O público que esperou Oswaldo Montenegro no seu show na Expoagro não se decepcionou.
O artista carioca de 68 anos cantou seus maiores sucessos, incluindo Bandolins e a aguardada A Lista, que fechou o show.
Nos bastidores, muita especulação pelo fato de o artista e seu staff não concederem entrevistas. Ele também esteve em um palco onde nenhuma atração pisou na noite, com o palco 2 sendo dividido entre os outros nomes da noite.
Quanto à transmissão, o cantor liberou uma parte da transmissão do seu show. Cerca de 25 minutos depois, o som foi cortado do YouTube oficial da Prefeitura de Afogados da Ingazeira. A transmissão passou a gerar imagens das ações da gestão.
Pra quem esteve no palco, se despediu com A Lista. O público fiel ao trabalho do artista, acompanhou atentamente a sua apresentação e não reclamou.
A noite foi aberta com o Pop Rock de Ney Gomes, que agradou no palco e na transmissão. Depois, Brasas do Forró fizeram um show menor que o programado, em virtude do horário de Oswaldo. E Mateus Max fechou com um bom público e sua legião de fãs.
PRIMEIRA MÃO O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Prefeitura de Afogados da Ingazeira assinaram um acordo para que o município crie um abrigo público para idosos, chamado oficialmente de Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Esse abrigo vai substituir o que era administrado pela Associação de Saúde Vale do Pajeú (ASAVAP), que […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Prefeitura de Afogados da Ingazeira assinaram um acordo para que o município crie um abrigo público para idosos, chamado oficialmente de Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI).
Esse abrigo vai substituir o que era administrado pela Associação de Saúde Vale do Pajeú (ASAVAP), que estava passando por problemas graves de administração e estrutura. Por causa disso, a Justiça colocou a Prefeitura como responsável temporária pelo local, até que a situação fosse resolvida.
Pelo acordo, a Prefeitura precisa:
Iniciar em até 30 dias o processo para desapropriar o imóvel onde hoje funciona o abrigo (ou seja, torná-lo oficialmente da Prefeitura);
Concluir essa desapropriação em até 90 dias;
E, depois disso, criar e colocar para funcionar o novo abrigo público em até 180 dias (seis meses).
Enquanto o novo abrigo não fica pronto, o município deve continuar cuidando normalmente dos idosos, garantindo alimentação, higiene, remédios e acompanhamento psicológico, sem interromper o serviço.
O Ministério Público vai acompanhar de perto o cumprimento do acordo e pode até acionar a Justiça se a Prefeitura não cumprir o que prometeu.
O promotor de Justiça Thiago Barbosa Bernardo e o prefeito Alessandro Palmeira assinaram o documento nesta quarta-feira (6). O acordo foi publicado no Diário Oficial do MPPE desta sexta-feira (7).
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou na noite desta quarta-feira (2) que a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff autorizada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “uma retaliação de baixo nível ao Governo e ao PT”. Para Humberto, o deputado só tomou a iniciativa […]
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou na noite desta quarta-feira (2) que a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff autorizada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “uma retaliação de baixo nível ao Governo e ao PT”.
Para Humberto, o deputado só tomou a iniciativa contra a presidenta hoje depois de saber que os deputados do PT integrantes do Conselho de Ética iriam votar a favor da continuidade das investigações sobre as denúncias que pesam contra o peemedebista.
“Não há razão para a abertura do impeachment, até porque não há nenhuma fundamentação jurídica que resulte no impedimento de Dilma. Trata-se de um golpe contra uma presidenta democraticamente eleita pelo povo brasileiro”, afirmou.
O parlamentar reiterou que a chefe do Poder Executivo não cometeu qualquer crime e que não há absolutamente nada contra ela. “Não podemos tratar um tema tão relevante como este como uma retaliação. Isso é brincar com o país. Acredito que a opinião pública nacional está absolutamente esclarecida de que é uma retaliação”, disse. “Todos sabem quem é Dilma e quem é Cunha. Todos conhecem a biografia de cada um.”
O senador destacou a existência de “chantagem” por parte do presidente da Câmara. “Nós saímos de uma condição de estarmos sendo chantageados. Isso já é uma coisa importante”, comentou.
Como a abertura do processo de impeachment é regimental, o líder do PT avalia que o partido e os seus aliados vão partir para o debate no Congresso Nacional em defesa do mandato da presidenta.
Do UOL A Justiça do Rio Grande do Norte condenou o senador Rogério Marinho (PL-RN) à perda de função pública, implicando na perda do seu mandato legislativo. O juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas considerou que Marinho, enquanto vereador da Câmara Municipal de Natal, foi responsável por incluir “de forma desleal” a nomeação de uma funcionária […]
A Justiça do Rio Grande do Norte condenou o senador Rogério Marinho (PL-RN) à perda de função pública, implicando na perda do seu mandato legislativo.
O juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas considerou que Marinho, enquanto vereador da Câmara Municipal de Natal, foi responsável por incluir “de forma desleal” a nomeação de uma funcionária “fantasma” no quadro da casa, causando prejuízo aos cofres públicos.
A decisão afirma que o então vereador nomeou uma médica como funcionária pública, mas ela “sequer tinha ciência do seu vínculo com a Casa Legislativa” e que “jamais chegou a exercer, regularmente, as atribuições dos cargos para os quais foi nomeada”.
As punições contra o senador foram a perda de função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e pagamento de multa, além de proibição de contratar com o Poder Público e receber benefícios ou incentivos fiscais.
O que diz a defesa do senador
Em nota, a assessoria jurídica de Marinho disse que ele “respeita, mas não concorda com as conclusões da Justiça de que seria ato de improbidade a contratação de médica para atender a população carente gratuitamente”.
A defesa afirmou ainda não haver “acusação de apropriação de dinheiro, nem de que o serviço não era prestado” e disse que o senador “recorrerá da decisão para combatê-la no foro adequado”.
A respeito da noticiada sentença proferida contra o Senador Rogerio Marinho, em respeito à opinião pública é que se esclarece:
O Senador respeita, mas não concorda com as conclusões da Justiça de que seria ato de improbidade a contratação de médica para atender a população carente gratuitamente, por esse atendimento não ser prestado nas dependências da Câmara Municipal de Natal. Não há acusação de apropriação de dinheiro, nem de que o serviço não era prestado.
Por essa razão, é descabida a condenação em uma ação, cuja a iniciativa, inclusive, se encontra prescrita de acordo com a Lei de Improbidade Administrativa.
O Senador, confiante na sua inocência, recorrerá da decisão para combatê-la no foro adequado, que é o do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.”
A Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (12) cassar o mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de ter mentido ao afirmar que não possuía contas no exterior em depoimento na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras no ano passado. Assim, Cunha perde o mandato e fica inelegível por oito anos devido à Lei da […]
A Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (12) cassar o mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de ter mentido ao afirmar que não possuía contas no exterior em depoimento na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras no ano passado. Assim, Cunha perde o mandato e fica inelegível por oito anos devido à Lei da Ficha Limpa.
A cassação foi aprovada por 450 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções; 470 deputados participaram da sessão, incluindo o presidente da Casa, que só votaria se houvesse empate. Ao deixar o plenário após a votação, Cunha ouviu gritos de “adeus, Cunha” e “fora”.
Em seu discurso no plenário antes da votação, Cunha negou ter mentido à CPI erelacionou sua cassação ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
“Eu estou pagando o preço de ter meu mandato cassado por ter dado continuidade ao processo de impeachment. É o preço que estou pagando para Brasil ter ficado livre do PT”, afirmou o peemedebista. “O que quer o PT é um troféu para poder dizer que é golpe”, disse Cunha. “Alguém tem dúvida que se não fosse minha atuação, teria processo de impeachment?”, perguntou retoricamente o deputado.
Durante sua fala, deputados petistas gritavam “golpista”. Faixas e cartazes com os dizeres “fora, Cunha” e um boneco que representava Cunha com roupas de presidiário podiam ser vistos no plenário. No ano passado, Cunha foi o responsável por aceitar o pedido de impeachment de Dilma, que acabou deixando a Presidência em definitivo no último dia 31.
Após o resultado, Cunha deu uma entrevista em que criticou o governo Temer por ter apoiado a eleição de Maia à presidência da Câmara. “O governo é culpado quando fez o patrocínio [da candidatura de Rodrigo Maia], porque quem elegeu o presidente [da Câmara] foi o governo. Quem derrotou o candidato Rogério Rosso foi o governo”, declarou. Ele afirmou ainda que escreverá um livro contando os bastidores do impeachment.
O agora ex-deputado disse que, mesmo depois de cassado, não irá aderir às delações premiadas da Operação Lava Jato. Ele é réu em dois processos que apuram sua participação no esquema de cobrança de propina em obras de empresas estatais. “Só faz delação quem é criminoso. Eu não sou criminoso, não tenho que fazer delação”, afirmou.
Atividades de formação, debates, encontros e filmes integram a programação online entre os dias 3 a 13 de março A 6ª edição da Mostra Pajeú de Cinema – MPC acontece de 3 a 13 de março no formato virtual com programas disponíveis por 24h e debates diários com realizadores dos filmes. Serão 27 produções no […]
Atividades de formação, debates, encontros e filmes integram a programação online entre os dias 3 a 13 de março
A 6ª edição da Mostra Pajeú de Cinema – MPC acontece de 3 a 13 de março no formato virtual com programas disponíveis por 24h e debates diários com realizadores dos filmes.
Serão 27 produções no total, entre curtas e longas-metragens. Além das exibições, a edição da mostra conta com atividades formativas, mesas e encontros.
A programação completa da mostra está disponível no site www.mostrapajeudecinema.com.br. As atividades ao vivo serão transmitidas no canal do YouTube da MPC.
Ao todo, sete programas compreendem a programação dos filmes distribuídos em temas diversos: Abrindo caminhos; Bate coração; Eu não sou quem você pensa que não sou; Vozes, Choque; Para as Infâncias e Vivemos o futuro de um passado que não é nosso. A curadoria da mostra foi realizada por Bruna Tavares, sócia fundadora da Pajeú Filmes, produtora de conteúdo audiovisual e produção cultural; Heitor Augusto, curador, crítico de cinema, pesquisador e tradutor, cofundador e programador-chefe do NICHO 54; Maria Cardozo, idealizadora, diretora artística e curadora do Fincar – Festival Internacional de Cinema de Realizadoras; e William Tenório, fotógrafo e realizador audiovisual, sócio fundador da Pajeú Filmes.
Nesta edição, a MPC vem com duas novidades: Atividade Processos e Encontro Interseção. A primeira é um compartilhamento de processos de áreas de finalização de uma produção audiovisual com profissionais experientes. A atividade gratuita acontece nos dias 6, 9 e 11 de março e conta com Nicolau Domingues (edição e mixagem) e Marcelo Pedroso (montagem). Uma oportunidade dos (das) participantes realizarem trocas e expandirem seus conhecimentos sobre as áreas.
Já o Encontro Interseção é uma proposta de convidar linguagens culturais que dialogam com o audiovisual. Com o tema ‘O Teatro Vai ao Cinema”, o primeiro encontro contará com a participação do grupo Teatro de Retalhos (Arcoverde – PE) compartilhando as experiências no audiovisual. Para a ocasião, será exibido o filme D-20 Vermelha, dirigido por Djaelton Quirino, integrante do grupo. Na trama, a D-20 tem uma forte relação entre os personagens e as relações afetivas que os atravessam.
Encontro de Mostras e Festivais – Pensando em compartilhar experiências, a MPC vai reunir mostras e festivais do interior do Estado de PE no dia 6. Estão confirmados o Festival Curta Taquary, a Mostra Canavial de Cinema, Curta na Serra, Festival de Cinema de Caruaru, Poesia na Tela, Festival Caixola, entre outros que compreendem atividades de difusão.
Encontro com Professores – A mostra irá realizar no dia 8 uma conversa com docentes, a fim de integrar o audiovisual como ferramenta de diálogo em atividades socioeducativas. Será um momento de trocas e experiências no que se refere a Cinema & Educação. O encontro será transmitido pelo YouTube da MPC.
Oficinas – Gratuitas, as oficinas da 6ª MCP serão realizadas entre os dias 3 a 5 de março. Direção de Arte, com Lia Letícia e Produção Executiva, com Anna Andrade. Para garantir a democratização e descentralização do acesso, as atividades serão voltadas ao púbilco geral com prioridade de vagas para inscritos do interior do Estado de Pernambuco, periferias, mulheres, negros, indígenas, quilombolas, LGBTQIAP+.
Mesas – Nos dias 10 e 12 acontecem bate-papos com temas correlacionados à cadeia produtiva do audiovisual: Produção de curtas, com Adalberto Oliveira, Kalor Pacheco e Caio Dornelas, mediação Mery Lemos; e Produção de Séries, com João Lucas, Manu Costa, Hilton Lacerda, mediação Tuca Siqueira. A transmissão será pelo Youtube da mostra.
Sessão de Abertura – Em sua 6º edição a MPC abre as exibições com dois filmes pernambucanos. Em Pega-se Facção, a diretora Thais Braga costura as histórias das mulheres da zona rural de Caruaru. São sonhos e contradições do trabalho terceirizado, são gerações de mulheres que vivem à máquina de costura, mas nem por isso desatentas aos processos de exploração a que estão submetidas. Elas dividem suas experiências e se aproximam de outras tantas mulheres, de vários lugares, numa linha de força, em que também há carinho e sinceridade. Produzido e dirigido no Pajeú o filme da diretora sertaneja Uilma Queiroz, O bem virá escava os vários encontros possíveis a partir de uma foto da década de 1980. Os encontros da diretora consigo mesma e com as mulheres que abriram caminhos num período de estiagem no sertão de Pernambuco. Grávidas, essas mulheres alimentaram seus filhos com o suor da sua labuta. No filme, provocam reflexões atuais sobre as construções sociais da mulher e do trabalho.
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