A volta da Operação Trânsito Seguro a região do Pajeú durante os festejos juninos, por iniciativa do Comandante do 23º BPM Ten/Cel Carlos Sá provoca manifestações surpreendentes em quem deveria defender o respeito as Leis impostas pelo Código Nacional de Transito.
Nas redes sociais existem comentários do tipo: “Agora as vendas do comercio de Tabira vão cair com o Detran aqui”. Como se as irregularidades do transito fossem determinantes para as lojas venderem mais.
E pasmem: os vereadores do bloco governista se reuniram com o prefeito Sebastião Dias para cobrar que o Detran não volte mais este ano a cidade (eles pensam no voto e esquecem da vida). Alguns vereadores reclamam das multas, como se inúmeras campanhas educativas não já tivessem acontecido.
E por fim o comunicador social tabirense Léo Brasil da Rádio Ingazeira FM, alertando as pessoas para a volta do Detran como um mal a região. Parece que o Secretário de Administração Flávio Marques é uma voz única que clama no deserto, em defesa de um transito seguro para os tabirenses. Sem contar que desta vez a volta do Detran foi para atender solicitação do comandante do 23º BPM.
De olho na cadeira do Presidente Michel Temer, a jornalista Valéria Monteiro (PMN) percorre o país divulgando as suas propostas. Valéria Monteiro ficou conhecida como a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. Também pelo período na cadeira do Fantástico. A agenda da presidenciável começa às 8h da manhã com reunião em […]
De olho na cadeira do Presidente Michel Temer, a jornalista Valéria Monteiro (PMN) percorre o país divulgando as suas propostas.
Valéria Monteiro ficou conhecida como a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional da Rede Globo. Também pelo período na cadeira do Fantástico.
A agenda da presidenciável começa às 8h da manhã com reunião em São José do Egito. O encontro é organizado pelo ex-vereador Rômulo Junior e o Secretário Municipal de Agricultura Marcos Brito.
Às 10h Valéria Monteiro concede entrevista ao radialista Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira. Ao meio dia almoça com Jackson Ferreira, filho do vereador Jota Ferreira, e lideranças, no Distrito do Riacho do Meio em São José do Egito.
Desembargador Frederico Neves renuncia à Presidência e o desembargador Carlos Moraes assume O desembargador Carlos Frederico Gonçalves de Moraes (foto acima) é o novo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Em sessão virtual realizada nesta sexta-feira (04/06), o desembargador Frederico Ricardo de Almeida Neves renunciou à Presidência para que o colega assumisse. A […]
Desembargador Frederico Neves renuncia à Presidência e o desembargador Carlos Moraes assume
O desembargador Carlos Frederico Gonçalves de Moraes (foto acima) é o novo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).
Em sessão virtual realizada nesta sexta-feira (04/06), o desembargador Frederico Ricardo de Almeida Neves renunciou à Presidência para que o colega assumisse.
A mudança foi aprovada por unanimidade pela Corte Eleitoral. Clique aqui e assista à sessão.
Constitucionalmente, o presidente e o vice-presidente (que também acumula a Corregedoria Eleitoral) dos TREs são provenientes dos Tribunais de Justiça dos Estados.
Os desembargadores Frederico Neves e Carlos Moraes foram indicados pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para a Corte Eleitoral de Pernambuco em maio de 2019.
Já no TRE, em setembro do mesmo ano, ambos foram eleitos para presidente e vice-presidente, respectivamente.
Com a renúncia do presidente, haverá uma troca de cadeiras. O desembargador Frederico Neves, cujo biênio no TRE termina em 4 de setembro, será vice-presidente e corregedor.
Já o biênio do desembargador Carlos Moraes começou em 2 de dezembro de 2019. Assim, ele ficará à frente do Tribunal durante aproximadamente seis meses.
Visivelmente feliz com a decisão de renunciar para homenagear o colega e amigo Carlos Moraes, o desembargador Frederico Neves explicou sua atitude. “É um ato de reconhecimento à seriedade e à competência de um homem comprometido com a ética e com a moralidade”.
Todos os desembargadores e desembargadoras da Corte, bem como o procurador regional eleitoral substituto, Joaquim Dias, elogiaram a postura do desembargador Frederico Neves.
Também não faltaram palavras para enaltecer a capacidade e a competência do desembargador Carlos Moraes.
Emocionado, o desembargador Carlos Moraes agradeceu a todos e destacou a felicidade que sentia naquele momento. “Este é um dos momentos mais agradáveis e importantes da minha carreira”, disse.
Desde que tomaram posse e passaram a integrar a Mesa Diretora do Tribunal, os desembargadores Frederico Neves e Carlos Moraes sempre trabalharam em perfeita harmonia. Juntos, por exemplo, comandaram com sucesso as eleições de 2020, uma das mais difíceis da história por causa da pandemia da covid-19.
O valor total dessas emendas é de R$ 19,4 bilhões em 2023 O Congresso Nacional aprovou a resolução (PRN 3/22) que fixou novas regras para as emendas de relator ao Orçamento da União, privilegiando a distribuição dos recursos de acordo com o tamanho das bancadas partidárias. A aprovação ocorreu por 398 votos a 66 na […]
O valor total dessas emendas é de R$ 19,4 bilhões em 2023
O Congresso Nacional aprovou a resolução (PRN 3/22) que fixou novas regras para as emendas de relator ao Orçamento da União, privilegiando a distribuição dos recursos de acordo com o tamanho das bancadas partidárias. A aprovação ocorreu por 398 votos a 66 na Câmara e por 66 votos a 20 no Senado. Quatro parlamentares se abstiveram na Câmara e 2 no Senado.
A norma diz que o valor das emendas, de R$ 19,4 bilhões para 2023, deve ser distribuído para as Mesas da Câmara e do Senado em 7,5% para cada; para a Comissão Mista de Orçamento em 5%; e o restante, 80%, para as bancadas dos partidos na Câmara e no Senado conforme os seus tamanhos, sendo que dois terços para a Câmara. Pelo texto, 50% do valor terá que ser direcionado para ações nas áreas de saúde, assistência social e educação.
Hoje o relator do Orçamento tem o poder de destinar os recursos conforme as solicitações que receber, e o volume de recursos é equivalente à soma das emendas individuais e de bancadas estaduais, que são de execução obrigatória.
Julgamento no STF
Alguns parlamentares disseram que seria melhor o Congresso esperar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade das emendas de relator, o que deverá ocorrer na segunda-feira. Foi o caso do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que também se manifestou contrariamente ao projeto por acreditar que ele não trata igualmente os parlamentares.
O líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), defendeu o texto, afirmando que ele vincula metade do valor das emendas a projetos nacionais na área social.
Debate
O senador Jean Paul Prates (PT-RJ) lembrou que o partido sempre foi contrário ao uso dado às emendas de relator nos últimos anos, o que teria favorecido a troca de apoio político de maneira não transparente. Mas o senador explicou que não existem votos suficientes para acabar com as emendas de relator e que, portanto, seria melhor regular o que existe. Ele chamou o projeto de “regra de transição” e lembrou que as emendas de relator não têm execução obrigatória. “Como não há impositividade, o novo governo não vai, certamente, usar esse dispositivo para cooptar ninguém”, assegurou.
O líder do governo, senador Carlos Portinho (PL-RJ), rejeitou a ideia de que o governo Bolsonaro tenha usado as emendas de relator como instrumento de troca. “No Senado Federal, nunca foi o Orçamento objeto de barganha do governo. Nunca precisei de voto para vencer as batalhas que venci por conta de Orçamento secreto”, destacou.
Para a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), é errado que, além das bancadas, as Mesas da Câmara e do Senado tenham o poder de distribuir recursos orçamentários. Ela acredita que a discussão orçamentária tem que ser feita a partir de políticas nacionais. “Mas vai ter uma figura do líder que vai dizer: esse aqui vota comigo e vou dar R$ 20 milhões; esse aqui não, vou dar R$ 10 mil… O que é isso?”, questionou.
O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) disse que a distribuição de recursos para as bancadas não elimina a barganha política com as emendas. “Ele não está dando mais transparência. Ele está apenas fazendo com que o orçamento outrora secreto se torne um orçamento descarado”.
Já o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) acredita que a nova norma traz publicidade aos atos públicos. “O que mais eu critiquei aqui durante todo este ano e o ano passado no que diz respeito à emenda de relator foi justamente a falta de publicidade. Mas isso foi sanado com a proposta dessa resolução”, afirmou.
O senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do projeto e relator-geral do Orçamento, voltou a dizer que a elaboração das emendas de relator foi feita de maneira totalmente transparente para 2023 porque é obrigatória a assinatura de cada emenda pelo parlamentar que a solicitou.
Os parlamentares rejeitaram duas emendas ao texto, destacadas para votação em separado. Uma que dividia igualmente o valor das emendas do relator entre todos; e outra que determinava que, na distribuição dos recursos para as bancadas partidárias, seria verificado o tamanho de cada uma quando do envio da proposta orçamentária ao Congresso.
O senador Alessandro Vieira (PSBD-SE) anunciou que vai questionar a regulamentação aprovada pelo Congresso no STF. As informações são da Agência Câmara de Notícias
Lançamento foi ontem em Afogados. Antes, ele falou de bastidores das histórias que conta no Debate das Dez O jornalista Magno Martins lançou ontem na Câmara de Vereadores o seu livro “Histórias de Repórter”. O evento foi bastante prestigiado por afogadenses e pessoas de outras cidades da região. Dentre elas, o prefeito José Patriota, o […]
Magno esteve com o irmão Augusto Martins, que é vereador, no Debate das Dez
Lançamento foi ontem em Afogados. Antes, ele falou de bastidores das histórias que conta no Debate das Dez
O jornalista Magno Martins lançou ontem na Câmara de Vereadores o seu livro “Histórias de Repórter”. O evento foi bastante prestigiado por afogadenses e pessoas de outras cidades da região.
Dentre elas, o prefeito José Patriota, o gestor de Iguaraci Zeinha Torres, o presidente da Câmara Igor Mariano, o jornalista Júnior Duarte e o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Serra Talhada, Marcos Oliveira.
Mais cedo, Magno Martins esteve no Debate das Dez do programa Manhã Total e falou dos bastidores do livro é das personalidades com as quais conviveu em 35 anos de jornalismo.
Dentre as revelações, a de que Mário Covas foi o político mais antipático que entrevistou, apesar da imagem diferente ao ligar das câmeras.
Martins também falou sobre a relação com políticos como Eduardo Campos, com quem chegou a viver um período de afastamento, sem acesso a notícias do seu governo, fruto de uma decisão do governador, motivada por questionamentos de Magno à gestão em sua coluna na Folha de Pernambuco. Os bombeiros da política se encarregaram de reaproximá-los.
Quanto às críticas à Lula, Martins reiterou que o ex-presidente liderou um esquema de corrupção único, a partir do mensalão. “Sempre tive boa relação com ele. Publiquei várias entrevistas dele. Já fui com ele uma vez a Cuba. Quando ele queria falar com o Nordeste era comum me chamar. Me chamava de ‘Pernambuco”, revelou.
Martins ainda falou de Arraes e outros personagens, como Dom Francisco. “Era destemido”, disse, sobre a defesa do bispo aos saques para matar a fome. Sobre o seu programa, o Frente a Frente, foi objetivo ao comentar a saída de Adriano Roberto da bancada. “Ele deixou o programa pela segunda vez e seguiu seu caminho”, resumiu.
Onde encontrar o livro de Magno
Aos que não puderam prestigiar o lançamento do livro Histórias de Repórter, do jornalista Magno Martins, ontem, na Câmara de Vereadores, pode encontrar para compra na lojinha do pai dele, Gastão Cerquinha, no Beco de Zezé.
Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas referente ao último quadrimestre de 2017 constatou que 141 das 184 prefeituras pernambucanas (76%) excederam o limite de 54% da receita corrente líquida, com despesas de pessoal, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal. De acordo com o estudo, em 29 municípios (15%) esse tipo de despesa esteve entre o […]
Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas referente ao último quadrimestre de 2017 constatou que 141 das 184 prefeituras pernambucanas (76%) excederam o limite de 54% da receita corrente líquida, com despesas de pessoal, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com o estudo, em 29 municípios (15%) esse tipo de despesa esteve entre o limite alerta e o limite prudencial (faixa entre 48,60% e 54% da receita).
Em outros 12 municípios (6%) o percentual de despesas com pessoal se manteve abaixo do índice permitido, que é caso das cidades de Quixaba, Itapetim, Ingazeira e Afogados da Ingazeira, respectivamente.
Duas cidades não publicaram o seu Relatório de Gestão Fiscal.
Confira o ranking dos municípios do Pajeú com relação a despesa com pessoal:
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