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Ouro Velho: Prefeitura isenta alvará para mototaxistas 

Por André Luis

Medida vale para motos até 170 cilindradas. Prefeitura estuda ampliar para taxistas

A Prefeitura de Ouro Velho, no Cariri paraibano, divulgou nesta segunda-feira (27), que decidiu isentar os mototaxistas da cidade que possuam motos de até 170 cilindradas do pagamento do alvará.

O prefeito Augusto Valadares destacou que a medida é pioneira e que com isso pretende facilitar a vida destes profissionais e manter o valor da corrida estável para beneficiar a população.

“Não é fácil renunciar receita, mas a Prefeitura está com boa saúde econômica, portanto a medida não vai ter grande impacto na gestão”, afirmou Augusto, que emendou dizendo que a medida deve ser estendida, também, para os taxistas da cidade.

Outras Notícias

Por conta de cirurgia, Mourão assumirá presidência por duas semanas

Jussara Soares – O Globo Com o adiamento da cirurgia do presidente eleito, Jair Bolsonaro , para depois da posse no dia 1º de  janeiro, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão , deverá assumir a Presidência  por pelo menos duas semanas, tempo médio para recuperação da operação de retirada da bolsa de colostomia. A cirurgia foi adiada após Bolsonaro passar […]

Jussara Soares – O Globo

Com o adiamento da cirurgia do presidente eleito, Jair Bolsonaro , para depois da posse no dia 1º de  janeiro, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão , deverá assumir a Presidência  por pelo menos duas semanas, tempo médio para recuperação da operação de retirada da bolsa de colostomia. A cirurgia foi adiada após Bolsonaro passar por exames na sexta-feira, que indicaram  inflamação do peritônio (membrana da parede do abdome). Inicialmente, a nova cirurgia estava prevista para 12 de dezembro, com

tempo suficiente para a recuperação total antes da posse.

Ao longo da campanha, após algumas declarações do candidato a vice consideradas desastradas pela cúpula da campanha, Bolsonaro pediu para que o então colega de chapa evitasse polêmicas.

Mourão chegou a sugerir uma nova Constituição escrita por notáveis, disse que famílias apenas com mãe e avó eram “fábricas de desajustados” e que o 13º salário pago aos trabalhadores é uma “jabuticaba”, numa crítica de que só aconteceria no Brasil.

Com o adiamento, não há previsão de quando a nova cirurgia ocorrerá. Bolsonaro voltará ao Albert Einstein para uma nova avaliação médica em janeiro, quando será marcada a operação.

Os médicos calculam que, assim que for operado, Bolsonaro terá de ficar pelo menos cinco dias hospitalizado novamente no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Inicialmente, numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Depois, permanecerá cerca de dez dias em casa.

No início de novembro, Bolsonaro afirmou que, por conta da cirurgia, a data para a primeira viagem internacional como presidente eleito, que seria ao Chile, ainda não havia sido definida. Não há um novo cronograma sobre a agenda de compromissos no exterior.

Bolsonaro ficou 24 dias internado após ter passado pela primeira cirurgia, ainda em Juiz de Fora, depois de ser atingido por uma facada durante ato de campanha.

De acordo com os últimos exames, o presidente eleito está “bem clinicamente” e mantém “ótima evolução” do seu quadro clínico, apesar da inflamação.

Devido à cirurgia até então marcada para o dia 12 de dezembro, a diplomação do presidente eleito e do general Hamilton Mourão, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi antecipada para o dia 10 de dezembro.

MBL e Vem Pra Rua reforçam oposição a Bolsonaro

Congresso em Foco Movimentos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua (VPR), ativos na defesa do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, agora se reorganizam para pedir o afastamento de Jair Bolsonaro. O atual presidente foi um dos que viu sua projeção crescer nas mobilizações pela saída da petista e, nas […]

Congresso em Foco

Movimentos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua (VPR), ativos na defesa do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, agora se reorganizam para pedir o afastamento de Jair Bolsonaro.

O atual presidente foi um dos que viu sua projeção crescer nas mobilizações pela saída da petista e, nas eleições de 2018, foi a escolha de muitos militantes e movimentos direitistas, que, hoje, passam a defender sua saída.

A porta-voz do MBL, Adelaide Oliveira, refuta, porém, classificar o MBL e o VPR como movimentos bolsonaristas e defende que o atual presidente se apresentou na corrida ao Planalto como uma “solução”.

Ela afirma que a agenda de reformas e o time anunciado por Bolsonaro – com nomes como o de Paulo Guedes, Salim Mattar e Sergio Moro – foram grandes apostas dos movimentos. No início, Bolsonaro prometia não intervir no trabalho de sua equipe, promessa que, segundo ela, não foi cumprida.

Adelaide diz que no fim do primeiro ano de governo, em 2019, já perceberam “que o negócio ia degringolar, que ele ia trabalhar contra a gente”. E, então, desabafa: ficou claro que “ele enganou todo mundo”.

Um dos líderes do MBL, o hoje deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou em entrevista ao Congresso em Foco que Jair Bolsonaro cometeu um “estelionato político”.

Tanto o MBL quanto o Vem Pra Rua classificam o presidente como uma figura que apresenta riscos para a democracia brasileira.

“Vamos estabelecer o que é democrático. Se democrático é ouvir todos os lados? Ele é antidemocrático. Porque ele é autocrata. Ele dá ordens. Não tem razoabilidade nenhuma. O que dificulta que ele tramite na democracia”, explica a porta-voz do MBL.

Uma das lideranças do movimento Vem Pra Rua, Rogerio Chequer, ressalta que a postura antidemocrática do presidente fica muito clara a partir do momento em que ele ataca a liberdade de imprensa, incita manifestações pedindo o fechamento do Congresso Nacional e não consegue superar as dificuldades em estabelecer interlocução com o poder.

“Estes são os pontos que colocam em cheque o quão democrático é o estilo do presidente”, afirma.

Bolsonaro x Dilma

Para os representantes do MBL, Jair Bolsonaro cometeu crimes de responsabilidade que podem, sim, ser considerados mais graves do que os pelos quais a Dilma foi acusada anos atrás.

“Talvez pelo tempo, o conjunto da obra da Dilma e de sua trupe tenha sido pior. Mas, este governo [Bolsonaro] está em regime acelerado, para que em dois anos a gente queira tirar ele pelo conjunto da obra”, diz Adelaide.

Já o líder do VPR defende que não dá para comparar os dois “males”. “A gente está comparando um Estado corrupto com um Estado irresponsável”, diz Chequer.

Um dos pontos que colaboram para o fortalecimento da pauta pró-impeachment é como o afastamento de Bolsonaro tem sido defendido por representantes de diferentes correntes políticas, à esquerda e à direita.

“O fato de ter várias pessoas de espectros políticos, que divergem na maioria das opiniões, mas que convergem na irresponsabilidade de Bolsonaro, torna a evidência da sua irresponsabilidade mais forte. Fortalece as evidências de que Bolsonaro causa enormes danos ao país”, diz Chequer.

Defesa Civil vistoria áreas de risco em Afogados da Ingazeira

Desde 2018, a Prefeitura de Afogados tem um plano de contingência montado para ocorrências relacionadas para ocasiões de chuvas acima da média em curto prazo de tempo. Todas as áreas de risco, sobretudo às ribeirinhas, foram identificadas e georreferenciadas. São monitoradas em tempo real e de forma permanente pela Comissão Municipal de Defesa civil. Segundo […]

Desde 2018, a Prefeitura de Afogados tem um plano de contingência montado para ocorrências relacionadas para ocasiões de chuvas acima da média em curto prazo de tempo. Todas as áreas de risco, sobretudo às ribeirinhas, foram identificadas e georreferenciadas. São monitoradas em tempo real e de forma permanente pela Comissão Municipal de Defesa civil.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Afogados, Carlos Neves, a comissão – composta por representantes das diversas secretarias municipais, além do corpo de bombeiros militar – tem vistoriado os locais atingidos de forma mais intensa pelas chuvas que vem, há duas semanas, caindo em Afogados da Ingazeira.

“Nosso plano de contingência estabelece o monitoramento permanente dessas áreas, a orientação dessa população e, em caso extremo, a remoção e o abrigamento adequado dessas pessoas,” informou Carlos Neves.

De fevereiro até o início de março, já choveu 267 mm no município. Só nesses primeiros dias de março, choveu 108mm. Para se ter uma ideia, em março de 2019, foram 147 mm de precipitação.

“Choveu nesses primeiros dias do mês quase que o equivalente a todo o mês de março do ano passado”, informou Carlos Neves. Os dados são da APAC – Agência Pernambucana de Água e Clima.

Além do monitoramento e das vistorias, as Secretarias Municipais de Infraestrutura e a de Agricultura já estão atuando para minimizar os danos nas áreas mais atingidas, tanto na cidade quanto na zona rural.

Ontem as vistorias foram reforçadas pelas presenças do Tenente Bombeiro Militar Marco Filippo e pelo Soldado BM José Antônio Santos, ambos da Secretaria Executiva de Defesa Civil do Governo de Pernambuco. Para acionar a Defesa Civil de Afogados, o telefone é (87) 9 9629 5758, número que também pode ser acionado via WhatsApp.

Segundo registros da APAC, em 2019 Afogados registrou 821 mm de precipitação. Em pouco mais de dois meses do início deste ano e já vamos registrando 315 mm, o equivalente a quase 40% de tudo o que choveu no ano passado inteiro.

Temer aciona tropas federais

O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou nesta quarta-feira (24) que o presidente Michel Temer decretou a “ação de garantia da lei e da ordem” e, com isso, tropas federais passarão a reforçar a segurança na região da Esplanada dos Ministérios. Enquanto Jungmann fazia o anúncio, manifestantes ocupavam a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída do […]

O Ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou nesta quarta-feira (24) que o presidente Michel Temer decretou a “ação de garantia da lei e da ordem” e, com isso, tropas federais passarão a reforçar a segurança na região da Esplanada dos Ministérios.

Enquanto Jungmann fazia o anúncio, manifestantes ocupavam a Esplanada dos Ministérios para pedir a saída do presidente Michel Temer do governo.

O decreto assinado por Temer foi publicado em uma edição extra do “Diário Oficial da União” e prevê o emprego das Forças Armadas entre 24 e 31 de maio. A ordem é assinada pelo presidente, por Jungmann e pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen.

“Nesse instante, tropas federais se encontram neste palácio [do Planalto], no Palácio do Itamaraty e logo mais estarão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos incólumes”, completou o ministro da Defesa.

Raul Jungmann não respondeu a perguntas de jornalistas, mas acrescentou que a manifestação na Esplanada dos Ministérios estava prevista como pacífica, mas “degringolou na violência, no vandalismo, no desrespeito, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas”.

Logo após o pronunciamento de Jungmann, deputados da oposição começaram a criticar no plenário da Câmara a convocação das Forças Armadas. Houve confusão e um empurra-empurra generalizado. A sessão chegou a ser suspensa.

Então, o presidente da Câmara decidiu falar sobre o assunto no plenário e chamar líderes ao seu gabinete para explicar o que ocorreu.

“Eu pedi o apoio das Forças Nacionais, sim. Agora, qual foi o instrumento que ele [Raul Jungmann] usou foi uma decisão do governo”, disse Maia.

Ele também justificou o seu pedido. “Agora, de fato, o ambiente na Esplanada era grave e, para garantir a segurança tanto dos manifestantes quanto daqueles que trabalham na Esplanada e no Congresso, eu fui ao presidente que a Força Nacional pudesse colaborar neste momento junto com a Polícia do Distrito Federal.”

Mais cedo, durante a sessão da Câmara, já havia ocorrido outro episódio com muita gritaria, troca de empurrões e acusações entre parlamentares contra e a favor do governo Temer

A decisão de Temer foi criticada por deputados e senadores de oposição e até mesmo da base aliada do presidente. O decreto também repercutiu no Supremo Tribunal Federal.

“Voto um pouco preocupado com o contexto, e espero que a notícia não seja verdadeira. O chefe do Poder Executivo teria editado decreto autorizando uso das Forças Armadas no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio”, disse o ministro do STF Marco Aurélio Mello.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pediu uma reunião conjunta do Congresso para que os parlamentares discutissem e sustassem o decreto de Temer. Mas a convocação foi rejeitada por Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado.

Em Serra, vereador diz que “não deve satisfação” a Sebastião Oliveira

O vereador Zé Raimundo (PTC) foi direto em resposta ao deputado federal licenciado e Secretário de Transportes Sebastião Oliveira (PR). Na entrevista ao radialista Francis Maya, Sebá condenou a postura do parlamentar que criticou o Governo Pernambuco, após confirmada a venda do terreno do Distrito de Industrial de Serra Talhada. “Eu fiz um pronunciamento nesta […]

Zé RaimundoO vereador Zé Raimundo (PTC) foi direto em resposta ao deputado federal licenciado e Secretário de Transportes Sebastião Oliveira (PR). Na entrevista ao radialista Francis Maya, Sebá condenou a postura do parlamentar que criticou o Governo Pernambuco, após confirmada a venda do terreno do Distrito de Industrial de Serra Talhada.

“Eu fiz um pronunciamento nesta Casa, motivado pelo ofício encaminhado pela Ad-diper e graças a Deus, do decorrer da semana, nós tivemos informações que o Distrito Industrial, que se colocaria a venda. Tivemos a informação  extraoficial de que o terreno não vai ser mais vendido. Mas, o motivo da minha fala, aqui é hoje no que diz respeito a fala do deputado federal Sebastião Oliveira e hoje secretário de Estado, em que questionou o nosso posicionamento”, iniciou o vereador, segundo transcrição do Blog de Júnior Campos.

 Depois, mandou o recado: “Não devo satisfação ao deputado Sebastião Oliveira, em quem eu votei pra prefeito. Assim como ele tem um mandato reconhecido pelo povo, eu tenho e a Lei Orgânica desta Casa e a Constituição do Estado de Pernambuco e da minha república Federativa do Brasil, que dá ao parlamentar,  o direito se expressar da forma como quiser, e eu de forma muito respeitosa o fiz”, respondeu. Zé Raimundo sustentou que seu posicionamento foi fundamental para o recuo de Paulo Câmara.