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MPF conclui que Adélio agiu sozinho em ataque a Bolsonaro

Por André Luis

G1

O Ministério Público Federal (MPF) em Juiz de Fora concluiu que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho no ataque contra o então candidato à presidência da República Jair Bolsonaro. Diante disso, o órgão se manifestou nesta quinta-feira (4) pelo arquivamento provisório do segundo inquérito que apura o caso.

A decisão de arquivamento ocorre após a conclusão do relatório parcial da Polícia Federal em maio, quando o segundo inquérito apontou que Adélio “agiu sozinho, por iniciativa própria e sem ajuda de terceiros, tendo sido responsável tanto pelo planejamento da ação criminosa quanto por sua execução.”

O procurador da República, Marcelo Medina, responsável pelo caso, enviou a manifestação ao juiz da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, Bruno de Souza Savino, que vai decidir se o caso será arquivado ou não. O pedido de arquivamento é provisório, já que ainda há uma diligência pendente que depende do Supremo Tribunal Federal (STF).

Outras Notícias

Ex-secretário nega falta de autonomia na gestão Patriota

Após deixar oficialmente a Secretaria de Agricultura de Afogados da Ingazeira, o hoje integrante da Adagro Luciano Gomes falou pela primeira vez dos motivos que o fizeram sair da Secretaria. Foi ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Em suma, Luciano garantiu que não houve falta de autonomia na pasta, o que para alguns teria […]

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Após deixar oficialmente a Secretaria de Agricultura de Afogados da Ingazeira, o hoje integrante da Adagro Luciano Gomes falou pela primeira vez dos motivos que o fizeram sair da Secretaria. Foi ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Em suma, Luciano garantiu que não houve falta de autonomia na pasta, o que para alguns teria motivado sua saída. “Não houve falta de autonomia. O gestor me deixou a vontade para fazer um trabalho. Havia liberdade”.

Luciano, que esteve no olho do furacão na queixa de algumas comunidades como Serrinha reclamando falta de água,  afirma que a questão nada tem a ver com sua saída. Houve questionamentos de que ele não teria condições sequer de socorrer essas comunidades com carros pipa. “Em setembro já havia externado a ele a posição de voltar para Adagro. Sobre a alta de água, não havia como socorrer todas ao mesmo tempo”, garante, informando que a Codecipe é que tem essa atribuição.

Luciano fez uma avaliação positiva do tralho a frente da pasta. Como prestação de contas, destacou a coordenação de evento como a Expoagro, além do programa de infraestrutura hídrica na zona rural.

Disse que também continua militando na Frente Popular.  “Sou militante de esquerda desde 78. Sempre mantive essa postura”, afirmou.

Tabira confirma mais um caso de Covid-19

Total de casos confirmados no município sobe para 22. A Secretaria Municipal de Saúde de Tabira, informou, no boletim deste sábado (30), que após mapeamento e Bloqueio Epidemiológico, houve a confirmação de mais um caso de Covid-19 no município. Segundo o boletim, o paciente do sexo masculino, 33 anos, residente no Bairro Edite Rocha, vendedor, […]

Total de casos confirmados no município sobe para 22.

A Secretaria Municipal de Saúde de Tabira, informou, no boletim deste sábado (30), que após mapeamento e Bloqueio Epidemiológico, houve a confirmação de mais um caso de Covid-19 no município.

Segundo o boletim, o paciente do sexo masculino, 33 anos, residente no Bairro Edite Rocha, vendedor, com histórico de viagem recente ao Estado do Maranhão, chegou no município no dia 23 de maio, no dia 26, fez o teste do laboratório particular e o resultado positivo saiu hoje,

Ainda segundo o boletim, o paciente segue em isolamento domiciliar e controle dos contatos através da Secretaria Municipal de Saúde e Unidade Básica de Saúde.

De acordo com o boletim epidemiológico deste sábado, o município conta agora com 22 casos confirmados, 6 recuperados, 2 óbitos, 8 casos em investigação e 50 descartados.

Joel da Harpa fiz estar sendo ameaçado por flanelinhas em virtude de sua atuação

O deputado estadual Joel da Harpa formalizou um pedido de proteção ao Governo do Estado após relatar ameaças que vêm colocando em risco sua integridade física. O documento foi encaminhado ao secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e expõe uma situação preocupante: as intimidações estariam relacionadas a denúncias e posicionamentos firmes do parlamentar sobre a […]

O deputado estadual Joel da Harpa formalizou um pedido de proteção ao Governo do Estado após relatar ameaças que vêm colocando em risco sua integridade física.

O documento foi encaminhado ao secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e expõe uma situação preocupante: as intimidações estariam relacionadas a denúncias e posicionamentos firmes do parlamentar sobre a atuação de grupos conhecidos popularmente como “flanelinhas”.

Segundo o ofício, o clima é de tensão crescente. As ameaças levantam sérias preocupações não apenas sobre a segurança do deputado, mas também sobre o livre exercício do mandato parlamentar, um pilar essencial da democracia. Diante da gravidade do caso, foi solicitada a adoção imediata de medidas de proteção e acompanhamento de segurança, com o objetivo de garantir a integridade do deputado e preservar a ordem pública.

O episódio levanta um debate urgente: até que ponto agentes públicos estão expostos ao risco ao enfrentarem práticas irregulares? E quais ações serão tomadas para assegurar que denúncias e fiscalizações não sejam silenciadas pelo medo? A expectativa agora recai sobre o Governo do Estado e as providências que serão adotadas diante de um caso que mobiliza atenção e exige resposta rápida.

Dilma usa redes sociais para se posicionar contra a redução da maioridade penal

A presidenta Dilma Rousseff (PT) decidiu se colocar publicamente contrária à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, objeto central do PL 171/93, que na última semana foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. Na terça-feira (7), mensagens com a hashtag #NãoÀReduçãoDaMaioridadePenal foram postadas em […]

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A presidenta Dilma Rousseff (PT) decidiu se colocar publicamente contrária à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, objeto central do PL 171/93, que na última semana foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

Na terça-feira (7), mensagens com a hashtag #NãoÀReduçãoDaMaioridadePenal foram postadas em sua página oficial no Facebook. “Não é solução: Os adolescentes não são responsáveis por grande parte da violência praticada no País.

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Reprodução: Facebook

Os atos infracionais cometidos por eles não chegam a 10% do total dos crimes praticados no Brasil há décadas”, diz uma delas. Outra traz uma entrevista de dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), criticando o projeto de lei em questão.

De acordo com matéria do jornal Folha de S. Paulo, Dilma tomou a decisão de se posicionar após reunião com seu conselho político no dia 30. Na ocasião, os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Jaques Wagner (Defesa), Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social) e Eliseu Padilha (Aviação Civil) teriam afirmado que a presidenta precisa fazer um aceno à esquerda para sua base.

PT apóia nome de Janot, mas cobra rigor contra Aécio e o PSDB‏

Aprovada com 59 votos favoráveis, 12 contrários e uma abstenção, a recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República ganhou o apoio fechado da bancada do PT no Senado. Mas, durante a sabatina de mais de 10 horas na Comissão de Constituição e Justiça, os parlamentares petistas cobraram do procurador-geral que as investigações […]

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Aprovada com 59 votos favoráveis, 12 contrários e uma abstenção, a recondução de Rodrigo Janot ao cargo de procurador-geral da República ganhou o apoio fechado da bancada do PT no Senado. Mas, durante a sabatina de mais de 10 horas na Comissão de Constituição e Justiça, os parlamentares petistas cobraram do procurador-geral que as investigações do Ministério Público Federal (MPF) alcancem todos os partidos políticos indistintamente, sem blindagem a qualquer legenda, especialmente o PSDB.

Com base em documentos e nas delações premiadas conhecidas, os senadores questionaram Janot sobre a apuração de denúncias de corrupção cuja apuração está parada. Um dos casos levantados é o de recebimento de propinas por parte do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, derrotado na eleição presidencial do ano passado.

No começo da sabatina, afirmando ser imparcial no trabalho de investigação, Rodrigo Janot buscou um dito popular mineiro para mostrar que não protegia ninguém: “pau que dá em Chico, dá em Francisco”. Coube ao 1º vice-presidente do Senado, Jorge Viana (AC), contraditar com ironia a afirmação: “pau tem dado em Chico, mas poupado Francisco, procurador”, disse, criticando, também, os vazamentos seletivos das delações premiadas, que deveriam correr em segredo de Justiça.

Fátima Bezerra (RN) solicitou ao procurador-geral que aprofunde, também, as investigações sobre a denúncia do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e de Alberto Yousseff – feita em delação premiada – de que teriam pago R$ 10 milhões ao então presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), falecido em 2014 e antecessor de Aécio Neves, para que a CPI da Petrobras, montada em 2009 no Senado, fosse enterrada. “Essa vultosa soma foi destinada a parlamentares com o intuito de esvaziar a CPI. Para onde foi todo esse dinheiro, destinado a vários parlamentares, sob a coordenação do presidente nacional do PSDB à época? Pergunto ao procurador: as investigações morreram com o acusado?”, questionou.

Os senadores do PT disseram estranhar, ainda, o fato de Aécio ser citado por um dos principais colaboradores da Operação Lava Jato e, mesmo assim, não está entre os investigados no Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, o PSDB – que ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com ação em que afirma ser propina a doação de R$ 7,5 milhões feita pela UTC à campanha da Presidenta Dilma – recebeu R$ 8,5 milhões da construtora e também não está sendo investigado pelo fato.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, que orientou a bancada a votar favoravelmente pela recondução de Janot, reforçou a reprovação dos parlamentares ao vazamento seletivo de delações que prejudicou uma série de candidatos nas eleições de 2014, sem que muitos deles sequer fossem alvos de investigação. “Houve pessoas que disputaram a eleição e perderam por uma pequena margem. Provavelmente, esse episódio influenciou na decisão do eleitorado”, declarou. “Outros candidatos, no entanto, tiveram seus nomes convenientemente preservados. Não foram prejudicados na eleição por delações criminosamente vazadas”, analisou.

Janot afirmou aos parlamentares que uma série de investigações segue em curso no âmbito do Ministério Público Federal. Apenas esta semana, 30 novas petições sigilosas foram depositadas no STF pelo procurador-geral pedindo a abertura de mais inquéritos.