro agora, mas desvaloriza-se o ativo que garante contratos amanhã. É como vender as telhas para pagar a balada e se espantar quando começa a chover dentro de casa.
Para jornalistas, o dano é ainda maior, pois confiança é matéria-prima. Transformá-la em cupom promocional não vira aceitável por ordem do patrão nem com o rodapé “jogue com responsabilidade”.
As bets podem comprar espaço, audiência e sorrisos. Não podem garantir que a reputação sobreviva. E descobrir que a imagem foi vendida barato costuma acontecer quando ninguém mais quer comprá-la.
A Caravana da Democracia termina neste dokingo com atividades em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada. Com o lema “Com dom Limacêdo, na defesa da democracia!”, a caravana reafirma a importância da participação popular, da defesa dos direitos humanos e da democracia, ao mesmo tempo em que denuncia o avanço dos discursos de ódio, da […]
A Caravana da Democracia termina neste dokingo com atividades em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada. Com o lema “Com dom Limacêdo, na defesa da democracia!”, a caravana reafirma a importância da participação popular, da defesa dos direitos humanos e da democracia, ao mesmo tempo em que denuncia o avanço dos discursos de ódio, da intolerância e das perseguições contra pessoas e lideranças religiosas que se posicionam publicamente em defesa da justiça social e dos direitos fundamentais.
A mobilização conta com a participação das Cáritas diocesanas de Pesqueira, Afogados da Ingazeira e Garanhuns, além da Cáritas Arquidiocesana de Olinda e Recife. Também estão presentes representantes de pastorais, movimentos e organizações da sociedade civil, entre elas o Grupo Fé e Política e a Diaconia, além de outras iniciativas e articulações comprometidas com a defesa da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
Bispo de Afogados da Ingazeira, dom Limacêdo Antonio da Silva tornou-se uma das principais referências da defesa da democracia e da justiça social no Sertão pernambucano. Nos últimos meses, passou a ser alvo de ataques e discursos de ódio nas redes sociais após se posicionar publicamente em defesa dos trabalhadores, contra a jornada de trabalho 6×1 e contra a anistia para aqueles que atentaram contra a democracia em 8 de janeiro de 2023.
A Caravana também se soma a outras vozes religiosas que têm sido alvo de hostilidades por defenderem a justiça social, a democracia e os direitos humanos, reafirmando que a fé não pode ser utilizada para alimentar o ódio, a intolerância e a violência política.
A mobilização teve início no Recife, quando cerca de 50 participantes se concentrarão na Igreja das Fronteiras, lugar que foi morada de dom Helder Camara, uma das maiores referências brasileiras na defesa da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
Após a bênção, a caravana seguiu para Pesqueira, no Agreste pernambucano. Em seguida, o grupo seguiu para Afogados da Ingazeira.
Ontem, a programação começou com caminhada pela feira livre e celebração eucarística. À tarde, foi realizado um grande encontro público em frente ao Cine São José, com roda de diálogo, momentos de espiritualidade e apresentações culturais. À noite, os participantes seguiram em caminhada até a Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.