Palestra debate relacionamento do poder público com a imprensa
Por Nill Júnior
Discutir a relação do poder público com a imprensa. Este é o objetivo principal da palestra “O Controle Social e as Mídias”, que será ministrada na sede da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no Recife, no próximo dia 19 de novembro, pelo professor doutor do Departamento de Ciências Políticas da UFPE, Adriano Oliveira.
A conversa faz parte do 3º Encontro das Assessorias de Comunicação das Prefeituras Pernambucanas, promovido pela Associação, por meio do Projeto Gestão Cidadã, que também passará por Afogados da Ingazeira, na quinta-feira, dia 21.
Segundo o professor Adriano Oliveira, “para que o poder público mantenha relação saudável com a imprensa é necessário que ela esteja pautada, acima de tudo, no quesito da transparência e no respeito à liberdade de imprensa e expressão”.
Ainda para ele, “é necessário e importante para a gestão pública divulgar as ações municipais pela imprensa. Isso ajuda a conquistar eleitores e a formar opinião positiva para a gestão municipal. Ao contrário do que muitos podem pensar, como a gestão é transparente ela tende a mostrar coisas boas e, por consequência, tem mais condições de adquirir popularidade. O respeito a imprensa é vital numa democracia, como também não existe transparência sem imprensa livre”.
A palestra também vai tratar sobre o ambiente virtual das redes sociais, pois, segundo Adriano Oliveira “o assessor deve entender que as redes sociais e a imprensa não são concorrentes, mas sim complementares”. As inscrições estão abertas, são gratuitas, limitadas e podem ser feitas através do site amupe.org.
G1 O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta terça-feira (13), em um encontro com jornalistas, que 1,5 milhão de brasileiros estão com a segunda dose da vacina contra a Covid atrasada. Até o momento, duas vacinas são aplicadas no país: a da farmacêutica AstraZeneca (em parceria com a Universidade de Oxford), e a da […]
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta terça-feira (13), em um encontro com jornalistas, que 1,5 milhão de brasileiros estão com a segunda dose da vacina contra a Covid atrasada.
Até o momento, duas vacinas são aplicadas no país: a da farmacêutica AstraZeneca (em parceria com a Universidade de Oxford), e a da farmacêutica CoronaVac.
Para a vacina da AstraZeneca, a maior eficácia é alcançada quando o intervalo entre a primeira e a segunda doses é de três meses. Para a CoronaVac, o melhor resultado, de acordo com os estudos, ocorre quando a segunda dose é aplicada num intervalo de 21 a 28 dias.
Queiroga afirmou que o ministério vai emitir uma lista por estado com as pessoas que estão com a segunda dose atrasada. Disse também que esse trabalho de completar o “esquema vacinal” será feito em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
A orientação do ministério é que todos que estejam com a segunda dose atrasada vão a um posto de vacinação para completar a imunização.
De acordo com especialistas, tomar a segunda aumenta não só a proteção individual contra o coronavírus. Quantos mais pessoas estiverem imunizadas, maior é a barreira criada na comunidade inteira, diminuindo as possibilidades de alguém se infectar.
Balanço da vacinação contra Covid-19, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo consórcio de veículos de imprensa com base em dados dos estados, aponta que 23.847.792 pessoas já receberam a primeira dose de vacina. O número representa 11,26% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 7.391.544 pessoas (3,49% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.
No total, 31.239.336 doses foram aplicadas em todo o país.
Secretaria para ações contra a Covid
O ministro também disse que o governo deve publicar uma medida provisória para criar uma secretaria específica para ações contra a Covid. Ele afirmou ainda que a responsável pelo órgão deve ser Franciele Francinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização e técnica do Ministério da Saúde.
Blog de Jamildo Na noite dessa quarta-feira (22), a Executiva Nacional do PSDB rejeitou duas representações que pediam a expulsão do deputado federal Aécio Neves (MG), ex-presidente nacional do partido. As representações foram apresentadas pelos Diretórios municipal e estadual de São Paulo. Foram 33 votos contra a expulsão, 4 a favor e uma abstenção. A […]
Na noite dessa quarta-feira (22), a Executiva Nacional do PSDB rejeitou duas representações que pediam a expulsão do deputado federal Aécio Neves (MG), ex-presidente nacional do partido. As representações foram apresentadas pelos Diretórios municipal e estadual de São Paulo.
Foram 33 votos contra a expulsão, 4 a favor e uma abstenção. A decisão representa a primeira derrota do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), dentro da sigla. Doria liderava junto com o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), um movimento pela saída de Aécio da legenda. O cálculo era eleitoral com a tentativa de reeleição do prefeito paulistano e os planos do governador de disputar a Presidência da República em 2022.
Covas chegou a dizer, em entrevista à Folha de S. Paulo, que se o deputado não fosse expulso, ele deixaria o partido. Ao Blog de Josias de Souza, do UOL, Doria afirmou que Aécio deveria se defender fora do partido dos nove processos que responde na Operação Lava Jato e se tornou réu por corrupção passiva e obstrução de justiça em abril deste ano.
Relator dos pedidos de expulsão, o deputado Celso Sabino (PSDB-PA) recomendou a rejeição das representações, argumentando que não há previsão da medida no novo Código de Ética da sigla porque ainda não houve condenação do tucano na Justiça.
Após a decisão, o governador paulista afirmou, em nota, que o PSDB escolheu o lado errado e que “o derrotado neste caso não foi quem defendeu o afastamento de Aécio. Quem perdeu foi o Brasil.” “Cada membro da executiva deve responder por sua posição. A minha é clara: Aécio neves deve se afastar do PSDB e fazer sua defesa fora do partido”, afirmou.
A jornalistas, Aécio afirmou que agora é “hora de todos nós lambermos as feridas e olharmos para frente”, com “menos rancor no coração e mais amor a se distribuir a todos”, relata a Folha.
O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, deixou claro que o assunto está encerrado, descartando a possibilidade de análise de novos pedidos de expulsão contra Aécio. “O assunto Aécio Neves em relação aos fatos apresentados está encerrado”, disse.
Os deputados estaduais eleitos pelo PV, PT, PC do B e PSOL, declaram apoio à candidatura do Deputado Estadual Álvaro Porto (PSDB) à Presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (ALEPE), na eleição para a Mesa Diretora da Casa, no biênio 2023-2025. A decisão foi tomada consensualmente, pela totalidade dos parlamentares dos partidos citados, […]
Os deputados estaduais eleitos pelo PV, PT, PC do B e PSOL, declaram apoio à candidatura do Deputado Estadual Álvaro Porto (PSDB) à Presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (ALEPE), na eleição para a Mesa Diretora da Casa, no biênio 2023-2025.
A decisão foi tomada consensualmente, pela totalidade dos parlamentares dos partidos citados, depois de várias rodadas de discussões e de deliberações realizadas em conjunto.
O Deputado Álvaro Porto (PSDB), vem dialogando com todos e todas, propondo uma agenda baseada na defesa da democracia, no respeito aos poderes constituídos, no aperfeiçoamento da atividade legislativa e na consolidação dos princípios democráticos e republicanos, que devem nortear, de modo efetivo, os rumos de Pernambuco e do Brasil.
Desta forma, entendemos que Álvaro se consolida como o candidato que irá trabalhar em consonância com todos os deputados e deputadas, buscando sempre o fortalecimento do Poder Legislativo e o engrandecimento do Estado de Pernambuco. As informações são do blog da Folha.
Cimpajeú questiona transferências. HR diz que tem números para provar resolutividade O Debate das Dez do Programa Manhã Total (Rádio Pajeú) tratou da situação do HR Emília Câmara, que foi alvo de intenso debate na última reunião do Cimpajeú, do quadro das UBS e da demora para funcionamento do SAMU na região. Participaram o Coordenador […]
Cimpajeú questiona transferências. HR diz que tem números para provar resolutividade
O Debate das Dez do Programa Manhã Total (Rádio Pajeú) tratou da situação do HR Emília Câmara, que foi alvo de intenso debate na última reunião do Cimpajeú, do quadro das UBS e da demora para funcionamento do SAMU na região. Participaram o Coordenador do Cimpajeú Deva Pessoa, Leandra Barbosa, Diretora do HR Emília Câmara e Mary Delânea, Gerente Regional de Saúde.
Em suma, pode-se dizer que cada um apresentou defesa do seu espaço. Como aconteceu na última reunião do Consórcio, Deva Pessoa questionou a resolutividade da unidade e o número de transferências de Afogados para outras cidades da região. Também criticou a Central de Resolução, que deveria resolver, mas tem gerado problemas, segundo ele. “Sai uma senha de Afogados para cidades como Serra, Caruaru, Recife, até Palmares. Em alguns casos, o paciente fica bolando de hospital em hospital”, reclamou, afirmando que foram 118 transferências no mês de julho deste ano.
Leandra defendeu o Hospital, afirmando que não é justo apontar apenas as transferências isoladamente sem considerar outros números. “Só no mês de julho, foram 6.279 atendimentos, que dá uma média de 200 atendimentos por dia”. Ela justificou que também há parcela de contribuição de algumas prefeituras do entorno que tem hospitais municipais. Como também fazem parte do sistema de regulação, as unidades tem autonomia para, por conta própria, entrar na Central e gerar a senha quando houver necessidade de transferências. Muitas vezes, sem esse processo, preferem encaminhar direto para o Regional, demandando mais tempo e trabalho. Deva afirmou que em sua cidade tem orientado corretamente e que os prefeitos tem buscado fazer o mesmo.
Deva fez um cálculo rápido de que são 42 médicos na unidade, o que garantiria por semana pelo menos seis médicos por dia. Leandra disse que a conta não é tão simples. “Eu tenho 42 médicos, mas tenho que ter um para ser endoscopista, duas médicas para pré natal de alto risco, um cardiologista que atende ambulatório e um psiquiatra. Tenho que ter um evolucionista para maternidade, um para pediatria e dois para clínica médica e ainda para psiquiatria. Aí já são praticamente dez a menos”.
Ela disse que a escala tem dois clínicos por dia. “Mas não tem obstetra todos os dias, segunda, terça, quinta e sexta. Pediatra de segunda a sábado”. garantiu que está cortando horas dos profissionais que chegam com atrasos.
Houve também debate intenso sobre a disponibilidade de ambulâncias. Deva indicou que a maior procura de Afogados faça com que a cidade absorva mais as ambulâncias, sobrecarregando as outras cidades. Leandra disse que é natural pelo fato de que o Hospital fica na sede, mas que Afogados também é parceira no tema. Também houve críticas por falta de medicamentos especiais. Mary disse que a Secretaria de Saúde está buscando resolver o problema junto ao Ministério da Saúde.
SAMU: Outro tema muito debatido foi a demora em pôr para funcionar o SAMU na região. Desta vez, Deva e Mary evitaram jogar pedras no prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, pelo fato de a cidade abrigar a Central de Regulação e defenderam uma reunião com o Secretário de saúde Iran Costa. Mary afirmou que foi pactuado que o Secretário tratará com os prefeitos da macro, envolvendo as Geres de Arcoverde, Serra e Afogados, para identificar onde está o problema e resolver.
“Nenhum prefeito nem o Cimpajeú está colocando toda a culpa em Serra. Sersa está com sua base pronta. O que argumentamos é que queremos iniciar, mas há uma divisão tri-partite. O que não pode é municípios ficarem seis, sete meses sem receber os repasses. Quem está em Brasília ou Recife não vai assumir o ônus. É o prefeito”. Ele cobrou espaço do Secretário para tratar do tema.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (5) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os índices de aprovação de ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro. Pelo levantamento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, continua com a aprovação (soma dos entrevistados que o avaliam como “ótimo” ou “bom”) maior que a de Bolsonaro. O […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (5) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os índices de aprovação de ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro.
Pelo levantamento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, continua com a aprovação (soma dos entrevistados que o avaliam como “ótimo” ou “bom”) maior que a de Bolsonaro.
O instituto indica que Moro é conhecido por 94% dos entrevistados, a taxa mais alta entre os ministros. Dentre os que afirmam conhecê-lo, Moro foi avaliado como ótimo ou bom por 54%, como regular por 24%, e como ruim ou péssimo por 20%; 2% não responderam.
A pesquisa foi feita nos dias 29 e 30 de agosto e, no dia 2, o jornal já havia divulgado a avaliação de Bolsonaro: 29% consideram o governo do presidente ótimo ou bom, 30%, regular, e 38%, ruim ou péssimo; 2% não responderam.
Ou seja, a aprovação de Moro é 25 pontos percentuais maior que a de Bolsonaro (54% a 29%).
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