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Na lista do TCE ao TRE, Odacy nega que esteja inelegível

Por Nill Júnior

04.26-PLENARIA-JB-276-300x200O deputado estadual Odacy Amorim, PT, pré-candidato a prefeito de Petrolina, esclareceu em nota que não tem nenhum impedimento na sua pré-candidatura a prefeito.

O mesmo processo que aparece na lista do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral nesta terça-feira, 5, também foi motivo  de comentários nas eleições de 2012 quando o parlamentar disputou pela primeira vez a Prefeitura e no pleito de 2014, ano de sua reeleição de deputado, e houve entendimento sem que houvesse prejuízo ao seu registro de candidatura.

Odacy é citado em quatro processos de 2012, quando ocupava a Câmara de Petrolina. Conforme ele, o processo em questão foi uma auditoria feita pelo TCE-PE na Câmara de Vereadores e não julgamento de prestação de contas. Mesmo assim na época, ele era vereador, não era ordenador de despesas, ato que cabia ao presidente da Casa, cargo que Odacy nunca ocupou na Casa Plínio Amorim. Não foi feito nenhuma ação para devolução de recursos, porque a auditoria comprovou que não teve dolo ao erário.

“Foi uma auditoria do TCE que não solicitou reembolso de recursos e, portanto não poderia haver ato de improbidade, pois não houve dolo ao erário. Já passamos por essa situação em 2012 e 2014 e o TRE-PE referendou nossa candidatura a prefeito e na reeleição para a Assembleia Legislativa”, explicou Odacy, acrescentando que nos dois anos em que foi prefeito de Petrolina, em 2007 E 2008, teve suas contas aprovadas pelo TCE.

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 O Tribunal Regional Eleitoral, nos autos do processo n. 99630.2014.617.0000 decidiu a questão pela elegibilidade do Deputado Odacy Amorim, nas eleições de 2014, disse o TRE a época.  O TSE, ao avaliar a questão, confirmou o entendimento do Tribunal de nosso estado reconhecendo e mantendo a condição de elegibilidade.

Outras Notícias

FBC se reúne com prefeito de São José da Coroa Grande

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) participou neste sábado de um café da manhã na cidade de São José da Coroa Grande, no litoral sul. A programação contou com a presença do prefeito Pel Lages (PEN), secretários municipais, vereadores e lideranças políticas da região. Fernando Bezerra colocou o gabinete em Brasília à disposição do chefe […]

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) participou neste sábado de um café da manhã na cidade de São José da Coroa Grande, no litoral sul.

A programação contou com a presença do prefeito Pel Lages (PEN), secretários municipais, vereadores e lideranças políticas da região. Fernando Bezerra colocou o gabinete em Brasília à disposição do chefe do executivo municipal, para apoiar na execução de obras e projetos.

Recentemente o senador e o prefeito conversaram no Senado Federal. Pel Lages levou demandas ao senador e o convidou para uma reunião na cidade.

“Estou aqui cumprindo o compromisso assumido com o prefeito e discutindo alternativas para que a população possa receber as obras que necessita”, afirmou Fernando Bezerra.

Até o final de novembro a área técnica da prefeitura deve discutir com a equipe do senador para que os projetos sejam encaminhados junto ao Governo Federal.

Além das ações administrativas, eles dialogaram sobre o quadro político estadual. “Há um claro sentimento de mudança nas ruas de Pernambuco. Nos últimos três anos nosso estado perdeu posições, diminuiu investimentos e hoje enfrentamos o assustador crescimento da violência. Precisamos recuperar o protagonismo e a liderança, gerar empregos e enfrentar os problemas com coragem”, destacou Fernando Bezerra.

O Blog e a História: em 1964, o governo americano também quis (e conseguiu) intervir em nossa soberania

Da Agência Senado O golpe militar de 1964 foi um ato de militares brasileiros, apoiado por parte da sociedade e do empresariado do país. Historiadores e testemunhas do golpe afirmam, no entanto, que um outro ator teve papel decisivo na ação dos militares. A divulgação, pela Casa Branca, de gravações de conversas entre o ex-presidente […]

Da Agência Senado

O golpe militar de 1964 foi um ato de militares brasileiros, apoiado por parte da sociedade e do empresariado do país. Historiadores e testemunhas do golpe afirmam, no entanto, que um outro ator teve papel decisivo na ação dos militares. A divulgação, pela Casa Branca, de gravações de conversas entre o ex-presidente John Kennedy e o então embaixador dos Estados Unidos (EUA) no Brasil, Lincoln Gordon, comprovam a preocupação da maior potência do mundo com o caminho que vinha sendo trilhado pelos brasileiros em sua incipiente democracia.

Os norte-americanos também se esforçaram no emprego de recursos financeiros para a promoção e o incentivo de iniciativas que tivessem o intuito de combater o comunismo no Brasil. Os estudos agora dão como certo até mesmo o envio de uma frota naval dos Estados Unidos para apoiar o golpe, comprovando a estreita articulação entre militares brasileiros e o governo daquele país.

Professor da Universidade de Columbia, John Dingens confirma que os Estados Unidos participaram ativamente para minar o governo Jango. “O registro histórico é claro”, destaca. “Por causa de um medo exagerado de uma repetição da revolução cubana – um cenário que observadores objetivos consideraram ser extremamente improvável, beirando a paranoia geopolítica -, o embaixador e agentes da CIA [sigla em inglês para a Agência Central de Inteligência, do governo norte-americano], conspiraram e encorajaram militares brasileiros a depor o presidente eleito pelo povo brasileiro, João Goulart”, avalia Dingens, que foi jornalista correspondente na América Latina na década de 1970 e escreveu o livro Operação Condor: Como Pinochet e Seus Aliados Trouxeram o Terrorismo para Três Continentes.

“A derrubada teve influência catastrófica em toda a América Latina. Como era óbvio, no momento em que os Estados Unidos apoiaram a destruição da democracia no Brasil, se seguiu uma onda de hostilidade e desconfiança contra os Estados Unidos em toda a região. Isto sustentou a credibilidade dos grupos revolucionários mais radicais – aqueles que, de fato, queriam repetir a experiência cubana em seus próprios países. Isto foi um obstáculo para o desenvolvimento da ‘terceira via’, ou seja, de alternativas pacíficas e democráticas para resolver a extrema pobreza e a desigualdade”, diz.

Segundo o professor de história da Universidade de Brasília (UnB) Virgílio Arraes, o governo dos EUA, em plena Guerra Fria, tinha receio de que o maior país do Continente Sul-Americano seguisse o mesmo caminho de Cuba, onde forças lideradas por Fidel Castro destituíram o ditador Fulgencio Batista, em 1959, e instalaram um regime socialista que contou com o apoio da União Soviética.

O poderio militar da maior potência do mundo é considerado por ele, uma das principais razões para não ter havido reação do presidente João Goulart (Jango) ao golpe dado pelos militares brasileiros contra seu governo. “Jango, provavelmente, dispunha de mais informações, e elas fizeram com que ele não demonstrasse tanta disposição em resistir”, avalia Arraes.  Para o professor, o conhecimento de que os EUA estavam enviando uma frota naval para a costa brasileira, informação confirmada pelo próprio embaixador Gordon anos depois, já seria suficiente para desestimular qualquer reação do governo constituído.

Para Arraes, o deslocamento da frota deve ter sido a maior movimentação naval no Hemisfério Sul desde a época da 2ª Guerra Mundial. “Se o Exército que derrotou as forças nazistas e as forças imperiais japonesas estivesse se deslocando para qualquer país da América do Sul, que tipo de esperança, do ponto de vista de luta, se poderia ter?”

A insatisfação norte-americana em relação aos rumos do país sob a presidência de João Goulart vinha do início de seu mandato. Algumas posições de Jango, como colocar em prática uma série de reformas, entre elas a reforma agrária, e as de seus aliados, como o governador do Rio Grande do Sul à época, Leonel Brizola, que desapropriou duas companhias norte-americanas (ITT, do setor de telecomunicações, e Amforp, de energia elétrica), aumentou a crença nas informações, passadas por Gordon, de que o país caminhava para adotar o regime comunista.

Desde 1962, o embaixador vinha tentando convencer o Departamento de Estado dos EUA de que Jango estava formulando um perigoso movimento de esquerda, estimulando o nacionalismo.

Em uma das conversas captadas pelo serviço de gravação instalado por Kennedy na Casa Branca, o presidente perguntou a Gordon se achava ser aconselhável uma intervenção militar no Brasil. O episódio ocorreu em outubro de 1963, 46 dias antes do assassinato de Kennedy.

O embaixador incentivava o governo norte-americano a não poupar esforços para conter as transformações em curso. Na opinião de Gordon, era fundamental organizar as forças políticas e militares para reduzir o poder de Goulart e, em um caso extremo, afastá-lo, já considerando o golpe. Após o assassinato de Kennedy, o embaixador Gordon continuou discutindo o assunto com o presidente Lyndon Johnson.

Com o argumento de garantir a democracia no Brasil, muito dinheiro foi aplicado pelo governo norte-americano em ações que, na realidade, visavam a frear a “ameaça comunista”. Uma delas foi a Aliança para o Progresso, um amplo programa de cooperação para o desenvolvimento na América Latina. Outra, mais ostensiva, foi a criação do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad) que produzia e difundia conteúdos anticomunistas para rádio, TV e jornais, além de mensagens em filmes e radionovelas, fazendo oposição ao governo João Goulart.

Em 1963, a ação do Ibad levou à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Isso porque, em 1962, nas eleições legislativas e para o governo de 11 estados, o instituto captou recursos para a campanha de mais de uma centena de parlamentares contrários às reformas e ao governo de Jango.

A CPI comprovou que muitos documentos do Ibad foram queimados quando suas atividades começaram a ser investigadas e que suas fontes financeiras eram, prioritariamente, empresas norte-americanas. Após a apuração da CPI, o presidente da República suspendeu as atividades do instituto por três meses, prorrogados por mais três. No fim de 1963, o Ibad foi dissolvido pela Justiça.

A atuação norte-americana, no entanto, prosseguiu nos meses seguintes, até o golpe de 31 de março de 1964.

João Paulo ameaça reeleição de Lupércio, diz pesquisa Opinião para o Blog do Magno

Se as eleições para prefeito de Olinda fossem hoje, a disputa se daria num segundo turno entre o prefeito Lupércio (SD) e o ex-prefeito do Recife, deputado estadual João Paulo (PCdoB). É o que aponta a pesquisa do Instituto Potencial feita com exclusividade para o Blog do Magno. Lupércio aparece na dianteira com 34% das […]

Se as eleições para prefeito de Olinda fossem hoje, a disputa se daria num segundo turno entre o prefeito Lupércio (SD) e o ex-prefeito do Recife, deputado estadual João Paulo (PCdoB).

É o que aponta a pesquisa do Instituto Potencial feita com exclusividade para o Blog do Magno. Lupércio aparece na dianteira com 34% das intenções de voto, mas João Paulo vem em segundo com um percentual considerável, de 21%.

Antônio Campos (PRTB), que disputou a eleição passada indo ao segundo turno com Lupércio, pontua 2%, mesmo percentual de Pedro Mendes (PSB) e Gustavo Rosas (PROS). Presidente da Câmara, o vereador Jorge Pontual (PSL) tem apenas 1%.

Armando Sérgio, do Avante, Celso Muniz, do MDB, e Júnior Lenine, do Psol, não pontuaram. Brancos e nulos somam 17% e 21% disseram não quiseram responder ou afirmaram não saber responder.

Na sondagem espontânea, na qual o entrevistado tem que informar o candidato da sua preferência sem o auxílio da lista com todos os nomes dos candidatos, o prefeito também lidera, mas cai para 25%, enquanto João Paulo vem em segundo com 12%.

Antônio Campos, Gustavo Rosas e Pedro Mendes foram citados por 1%. Dos entrevistados, 48% disseram que não sabiam responder ou se recusaram a responder, enquanto 13% disseram que anulariam o voto.

Foram ouvidos por telefone 600 eleitores de Olinda entre os dias 4 e 8 deste mês. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo de número 04565/2020.

A metodologia adotada foi a de pesquisa quantitativa, com entrevistas pessoais telefônicas junto aos eleitores com 16 anos ou mais, conduzidas mediante aplicação de questionário estruturado, elaborado especificamente para este estudo.

A amostra foi segmentada por cotas de sexo e faixa etária baseada nas informações do TSE – TRE/PE, de forma representativa do universo em estudo (eleitores de Olinda), num total de 600 entrevistas, distribuídas proporcionalmente pelas Regiões Político-Administrativas definidas oficialmente pela prefeitura.

No quesito rejeição, Antônio Campos aparece na dianteira. Dos 600 entrevistados, 58% disseram que não votariam nele de jeito nenhum.

Em segundo lugar aparecem empatados o prefeito Lupércio, Jorge Federal e Armando Sérgio, com 47%.

Por ordem, dão sequência João Paulo, com 42%, Pedro Mendes, com 38% e Gustavo Rosas, com 36%.  O menos rejeitado é Celso Muniz, com 31% e Lenine, com 32%.

Veja mais da pesquisa acessando o Blog do Magno. 

Daniel Siqueira e Albérico Tiago garantem paz e amor na construção da unidade

O feriadão de proclamação da República serviu de cortina para um encontro que consolidou o alinhamento político dos vereadores eleitos do Podemos para a legislatura 2025/2028, Daniel Siqueira e Albérico Tiago. Ambos reafirmaram a importância de sua atuação para a governabilidade do prefeito eleito Fredson Brito, Republicanos. Os parlamentares destacaram que, embora mantenham candidaturas separadas […]

O feriadão de proclamação da República serviu de cortina para um encontro que consolidou o alinhamento político dos vereadores eleitos do Podemos para a legislatura 2025/2028, Daniel Siqueira e Albérico Tiago.

Ambos reafirmaram a importância de sua atuação para a governabilidade do prefeito eleito Fredson Brito, Republicanos.

Os parlamentares destacaram que, embora mantenham candidaturas separadas para a presidência da Mesa Diretora no biênio 2025/2026, existe um pacto de unidade.

A decisão visa garantir que o candidato mais viável, no momento oportuno, seja apoiado pelo outro, fortalecendo a coesão da base de apoio.

“O nosso compromisso é com a estabilidade e o desenvolvimento de São José do Egito. Portanto, não há espaço para divisões que possam comprometer a governabilidade”, afirmou Daniel Siqueira. Albérico Tiago endossou a posição: “Estamos alinhados e cientes de que o foco é colaborar para a boa gestão do executivo. A decisão sobre a presidência será pautada na viabilidade e no consenso”.

Esse cenário reflete a maturidade política dos representantes do Podemos, evidenciando um comprometimento estratégico em prol da cidade e da administração municipal.

Afogados: 2º caminhão com donativos segue para desabrigados das enchentes

A população de Afogados da Ingazeira é realmente um exemplo de solidariedade. Em menos de um mês, e atendendo a um apelo da Prefeitura e de diversas entidades da sociedade civil e de instituições religiosas, o município encaminha o segundo caminhão com donativos para os desabrigados pelas enchentes na zona da mata e agreste do […]

A população de Afogados da Ingazeira é realmente um exemplo de solidariedade. Em menos de um mês, e atendendo a um apelo da Prefeitura e de diversas entidades da sociedade civil e de instituições religiosas, o município encaminha o segundo caminhão com donativos para os desabrigados pelas enchentes na zona da mata e agreste do Estado.

Segundo a Secretária de Assistência Social, Joana Darc, o município destinatário das doações foi Barra de Guabiraba, na Mata Sul do Estado. “Atendemos a uma orientação da Secretaria Estadual de Planejamento, que indica municípios onde tem chegado menos ajuda. Esse é um trabalho para orientar a ajuda e evitar que alguns municípios recebam mais ajuda do que outros,” destacou Joana, que tem coordenado a campanha de arrecadação de donativos.

Foram 3,5 toneladas de alimentos embarcados na tarde de ontem (20), além de muitos colchões e lençóis. Esse quantitativo foi arrecadado nas últimas semanas e ainda não inclui o que começou a ser arrecadado desde a última segunda, com a troca de um quilo de alimento não perecível por uma senha solidária que dará direito à entrada para os shows do dia 30 de Junho, durante a 13ª Expoagro. Postos de arrecadação e troca estão instalados nas secretarias municipais e nas rádios Pajeú AM e Afogados FM.