Na reta final, campanha de Raquel terá direito de resposta em 49 inserções de Marília
Por 5 votos a 2, o plenário do TRE Pernambuco julgou procedente, nesta quarta-feira (26), o direito de resposta à coligação Pernambuco Quer Mudar, da candidata ao governo Raquel Lyra, em 49 inserções na TV de 30 segundos cada reservadas à adversária, Pernambuco na Veia, da candidata Marília Arraes.
A medida foi tomada diante da veiculação de vídeos que vinculam a ex-prefeita de Caruaru ao presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, em razão de aliados políticos da candidata terem declarado apoio ao presidente, e também de que ela seria contra o presidenciável do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A maioria do pleno seguiu o voto do desembargador Humberto Vasconcelos, vice-presidente do tribunal.
Para ele, cabe o direito de resposta pelo fato de a candidata Raquel Lyra ter se declarado neutra em relação à disputa presidencial, e considerou que a veiculação das inserções da forma produzida teve potencial de lhe causar dano na campanha eleitoral. Cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral.
A decisão foi proferida no processo nº 0603448-80.2022.6.17.0000.



O secretário nacional de Segurança Pública, Guilherme Theophilo, afirmou nesta terça-feira (5) que as tropas da Força Nacional serão retiradas “progressivamente” a partir desta semana do Ceará.

Blog do Magno
A estação é composta por um conjunto de motobombas, válvulas e acessórios interligados capazes de garantir um volume contínuo de adução de água, entre um poço de sucção e uma área de escoamento (forebay), por meio de tubulações forçadas, tudo isso acondicionado em um prédio com 03 (três) pavimentos. A estrutura possui, atualmente, duas motobombas instaladas, mas tem potencial para instalar até 8 motobombas.
A EBI-3 foi acionada em agosto de 2018 com um conjunto motor bomba e, desde então, está em operação. Em julho de 2021, pela primeira vez, todas as estações de bombeamento do PISF passaram a operar com dois conjuntos de motor bomba.
Prefeita Márcia Conrado não está presente no ato
Passados quase cinco anos do crime, ainda não se sabe as motivações e mandantes dos assassinatos da vereadora do Rio de Janeiro e do motorista dela, Anderson Gomes












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